Atraídos Pela Máfia
21 Capítulo 21 - A descoberta!
Notas iniciais
Oi chuchuzinhas ...
Bom não alcancei as reviews pedidas mas por consideração a quem comentou estou aqui com um capitulo quietinho para vocês.
Vejo vocês lá embaixo!
BOA LEITURA!!
Bella POV
Os dias, as semanas e os meses passaram rápido, já estávamos no final de agosto e faltavam 23 dias para o meu aniversario. A Beth tentou me convencer a fazer uma grande festa, mas diferente do Edward eu não queria uma grande comemoração e a ideia de passar meu aniversario apenas com ele em nossa casa em Cancun era mais aceitável, na verdade era perfeita.
Falando do Edward ele anda estranho esses dias, muito estranho pra falar a verdade. Não que ele esteja me evitando ele só parece longe e distante, quando pergunto se estar acontecendo alguma coisa ele apenas diz que são coisas da máfia mas eu não caiu tão fácil nessa.
(...)
Dois dias e o Edward não aparecia, tentei falar com ele por telefone mas o mesmo estava simplesmente desligado.
– Vai sair querida? – Elizabeth perguntou quando me viu passar pela sala.
– Vou apenas colocar comida para os cavalos. – ela assentiu e eu sai. Um coisa que eu não deixava de fazer era colocar comida para os meus amigos, eu os amava e era um amor puro.
O estabulo já estava limpo com certeza um dos funcionários já havia passado por ali, sem muita demora alimento meus queridos amigos e volto para casa. Para a minha surpresa o carro do Edward estar parado bem em frente a mesma, suspiro e passo direto pela sala indo pra o quarto. Para a minha surpresa quando entro no quarto o Edward está jogando roupas em uma mala que estar depositada sobre a cama.
– Mal chegar e já vai viajar? – pergunto.
– Negócios. – ele diz e eu bufo. Um escambau que é apenas negócios.
– Que merda Edward você passa dois dias sem dá noticias e já vai viajar. – digo e ele suspira.
– Sem escândalos Bella. – ele diz e isso me irrita.
– Você pode ao menos se virar pra falar comigo? – pergunto já que o mesmo continuava de costas pra mim arrumando a bendita mala.
– Vou viajar a negócios Bella, não devo demorar mais de uma semana. – diz me olhando nos olhos.
– Eu vou com você. – digo e ele suspira passando as mãos no cabelo.
– Não você não vai. – diz serio.
– Vou e ponto final. – digo e ele bufa.
– Você não vai Isabella, eu não quero que você venha comigo. – ele diz e eu fico ali parada tentando digerir a suas palavras.
– Tudo bem, isso faz toda a diferença. – forço as palavras a saírem de minha boca e caminho até o banheiro trancando a porta atrás de mim.
Ele não queria que eu fosse com ele, fazia sentido se ele não queria que eu fosse eu não iria. Minhas lagrimas rolavam pelo meu rosto e o sentimento de rejeição apertava meu coração. Com uma dor no peito eu entro debaixo da ducha e deixo a água me molhar enquanto abraço minhas pernas e deixo as lagrimas deslizarem livres pelo meu rosto.
Não sei quanto tempo permaneci ali, apenas quando senti meus dedos enrugarem desliguei a ducha. Retirei a roupa molhada e me enxuguei, com um suspiro cansado e rezando para que o Edward não estivesse no quarto eu saiu do banheiro. Por sorte o quarto esta vazio, a mala do Edward estava próxima a porta, caminho até lá e a coloco para fora do quarto trancando o mesmo em seguida.
Fisicamente cansada e psicologicamente dolorida me troco e me deito na cama me cobrindo com o edredom. Algum tempo depois escuto o Edward pedindo para eu abri a porta, mas não me movo, continuou ali até que sua voz se cessa e eu me entrego ao mundo dos sonhos.
Edward POV
As coisas estavam calmas, calmas demais para o meu gosto. Com a aproximação do aniversario da Bella comecei com os preparativos para sua surpresa mas não foi só isso que começou, também começaram as cartas e logo após os telefonemas anônimos. Ambos ameaçam a vida da minha família, em principal a minha e da Bella e isso me deixava em pânico, não por mim mas por ela.
