Atraídos Pela Máfia
9 Capítulo 9 - Anjo Vingador
Notas iniciais
POV Bella
Fazia exatamente duas semanas que eu e Edward estávamos juntos. Nessas duas semanas eu estava vivendo um sonho, pois acordar todos os dias ao lado do homem amado é maravilhoso e extraordinário.
Minha rotina encontrava-se completamente parada, como já havia terminado minhas aulas então ficava com a manhã toda livre. Não me restava muito que fazer, a não ser ficar ajudando a Rose com alguma coisa na fazenda. Eu queria ação, queria atirar e bater em alguns idiotas, mas com Edward em casa não poderia fazer nada disso.
Outra coisa que estava me deixando maluca era esse fogo que me consumia toda vez que o gostoso do meu marido me tocava. Nós não tínhamos intimidades no que se diz respeito ao quesito sexual, uma regra imposta por mim, regra essa que eu estava começando a achar desnecessária, pois ficava cada vez mais complicado estar perto do Edward e não fazer nada, principalmente quando ele achava que eu estava dormindo e ia se aliviar no banheiro. Era uma maldita tentação escutá-lo se masturbar enquanto gemia o meu nome.
– Bella, Bella, estou falando com você. – Rose me chamou a atenção.
– Oi Rose, desculpe eu estava distraída. – Justifiquei e ela sorriu.
– Onde estava essa sua cabecinha, em mocinha?
Eu a olhei completamente envergonhada. Será que deveria me abrir com ela?
– Bella, somos amigas e pode sempre contar comigo. O que aquele traste te fez agora? – Perguntou enquanto eu negava com a cabeça.
– Edward não me fez nada.
– Acho bom mesmo.
– A propósito Rose, quando vai me contar por que se odeiam? – Questionei curiosa e ela apenas deu de ombros.
– Um dia quem sabe. Agora não tente mudar de assunto e me diga o que está lhe incomodando.
– Não acho que isso seja uma boa ideia. – Afirmei meio constrangida e ela soltou um suspiro de pura frustração.
– Bella, você sabe que eu não suporto o seu marido, mas pode contar comigo. – Disse segurando uma de minhas mãos.
– Rose eu... – Tentei falar, mas travei na hora.
– Me conta Bella. – Exigiu e eu respirei fundo, me abrindo com ela.
– Meu problema é esse fogo que me consome toda vez que Edward me beija e essa sensação de flutuar quando ele me toca, sem contar que fico molhada só de ouvi-lo sussurrar o meu nome. – Falei corando horrores e Rose apenas ria de mim.
– Isso se chama tensão sexual amiga, pensei que vocês já tivessem passado dessa fase.
– Eu ainda não me sinto confortável para dar esse passo. – Murmurei.
– Te entendo, você o ama, mas ainda não confia plenamente nele, por isso tem medo de se entregar e consumar o casamento. – Me olhou com um sorrisinho malicioso. – Há outras maneiras de amenizar esse fogo sem precisar dar um passo tão importante em sua vida. – Meu rosto esquentou na hora, e, com toda certeza, eu estava corando absurdamente.
Céus! Eu sabia muito bem que havia outras maneiras de se aliviar. A verdade era que, nesses últimos dias, até vinha utilizando uma dessas maneiras.
– Oh meu Deus você já... Nossa! Essa é minha garota, bate aqui. – Me estendeu a mão e foi impossível não rir.
– Também não sou de ferro. – Falei ela gargalhou.
– Então qual o problema Bella?
– O problema Rose é que não posso ficar fazendo isso sozinha. Eu quero os toques dele, suas mãos em meu corpo e também tenho vontade de tocá-lo. – Me levantei frustrada.
– Por que não toma a iniciativa? Vocês são casados e eu garanto que aquele idiota não vai reclamar. – Aconselhou.
– Sério! Você precisa me contar o porquê dessa raiva toda.– Ergui a sobrancelha com curiosidade.
