Notas iniciais
Olá meninas, novamente eu estou por aqui com mais um capítulo para vcs. Fui generosa esta semana, e postei quatro capítulos se eu não me engano. Mais uma vez obrigada pela mensagens deixadas, e mais uma vez peço que deixem recados. Um aviso para vcs sobre o capítulo de hj, e para o próximo, finalmente o grande momento dos dois vai acontecer, e ele está um tanto quanto quente. Me digam o que acharam, preciso saber se continuo nesta linha ou se mudo.

MÚSICA DO CAPÍTULO

Mario — Let Me Love You

[RECAPITULANDO]

— Não precisa ter medo, não vou fazer nada que você não queira. — Disse ele calmamente e fitando diretamente nos olhos. Como ela não disse nada, ficou como estava.

****

Após ter tido pensamentos luxuriantes dele no banheiro, ela não teve coragem de pedir que ele a soltasse, o cheiro dele era maravilhoso e a inebriava. Assim, decidiu apenas seguir a corrente, ela relaxou contra ele e assistiu ao resto do filme. Alarmou-se, quando dobrou o polegar acariciando o seu seio. Ela pensou que foi um acidente até que ele fez isso de novo, e de novo. Lançou um rápido olhar mostrou-lhe que ele ainda estava atento ao filme. No momento em que os créditos começaram a rolar, Elizabeth estava num tremendo feixe de excitação.

— Obrigado pela noite agradável e relaxante. — Tocando rapidamente na testa ele disse satisfeito: — Perece que a sua febre baixou.

Elizabeth não prestou atenção ao que ele disse, e não se mexeu quando ele levantou seu queixo e abaixou lentamente sua boca na dela. Seus lábios roçaram nos dela, buscando, degustando, aprendendo a sua forma. Ele sugou o lábio superior antes de reivindicar o seu inferior. Então sua língua lambeu as comissuras da boca dela, pedindo entrada.

Quando ela a abriu, sua língua mergulhou dentro em pequenas incursões, envolvendo sua língua quando fugia, avançava e recuava. Ele a atormentou, até que ela viu-se tentando capturar a língua dele, com sua própria.

Ela falhou. Ele era muito rápido. Agarrou sua cabeça, o segurando para ela e enfiando a língua profundo em sua boca, procurando mais do que seu sabor.

Atordoado e excitado além da razão, Darcy levantou a cabeça.

— Sei que não devia dizer isso, mas eu quero você, Lizzie. Loucamente. Você quer o mesmo que eu?

Por um momento, Elizabeth pensou em recuar, mas viu que não havia mais volta, por isso assentiu.

— Não sou tão experiente — falou ela baixinho.

— Não se preocupe com isso, vou te ensinar tudo, hoje você será inteiramente minha. — Ele deu um pequeno sorriso, levantou a mão para enrascar os dedos nos cabelos dela, segurando-a perto de si, então ele tomou o controle.

Ele a saqueou. Não havia outra palavra para isso. A força do seu poder a empurrou para trás até que ela se deitasse debaixo dele no sofá, com a cabeça ligeiramente descansando sobre seu braço. Ela inclinou a cabeça para o lado para lhe dar melhor acesso a sua boca que viajou dos seus lábios para seu pescoço, enquanto desajeitadamente tentava tirar sua blusa.

— Tire isto. — disse ela com timidez. — Eu quero tocar em você.

Um arrepio passou por seu corpo. Fitz retirou sua camisa sobre a cabeça e jogou-a para o lado, então mergulhou de volta para outro beijo. Elizabeth passou as mãos sobre seus ombros e costas, em seguida cada pedaço de pele que ela poderia alcançar. Ela pressionou beijos por todo o seu rosto e mordiscou o lóbulo da orelha, correndo a língua em torno da borda antes de mergulhar brevemente dentro. Sua respiração acelerou. Então as mãos dele agarraram a seus quadris a puxando até que ela estivesse deitada no sofá.

— Abra —, ele instruiu com leve toque em sua coxa. Elizabeth não pensou duas vezes. Ela levantou a perna esquerda, permitindo que se colocasse entre suas pernas. Rápido como um raio, Fitz puxou a calcinha e a jogou no chão e Lizzie o envolveu em torno de sua cintura, uma vez que ele estava na posição. Fitz puxou o vestido pela cabeça dela, e assim como a calcinha ele retirou o sutiã expondo seus seios. Ele murmurou algo que soou como uma oração para dar-lhe forças e fechou os olhos. Quando seus olhos abriram, brilharam para ela. Ela havia pensado que seus olhos eram olhos frios? Eles queimavam como se iluminassem por dentro.

Ele embalou um seio, o levantando antes de envolvê-lo com a boca e em uma amamentação como se ele esperasse fluir leite. Elizabeth se segurou capturando sua cabeça, arqueando as costas, pressionado contra o peito. A cada sucção causava uma reação em seu ventre e suas pernas apertaram na cintura dele. Esfregou-se contra ele, sem saber direito o que fazer.

— Por favor.

— Querida tenha um pouco de calma. Eu não vou me apressar. Há tanta coisa que eu quero fazer. Eu não sei por onde começar.

Não era isso que Elizabeth queria ouvir. George nunca havia feito aquilo com ela, ele nunca a fez se sentir como Fitz fazia e ela estava se sentindo um pouco constrangida com tudo aquilo. Ela estava tão consumida pela luxúria, que ondulava para ele.

Fitz capturou seu outro seio em sua boca. Ele desenhou fortemente em cima dele, fazendo Elizabeth gemer.

Ele soltou.

— Muito forte?

— Não, está bem. Não pare.