Sumi por dois dias na van tentativa de descobri algo, alguns homens trabalhavam para mim em segredo já que eu não queria colocar minha família nisso, e foram esses homens que descobriram que as ligações vinham de um subúrbio da Itália. Chegamos a dois homens mas mesmo com toda tortura física e psicológica que infligir a eles ambos morreram sem abri a boca.
A única pista que tínhamos era um endereço de galpão abandonado ao sul da Sicília. Mandei alguns homens para investigarem o local enquanto iria pegar algumas roupas, sabia que quando chegasse em casa um fera estaria esperando por.
– Filho onde esteve? – perguntou minha mãe assim que coloquei os pés em casa.
– Ocupado mãe. – digo. – Não tenho tempo pra explicar. Onde estar a Bella? – pergunto.
– No estabulo. – ela diz e eu assinto caminhado para o quarto, eu teria que fazer tudo antes que ela chegasse.
Enfrentar aquela mulher seria complicado e eu tinha que estar na Sicília o mais rápido possível. Estava arrumando minha mala quando escuto a porta se abri, respiro fundo e me preparo psicologicamente para o que estar por vim.
– Mal chegar e já vai viajar? – ela pergunta. Sua voz soa chateada e isso aperta meu coração.
– Negócios. – digo sem me vira, olhar para ela seria meu fim.
– Que merda Edward você passa dois dias sem dá noticias e já vai viajar. – ela diz e eu suspiro. Teria que ser frio, fazer com que ela recuasse.
– Sem escândalos Bella. – digo.
– Você pode ao menos se virar pra falar comigo? – pergunta agora demostrando sua irritação.
– Vou viajar a negócios Bella, não devo demorar mais de uma semana. – falo me virando e olhando em suas olhos, rezando para ela não descobri a mentira.
– Eu vou com você. – diz e eu suspiro, claro que ela iria querer vim.
– Não, você não vai. – digo serio.
– Vou e ponto final. – diz e eu bufo. As próximas palavras que saíram da minha boca me queimaram por dentro.
– Você não vai Isabella, eu não quero que você venha comigo. – ela para, claramente digerindo o que eu disse e quando tudo parece fazer sentido vejo um extrema tristeza em seus olhos.
– Tudo bem. isso faz toda a diferença.– ela diz e entra no banheiro tranco a porta. Me encosto na porta e escuto seu choro, meu coração aperta mas eu não poderia voltar atrás, sua vida, nossas vidas dependiam dessa viagem.
Com um suspiro cansado termino de arrumar minhas malas, me aproximo da porta com a intenção de chama-la, mas desisto e saiu pela porta oposta. Desço e procuro pelo Jasper, apesar de não suporta a ideia de vê-lo junto com a minha Bella sabia que ele ficaria de olho nela.
– Jasper. – digo entrando na garagem e vendo lustra sua moto.
– Cara por onde andou? – perguntou sem me olhar.
– Por ai. – digo. – Preciso de um favor. – falo e ele levanta a cabeça erguendo a sobrancelha.
– Qual? – pergunta.
– Que cuide da Bella. – digo e ele se levanta me olhando nos olhos.
– Brigaram de novo? — pergunta.
– Longa historia, você pode fazer isso? – pergunto.
– Claro, mas você vai me dizer o que estar acontecendo. – diz e eu nego.
– Em outro momento, preciso viajar ainda hoje e tenho que saber que a Bella estar em segurança. – digo e ele me olha serio.
– Pelo jeito a coisa é seria. Pode deixar que ficarei de olho na Bella. – ele diz e eu bato em seu braço.
– Vou ficar te devendo essa cara. – digo e me despeço.
Converso rapidamente com a minha mãe antes de subir para o quarto. Quando chego a porta estar fechada e a mala do lado de fora, isso era um bom sinal a Bella não havia feito nenhuma besteira no banho.