– Já disse que num outro momento. – Se levantou e parou na minha frente. – Bella, se quer que ele te toque deixe-o saber disso, tome a iniciativa porque pelo jeito ele está te respeitando. Eu não gosto do Edward e preferia mil vezes que você não o tivesse perdoado, mas você o perdoou porque o ama e eu não lhe julgo por isso. – Tocou levemente em minha mão. – Não tem porque ter medo. Não quer se entregar agora, está tudo bem, não precisa transar com ele para ter um orgasmo. Apenas converse com Edward e se divirta gata. – Sugeriu e depois saiu me deixando sozinha.
Fiquei pensando em tudo que havíamos conversado e de certa forma isso não serviu em nada para me acalmar. Eu o havia perdoado, isso era fato! Mas era certo aprofundar nossa relação? Era cedo demais para isso? Dúvidas ainda rondavam minha cabeça, pois no fundo ainda tinha medo de me ferir.
(...)
Passou-se um mês desde a minha conversa com Rose e as coisas só pioraram. Edward parecia disposto a tirar meu alto controle, já que de uns dias pra cá ele começou a dormir só de boxer e passou a desfilar pelado pelo quarto. Eu fingia não ver ou até mesmo não me importar, mas na boa, meu marido era um verdadeiro Deus grego que estava me deixando maluca de tesão.
Para a minha felicidade e do meu alto controle, Edward teve que viajar. No começo, não liguei muito já que ele disse que iria resolver assuntos da máfia, mas a partir do momento em que começou a me ignorar eu estava me perguntando “que merda está acontecendo”?
Aproveitando esses dias sem o meu marido por perto, Rose passou a me dar “aulas de sedução” para que, segundo ela, eu acabasse com o cachorro quando ele voltasse de viagem. Essa relação dos dois me perturbava um pouco, mas eu ainda descobriria o que de tão sério havia acontecido para eles se odiarem tanto.
Já tinha uma semana que ele estava fora e quase não havia me ligado. Eu estava completamente irada com isso e tinha que extravasar minha raiva, então procurei por Anthony no escritório.
– Anthony pelo amor de Deus, eu preciso de um serviço. Faz tempo que o anjo vingador não aparece e eu tenho que fazer alguma coisa se não vou enlouquecer. – Pedi ao meu querido sogro.
– Bella, até tenho um serviço para ser feito. Preciso acertar as contas com um cara que andou roubando minhas mercadorias, mas ele é meio barra pesada, tanto que eu mesmo iria fazer o serviço. Nem para Edward dei essa oportunidade.– Explicou-me.
– Anthony eu sei que sou capaz, mas você pode ir comigo se quiser.
– Tudo bem querida. O serviço é seu, mas eu vou junto porque preso sua vida acima de tudo.
– Obrigada sogrinho. – Dei um abraço nele que retribuiu o gesto.
– Vamos ver se o anjo vingador é realmente tão bom quanto parece. – Falou sorrindo para mim.
(...)
Anthony organizou toda a missão e eu ficaria apenas com a diversão e com a parte em que finalizava Riley. Coitado! Hoje eu estava mais sádica do que nunca e ele sofreria em minhas mãos antes de morrer.
Meu sogro conseguiu que eu tivesse acesso ao apartamento da vítima usando a identidade de uma garota de programa, e, enquanto isso, seu carro esperava do lado de fora para seguirmos rumo ao galpão abandonado. Quando cheguei ao local havia apenas um segurança e Anthony cuidaria dele, o cara pediu minha identidade e apresentei-me como Megan. Ele me analisou de cima em baixo, literalmente babando em meu corpo. Dei um sorrisinho malicioso, pensando em o quanto seria fácil sair dali com aquele babaca, o tal de Riley.
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– Meu bem, limpe a baba porque ela está escorrendo por toda sua boca. – Sorri passando as mãos no peito do segurança deixando-o completamente distraído e Anthony o atacou por trás.
Subi rapidamente, pois Riley já me aguardava. Assim que ele abriu a porta para mim, notei que era um cara muito bonito. Realmente seria um desperdício.
– Nossa você é mais linda do que me falaram, parece um verdadeiro anjo. – Disse enquanto me puxava para dentro do apartamento, já abrindo meu sobretudo. Apenas ri com a ironia de suas palavras.
– Você também é uma belezura. – Acariciei seu pescoço e seu peitoral que estava à mostra pela camisa meio aberta.
– Quer tomar algo antes linda? – Beijou o meu pescoço e veio em direção a minha boca.
