Atraídos Pela Máfia
32 Capitulo 32 - Entrando nos eixos.
Notas iniciais
Alice POV
A surpresa de ver Bella nos braços do Jasper foi imensa, apesar de sentir que alguma coisa boa aconteceria nessa viagem eu não fazia ideia que essa sensação estava ligada ao nosso reencontro com a Bella. Afinal eu poderia até ser sensitiva, mas vidente é outra história.
Saímos em disparada da festa, primeiro porque a Bella estava desacordada e segundo porque o Ed estava ferido. Eu não entendia muito sobre o que havia acontecido, mas alguma coisa podre estava no ar.
– Tranque-a no quarto. — Edward diz assim que entramos na casa.
– Ed isso é mesmo necessário? — pergunto achando que ele está exagerando.
– Sim Alice, essa louca atirou em mim. — diz se referindo a Bella de maneira seca.
– Ok. — digo suspirando. Melhor esperar para ver no que vai dá. — Jasper leve-a e a deixe no quarto, enquanto isso vou cuidar do seu ombro. — digo agora olhando para o Ed.
– Ótimo. — ele diz seco.
Providencio o material que precisarei para tirar a bala que por sorte não estava tão funda. Com a bala retirada e o ferimento limpo me sento em frente ao Edward e cobro explicações.
– Agora você vai me dizer o que houve? – pergunto e ele suspira.
– Eu sai para espairecer já que a festa estava uma merda, então de repente ela apareceu apontando uma arma pra mim. — ele diz irritado.
– Só isso? — pergunto.
– Ela falou alguma coisa sobre livra o mundo de um ser nojento. — ele disse nervoso.
– Eu não entendo Ed. Porque ela faria isso? — pergunto e ele me olha serio.
– Eu posso está ficando doido, mas por um momento eu tive a impressão de que ela não sabia quem eu era. — diz ele e eu o olho confusa.
– Como assim? — pergunto. — Ela foi pra te matar, como não poderia saber quem você era? – falo confusa.
– Era como se ela estivesse ali realmente para me matar, mas como se não lembrasse quem eu realmente sou. — ele diz e minha mente começa a trabalhar.
– Você acha que ela perdeu a memoria? –pergunto já que era a única opção logica que me vinha a mente.
– Não sei o que pensar Alice. — diz ele. — Essa é a única explicação que eu encontro, aquela mulher que atirou em mim não é a minha Bella. Isso eu tenho certeza. — ele diz com um ar triste.
– Então devemos esperar ela acordar e perguntar. — digo.
– Sim. — diz. — Será que você pode conversar com ela, não estou preparado para outro encontro. Não agora, não com ela desse jeito. – fala meio irritado meio tristonho.
– Não se preocupe Ed. — digo me levantando e envolvendo meus braços em torno do seu corpo. — Eu falarei com ela e nós vamos descobri o que aconteceu. Iremos descobri se ela está realmente sem memoria e se ela estiver saberemos quem a colocou contra nós. — digo e ele sorri seco.
– Não sei o que faria sem você Alice. — ele diz e eu sorrio.
– Provavelmente você seria um zumbi. — digo e rimos.
Bella POV
Acordo em um quarto estranho com a sensação que um caminhão havia passado por cima de mim. Ao olhar pelo quarto percebo que estou sozinha e minha mente começa a trabalhar fazendo-me lembra do que havia acontecido.
– Merda! — exclamo quando tudo fica nítido em minha cabeça.
Os malditos conseguiram me apagar, agora eu não poderia chorar pelo leite derramado e sim teria que pensar em uma forma de sair ilesa ou pelo menos o menos ferida possível.
Não sei quanto tempo passou até que a porta do quarto foi aberta e uma pequena mulher passa por ela. Examino-a, ela é pequena e me olhar em expectativa.
– Oi Bella. — diz e eu pulo da cama a olhando irritada.
– Meu nome não é Bella. – falo grossa. — Agora deixe-me sair. — digo e ela nega.
– Eu não posso. — diz e tranca a porta.
– Você sabe que posso recuperar a chave não sabe? — pergunto e ela sorri.
– Não duvido disso. — diz. — Mas mesmo que a fizesse você não passaria pelos rapazes. — ela diz e eu suspiro irritada. — Podemos conversa? — pergunta se sentando na cama.
– Não temos o que falar. — falo.
– Claro que temos. — diz. — Você pode começar dizendo seu nome . — ela fala e eu permaneço calada. — Tenho o dia todo. — diz sorrindo como uma besta.