– Bella abra a porta. – digo batendo na porta. – Por favor amor vamos conversar. – tento novamente mais nada acontecendo. – Tudo bem Bella, você está chateada comigo e eu entendo, em alguns dias estou de volta e nos conversamos. – dizendo isso saiu olhando uma ultima vez para a porta.
O jatinho que aluguei já me espera no aeroclube, uma viagem que poderia ser feita de carro, mas que te avião demoraria minutos. Ainda no avião mando uma mensagem para minha pequena, eu amava e espera não a perde pelos meus atos.
Quando aterrissamos na pista clandestina da Sicília meus homens já me esperavam.
– Novidades? – pergunto.
– Nenhuma movimentação no galpão senhor, o lugar está limpo. – Carlos diz e eu passo as mãos em meu cabelo em sinal de frustração.
– Merda. – digo. – Continuem investigando e qualquer coisa me liguem.
Falo e entro em um carro de aluguel que já me esperava indo em direção a uma casa da família que mantínhamos na cidade.
Bella POV
Quando acordei meu corpo estava dolorido, parecia que eu tinha me exercitado por horas. Me sento na cama e ficou olhando o quarto tão vazio, tão frio sem ele. Com um suspiro levanto da cama e pego o meu celular percebendo que havia uma mensagem.
“Amor sei que está chateada comigo e com razão, mas eu não poderia deixar você vim comigo não quero você envolvida de em nada com relação a máfia. Eu te amo Bella, me perdoe por ser um estupido que só que o seu bem. Te amo anjo.”
Suspirei ao termina de ler a mensagem, não sabia se o quer que ele tenha ido fazer realmente tinha algo haver com a máfia e se tivesse o que ele faria se soubesse que eu estou tão envolvida nesse mundo, tão envolvida quanto ele. Volto pra cama e tento não pensar nele, em nossa briga, tento não pensar em nada, fecho os meus olhos e deixo morfeu me leva.
Um dia, dois, três, não sei quanto tempo faz que não saio do quarto, não tenho forças pra nada. A Elizabeth ou um dos rapazes sempre aparecem e tentam me convencer a descer mais não conseguem. A falta de noticias dele estar me deixando louco, o idiota podia pelo menos me avisar que estar vivo.
Anthony Pov
– Querido, estou preocupada com a Bella, não sei o que eu fazer para ela sair daquele bendito quarto. – minha linda esposa fala e eu posso ver em seus olhos que ela estar realmente angustiada com essa situação, angustia essa que é partilhada por mim.
– Também estou preocupado, querida, mas o que você quer que eu faça? Não posso força-la a descer. – eu digo e ela me olha seria.
– Não sei Anthony. Dê um jeito nisso. – disse e deixa o escritório muito irritada.
Não havia muito o que eu pudesse fazer para tira-la do quarto, a única coisa seria lhe oferecer alguma missão, a minha querida nora adorava uma adrenalina e se tinha alguma coisa que a faria levantar o astral seria matar alguns canalhas. Esse pensamento me fez sorri.
Bella era como uma filha pra mim, uma garota incrível que conquistou toda nossa família e tem meu filho nas mãos. Uma mafiosa nata aquela pequena, quando ela entrou no meu escritório e pediu pra fazer parte ativa da máfia não lhe dei muito credito, mas hoje tenho que reconhece que a garota tem jeito. Nunca vi alguém tão preparada para o trabalho, tão preparada para matar quando a minha pequena anja vingadora.
– Jasper. – falei assim que o moleque atendeu o celular.
– Sim pai. – disse.
– Traga a Isabella até mim, diga que tenho um serviço para ela. – falei e terminei a ligação.
A alguns dias coisas estranhas estavam acontecendo e isso me deixava irritado, o fato de que as coisas estavam fugindo do meu controle não ajudava muito o meu humor. Um informante na Sicília havia me comunicado de movimentações estranhas em alguns galpões abandonados na cidade, e isso não poderia ser boa coisa.
A Sicília fazia parte do nosso polo de trafico e distribuição e se alguém queria acabar com nosso poder esse alguém tinha que ser eliminado e ninguém melhor que o anjo vingador para investigar e por um fim nessa merda toda.