– Prefiro ir direto ao ponto meu bem. – Sorri e já lhe apliquei um golpe no meio de suas pernas. Ele se desiquilibrou com a dor e eu apenas agarrei em seus braços imobilizando-o e os colocando para trás. Peguei uma algema em meu bolso e passei em seus pulsos.
– O que pensa que está fazendo sua vagabunda? – Gritou gemendo de dor e vindo para cima de mim.
– Acho melhor vir comigo, bem caladinho e quietinho porque se não será muito pior para você, meu querido.
– Quem é você? Eu exijo que me solte agora! – Deu um chute em minha barriga.
Puta merda! Essa doeu pra cacete, o cara era bem rápido. Segurei em seus cabelos e os puxei com força, deixando seu rosto em frente ao meu.
– Eu sou o seu pior pesadelo! – Sussurrei antes de lhe dar um murro no queixo e o deixar completamente desacordado. – Para um cara perigoso como você, deveria ser mais esperto e aumentar a segurança. – Murmurei para o corpo caído no chão.
Liguei para Anthony e ele me ajudou a descer o Riley pelas escadas que estava bem deserta, pois começava a anoitecer. Deixamos a vítima dentro do porta-malas e seguimos rumo ao galpão abandonado.
Assim que chegamos ao local, Anthony e seu segurança Laurent retiraram Riley de dentro do porta-malas e o despenduraram pelas mãos em um ferro que ficava entre duas paredes. Meu sogro pediu para que Laurent fizesse a segurança do lado de fora, ficando apenas nós três ali dentro. Anthony sentou-se em uma cadeira e deixou que eu tomasse conta de tudo. Peguei um balde com água gelada e joguei no rosto de Riley para que ele acordasse.
– Olá que querido, que bom te ver novamente. – Sorri com minha melhor cara de inocente.
– Sua vagabunda! O que pensa que está fazendo? – Gritou alto. – Meus homens vão me achar e quando eu sair daqui irei te matar com minhas próprias mãos. – Cuspiu na minha cara e eu limpei o rosto e mantive a postura de calma, mas por dentro estava furiosa e esse cara estava brincando com fogo.
– As coisas poderiam ser mais fáceis, eu poderia até ser bem piedosa e acabar com você rapidamente, sem dor, sem sofrimento, mas hoje não é mesmo o seu dia de sorte bonitão! – Seus olhos se arregalaram quando viu meu sogro sentando em um canto.
– Masen? Anthony Masen? – Suas palavras quase não saíram de tanto espanto.
– Eu mesmo em pessoa, mas por que a surpresa meu caro? Acha mesmo que alguém rouba um Masen e saí impune? Deveria saber disso, principalmente para um cara tão experiente quanto você na máfia. – Riley estava agora se borrando de medo. – Achou mesmo que eu não fosse descobrir? Você sabe quem comanda esse local né? – Anthony falava tão friamente que me deu até medo. – Pode acabar com ele. – Me deu a ordem e eu sorri.
– Oh meu Deus, então você é o Anjo vingador!? – Questionou olhando do meu sogro para mim. – Por favor, não. Não! Eu lhe devolvo tudo, te passo toda a grana.
– Oh, então já ouviu falar de mim? – Sorri angelicalmente. – É mesmo uma pena, tem um rostinho tão bonito. – Alisei sua mandíbula e ele tentava me chutar.
Peguei uma cadeira velha que estava perto de Anthony e com a faca arranquei o seu fundo. Tirei a calça de Riley deixando-o completamente nu, o desamarrei e lhe fiz sentar sobre a cadeira sem fundo, deixando sua genitália completamente exposta por baixo dela. Amarrei seus braços para trás, no apoio da cadeira. Vi pelo canto do olho que meu sogro observava-me completamente interessado e espantado com a cena. Peguei uma corda bem grossa que estava sobre a mesa e comecei a fazer alguns nós na ponta, de modo que ficasse bem compacta. Riley me olhou completamente apavorado quando percebeu o que eu iria fazer.
– Porque não me mata de uma vez sua vadia? – Cuspiu as palavras. – Eu sei que vocês não vão me deixar sair vivo mesmo.
