Atraídos Pela Máfia
2 Capítulo 2 - O casamento
Notas iniciais
POV Bella
Odeio esse clima pesado que paira em minha casa e quanto mais os dias passam mais as coisas pioram. Em apenas algumas semanas eu deixarei tudo que conheço para viver em um mundo desconhecido e isso me assusta demais e ao mesmo tempo me enoja.
Meu maior medo é de como será minha vida a partir do momento em que eu deixar de ser uma Swan e me tornar uma Mansen, apesar de ter apenas 16 anos sei muito bem quais são as obrigações de uma esposa e me nego a tê-las com meu futuro marido. Também não serei, de modo algum, uma daquelas esposas submissas que aceitam tudo o que os maridos dizem sem questionar nada.
– Bella, Bella! – Alice, minha prima, filha de tio Carlise e tia Esme gritava.
– Oi Alice. – Falei seca.
– Nossa é assim que você vai receber sua futura sogra? – Questionou.
Para o meu completo terror, minha querida sogra resolveu me conhecer semanas antes do casamento.
– Dane-se ela e o filho! – Respondi séria.
– Tá maluca Bella? Se o tio Charlie escuta você dizendo isso está ferradinha.
Realmente meu pai não tinha muita paciência comigo e costumava ficar violento às vezes, até tenho algumas marcas em meu corpo que comprovam isso.
– Ai Lice, eu estou cheia disso tudo. – Murmurei chorosa. – Não quero me casar com mafioso nenhum, essa vida não é pra mim. – Falei enquanto me jogava na cama.
– Oh Bellinha, não chora vai. – Minha prima tentou me animar vindo me abraçar. – Eu sei que não é o que você quer, mas não há nada que possa fazer para mudar isso.
Não havia nada por enquanto, mas assim que eu completasse meus 18 anos daria um jeito de sumir do mapa.
– Eu queria ter coragem de fugir, largar tudo para o alto e simplesmente fugir. – Falei me entregando ao choro.
– Eu sei Bellinha, mas não adiantar ficar assim. – Ela tinha razão, não adiantava, eu só irritaria o Charlie e como ele ainda era meu responsável, por hora, teria que aceitar suas ordens.
– Você tem razão Lice, sem contar que a broaca megera já chegou. – Me levantei e fui até o banheiro enquanto minha prima dava uma risadinha.
– Só você mesmo prima, nem mesmo conhece a mulher e já está chamando-a de broaca e megera, mas respondendo a sua pergunta ela chegou sim e é linda se você quer saber.
Linda?
Por um lado isso era até bom porque assim eu não me casaria com nenhum porco seboso da vida.
– Menos mal não é? – Perguntei mais para mim mesma do que para ela. – Que roupa eu visto? – Pedi sua opinião, pois Alice sempre teve bom gosto para roupas e eu não estava nem um pouco animada em escolher um figurino que agradasse a broaca.
– Deixa comigo. – Gritou e foi entrando no meu closet, depois saiu de lá trazendo um vestido preto e um salto alto.
– Salto Alice? – Merda, eu odiava andar de salto.
– Claro né Bella?! – Respondeu como se fosse lógico. – Você tem que causar uma boa impressão na sua sogra.
– Tudo bem. – Murmurei começando a me vestir.
Quando já estava pronta fiz uma maquiagem simples e desci para conhecer a minha “futura e amada” sogrinha. Alice queria ir comigo, mas achei melhor não porque meu pai poderia se irritar e depois acabaria sobrando para tia Esme e para o tio Carlise.
– Boa tarde. – Cumprimentei ao chegar na sala estampando um sorriso falso no rosto.
– Bella querida, que bom que desceu. – Meu pai falou sorrindo e vindo ao meu encontro.
– Comporte-se. – Sussurrou no meu ouvido. – Elizabeth, essa é a minha filha Isabella. – Meu pai falou fazendo-a sorrir.
Nossa! Não é de ver que Alice tinha razão? Ela era mesmo uma mulher muito bonita, tinha uma aparência jovem, os cabelos em um tom acobreado e lindos olhos azuis.
– Oh querida, é um prazer conhecê-la. – Disse vindo me abraçar.
– É bom conhecê-la também senhora. – Retribui o abraço.