Bella POV
Quando o Jasper veio até o quarto avisar que o Anthony estava me chamando e que ele tinha um serviço para mim uma onda de adrenalina tomou conta de mim, só um serviço, só uma oportunidade de meter bala em alguém poderia me tira da foça em que me encontrava.
Sem pensar duas vezes pulei da cama e corri para o escritório, batendo na porta antes de entra.
– Querida que bom lhe ver. – ele disse sorrindo e foi impossível não sorri também.
– Mandou me chama? – pergunto e ele assenti sinalizando a cadeira com a cabeça.
– Mandei sim, tenho um serviço pra você, isso se você estiver disponível. – ele diz e sorri amigavelmente para mim.
– Estou tolamente disponível. – digo inflamando meus pulmões. Não adiantaria ficar chorando viseira enquanto o Edward estava não sei onde com não sei quem, melhor seria ocupar minha cabeça e nada melhor do que colocar o anjo vingador em ação. – Do que se trata? – pergunto.
– Vejo que esta mesmo interessa. – diz e eu concordo. – Alguns dias meu informante vem me informando de alguns movimentos suspeitos na Sicília, nossa família tem alguns negócios lá e preciso tem certeza que esta tudo limpo.
– Entendi. Tenho livre acesso? – pergunto.
– Total acesso querida. Pode brincar a vontade. – ele diz e um sorriso cresce em meu rosto, seria timo descarregar minha tensão nesses safados incompetentes.
– Quando viajo? – pergunto e ele sorri da minha empolgação.
– Assim que você quiser, o jatinho já lhe espera. – assim que ele completa a frase eu pulo da cadeira.
– Vou arrumar minha mala. – digo e começo a sair da sala mais antes sou interrompida por ele.
– Antes de sair passe aqui que vou lhe entregar um pequeno dossiê. – ele diz e eu assinto saindo da sala.
Já no quarto arrumar a mala foi fácil, com tudo arrumado desci para pegar o dossiê e seguir com minha viagem.
(...)
Já estava na Sicília a algumas horas, assim que cheguei me encontrei com o suposto informante do Anthony e não gostei nada do sujeito. Alguma coisa nele e nessa historia não estava batendo, tinha coisa podre nessa eu iria descobri e quando isso acontecesse quem estivesse envolvido iria pagar.
– Senhora Masen o único galpão com movimento fica ao sul da ilha. – o informante mequetrefe falou.
– Prepare o carro que eu vou pessoalmente ver que merda está acontecendo. – falei e ele assentiu saindo logo em seguindo.
Minutos depois e eu já estava dentro do carro, nossa viagem foi rápida e sem imprevisto. Quando avistamos o galpão percebi que tinha alguma coisa errada, apesar de haver fumaça em parte dele o lugar estava muito silencioso e isso me deixou em alerta.
Antes de sair do carro e me esgueira pelo maldito lugar conferi minhas armas, uma estava devidamente posicionada em minha cintura enquanto a outra segura em minha mão.
Andei pelo lugar e como imaginei tinha alguma coisa muito errada, o lugar parecia deserto não havia uma viva alguma até que te repente escutei tiros vindo de dentro do galpão. Com agilidade me aproximei do mesmo, alguns homens que me seguiam se posicionaram em lugares estratégicos.
– Prestem atenção vocês dois vão pela direita e vocês pela esquerda. Sabem a regra não sabem? – perguntei baixo para não chama atenção e eles confirmaram com a cabeça. – Atirem primeiro perguntei depois. – falei e seguimos.
Tudo aconteceu muito rápido, os tiros comeram a ser trocados e o que antes era uma calmaria agora parecia um campo de guerra. Escutei um barulho a minha retaguarda e quando virei para ver o que era levei um soco forte no rosto. Uma briga corporal foi travada e apesar do meu agressor ser mais forte eu consegui desarma-lo e acabar com sua vidinha de merda.