– Porque assim não teria graça nenhuma. – Respondi esticando a corda, lançando-a fortemente até que os nós batessem em sua genitália e Riley gritou de dor.
– AHHHHHHHHHHHHHHHH DESGRAÇADA.
– Vamos lá Riley, quem mais está envolvido nisso? – Lhe dei um tapa na cara.
– NINGUÉM SUA VAGABUNDA! NINGUÉM! – Gritou e eu novamente lancei a corda fortemente em suas bolas.
– Não seja bobo Riley, se vai para o inferno porque não levar mais alguns com você? – Falei e ele gargalhou alto.
– Acha que será assim tão fácil vagabunda? Prefiro morrer a entregar quem pode acabar com a família Masen! – Lhe dei outra cordada. – AHHHHHHHHHHH.
Riley não falaria nada mesmo, e, pelo jeito, alguém realmente estava tentando acabar com os Masen.
– Me mata logo sua filha da puta! Morrerei, mas estarei rindo onde eu estiver quando acabarem de vez com a família Masen. Proteja bem os seus filhos Anthony, principalmente aquele tal de Edward, ele tem tantos inimigos quanto você, ainda mais agora que casou com a vadia Swan. – Não deixei que ele terminasse, pois a raiva se apoderou de mim em níveis críticos. Peguei a faca em meu bolso e lhe cortei o pescoço imediatamente, vendo seu sangue imundo jorrar pelo seu corpo morto.
(...)
– Bella vamos para boate Pacha, você quer ir também? – Rose perguntou assim que entrou em meu quarto.
– Quem vai? – Questionei sem muito interesse.
– Eu, Emm, Jasper e você, caso concorde.
– Não sei se é uma boa ideia, acho que Edward não iria gostar muito disso. – Falei me lembrando da última vez que sai com o pessoal, meu marido quase enfartou e fez uma enorme e nada agradável cena de ciúmes.
– Qual é Bella? O cara está fora há uma semana e nesse meio tempo quantas vezes te ligou? Uma? Duas vezes talvez? – Disse e eu suspirei. Isso era mesmo verdade, Edward viajou e mal ligou para falar comigo. – Vamos lá gata. – Incentivou diante do meu silêncio.
– Tudo bem, eu vou. – Falei decidida e ela sorriu maravilhada com a minha resposta.
– Perfeito! Sairemos as nove para jantar e depois vamos nos divertir na Pacha. – Disse toda animada. – Te vejo mais tarde. – Se despediu e saiu do quarto.
Antes de ir tentei ligar para o Edward, mas como sempre o seu celular estava desligado e isso só fazia com que uma fúria crescesse dentro de mim.
– Quer saber? Vai se fuder Edward Masen! Eu vou sair, vou beber todas e me divertir. – Com esse pensamento e um sorriso no rosto fui me preparar para a noite que começaria cedo, mas que não teria hora para terminar.
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Primeiramente fomos a um restaurante tipicamente italiano e nos divertimos bastante. Era sempre bom sair com a minha família, eles realmente sabiam como me animar.
– Então maninha, pronta para balançar o esqueleto? – Jasper perguntou e eu sorri já um pouco alterada por conta do vinho.
– Eu nasci pronta maninho. – Respondi pulando em seus braços, fazendo-o gargalhar. Minha amizade com o Jasper era intensa, de todos os Masen ele era o que me passava mais confiança.
Ao chegarmos à Pacha subimos diretamente para sala vip que estava tão lotada quanto à parte inferior da boate. A música era alta e a batida animada, era impossível ficar parada naquele ambiente. Rose puxou Emmett para dançar e eu fiz o mesmo com o Jasper que sinceramente não sabia dançar merda nenhuma, diferente do irmão gostoso. Argh! Por que eu estava pensando em Edward mesmo?
– Maninho você parece uma porta dançando de tão duro. – Falei rindo e ele fez uma careta.
– Eu avisei maninha. – Disse me arrastando para perto das mesas. – Vamos ficar aqui um pouco, você deve estar cansada.
– Disse se referindo mais a ele mesmo e eu bufei.
– Fique aqui você que vou buscar uma bebida e depois vou me acabar todinha nessa pista de dança. – Jasper apenas ficou rindo.
