Notas iniciais
Boa noite chuchuzinhas! Não vou ficar enrolando vocês com os meus motivos para o atraso do cap, só espero que vocês gostem do capítulo! Boa Leitura!

Edward POV

Era tudo muito estranho... Sentia-me como se estivesse dentro e fora muitas vezes. Por vezes tentei fazer um esforço enorme para agarrar as vozes que escutava, mas na maioria das vezes tudo parecia ser inútil.

(...)

Ao longe consegui escutar a voz baixa da Alice, ela parecia estar lendo alguma coisa. Com algum esforço consegui abrir os olhos, a luz quase me cegou e meus olhos doeram fazendo com que os fechasse imediatamente, então lentamente fui abrindo-os novamente e me acostumando com a claridade.

Olhei em direção de onde a voz vinha e vi a Alice sentada com um livro em seu colo, dando um breve olhar pelo quarto percebi que estava em um hospital. Só não conseguia entender como vim para aqui, minha cabeça ainda estava muito confusa.

– Alice. – Chamo-a baixinho. — Alice. — Repito fazendo-a me olhar.

– Oh céus Edward! – Exclama ela e corre em minha direção. – Querido como é bom vê-lo acordado. – Diz e eu posso ver a emoção em seu rosto.

– O que aconteceu? – Falo com um pouco de dificuldade.

– Hum... Tenho que chamar o medico. – Diz ela.

– Não! O que aconteceu Alice? – Pergunto sentindo minha cabeça latejar.

– Edward deixe-me chamar o medico e assim eu posso lhe explicar tudo. Por favor. – Pedi e eu concordo.

– Tudo bem. – Falo sem entender muito bem sua procupação.

Ela sai e poucos minutos depois esta de volta junto com uma enfermeira.

– Senhor Masen é bom vê-lo acordado. – A enfermeira diz verificando meus aparelhos. – Como se sente? – Pergunta.

– Minha cabeça doida e minha garganta esta seca. – Falo e ela concorda saindo e voltando em seguida com um copo na mão.

– Aqui beba um pouco. – Fala me auxiliando a tomar a água. – O medico já esta a caminho, e assim que ele examina-lo ministraremos algum medicamento para dor. – Diz se retirando da sala.

A Alice continua parada me olhando.

– Alice o que aconteceu? – Pergunto novamente.

– Você não lembra? – Por Deus eu que estou no hospital e a Alice que não percebe o obvio.

– Tudo parece confuso. – Falo e ela me olha triste. – Alice o que merda aconteceu? – Falo um pouco mais alto.

– Calma. – Diz suspirando. – Edward você e a Bella deram entrada no hospital ... – Foi tudo que eu consegui ouvir. Então fui tomado de lembranças do que tinha acontecido, de como eu tinha encontrado a Bella e de como e telhado caiu sobre nós dois. – Merda! Edward se acalme por favor. – Alice diz quando o meu batimento cardíaco dispara.

– Alice a Bella... Onde estar a Bella? – Pergunto tentando me levantar.

– Edward a Bella esta bem, agora pelo amor de Deus se acalme antes que aconteça alguma coisa. – Ela diz e eu tento me concentrar para me acalmar.

– A Bella esta bem. – Falo respirando aliviado. – Onde ela esta? Quero vê-la.

– Edward. – Ela diz hesitante.

– Alice você disse que ela estava bem. Onde ela está – Pergunto novamente e nesse momento a porta do quarto se abre.

– Senhor Masen. – Diz o medico se aproximando. – Eu me chamo Doutor Brando e fui eu que lhe atendi. A enfermeira disse que sua cabeça dói correto? – Pergunta.

– Sim. – Falo.

– Fora isso algo mais? – Pergunta e eu nego. – Ótimo vamos fazer alguns exames para não restar duvidas.

– Faça a merda dos exame depois. – Falo. – Primeiro quero saber como minha esposa estar e quero vê-la imediatamente.

– Senhor Masen isso não será possível no mo...

– Merda nenhuma quero ver minha esposa agora. – Grito antes mesmo dele terminar.

– Edward por favor se acalme. – Alice diz ao meu lado. – Querido vá fazer os exames você não pode ver a Bella agora.