Eu estava preparada para cuidar do próximo perímetro já que o meu estava limpo quando escuto uma voz conhecida, uma voz que não deveria estar ali.
– Parada ai vadia. – a voz disse. – Largue essa maldita arma e vire-se devagar. – mandou e eu fiz o ordenado.
Com cuidado comecei a me virar, o galpão estava escuro e dificultava o contado visual mas mesmo com a iluminação precária pode ver um movimento atrás do meu agressor e eu não poderia deixar que nada acontecesse com ele então minha reação foi automática, não daria tempo para avisa-lo então eu retirei a arma de minha cintura e atirei na cabeça do maldito que iria atingi-lo ao mesmo tempo que escuto dois disparos em minha direção, meu corpo cambaleou para traz , meus olhos começaram a perde o foco, antes de cair eu ainda pode ver o pânico nos olhos do meu atirador.
Edward POV
Depois de um bom tempo der espera os malditos entraram em ação, um movimento suspeito e eu estava seguindo para um galpão abandonado ao sul da ilha.
– Carlos, você vem comigo e vocês dividam-se. – falei aos meus homens.
Quando chegamos tudo parecia estar tranquilo, havia alguns carros parado do lado de fora do galpão e isso nos deixou em alerta. Quando tiros foram disparados corremos em direção ao som, quem é que estivesse atirando era meu e eu o queria vivo. O galpão era grande e havia varias divisórias o que complicava um pouco as coisas.
Estamos em meio a um campo minado, os tiros vinham de todos os lados,. Carlos já não estava comigo, com certeza matando alguns infelizes assim como eu.
Estava a procura de alguém quando escuto um disparo e corro na direção do mesmo, um homem jazia morto no chão enquanto uma mulher se esgueirava para fora da-li.
– Parada ai vadia. – digo e ela estanca no lugar, na certa não esperava ser pega. – Largue essa maldita arma e vire-se devagar . – mando e com cuidado a vejo colocar a arma no chão e começar a se virar em minha direção.
Ela se virava de vagar, de onde eu estava não podia ver o seu rosto mais poderia ver o seu corpo e a garota era gostosinha. Tudo estava indo tranquilo até que vejo ela tira uma arma de sua cintura e atirar em minha direção, automaticamente faço o mesmo. Espero a dor do tiro, mas ela nunca vem, ao contrario escuto um baque surdo atrás de mim e me viro para olha encontrado um homem caindo om um perfeito tiro no meio da testa. Me viro novamente para olha mulher que ou salvou minha vida ou é péssima de mira e a encontro quase caindo no chão e é nesse momento que um feixe e luz bate em seu rosto e o que vejo me assusta me apavora. Não podia ser ela, não podia. Corro em direção ao corpo e inerte caído no chão e saindo meu mundo cair, é ela. É a minha Bella ali.
– Bella. – digo ajoelhado ao seu lado. – Meu Deus, AMOR FALA COMIGO. – grito mais nada acontece.
– Senhor temos que sair daqui é uma armadinha. – escuto o Carlos dizer e imediatamente pego minha Bella nos braços e saiu correndo daquele maldito lugar. Assim que chegamos do lado de fora o galpão explode. – Senhor quem é ela? – Carlos pergunta.
– Minha mulher porra, vamos logo Carlos ela não pode morrer. – digo correndo em direção ao carro e entrando no banco do passageiro com a Bella em meu braços enquanto o Carlos guia o carro até o hospital. No carro retiro meu palito e faço preção em seu peito qeu jorrava sangue. – Deus Bella! Você tem que aguentar. – digo sentindo sua pulsação cair cada vez mais.
Quando chegamos ao hospital uma equipe já nos esperava, com certeza o Carlos havia ligado para eles e eu não percebi.
Já havia se passado uma hora e nenhuma noticia tinha sido dada a respeito dela e eu estava quase colocando o hospital abaixo quando uma enfeira caminhou até mim.
– Senhor Masen peço que se acalme. – ela diz e eu tenho vontade de mata-la.
– Me acalmar porra nenhuma. – grito. – Minha mulher está ai dentro a uma hora e ninguém diz nada. – falo exasperado.