Após pegar a tequila no bar voltei para a pista e comecei a dançar. Algumas pessoas, ou melhor, homens se juntaram a mim e não me importei muito, afinal eu não estava fazendo nada de errado mesmo, estava só me divertindo enquanto meu marido viajava por uma semana e me ignorava.
Assim que minha bebida acabou, caminhei até o Jasper a fim de perguntar se ele queria algo para beber.
– Maninho vou ali no bar, você quer algo? – Sorri e Jasper me olhou sério pela primeira vez na noite.
– Bella você não acha que já bebeu o bastante? Na verdade nem deveria estar bebendo já que é menor de idade.
– Foda-se se sou menor de idade. Eu sou uma Masen e os Masen conseguem tudo o que querem. – Quase gritei fazendo-o gargalhar.
– Certo! Você tem razão, mas existe alguma coisa que eu possa dizer que vai te fazer mudar de ideia com relação à bebida? – Apenas neguei com a cabeça.
– Não mesmo, agora deixa de papo e vem logo. – Disse puxando-o rumo ao bar.
Estávamos no meio do caminho quando vi uma certa cabeleira ruiva que me chamou atenção. Foquei meus olhos em direção aquele ser e uma fúria tremenda se apoderou de mim.
– Eu vou matar aquele desgraçado. – Murmurei irritada.
– O que? – Jasper perguntou sem entender ao mesmo tempo em que olhava na mesma direção que eu.
– Ah infeliz! Hoje você morre filho da puta. – Reclamei marchando em direção ao futuro defunto com o Jasper em meu encalce. – Rapa fora vadia. – Falei assim que me aproximei o suficiente para que ambos pudessem me ouvir.
A puta olhou para mim com uma cara de nojo e o Edward tinha em sua cara deslavada uma expressão de surpresa.
– Está doida pirralha? – A puta colocou a mão no colarinho do meu Edward. – Lugarzinho mal frequentado. – Disse com desdém e o meu sangue ferveu na hora.
Se eu tivesse uma faca comigo era bem capaz de arrancar um de seus olhos de piranha sem classe. Aproximei-me dela e com toda a minha força segurei em seu pulso e apertei fazendo-a olhar em meus olhos.
– Isso é para você aprender a não tocar no que não lhe pertence. – Sorri e torci o seu pulso fazendo-a soltar um grito estridente e o som de sua agonia só fez o meu sorriso crescer ainda mais. – Agora vadia vaza daqui antes que eu faça o mesmo com o outro. – Ameacei e ela me olhou aterrorizada saindo de mancinho.
– É bom saber que eu não sou o único ciumento por aqui, querida. – O safado do meu marido disse me abraçando pela cintura e beijando o meu pescoço.
– Acho bom você me soltar se não quiser acabar com o seu amiguinho torcido também. – O fuzilei com os olhos e ele me soltou imediatamente.
– Nem pensar! – Murmurou fazendo uma careta. – O que eu fiz? – Perguntou o cínico.
– Você quer mesmo falar sobre isso aqui Edward Masen? – Ele me olhou sério antes de negar.
– Melhor conversamos em casa.
– Ótimo. – Me aproximei dele e coloquei o dedo em sua cara deslavada. – Agora meu amor, preste bastante atenção. Eu vou voltar para aquela pista e vou terminar minha noite da melhor maneira possível. Você vai ficar quietinho aqui, mas se eu apenas imaginar que tem alguma mulher por perto você irá pagar por isso. – Edward apenas me encarava surpreso e ainda atônico por minhas palavras. – Estamos entendidos senhor Masen? – Perguntei e ele me olhou com um sorriso sacana no rosto.
– Sim, senhora Masen. – Assentiu e sai dali rebolando como a Rose me ensinou. Edward soltou um gemido, o que fez com que um sorriso de vitória brotasse em meus lábios.
Na pista eu dancei, ou melhor, me acabei. O Emmett e a Rose se aproximaram de mim e com aqueles dois por perto me soltei ainda mais. Eu dançava remexendo os quadris, passava as mãos por meu corpo sensualmente e rebolava até o chão sempre ciente do par de olhos que me observava o tempo todo.
– Vadia na área! – Rose alertou e me virei para ver uma ruiva magrela conversando com o meu marido.