– Porque não Alice? – Pergunto. E vejo ela trocar olhar com o medico.

– Senhor Masen deixarei o senhor a par da situação de sua esposa se me der sua palavra que irá fazer os exames. – O medico diz e eu quero gritar indignado por suas palavras, mas algum dentro de mim faz com que eu me acalme.

– Você tem a minha palavra. – Falo irritado.

– Certo. – Ele diz e me olha nos olhos. – Quando sua esposa chegou ao hospital além de alguns machucados ela sofreu uma laceração no baço decorrente a uma facada, durante a cirurgia para controlar uma hemorragia e retirar o baço ela sofreu uma parada cardíaca e entrou em coma. – Suas palavras eram com espinhos em meu coração. Eu quase perdi minha Bella mais uma vez e agora ela estava em como novamente.

– Eu preciso vê-la. – Falo com a voz embargada.

– Infelizmente não é possível senhor Masen, há dois dias atrás ela sofreu uma infecção e tivemos que transferira para a UTI.

– Ela está bem? Pelo amor de Deus me diga que ela está bem. – Peço.

– Calma Edward a infecção foi controlada, mas ela precisa ficar em observação na UTI. – Alice diz me olhando nos olhos para que eu veja que ela não mente.

– Quando poderei vê-la? – Pergunto ansioso.

– Depois que realizarmos os exames verei se posso leva-lo até a UTI. – Doutor Brando diz.

– Então vamos lá. – Digo me sentindo um pouco cansado. Durante essa agitação toda não percebi que respirar era um pouco dolorido.

– Dificuldades para respirar? – Pergunta ele notando o obvio.

– Um pouco. – Digo.

– Você quebrou algumas costelas e teve seu pulmão parcialmente perfurado nessas duas semanas seu corpo já começou a se curar, mas ainda não é o suficiente.

– Espere duas semanas? – Pergunto pasmo.

– Sim Edward. – Alice diz e eu suspiro.

– Como estão todos Alice? – Pergunto preocupada.

– Eles estão bem, assim que você for fazer os exames vou ligar pra casa.

– Certo. – Falo e olho pro medico. – Então esta esperando o que? – Pergunto e ele rir do meu mal humor.

– Mandarei a enfermeira vim prepara-lo. – Diz e se retira da sala.

A Alice fica comigo até que sou encaminhado para fazer os exames, em algum momento entre os diversos exames eu deixo a escuridão me levar.

(...)

Quando acordei outra vez o quarto estava em completo silencio, ao olhar ao redor percebi a mãe e o pai sentadas no sofá.

– Mãe ... Pai. – Chamo-o e ambos abrem os olhos e me olham.

– Oh filho! – Mamãe exclama e corre em minha direção. – Querido eu estava com saudades desses seus lindos olhos e dessa voz maravilhosa. – Diz ela fazendo carinho em meu rosto.

– Desculpa mãe eu não queria preocupa-la. – Ela sorri um pouco ao ouvir minhas desculpas.

– Shii... A culpa não foi sua filho. – Fala e beija minha testa.

– É bom tê-lo de volta garoto. – Pai diz segurando minha mão.

– É bom estar de volta pai. – Falo e ele sorrir.

– Estão todos bem? O Henri mãe como esta meu menino? – Pergunto ansisoso.

– Estão todos bem. O Henri estar com saudades e vai ficar feliz em saber que você acordou. – A mãe diz e eu posso ver como ela esta cansada.

– Eu quero vê-lo. – Falo sorrindo. — A senhora devera dormir um pouco. – Digo.

– Eu vou trazê-lo assim que o medico autorizar e quanto a dormir vou fazê-lo assim que toda a minha família estiver em casa. – Ela diz suspirando.

– Vocês sabem da Bella? – Pergunto.

– Ela estar fazendo bem filho. — O pai diz e vira para olhar a mãe. – Querida porque você não vai encontrar uma enfermeira e pedi para ela trazer algo para nosso filho comer. – Ele diz e ela olha meio desconfiada.

– Sim mãe, eu estou morrendo de fome. – Falo e ela me olha seria antes de virar para o pai.

– Se comporte, lembre-se que ele ainda esta em recuperação. — Ela diz.

– Volto logo. – Fala beijando minha testa e saindo do quarto.