– Eu entendo senhor, mas o senhor precisa se acalmar. A senhora Masen está em boas mãos. – ela diz e diante do meu olhar sai correndo de minhas vistas.
Mais uma hora se passa e nenhuma noticia, eu estava aponto de invadir o centro cirúrgico quando um medico sai de lá.
– Senhor Cullen? – ele pergunta e eu pulo praticamente em cima dele.
– Sou eu, como ela estar doutor? Como estar minha mulher? – pergunto.
– Senhor Cullen, sua esposa perdeu muito sangue e quando retirávamos a bala ela sofreu uma parada cardíaca e duas respiratórias, conseguimos reanimá-la, mas ela esta em coma. – ele diz e eu sinto como se meu mundo tivesse desabado.
– Ela vai acorda não vai? – pergunto.
– Isso só o tempo dirá senhor, sinto muito. – ele diz
– Posso...Posso ve-la? – pergunto.
– Ela estar na UTI, vou liberar sua visita mais terá que ser rápido. – ele diz e eu concordo.
Quando entro na UTI e a vejo ali deitada na cama, pálida e ligada a vários fios sinto uma dor alucinante. Meus olhos enchem de lagrimas e eu não consigo conte-las.
– Bella. – digo alisando seu rosto. – Porque baby? O que você estava fazendo ali? – pergunto inconsolável. – Eu atirei em você baby, você tem que voltar pra mim Bela, eu não sou nada sem você. – falei tentando conter meus soluços. – Por favor, anjo volta pra mim. – digo e nesse momento uma enfermeira entra dizendo que tenho que sair. – Volta pra mim, Bella. – beijo sua testa e deixo o quarto inconformado.
A Bella estava em um hospital bom, mas eu queria o melhor então antes de tudo comecei a providenciar sua transferência. O Carlos ficou de investigar o que porra aconteceu naquele galpão e me entregar um relatório completo depois.
Horas depois do ocorrido toda minha família e os tios da Bella chegam ao hospital, eles estão tão supressos quanto eu com relação a descoberta do anjo vingador, já meu pai e meu irmãos tem em suas faces o arrependimento e a dor.
Apesar de querer confronta-los e manda-los sumirem do hospital eu não tenho força, estou exausto e a única coisa que eu desejo e preciso é ver os lindos olhos da Bella, escutar sua voz de veludo e senti-la em meus braços.
(...)
Já estávamos o inicio de setembro e nada da Bella acorda, seu quadro clinico era excelente e os médicos não entendiam o motivo dela não acorda. Com algum empenho eu consegui transferi-la para Itália, um hospital de ponta e mais confortável.
E eu não via a hora dela acordar, apesar de não saber o que eu faria primeiro, se eu a beijaria ou a esganaria com minhas mãos pela mentira e a loucura que ela cometeu.
Notas finais
Oi de novo srsrsrsr
Então antes de tudo quero me explicar com algumas meninas que comentaram e não receberam a promo, meu perfil estava a ponto de ser bloqueado por isso parei de mandar a promo. Porem de agora em diante quem comentar e quiser a promo pode me mandar uma mp com seu email ou me manda um email para crazbydamon@hotmail.com, fica a critério de vocês!!
Uma das leitoras comentou e disse que era melhor ter 60 leitoras que nenhuma e eu concordo plenamente com você gata, mas quero que entendam meu lado, eu escrevo para vocês e o mínimo que espero é um reconhecimento do meu trabalho e esforço.
Vou mandar o próximo cap hoje para a Vickie e caso ela me entregue rápido eu posso aparecer por aqui no dia de São João, não é uma promessa gente.
Parando com o papo chato vamos ao que interessa, o que vocês acharam do cap?
O Edward descobriu a verdade de uma forma traumatizante e agora está puto da vida com a Bella.
Agora é esperar o próximo cap para descobri o que vai acontecer!
Espero que tenham gostado, aguardo suas reviews e quem sabe se alguém recomendar eu não apareça antes aqui!!!
Até a próxima!
xoxo.
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