– Anabelle Hunt. — digo e ela nega.
– Está errada seu nome é Isabella Masen. — fala e eu riu.
– Não mesmo. — falo com desprezo.
– Há seis anos minha prima Isabella Masen sumiu, nos a procuramos mais nunca a encontramos e ela nunca deu noticias. Por um momento cheguei a acreditar que ela poderia estar morta, agora vejo que não. — ela diz e eu a olho seria. Essa pequena criatura pensa que eu sou sua prima? Pior pensar que eu sou uma raça ruim? Só poderia está louca.
– Desculpe mais eu não sou essa pessoa. — digo e ela nega.
– O que você lembra de seis anos atrás? Às vezes você não se sente deslocada? Como se estivesse no lugar errado, como se não pertencesse aquele lugar? — ela pergunta mais eu permaneço calada. Sim eu me sentia assim, mas eu não poderia ser a prima dela. Não mesmo, porque se fosse verdade o James teria metido pra mim todos os anos, teria me manipulado como um peça de xadez.
Ficamos nos encarando por um bom tempo, diante do meu completo silencia a baixinha recomeçou a falar.
– Eu não sei o que aconteceu com você Bella . — ela diz e se levanta. — Mas você é sim minha prima querida que tanto procurei. — diz e me entrega um notebook que acabou de pegar. — Aqui tem algumas fotos, você é a Bella sim. — diz.
Começo a olhar as fotos e a cada foto que olho meu coração aperta cada vez mais. Será mesmo que esses seis anos que vive foram uma farsa? Uma mentira. De repente varias fotos minhas com o Edward começam a aparecer na tele, nelas parecemos felizes juntos. Uma foto em questão me chama a atenção, o Edward está sentado em uma cadeira e olha diretamente para a câmera, seus verdes seus cabelos ruivos e seu sorriso marcante.
Olhando para seu rosto na foto outro rosto aparece em minha mente, um rosto mais jovem com os mesmos olhos o mesmo sorriso. Então tudo parece confirma a suspeita da pequena que me olhava ansiosa.
Muitas coisas ficaram claras.
Eu podia não me lembra de nada mais de certeza de três coisas:
Eu era mesmo Isabella Masen.
Todos esses anos que vivi foi uma farsa e o responsável por ela era o James.
Eu iria me vingar.
– Maldito. — grito me levantando. — Vamos baixinha eu tenho assuntos a resolver. — ela me olhar seria e sorri.
– Você acredita em mim agora? — pergunta e eu confirmo. — Alias meu nome é Alice. -diz.
– Certo Alice. Eu acredito em você agora será que podemos descer eu preciso acerta algumas coisas. — digo e ela me encara. Eu não ficaria enrolando, foram seis anos de mentira e cada segundo que se passava só amentava a minha raiva e a minha gana de vingança.
– Antes você tem que explicar algumas coisas. — ela diz.
– Eu sei. — digo e suspiro. — Mais quero fazer isso lá embaixo assim não tenho que repetir para o Edward e o Jasper. — falo e ela se move para abri a porta.
– Certo vamos. — diz e eu a sigo.
Quando chegamos à sala dois pares de olhos nos encaram. Meus olhos se fixam em um, que me olha confuso, mas com amor estampado neles.
– Ela não se lembra de nada mais acredita em nos agora. — Alice diz e eu os vejo respirar aliviados.
O Edward se levanta e caminha até mim me abraçando de surpresa. No primeiro momento foi um choque, mas ao me senti acolhida em seus braços uma sensação de segurança tomou conta de mim e eu retribui seu abraço.
– Você pode não se lembra mio amore, mas se você se apaixonou por mim uma vez se apaixonará de novo. — ele diz e eu sorrio antes de me afasta.
– Obrigada. — falo meio sem graça e ele sorri dando um beijo em minha testa.
Era engraçado como a poucas horas o que eu mais queria era mata-lo e agora o que eu mais queria era estar com ele, conhece-lo e porque não dizer ama-lo.
– Acabou o momento love de vocês? — Alice pergunta e nós nos separamos. — Eu quero saber o que aconteceu esses anos todos Bella. — ela diz e o Edward me puxa para o sofá.
Antes de começar a conta tudo eu respiro fundo.
Edward POV
Desde que a Alice subiu para conversa com a Bella eu estava com os nervos à flor da pele. A possibilidade dela ter esquecido de tudo me deixava aflito, caso essa hipótese se confirmasse eu iria caçar o maldito que a colocou contra nós, pois tenho certeza que ela não atiraria em mim se não houvesse uma grande historia por traz de seus motivos.
