Attributi Vs. Tenebras

4 Capítulo Bônus 2


Notas iniciais
Depois de milênios cá estou =3 Vamos ao segundo bônus E Voilá:

Seconda se mantinha calma e concentrada em seu "trabalho"... Vencer Jonne, o seu subordinado de elemento Raggio, em... Espera é isso mesmo? WoW isso é estranho.

Em uma batalha Street Fighter para Atari!

- Você nunca vai conseguir chefe. Eu sou o melhor. – Ele disse se gabando.

- Calado! – Ela disse irritada e logo a humidade do ar caiu drasticamente.

- Malz. – Ele disse assustado.

- Eu sou sua chefa, você deveria me deixar vencer. – Ela disse manhosa enquanto analisava os personagens

- Você que disse para usar o melhor de mim.

- ERA MODO DE FALAR. – Ela disse chorosa enquanto desistia de jogar.

- Eu posso te ensinar. – Ele perguntou no pé do ouvido dela, provocando-lhe cala frios.

A chefe riu nervosa e se virou para o subordinado que lhe sorria cafajeste.

- Quando você tirar o cheiro de perfume barato e parar de sair atrás de rabo de saia talvez eu pense no seu caso. – Ela disse disfarçando seu desconforto.

O subordinado bufou irritado quando os risos dos outros dois presentes no salão chegaram aos seus ouvidos.

- Chefe. – Uma mulher surgiu quebrando a porta de metal, a expressão irritada e impaciente.

- Fala. – A chefe disse se jogando numa poltrona e colocando os pés sobre a mesa de metal aonde se viam várias bebidas.

- Aparentemente o Quarto esta em um estado de saúde muito ruim.

- Ótimo! – Gritaram os outros quatro.

- E ele vai convocar uma nova famiglia.

- Péssimo. – Novamente eles disseram juntos.

- Acho que deveríamos fazer o mesmo, chefinha. – Disse o Robert que antes estava jogando dados e treinando sua habilidade telecinésia e agora encarava a portadora do anel Aria.

A chefe suspirou ao ver Robert a olhando. Sempre que o ilusionista e, aparentemente, telecinético encarava ela algo muito ruim estava por vir.

Ou então ele estava raciocinando sobre as probabilidades de perder a guerra tão antiga quão seu tataravô.

- Certo. – A chefa da Famiglia se convenceu. — Esses dias para trás alguém enviou algum relatório... É... Um relatório sobre uma garota... É...

- Akito. — A mulher que havia acabado de entrar fez a maior cara de "aff's" — Akito Maskenburne.

- Isso! Ela podera ajudar... Parece que é boa em lutas...

- Exatamente chefe. — Robert disse se orgulhando da chefe. — Parece que está começando a lembrar de coisas mais importantes que seus duelos de video-game com Jonne. — E ao dizer isso uma enorme gota desceu pela nuca de todos menos da seconda e de Jonee.

- Que que tem eu gostar de duelar com o Jonne? — A chefe fez um bico muito infantil que fez a gota dos outros ficarem ainda maior.

- Esquece... — A mulher disse enquanto se sentava sobre uma mesa de sinuca que se encontrava no salão. — Tem também aquele garoto que foi encontrado, o ex-garoto da Straneo.

- Edward Hans. — disse Robert. — Hm... É... Ele pode ser alguém interessante para nossa famiglia..

- É impressão minha ou nós só escolhemos loucos? — Jonne disse com uma cara de "Aff's" insuportável.

- Ah... E nós lá somos muito lúcidos? Somos normais? — Seconda perguntou rindo.

Todos fizeram aquela cara de "Aff's" que fez a Seconda se calar.

- Tem o Henry também. — Disse um homem que estava deitado no sofá. — Henry foi um garoto que eu achei ele na floresta.

- Hmm... — Seconda disse idiotamente como sempre.

O homem pigarreou.