– Me chame só de Elizabeth, afinal em alguns dias seremos da mesma família. – Forcei um sorriso. – Então vamos conversar. – Falou me puxando para sentar ao seu lado.
– Vou deixar vocês sozinhas. – Meu pai disse e se retirou da sala, mas antes me lançou um olhar bem no estilo “se comporte ou eu te mato”.
– Então querida, fale sobre você. – Elizabeth disse sorrindo.
– Bom não sei o que posso lhe dizer, acho que você já sabe muito ao meu respeito. –Falei meio entediada.
– Sei algumas coisas na verdade. – Disse séria. – Você se importaria de me responder algumas perguntas?
– Não. – Murmurei secamente.
– Que bom! Então querida, me diga qual sua comida e sua cor favorita?
Mas que tipo de perguntas eram essas?
– Isso realmente importa?
– Claro! Preciso conhecer seus gostos já que vai morar conosco na Itália. – Respirei fundo tentando encontrar a calma que não existia mais.
– Minha cor preferida é azul, eu realmente gosto de tudo que é azul. – Falei sorrindo. – Com relação à comida eu adoro massas e saladas, odeio peixes e crustáceos.
– Interessante. – Ela disse sorrindo o que me fez pensar que essa mulher era louca. – Medo de alguma coisa? – Olhei para ela meio constrangida, eu realmente não gostava de falar de minhas fobias. – Oh desculpe, você não precisa falar. – Disse sem graça.
– Não, tudo bem, vocês vão ficar sabendo de qualquer forma mesmo. Tenho medo de aranhas, a história é longa e eu não estou a fim de comentá-la. – Falei por fim.
– Tudo bem eu entendo.
– Mais alguma pergunta?
– Na verdade não, mas e você gostaria de me perguntar alguma coisa?
Eu hein, o que eu poderia querer saber?
– Não. – Respondi séria e ela sorriu.
– Você quem sabe. – Dizendo isso se levantou. – Vou para o meu hotel descansar um pouco, gostaria de passear com você amanhã, tudo bem?
– Claro. – Sorri e a acompanhei até a porta e quando voltei para sala meu pai já me esperava.
– Então, o que achou dela?
– Ela é interessante.
– Vocês combinaram de sair amanhã? – Perguntou curioso.
– Sim por quê? Algum problema nisso? – Ele me olhou e sorriu.
– Nenhum problema, só espero que você se comporte muito bem Isabella. – Dizendo isso saiu em direção ao seu escritório.
No dia seguinte saí com a senhora Masen, ela fez compras e eu a acompanhei. Até que minha futura sogra não era uma broaca megera e sim uma pessoal agradável, sabia conversar muito bem e pelo que eu pude perceber não gostava muito dos filhos envolvidos com a máfia.
Os dias foram se passando e o meu casamento chegou, dois dias antes da data viajamos para a Itália e ficamos hospedados em um hotel. O casamento seria realizado no jardim da casa dos Masen, tia Esme foi ajudar à senhora Masen com a preparação da cerimônia e quando voltou para o hotel era só elogios.
Perguntei a ela se havia conhecido meu noivo e ela disse que não, mas os irmãos eram homens lindos e com certeza o meu futuro marido não ficaria pra trás. Disse também que a senhora Masen tinha redecorado a suíte de Edward especialmente para mim e que o quarto estava maravilhoso.
– Vamos Bella, deixa eu te ajudar com o vestido. – Alice disse me ajudando a vestir a roupa da minha morte. – Bella pelo menos sorria. – Disse me fazendo cócegas.
– Sorrir Alice? Eu estou indo para a minha sepultura e você quer que eu sorria? – Perguntei séria.
– Que coisa mais mórbida Bellinha – falou – Pronto.
– Como estou?
– Linda. – Tia Esme disse entrando no quarto.
– Maravilhosa! – Alice completou. – Afinal fui eu quem preparou seu vestido. – Ela disse sorrindo. Alice tinha preparado todo meu enxoval, eu não comprei uma peça que fosse.
– Obrigada vocês duas. – Eu realmente sentiria muitas saudades delas.
– Tenho algo para você. – Minha tia disse me entregando a caixa. Quando abri encontrei um brinco de esmeralda lindo.
– Tia é lindo. – Murmurei com lágrimas nos olhos.