– Edward será que você pode parar de andar de um lado pro outro. — Jasper fala.
– Eu estou nervoso porra. — falo e ele me olha serio.
– Eu sei. — diz. — Mas você precisa se acalmar. — ele fala e nesse momento escutamos passos no andar de cima.
Ficamos em silencio até que as duas aparecem no lance da escada. Aguardo ansioso elas descerem, eu precisava saber o que tinha acontecido todos esses anos e o mais importante precisava tê-la em meus braços.
– Ela não se lembra de nada mais acredita em nos agora. — Alice diz e finalmente eu solto o ar de meus pulmões.
Levanto-me e caminho até elas, puxo Isabella para os meus braços. E finalmente depois de anos posso sorrir, sorrir verdadeiramente. O amor da minha vida estava de volta, estava enfim em meus braços. Uma grande surpresa foi tê-la retribuindo meu abraço, ela podia não lembra de mim mais eu faria ela lembra e se ela não lembra faria com que ela se apaixonasse por mim novamente.
– Você pode não se lembra mio amore, mas se você se apaixonou por mim uma vez se apaixonará de novo. – digo.
– Obrigada. — ela diz corada e eu beijo sua testa.
– Acabou o momento Love de vocês? -Alice diz quebrando nosso encanto. — Eu quero saber o que aconteceu esses anos todos Bella. — ela fala e eu puxo Bella para o sofá.
Esperamos paciente que ela começasse a contar o que aconteceu durante esses anos todos.
– Eu acordei no hospital sem saber quem era o que havia acontecido, um homem estava lá e disse ser meu marido. — ela diz e me olha. Vendo minha raiva segura minha mão . — Eu não sabia o que pensar, estava sozinha e acreditei em suas palavras. Ele tinha documentos que diziam que meu nome era Anabella Hunt e que éramos marido e mulher. — ela diz.
– Como ele se chama Bella? — pergunto.
– James Hunt. — diz. Não podia ser , teria que ser penas coincidência. Quando James sumiu da Itália no mesmo período que a Bella eu mandei investiga-lo, mas nada ligava ele a minha doce esposa.
– Como ele é fisicamente? — pergunto.
– Alto, forte. — ela diz.
– E esse Bella? — Alice diz entregando a ela seu celular.
– Sim é ele. — ela diz.
–Desgraçado. — falo me levantando. — Filho da puta. — digo jogando um vaso na parede.
– Edward se acalme. — diz a Alice. — Bella o que aconteceu depois.? — pergunta.
– Ele disse que eu havia caído e batido a cabeça por isso não lembrava de nada. Nós viemos pra cá e ele me disse que vocês tinham sido responsáveis pela morte dos nossos pais. — ela diz e de repente explode em lagrimas me deixando preocupado.
– Amor se acalme. — falo me sentando e a puxando para meu colo.
– Eu fui tão burra. — diz soluçando. — Fiquei com tanta raiva de vocês que acreditei e tudo que ele dizia, ele me cegou a tal ponto que eu não procurei pesquisar sobre vocês só acreditei nele. – diz com a voz embargada.
– Shii. — falo passando as mãos em suas costas. — Amor se acalme. — digo e a faço me olhar. — Amor à culpa não foi sua. — falo secando suas lagrimas.
– Se eu tivesse procurado saber a respeito de vocês se... — ela diz.
– Pare com isso, a culpa não foi sua ok? — pergunto e ela balança a cabeça.
– Eu deveria ter percebido que era tudo uma farsa, que ele nunca me amou, eu deveria ter seguido meus instintos e me afastado eu deveria tê-lo afastado do meu... — ela não termina a frase, simplesmente pula do meu colo. — Nos temos que ir agora, céus ele não pode descobri que sei de tudo, não agora, não sem antes eu tê-lo em segurança. — ela diz nervosa. Seu olhar de chorosa passa a preocupado.
–Bella se explique eu não estou entendendo nada. — digo.
– Edward nós temos que pega-lo. — diz me olhando nos olhos. — Temos que ir agora. — diz.
– Se acalme e me diga quem nos temos que pegar Bella. — peço e ela me olha nervosa.
–Nosso filho Edward, temos que pegar nosso Henri. — ela diz e tudo parece suspenso. Nosso filho ela disse, nosso filho. Céus ela teve nosso bebê, ela teve nosso menino.
– Ele está vivo? — pergunto tremulo.
– Sim. — diz e pega minhas mãos. — Por favor Edward vamos, vamos pega-lo. — ela diz e eu a abraço.