- Não sabia que tinha essas preferencias Solo... — Seconda disse o homem bateu a mão na própria testa.

- SECONDA EU SOU CASADO! — O cara disse irritado.

- Certo, certo. — Seconda disse decepcionada.

- Bem... Continuando... Ele é inteligente e consegue criar estratégias excelentes. Tenho certeza que será um ótimo líder do Conselho Externo ou até mesmo um grande guardião.

- Ou os dois. — Disse Robert. — Se você põe tanta fé no garoto, farei o mesmo.

- Beleza... Entre em contato com Akito, Robert. E você Teodoll entre em contato com Henry... — Disse seconda. — E o resto de vocês... Bem... Arranjem os outros guardiões.

- Quatro estou correta, Boss? — Perguntou a mulher.

- Qual é! Eu sei que você sabe contar. — Seconda disse.

- É... Mas talvez essa maldita história de usarmos todas os oito escolhidos para terem "o poder". — Disse a garota irônica.

- Respeite meu antecessor! Se a famiglia dele eram de oito, a nossa foi de oito a próxima será de oito! — Assim que a mulher ficava mais irritada por causa do jeito 'revolucionário' da sua subordinada, cada vez mais o ar se tornava turbulento.

- Certo, certo... Me desculpe! — A mulher disse meio descrente.

- Okay. Vão e façam isso. — Disse a seconda se acalmando.

- E você? — Perguntou Robert.

- Obviamente... — A mulher pegou o chápeu italiano de Jonne que estava no braço da poltrona e colocou sobre o rosto. — Vou dormir.

A gota nos presentes foi tão pesada que quase os derrubou em direção ao chão, mas logo eles saíram para começar a 'missão'.

- NÃO ESQUEÇAM DE ME ACHAR UM TERCEIRO CHEFE A ALTURA! — Gritou a Seconda.

- Não será dificil achar um terceiro chefe melhor que você. — Disse a mulher enquanto corria do salão ao lado de Robert.

- É isso mesmo Paola.

E o casal riu.

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O Quarto Metallo se deitou no sofá, cansado e com profundas olheiras.

- Deveria ir para casa e dormir amigo. – Disse o Boss que se encontrava deitado na cama branca que lembrava uma maca e que havia substituído a cama de casal.

- Para quê? Para os Tenebras virem aqui e terminarem o serviço? – O homem de cabelos brancos arrumados e smoking perfeito disse.

- Eles não virão... – O Quarto sorriu feliz e olhou para o subordinado que o encarava sem entender. – Eles acham que vou montar a Quinta Famiglia, por isso estão preocupados em montar a Terceira Famiglia Tenebra.

- O que quer dizer? Não vai arrumar um sucessor?

- Sim e não... Eu já conheço muitas pessoas que poderão ajudar o futuro Boss... O tataraneto do Primo.

- Quarto... Esse garoto morreu... À doze atrás-

- Parece que não parceiro. – Disse uma ruiva entrando na sala, seu sorriso sereno como sempre.

- O q- O albino olhou para os dois e depois apontou para Quarto. – Você! Você me apunhalou pelas costas.

- Correção... Nós mantemos sigilo. Se nós te contássemos você contaria a qualquer pessoa que te desse 1milhão de libras e uma garrafa de Tequila ou alguma pesquisa ultra secreta do governo... Ou qualquer coisa parecida. — Disse uma mulher de cabelos azuis entrando no recinto.

Se sentindo ofendido o Metallo saiu irritado, se esquecendo de perguntar sobre o descendente de Primo pelo qual a filha havia dado a vida.

- Ele está vindo para Roma chefe. Poderemos convencê-lo a fazer parte da Máfia. — Disse a azulada.

- Não iremos obrigar ninguém, Joanne. Não somos assim.

- Certo... – A Aria disse revirando os olhos.