– Ela estar mesmo bem?Eu quero a verdade. – Falo.

– Sim Edward ela vai ficar bem ok? Agora eu preciso saber o que você pretende fazer em relação ao Charlie. – Meu sangue ferve ao ouvir o nome do desgraçado que quase acaba comigo e com a minha Bella.

– Vou caça-lo e mata-lo. – Sentencio.

– Ele estar preso em nosso deposito. – O pai fala e eu o olho surpreso, não por ele já ter pego o desgraçado, mas por mante-lo vivo ainda. – Ele é seu. – Ele diz.

– Ótimo. – Falo. – Assim que eu sair daqui vou acabar com ele e não vai ser nada bonito. – Digo com um sorriso maligno no rosto.

– Esse é meu garoto. – Pai diz no exato momento que a porta se abre e mãe esta de volta ao quarto.

Junto com uma enfermeira a mãe entra trazendo uma bandeja em suas mãos, eu nunca gostei de comida de hospital, mas ela me força a comer tudo.

Durante o dia ainda recebi a visita dos meus irmãos e cunhadas e no final eu durmi pensando que amanhã finalmente poderia ver minha Bella e nosso pequeno Henri.

Alice POV

Ter o Edward de volta trouxe a certeza que as coisas finalmente ficariam bem. A Bella continuava em coma, mas já estava fora de perigo e seria transferida novamente para o quarto. Minha esperança é que agora que o Edward voltou ele possa ajuda a trazê-la de volta, eu nunca iria conseguir entender o tamanho do amor desses dois, mas tenho comigo a certeza que se alguém pode trazê-la de volta esse algum é o Edward.

– Vamos tia. – O Henri diz animado. – Quero ver o papai acordado. – Ele diz e é impossível não sorrir da alegria contagiante do garoto.

Quando a Bella e o Edward não foram pegá-lo na escola ele entrou em desespero e quando os dois não voltaram pra casa o garoto quase teve uma sincope. Foi difícil explicar para ele que os pais estavam no hospital e ficaram lá por um tempo, ele chorou e gritou dizendo que queria o papai e a mamãe. Com o passar dos dias ele se acalmou e esporadicamente trazíamos ele ao hospital para ver os pais, então quando contamos que o Edward tinha acordado ele pulou de alegria e quase não dormiu a noite.

– Ok garoto vamos lá vê o papai. – Falo o tirando do carro. – Henri você se lembrar o que conversamos? – Pergunto e ele balança a cabeça.

– Sim tia, eu não vou fazer bagunça prometo. – Diz e eu sorrio.

– Ótimo! Agora vamos que o papai tá louco pra ver você. – Digo pegando em sua mão e caminhando pelo hospital.

Quando chegamos a porta do quarto olhei para o Henri que me olhava ansioso.

– Pronto? — Pergunto.

– Sim. – Diz ele sorrindo.

Quando abro a porta do quarto e entramos o Henri olha pro Edward que estar o olhando ansiosamente.

– Oi filho. — Edward diz e o pequeno aperta minha mão.

– Papai. – Henri diz. – Tia eu posso ir lá? – Pergunta apontando para a cama.

– Pode sim, vamos lá. – Falo e caminho com ele até a cama. – Suba. – Falo apontando para a cadeira que Lizzie havia colocado.

– Oi papai. – Henri diz assim que sobe na cadeira. – Eu estava com saudades de você. – Ele sussurra e a emoção do reencontro fica clara no rosto do Edward.

– Eu também estava com muita saudades de você filho. – Edward fala fazendo o Henri sorrir um pouco.

– A vovó disse que o senhor tinha se machucado e que tinha que ficar um tempo no hospital e que o senhor tava dormindo pra recuperar as forças. – Henri diz com a voz chorosa. — E eu tava com muita saudade do senhor e da mamãe.

– Desculpa querido, mas agora o papai tá aqui com você. – Edward diz.

– E o senhor não vai mais dormir não é? – Diz fungando.

– Não, eu não vou mais dormir.

– Promete papai? – Henri fala.

– Sim filhão eu prometo. – Edward diz. – Agora porque você não me dá um abraço? – Pergunta e o Henri me olha com os olhos arregalados.