– Pertenceu a sua mãe e com certeza ela ficaria feliz em vê-la com eles. – Eu sorri e a abracei.
– Obrigada tia.
– De nada meu anjo. Agora vamos que seu pai está lá em baixo nos esperando.
– Vamos! – Falei pegando meu buquê.
O caminho até a mansão dos Masen foi relativamente curto, o jardim estava lindo todo decorado com rosas vermelhas. Estava tudo tão perfeito, esse seria o sonho de qualquer garota romântica, mas para mim era o inferno ter sido prometida a um homem que nunca vi e nem amo. Eu não queria me casar de jeito nenhum, não suportava a ideia de me unir a alguém tão nojento envolvido com a máfia.
– Por aqui. – Disse uma moça loira. – O noivo já está no altar, está pronta?
– Sim. – Respondi me agarrando ao braço do meu pai.
– Ótimo! Então assim que a marcha nupcial começar a tocar você entra. – Dizendo isso ela saiu e pouco depois escutei a marca nupcial.
– Pronta? – Meu pai perguntou.
– Não, mas o que se pode fazer? Você me obrigou a isso lembra? – Falei irônica.
– Você será feliz Bella, você vai ver. – Seguimos até onde o noivo me esperava.
Eu evitava não olhar para frente, tentando ao máximo atrasar o momento que veria meu noivo pela primeira vez, mas quando o fiz tive uma imensa surpresa. Meu futuro marido era um belo homem, na verdade era muito lindo, alto, forte, tinha os cabelos acobreados da cor do da senhora Masen, ele sorria para mim, um sorriso torto e inocente que me fez querer ser feliz com ele, que me fez querer acreditar que tudo aquilo podia ser verdadeiro, que tudo aquilo poderia valer a pena.
POV Edward
– Filho preciso que você faça um trabalho para mim. – Meu pai dizia.
– Que espécie de trabalho? – Perguntei sem nenhum entusiasmo já que em alguns dias eu estaria me casando.
– Acerto de contas!
Na língua dos mafiosos isso queria dizer execução, gostei da ideia de matar alguém agora, isso seria desestressante e nada melhor do que uma ação para tirar essa merda de casamento da minha cabeça.
– Ótimo. – Falei sério. – Quem é o felizardo? – Meu pai sorriu e me entregou uma ficha.
– Tudo que precisa saber está aí. – Disse e saiu do escritório.
O alvo era Mike Newton, secretário do primeiro ministro da Itália, ele andava metendo o nariz onde não devia. O cara era um molenga total e a morte dele foi rápida e indolor com uma bala no meio da testa, serviço rápido e limpo.
(...)
Já haviam se passado três dias desde meu último trabalho, meu pai dizia que queria me poupar para que eu estivesse relaxado para minha mulher o que era fodidamente terrível. Ficar parado não me relaxava nada ao invés disso me deixava ainda mais irado e estressado.
– Edward sua mãe já chegou. – Rose falou animada.
Rose era a esposa do meu irmão Emmett, ô mulherzinha nojenta! Nossos santos não se batiam de jeito nenhum, na verdade não suportávamos um ao outro.
– Animada vadia? – Perguntei vendo-a ficar vermelha de raiva.
– Vadia uma merda. – Disse tentando me dar um tapa na cara e eu segurei seus pulsos com raiva e a balancei.
– Tá maluca vadia? Ouse tentar me encostar de novo e eu te mato garota! – Ameacei e a vi estremecer. – Você disse que minha mãe chegou, onde ela está?
– No escritório com seu pai. – Sem mais saí de lá em direção ao escritório.
– Senhora Masen! – A chamei e ela sorriu.
– Filho! – Disse vindo em minha direção e me abraçando. – Que saudades do meu bebê. – Odiava quando ela me chamava assim.
– Mãe, por favor, não me chame assim. – Falei fazendo bico e ela sorriu.
Minha mãe era a única mulher que eu amava nessa vida.
– Mais você é meu bebezinho. – Apertou minhas bochechas. – Vamos nos sentar porque tenho muito que conversar com você.
– Nossa, estou louco para ouvir. – Falei com a voz sarcástica.
– Por favor, Edward. – Repreendeu séria.
Sentei-me e olhei para o meu pai que sorria. O que esse velho tinha em mente?