Ele deu um sorriso. Elizabeth piscou e olhou novamente, mas sua cabeça abaixou, pousando a boca enquanto sua língua lambia a seu mamilo. Sua mão alcançou entre seus corpos e tocou sua fenda. Ela prendeu a respiração se esqueceu de seus olhos, seu nome, e tudo o mais que não envolvesse o que ele estava fazendo com ela.

Ele separou os lábios e a introduziu com um dedo.

— Você está tão molhada. Eu quero te provar.

Fitz escorreu pelo corpo dela até sua boca estava no nível do umbigo dela.

Se antes Elizabeth estava constrangida, agora ela ficou passada. Aquilo nunca havia acontecido com ela, e antes que pudesse fazer alguma coisa ele mergulhou dentro. Ele abriu a sua boca por cima da sua fenda e empurrado a sua língua no seu canal, bebia ruidosamente.

— Mmm, delicioso. Mais, — ele exigiu como um escravo, o seu corpo obedecia. Ela de fato sentiu a torrente de fluidos se apressando a frente em resposta à sua ordem.

As coisas que este homem fazia com ela. Ela esquivou abaixo dele, tentando aparta-se dele, até quando as suas mãos puxaram a sua cabeça mais perto. Ele resmungou e a vibração foi diretamente ao seu núcleo e reuniu-se no seu clitóris. Ele segurou seus quadris, que a proibiu de todos os movimentos.

— Querida se solte! — Todo o processo de como pensar, deixou seu corpo explodir no cumprimento imediato de seu comando.

— Mmm, — ele gemeu entre os sorvos. — Novamente. Venha de novo. — Ele resmungou, depois mordeu o clitóris.

A vibração, combinado com a pitada de dor, a enviou no limite e ela gritou.

Antes o som desvanecesse Fitz a tinha virado sobre sua barriga. Então suas mãos duras elevaram seu bumbum acima no ar. Algo suave e redondo roçou em sua vulva e o um segundo depois ela estava profundamente empalada. Ele empurrava nela.

A força de seus golpes empurrou-a para frente até que sua cabeça estava prensada contra o braço do sofá. Sons molhados de sucção, competindo com o sabor da carne sobre carne, com seus quadris repetidamente batendo contra ela por trás. As unhas Fitz escavaram em seus quadris impedindo que ela saísse do lugar. Ele a penetrou ao máximo e ela sentiu seu membro pulsando dentro quando sua semente foi liberada em seu corpo.

Ele caiu sobre suas costas tragando por ar, enquanto se retirava do seu corpo com uma saturação de umidade. Suas unhas se soltaram de seu forte aperto.

— Uau, isto foi...

— Incrível, — ela completou o peso do seu corpo empurrando sua maior integração na almofada.

— Sim. Incrível. Você está bem? Eu não te machuquei, não é?

Suas mãos acariciaram de seus quadris até seu estômago.

— Estou bem. Embora, eu ache que esteja travada no lugar.

— O que? — Seu corpo congelou. Ela nem sequer podia o ouvir respirar.

— Eu acho que não posso me mover. Meus joelhos estão como se estivessem presos nesta posição.

— Oh. Dê-me um segundo e a ajudarei. — Ela sentiu o seu peito expandir contra as suas costas quando ele respirou profundamente. A respiração seguinte, ele fixou as suas mãos junto da cabeça dela no sofá e a levantou para cima.

Só agora ela parou e pensou que talvez com todo o barulho que fizeram, poderia ter acordado Georgiana.

— Será que acordamos Georgiana?

— Não acho. Quando ela dorme, parece uma pedra, e outra eu tranquei a porta.

— Que bom, eu teria ficado mortificada se ela viesse aqui conferir o que estávamos fazendo.

Seus grossos pelos roçaram contra as pregas sensíveis do sexo dela quando ele sentou-se e puxou-a com ele, o seu braço envolto em sua cintura.

Ela se encostou contra ele, pousando sua cabeça sobre seu ombro, seu corpo sem ossos.

— Apenas me deixe. Eu vou dormir aqui. Eu não tenho a energia para me mover.

— Você não vai dormir no sofá. — Ele se levantou e inclinou Elizabeth para trás até que ele pudesse levantá-la em seus braços. Destrancou a porta, ele foi direto para seu quarto e a deitou na cama. Em seguida, ele a teve despida sob os lençóis. Ela deu um suave suspiro e pareceu estar inconsciente.

Ele voltou para a sala e apanhou as roupas jogadas no chão. Ele checou as fechaduras e janelas, guardou os alimentos, e apagou as luzes. No escuro, ele verificou novamente se a filha estava dormindo bem e voltou para o seu quarto. Ao lado da cama, ele tirou o que restava de seu jeans e os sapatos e as meias antes de subir na cama ao lado daquela mulher magnifica. Desde que a vira usando aquela minúscula calcinha na noite anterior, foi difícil dormir depois daquilo, perdeu as contas de quantas vezes teve que tomar banho gelado para ver se a luxúria que sentia por ela passava, mas como estava enganado ao vê-la usando aquele vestido laranja, o seu controle foi para o espaço e a única coisa que passava pela sua mente era que teria que saciar naquele momento. Deixaria para pensar no que fizera na manhã seguinte, hoje ele só queria aproveitar a noite junto daquela mulher fogosa. Ela poderia até reclamar quando chegasse à manhã, mas esta noite, ela era dele. Enquanto Lizzie permanecesse ali, ela seria a sua amante, pois não poderia se dar ao luxo de entregar o seu coração a ela, sabendo que em breve voltaria para casa e ele ficaria sozinho. Novamente. Ele a puxou em seus braços e respirou profundamente. A única coisa que precisavam ter cuidado era para que Georgiana não descobrisse sobre os dois.

Notas finais
E ai o que acharam? Muito caliente? Devo continuar detalhando ou não? ME DIGAM POR FAVOR.