– Eu posso tia? Posso abraçar o papai? – Pergunta.

– Claro que pode querido, só tome cuidado pra não machuca-lo. – Falo e o ajudo a subir na cama.

– Eu te amo papai. – Fala o Henri enquanto abraçar o Edward.

– Anche l'amore bambino. – Edward diz. – Também te amo filho. – Fala beijando os cabelos do Henri.

Edward POV

A visita do Henri foi revigorante, ver que meu menino estava bem me deixava aliviado e feliz. Agora eu não via a hora de ver a minha Bella, os médicos já haviam me permitindo vê-la.

– Senhor Masen esta pronto? – A enfermeira pergunta entrando no quarto.

– Sim. – Falo e olho para a cadeira que ela estar empurrando. – Pra que isso? – Falo.

– O senhor só pode ver sua esposa se for na cadeira. –Ela diz e eu a olho indignado.

– Você só pode estar brincando comigo. – Falo.

– Não senhor. Ou o senhor vai ver sua esposa na cadeira ou não vai. – Ela diz e eu bufo indignado.

– Vamos logo então. – Digo e irritado.

Todo o caminho até o quarto da Bella é feito em silencio, assim que chegamos a mãe nos espera na porta.

– Você quer que eu fique? – Ela pergunta e eu nego.

– Não mãe, quero um momento sozinho com minha esposa. – Falo e ela concorda.

A enfermeira empurra minha cadeira até próximo a cama e sai do quarto nos deixando a sós.

– Ciao bello. (Oi linda) – Digo pegando em sua mão. – Amor os médicos não sabem ao certo se você pode me escutar, mas eu rogo a Deus que você possa. Linda lute e volte pra mim, volte para o nosso filho, nós precisamos de você meu amor então por nós lute. – Falo e beijo sua mão. – Sinto sua falta Bella, por favor acorde.

Continuou falando com ela, falo do meu encontro com o Henri e de como ele parece ter crescido em tão pouco tempo, falo o quanto sinto sua falta e como estou louco para escutar sua.

– Edward chegou a hora vamos. – Mãe diz entrando no quarto.

– Il mio amore devo andare ora, ma ti prometto che tornerò a vederla presto. Tornate a me cara, ho bisogno di te. (Meu amor eu tenho que ir agora, mas eu prometo que vou voltar a vê-lo em breve. Volte para mim querida, eu preciso de você) – Falo e com esforço me levanto da cadeira e beijo de leve seus lábios. — Ti amo amore mio. – Digo antes de me afastar.

(...)

As duas semanas seguintes se passam voando. No hospital recebi visita do fisioterapeuta que me ajudou a condicionar novamente meu corpo e em menos de cinco sessões eu já estava de volta, claro que precisaria fazer um trabalho duro para voltar ao meu antigo eu.

A Bella ainda estava em coma e os médicos diziam que ela estava bem apesar de não acordar, mesmo estando de alta a três dias eu continuava vindo vê-la e dizendo sempre em minhas visitas o quanto a amava e o quanto sentia sua falta.

– Filho tem certeza que chegou a hora? – O pai pergunta me tirando dos meus pensamentos.

– Sim pai. – Falo e o olho nos olhos. – Esse filho da puta já viveu muito, chegou a hora de pagar por tudo que ele fez a nossa família. – Digo.

Desde que o pai falou que o Charlie estava sobre nossa custodia eu não via a hora de por minhas mãos neles, quando sai do hospital tive que adiar nosso encontro para realizar outras prioridades, mas a hora chegou e eu estava animado com o que estava por vim.

– Então vamos lá. – Pai diz e seguimos para o carro.

Toda a viagem e feito em silencio, tanto eu quanto pai estamos presos em nossos próprios pensamentos e a única coisa que eu quero eu chegar logo e por as mãos no desgraçado.

– Chegamos.- O pai diz chamando minha atenção.

– Ótimo, vamos lá! – Falo saindo do carro.

Andando até a porta do deposito encontro o Jazz que estar parado com um sorriso maligno no rosto.

– É bom vê-lo irmão, ele já esta pronto para você. – Jazz diz e eu sorrio.

– Então vamos começar a festa. – Falo sorrindo.