Minha mãe me contou que a tal de Isabella era uma menina linda, que tinha os olhos mais doces e gentis que ela já viu. Disse também que ela amava a cor azul e que por isso faria algumas mudanças em meu quarto, eu não me importei muito com isso já que azul era minha cor favorita também.
Depois de tantos elogios para cima de Isabella minha mãe resolveu se retirar e me deixar a sós com o meu pai. Ele, ao contrário de Elizabeth, me disse para tomar muito cuidado com Isabella, que ela devia ser uma garota dissimulada e mimada que, com certeza, manipulou minha mãe para nós acharmos que era uma boa pessoa.
Assim que terminei aquela conversa fui atrás de Tânia, eu estava muito estressado e realmente precisava me afundar dentro de alguma puta e ela seria perfeita para isso.
– Ed amor! – A vadia disse ao abrir a porta.
– Quantas vezes eu já te disse que é Edward? – Falei empurrando-a e entrando no apartamento.
– Nossa, que bicho te mordeu amor? – Perguntou vindo atrás de mim igual uma cadela no cio.
Não estava a fim de dar muitas explicações, mas acabei falando.
– Esse casamento maldito!
– Ainda com isso Edward?
– E o que você quer que eu faça vadia? Não posso simplesmente acabar com o acordo, ou você acha que eu estou feliz em me casar com uma pirralha que nem conheço? – Falei com raiva e me servindo um uísque.
– Claro que não amor. – Disse manhosa se sentando em meu colo. – Acho que você precisa relaxar não é mesmo? – A vadia já estava doidinha para dar a boceta pra mim.
– Preciso e vou! – Falei colocando o copo em cima da mesa, rasgando sua calcinha e a penetrando com os dedos, sentindo sua boceta melada de tesão.
– Ah Ed, está muito gostoso, mas quero sentir seu pau amor.
– Você quer ser arrombada é sua vadia? Vou meter forte em você até ficar toda ardida, se quer uma surra de pau é isso que terá. Vou arregaçar essa boceta até você desmaiar. – Falei enquanto meu membro deslizava facilmente por ela.
– Ah Edward, mete forte amor. – A puta gemia em meu ouvido enquanto eu metia sem dó e bem gostoso louco para gozar.
Transar com a vadia da Tânia foi bom, sempre era porque realmente ela era uma puta na cama. Pelo menos eu estava mais relaxado e menos estressado, mas logo estaria me casando com uma pirralha mimada que com certeza não daria no coro.
(...)
Por mais que eu não estivesse exultante de alegria o grande dia havia chegado, hoje eu e aquela pirralha nos uniríamos na presença dos nossos familiares, amigos e o mais importante, na presença de Deus.
Apesar de levar uma vida de pecado e luxúria eu acredito em Deus e em todo seu poder. Pode até parecer estranho para alguns, mas eu realmente creio que exista uma força superior que zela por nós.
– Filho? – Minha mãe me chamou na porta do quarto.
– Pode entrar mãe.
– Você está lindo bebê. – Disse com os olhos marejados. – Nem acredito que meu menino mais novo vai se casar.
– Nem eu! – Murmurei contrariado.
– Vamos amor. – Disse pegando minha mão. – Sua noiva já deve estar chegando.
Descemos para o jardim, o qual já estava lotado pelos convidados, o local fora todo enfeitado com rosas vermelhas e brancas. Eu realmente não me importava com isso, mas minha mãe e Esme, tia da Isabella, fizeram questão de arrumar os mínimos detalhes. Segundo elas, toda mulher merece um casamento que marque sua vida e que a faça sorrir quando lembrá-lo no futuro.
Segui para o altar e me posicionei ali, pouco tempo depois Rose apareceu e disse que minha noivinha já tinha chegado. Quando a marcha nupcial começou a tocar eu soube que a hora havia chegado, a noiva entrou acompanhada do pai e eu quase caí do altar. Puta merda, minha noiva era linda! Eu sempre imaginei Isabella como uma criança, mas ao contrário do que eu pensava ela era um mulherão, apesar dos seus 16 anos possuía um corpo admirável, curvas lindas, enfim ela era realmente perfeita.
No começo Isabella tentou não olhar para onde eu estava, mas em determinado momento não resistiu e focou os olhos em mim, supreendentemente corou. Meu Deus, ela era tão doce! Eu queria morder aquelas bochechas vermelhas.
