Attributi Vs. Tenebras
11 Capitolo Sei - La capacità di Metallo
Notas iniciais
Sentada na grama verde a mulher deixava que seus longos cabelos esverdeados fossem levados pelo vento, seu olhar no sentindo contrário do vento e do sol que vinha do oeste.
- O que achou? — Perguntou ela com seus olhos cinzentos mirando na mansão rodeada por enormes trilhas de areia.
- Magnificio. — Foram as palavras da mais nova.
- Foi o que ela disse... — Sussurrou a outra simplesmente.
- Perdão senhorita Paola? — Perguntou a garota.
- Nada. — Respondeu de imediato... — Nada demais.
- Por que estamos aqui?
- Apreecie a paisagem Andresa e quero ver se descobre algo que sei há muito tempo. — Disse Paola com um sorriso tímido crescendo pelos lábios.
Andresa ficou lá por longos minutos, pensando, meditando, apreciando o silêncio raramente quebrado por um ou outro pássaro que cantava, ou por algo que passava pelas folhagens.
- Vejo que terei e apelar para algo mais rústico. — Disse a verdinha se levantando e caminhando até a morena.
- O-- Andresa se interrompeu ao ver que Paola tirava algo do casaco, de início teve medo, mas logo percebeu que se tratava de uma bússola.
- De toda essa propriedade aqui é o único lugar onde essa agulha não fica louca. — Comentou a verdinha do nada. — Enlouqueça esta agulha apenas com você e você mesma, como diria o mestre.
- O que quer dizer? — Perguntou a morena.
- Mostrarei só uma vez. — Disse Paola erguendo a mão esquerda e dando um leve toque na bússola que enlouqueceu de imediato.
- Mas o--
- Somos Metallos por podermos atraí-los até nós... Somos ímãs humanos. — E Paola voltou a se sentar para contemplar a paisagem, em menos de alguns minutos a verdinha já estava deitada quase tirando um cochilo.
- Ei Paola. — Disse Andresa e a verdinha apenas resmungou algo. — O que eu ganho se conseguir fazer isso? — Perguntou ela.
- Um espelho.
- Argh, eu odeio espelhos. — Disse Andresa com pleno desgosto. — Que tal você me contar por que entrou na Tenebras?
Paola continuou parada por um tempo até que se levantou com fúria e respondeu:
- Isso não é da sua conta! — Berrou com plena e completa fúria. Ficou alguns minutos fitando Andresa nos olhos até que a mais velha tirou uma faca sabe-se lá da onde e jogou contra Andresa, errando-a por centímetros. — Fale novamente disso e eu não vou errar.
Andresa, ficou confusa vendo sua mestra descer o morro com fúria e indignação.
- Tenso. — Foi o que a morena conseguiu dizer voltando a apreciar o silêncio para tentar descobrir como enlouquercer aquela búlssola.
Paola entrou no seu quarto com uma fúria tão grande que os metais a sua volta se aproximavam mais rápido e mais para perto que formiga ao sinal de açúcar.
Se jogou na cama sentindo-a intortar pelo seu poder magnético. Afundou sua cabeça no travesseiro e praguejou para toda um vida. Ouviu a porta de metal sair do portal, mas não fez nada. O abujar passar a centímetros da sua cabeça, e novamente não fez nada.
- O que foi que a Calderon fez? — Perguntou uma voz conhecida parecia vir mais ou menos da porta. A voz era amistosa, simpática e fácil de reconhecer, mas mesmo sendo uma voz simpática e de um amigo Paola continuou abraçando seu travesseiro com força. — O que foi meu anjo? — Perguntou novamente o louro com seu típico sorriso amigável enquanto se sentava na beirada da cama.
- Aquela minha idiota, irracional, cabeça-oca... ARGH!
- O que foi que a Calderon fez? — Repetiu o rapaz.
- Ela perguntou do meu passado. — Resmungou Paola, o que fez o garoto arfar e depois abraçar a verdinha com força que relaxou imediatamente, fazendo os metais pararem de rangir.
- Sh... Ela não sabe... Não se preocupe.
- Mas Gri... Seu aluno é tão cabeça oca? — Perguntou Paola. — Ou o destino decidiu me dar um combo de infinitos hits na cara?
Grigori riu baixo e beijou o topo da cabeça da amiga.
- Descanse e durma... Depois conversamos. — Paola olhou para ele com os olhos marejados, mas ele sorriu e disse: — É só me chamar.
- Sim. — Disse Paola e viu Grigori ir embora. Quando este já estava distante uma segunda porta surgiu no porta e Paola tirou uma outra bússola do casaco, esta que ela apreciou comprenetada com o olhar. Ou talvez estivesse admirando a bússola... Aquela bússola...
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