Quando entro no deposito encontro o Charlie amarrado em uma cadeira nu da cintura pra cima, ele estava desmaiado provavelmente o Jasper já tinha começado a brincar com ele.

– Aqui chefe. – Um dos homens se aproxima de mim e me entregar um balde com água gelada.

– Perfeito. – Digo me aproximando do imbecil e jogando a água sobre ele. Quando a água bate em seu corpo ele sacode a cabeça e abre os olhos. – Ops, será que eu acordei você? Desculpe. – Falando sorrindo enquanto os homensa meu redor gargalham alto.

– Desgraçado. – Diz me fazendo rir.

– Você ainda não viu nada. – Falo e puxo uma cadeira me sentando na sua frente. – Então feliz em me ver? – Pergunto e ele e olha com ódio.

– Você deveria ter morrido desgraçado, você e aquela vadia. – Ele fala e eu sinto o ódio fluir em meu corpo, mas permaneço impassível.

– Pode ter certeza que você vai desejar que eu estivesse morto. – Falo e me levanto da cadeira a chutando para longe.

– E o que você pretende fazer me torturar? – Pergunta com a sobrancelha erguida.

– Você pode pensar assim. – Falo rindo.

– Edward comece logo a festa. – Jazz diz e me entregar um faca.

– Você vê? Estão todos ansiosos pra isso. – Falo e afundo a faca em sua coxa esquerda.

Ele grita de dor e eu sorrio.

– Isso dói não mesmo Buster. – Falo e ele me olhar com ódio. – Agora me responda uma coisa você escória é tão desprezível a ponto de matar seu próprio sangue sua própria carne? Por quê? – Pergunto.

– Ela é uma vadia assim como a mãe. – Ele diz e eu rosno arrancando a faca de sua coxa e enterrando na direita dessa vez.

– Olhe a boca quando falar da minha esposa seu bosta. – Falo dando um soco em seu rosto o fazendo cuspir sangue.

Antes que ele tenha tempo de abrir a boca parra falar alguma merda eu retiro a faca de sua coxa e a afundo em seu ombro esquerdo.

– Foda-se. – Ele grita e eu só consigo sorrir para ele.

Seguro seu rosto com a minha mãos.

– Isso é pouco para o que você merece desgraçado. – Falo.

– Edward sua mãe nos quer em casa para o jantar então vamos logo com isso. – Pai diz enquanto fuma seu charuto tranquilamente.

– Ok. – Digo um tanto quanto frustrado com a situação, mas se a mãe nos queria para o almoço nós estaríamos lá. – Jasper. – Chamo. – Prepare dois dos carros e duas cordas. – Falo e vejo o Charlie arregalar os olhos. – Vamos acabar logo com você verme. – Falo.

– Me mate logo desgraçado. – Diz e o pai fala.

– Qual seria a graça caro Charlie? – Pergunta o pai. – Você pode apostar que se minha Lizzie não estivesse nos esperando o Edward não seria tão benevolente com você. – Ele diz.

– Vocês são uns desgraçados. – Charlie fala e o pai rir.

– Que seja. – Diz o pai.

– Tudo pronto Edward. – Jazz diz voltando para o deposito.

– Ótimo. – Falo e me viro para os homens. – Vocês sabem o que fazer. – Digo e os acompanham enquanto os mesmo fazem seu trabalho.

Assim que os homens levam o Charlie para fora e amarram seus braços e suas pernas eles prendem cada extremidade das cordas em um dos carros.

– Addio Scorie. Dite ciao al diavolo per me. (Adeus escória. Mande lembranças ao diabo por mim.)- Falo me virando e dando a ordem.

Os homens aceleram os carros em direções opostas fazendo com que o desgraçados soltassem gritos de agonia, em poucos minutos a única coisa que restas são pedaços do imbecil.

– Vocês limpem a bagunça. – Pai diz aos nossos homens que estão espalhados pelo local. – E vocês rapazes vamos logo antes que sua mãe venha nos caçar. – Diz ele fazendo tanto eu quanto meus irmãos rirem.

Notas finais
Bom é isso! Amaram? Odiaram? Deixe-me saber! Não esqueçam de passar na minha nova fic --- > http://fanfiction.com.br/historia/543115/Segunda_Chance/ Até breve! Xoxo