- Chame o garoto... – O Quarto se levantou e parou de falar para colocar uma bluza . – Victor e eu vou buscar a Rim, eles devem se preparar e se conhecer... Além que devemos testar as capacidades de usar as chamas de nossa Famiglia e caso nenhum dos dois tenha chamas 'especiais' devemos treiná-los para aceitar o novo Boss.

- É muita coisa para pensar. Mas eu sou uma Aria tentarei o máximo de mim. – Disse a garota de cabelos azuis.

- Apenas leve Victor até o carro, Luciana se importaria de nos levar ao QG da Varia.

- O QG DAQUELE MALUCO? – Gritou a garota do ar assustada.

- O que há de mal com a Varia, Joanne? Ela é uma das Famiglias mais competentes entre os nossos aliados.

- Certo, certo... – E dito isso os três saíram. Quarto me direção a um cômodo reservado a Rin Kitsume, uma garota que o Metallo considera bem parecida com a filha.

Enquanto caminhava pelos corredores, Joanne procurava Victor, um antigo hóspede dos Attributi. Quando o encontrou logo a 'rebocou' para o Mustang antigo que a Attributi usava para levar pessoas a Varia (Por ele ser revestido em titânio).

O Quarto e Rin acenaram quando o viram chegar.

- Rin este é Victor Rosseti. – Quarto apresentou sorrindo. – E Victor essa é Rin Kitsume.

- Prazer. – Victor disse sorridente.

- Hm... — Rin disse fria como sempre enquanto o Quarto e Joanne, assim como Victor sentiram uma gota caindo pesadamente pela nuca de cada um.

- Victor se lembra do Xanxus? – Quarto perguntou para mudar de assunto.

- Sim, sim... O garoto das cicatrizes.

- Exatamente. Levaremos você e Rin para a casa dele... Ou melhor... O QG dele.

- Hm... Então ele é mesmo o chefe da Varia?

- Hm... — Gota suprema, again.

- Cheguei! Vamos logo? Quero deixar vocês lá antes do sol se por. Eles reforçam a segurança durante a noite. — Luciana apareceu sorridente, porém com capacete, colete a prova de balas e uma... (Tense) Armadura medieval

Gota suprema, again². Todos entraram no carro em silêncio e Luciana logo quebrou o silêncio enquanto ligava o carro.

- O cara é estranho... Muito reservado. — Disse Luce. — Não devia se isolar tanto.

- Eu diria que ele sádico e agressivo. – Quarto ressaltou no banco da frente e Joanne riu.

- Mas Lussúria é um cara legal. E Belphegor também... Mamom pode ser legal...

- Isso é bom. – Disse Victor.

- Mas para você conseguir que Mammon seja legal precisa "molhar a mão dele" se é que você me entende — Joanne disse e o Quarto riu.

- Infelizmente Victor... Você não poderá fazer barulho, sair do QG, e muito menos correr dentro da mansão. – Quarto alertou.

- Por que? — Victor perguntou

- Xanxus não gosta de barulho. — E dito isso os subordinados do quarto fizeram uma cara "Aff's supremo".

- Mas não se preocupe Victor. — Disse Luciana, serena e terna como sempre. — Daqui mais ou menos um mês, quando o substituto do Quarto deve chegar-

- SUBSTITUTO? – Victor perguntou.

- Hm... — Rin disse baixo, embora sua expressão fosse um pouco surpresa.

- Exatamente... É meu sobrinho... Ou melhor dizendo, sobrinho em segundo grau, ou terceiro... – Quarto disse.

- De qualquer jeito. — Joanne disse. — Como Luci dizia... Depois que o Quinto chegar você poderá voltar a fazer o de sempre. Barulho.

- Por que eu nunca o vi? — Perguntou Rin cautelosamente.

- Bem... Ele foi dado como morto, porém descobrimos a alguns dias que está mais vivo do que possamos imaginar. – Joanne disse animada.

– Estamos chegando. — Luci avisou.

- Medow! — Disse Quarto fingindo medo.