– Faça-a feliz Edward. – Dom Charlie recomendou ao me entregar Isabella.
– Farei o possível. – Respondi sorrindo.
Segurei a pequena mão de Isabella e me posicionei ao seu lado, notei que sua pele era muito macia e logo um cheiro de morangos arrebatador me invadiu completamente. Céus! Desde quando eu notava essas pequenas coisas? Eu mal a conhecia e parece que essa mulher já tinha o poder de me fascinar completamente.
– Senhoras e Senhores, estamos aqui reunidos para celebrar a união desses dois jovens... – O padre começou a falar, mas eu não conseguia prestar atenção em nada do que ele dizia, estava completamente fascinado pela garota ao meu lado. Ela era linda, muito linda, tinha os olhos castanhos mais puros e doces que eu já vi em toda minha vida e olhando dentro de seus olhos percebi que eu queria que o nosso casamento fosse para sempre. – Senhor Edward Masen repita comigo: Eu, Edward Antony Masen, aceito Isabella Marie Swan como minha legítima esposa prometendo ser fiel, amá-la e respeitá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por toda minha vida até que a morte nos separe.
– Eu, Edward Antony Masen, aceito Isabella Marie Swan como minha legítima esposa prometendo ser fiel, amá-la e respeitá-la, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por toda minha vida até que a morte nos separe. – Repeti sinceramente as palavras que o padre disse olhando nos olhos de Isabella.
– Agora Isabella repita comigo: Eu, Isabella Marie Swan, aceito Edward Antony Masen como meu legítimo esposo prometendo-lhe ser fiel, amá-lo e respeitá-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por toda minha vida até que a morte nos separe. – Assim que o padre terminou de falar olhei para Isabella que parecia atordoada e sem saber o que fazer.
Será que ela diria não e acabaria com toda essa farsa? Até tremi com esse pensamento porque no fundo não queria que ela desistisse.
– Eu, Isabella Marie Swan, aceito Edward Antony Masen como meu legítimo esposo prometendo-lhe ser fiel, amá-lo e respeitá-lo, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, por toda minha vida até que a morte nos separe. – Acabou dizendo por fim.
– As alianças! – Disse e eu tirei o par de alianças que estava em meu bolso. Ele abençoou as alianças e nos entregou, coloquei a sua em seu dedo anelar e ela fez o mesmo comigo. – Pelo poder em mim investido, eu vos declaro marido e mulher. Pode beijar a noiva.
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Olhei bem para Isabella e foquei naquela boca rosada que desde que eu vi queria beijá-la intensamente. Ela me encarava com aquelas orbes chocolates como se estivesse só esperando eu dar o primeiro passo, e, sem mais delongas, aproximei meus lábios do dela e a beijei. O beijou começou calmo, cândido, mas logo se tornou urgente e avassalador, nossas línguas unidas brigando por espaço. Naquele momento eu me senti feliz e em casa, como se ali sempre tivesse sido meu lugar.
Logo o ar nos faltou e nós tivemos que nos separar e fomos aplaudidos pelos convidados. Muitos dos presentes ali vieram nos cumprimentar e cedo demais levaram Isabella de mim.
Notas finais
Ahhh fiquei muito feliz com todas as reviews, obrigada mesmo de coração :D Também agradeço as minhas leitoras de O Entregador de Pizza por me acompanharem aqui também, aliás quem não conhece dê uma passadinha lá em? sauhasuhsau
Espero que continuem comentando e que curtam a fic... q na minha opinião está bem legal.. vcs vão ver no decorrer dos capítulos!
Hum, dá pra perceber que o Edward é um safado né? será que isso vai prejudicar o casamento? Pelo visto já estão atraídos um pelo outro :D
Surpresas no próximo!! Então até terça feira!!
Merecemos Reviews??
Beijoss
N/Andie: Oii meninas!!!
Fiquei muito feliz com as reviews de vocês, agradeço de coração a todas que comentaram e espero que as fantasminhas apareçam...
Deixo um grande beijo as minhas lindas que me acompanha desde Avassaladora e desejo boas vindas às novas leitoras!!
A fic será postada nas terças-feiras sem falta...
Espero ansiosa pelas reviews então COMENTEM!
Até terça!!
Beijos da Andie!!!
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