– Ah! Eu avisei. – Esbravejei e sai em direção ao meu querido esposo. – Masen! – Ele se levantou em um salto e dispensou a garota.
– Eu não tenho culpa Bella, foi ela quem chegou em mim, mas também você deixa seu maridinho lindo sozinho e dando sopa por aí. – Sorriu maliciosamente.
Aproximei-me dele e espalmei as mãos em seu peito másculo.
– Pensei que você tinha entendido querido. – Olhei em seus olhos e sorri. – Agora você vai ficar sem sexo. – Ele me olhou surpreso enquanto Rose soltou uma gargalhada.
– Isabella querida. – Falou com aquela voz grossa, me puxando pela cintura e sussurrando em meu ouvido. – Nós nunca fizemos sexo, então você não pode me negar o que nunca tive. – Beijou o meu pescoço e eu sorri. Ele não ganharia esse jogo. Não mesmo!
– Oh querido, acho que você não chegou a abrir os armários do nosso quarto não é? – Perguntei passando a língua em sua orelha. – Pois se tivesse teria visto as minhas novas lingeries, meus óleos de massagem e outras coisinhas mais. – Me afastei para observar sua expressão de completa surpresa. – Sem sexo querido! – Dei-lhe um selinho, peguei minha bolsa que o Jasper segurava e saí rebolando para a porta da boate.
De agora em diante Edward Masen conheceria uma nova Isabella. Com esse pensamento peguei um táxi que havia acabado de parar ali e segui para casa.
Assim que cheguei fui tomar uma ducha, sabia que Edward não demoraria a voltar, pois eu o havia provocado e quando ele chegasse iria ficar de bolas roxas de tanto tesão. Sai da ducha e vesti uma das minhas novas camisolas, passei hidratante no meu corpo e me deitei de bruços na cama fazendo questão de não me cobrir.
Fiquei ali de olhos fechados até que escutei a porta ser aberta e um arfar de surpresa. Edward andou até a cama, se sentou próximo a mim e sussurrou baixinho.
– Senhor, dê-me forças. – Suspirou se levantando lentamente e caminhou até o banheiro.
Não demorou muito tempo para eu escutar seus gemidos e entre eles o meu nome, sorri vitoriosa. Um tempo depois a ducha foi desligada e senti um corpo quente se aconchegando junto ao meu.
– Edward, ahhhh. – Gemi fingindo estar sonhando.
– Porra Isabella! Você gemendo assim, não ajuda. – Murmurou frustrado e me controlei para não rir. Virei de lado e rocei minha bunda em seu membro que já estava dando sinais de vida. – Merda! Essa noite vai ser longa. – Disse e eu sorri me entregando ao sono. Amanhã seria um novo dia e as minhas provocações estavam apenas começando.
Notas finais
Obrigada a linda recomendação da Leticia Masen!!! Que tal seguirem o exemplo dela em gentee?? ;D
O que acharam da Bella como anjo vingador?? Vocês que ficam aí secando o marido dela, cuidado viu? rsrsrsrs Caraca a mulher foi logo nos documentos do Riley PQP!
Ohh Edinho se eu fosse tu não provocava sua doce e inocente esposa não e nem deixaria vadia nenhuma chegar perto do seu corpinho!! Agora tu vai pagar... Coitado, só ta vivendo no banheirooo lalalala
Imaginando aqui o Jasper segurando a bolsa da Bella com uma pose gaaaay! kkkkkkkkkkkkk Oi??
Vamos comentar gente, não custa nada em? pelo menos um ta legal, ta horrivel, mas deixem algo! FANTASMAS APAREÇAM!! Infelizmente não chegamos aos 400, mas se querem mais cap vamos colocar os dedinhos para funcionar!
Beijocaas!
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N/Andie:
Oii chuchuzinhas !!!
Primeiramente quero agradecer a linda da Leticia Masen que recomendou a fic :)
E vocês gostaram do cap?
Eu amei demais esse cap , a Reh arrasou na edição!!
Enfim o Anjo Vingador entrou em ação o/
Bella toda poderosaaa sauasuhasuhaush
Espero as reviews de vocês , apesar de não responde-las eu leio todas :)
Beijos e até terça!
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