– Calma meu amor, nós iremos pegar nosso menino. — digo e olho para o Jasper informando que ele tinha que fazer. — Olhe pra mim. — peço e ela me olha. — Fique calma agora, nós vamos pega-lo e vamos ser uma família de novo. – falo com a certeza de que finalmente eu voltaria a viver.
– Uma família. — diz e eu sorrio.
– Sim meu amor uma família. — falo e a solto. — Agora vamos.
– Espera . — ela diz me fazendo olha-la.
Bella POV
– Espera o que Bella? Quero nosso filho ao nosso lado imediatamente. — diz nervoso.
– Eu sei disso Edward, mas o James pode estar lá e não podemos colocar o Henri em perigo. — digo e o vejo respirar fundo.
– Você não pretende ir lá sozinha não é mesmo? Porque se essa for sua intenção pode tira-la da sua cabeça, eu não vou deixa-la sozinha com aquele filho da puta. — pergunta e eu suspiro.
– Sim Edward eu vou sozinha. Vocês me esperam do lado de fora, tenho pessoas de confiança lá. — digo e ele parece pensar um pouco antes de se aproximar e tocar minha bochecha.
– Eu não posso perde-la de novo. Você pode entender isso? – pergunta e eu toco sua mão.
– Você não vai, eu juro Edward você não vai. — falo e ele me puxa para um abraço.
– Meia hora Bella, você tem meia hora se não sair de lá nesse tempo eu invado porra da casa e que Deus me ajude. — diz e eu concordo. Esse homem era mandão. Eu poderia não estar apaixonada por ele, mas se ele continuasse assim seria fácil que isso acontecesse.
– Antes disso estaremos juntos. — digo e ele beija minha testa.
– Assim espero. — fala.
Saímos em três caros, em alguns minutos paramos próximo a minha casa.
– 30 minutos. — o Edward diz quando abro a porta.
– Antes disso. — digo sorrindo e saindo do carro.
Quando chego ao portão logo ele é aberto e um rosto confiável aparece por ele.
– Ele está em casa? — pergunto.
– Não senhora. — diz e eu solto um pouco da tensão.
– Jonh nós não temos tempo. Eu descobri quem sou e que tudo isso é uma farsa, preciso tirar o Henri daqui. — digo e ele me olha serio.
– O que preciso fazer? — pergunta solicito.
– Imobilize todos os homens de confiança dele e depois o procure. — falo e ele concorda.
– Farei isso imediatamente. — diz e sai dando ordens aos seus homens pelo radio.
Com o Jonh fazendo seu trabalho sigo ao encontro do meu filho. Teria que agir rápido antes que o maluco do Edward invadisse a casa.
– Senhora. — diz Joanne ao me ver entra.
– Onde está o Henri? — pergunto.
– Lá em cima com a Jules. — diz.
– Ótimo. — falo e a olho. — Prepare alguma coisa para eu comer. — falo e subo as escadas. Sabia muito bem que Joana era uma das pessoas de confiança do James, então quanto mais ocupada estivesse melhor.
Ao entra no quarto dou de cara com a Jules e o Henri vendo tv e me permito respira aliviada, meu filho estava bem.
– Jules. — digo chamando sua atenção.
– Senhora. — diz pulando da cama ao mesmo tempo que meu pequeno.
– Mamãe. — fala meu bebê correndo e se jogando em cima de mim.
– Meu amorzinho. — digo beijando seus cabelos.
– Tava com saudades. — diz e eu sorrio.
– Eu também príncipe. — falo e puxo seu rostinho. — Preciso que faça algo pra mamãe está bem? — pergunto e ele assenti com a cabeça. — Você vai ficar quentinho na cama, certo? — pergunto e como para responder minha pergunta ele corre e se senta na cama. — Jules preciso que preste atenção ok? — pergunto.
– Sim senhora. — diz.
– Você vai pro seu quarto e vai arrumar uma mala com algumas roupas e todos os seus documentos, faça isso o mais discretamente possível. — falo e ela me olha confusa. — Depois eu te explico tudo, agora vá. — falo e ela sai.
Olho pro Henri que está deitado concentrado na tv, sorriu e sigo para o seu armário. Pego algumas roupas e seus documentos os colocando em sua mala de viagem. Com tudo pronto me afasto e sento ao seu lado.
– Filho. — digo chamando sua atenção. Ele se levanta e senta em meu colo. — Amor à mamãe precisa lhe contar uma historia e para isso precisa que você preste atenção certo? — pergunto.
– Eu vou mamãe. — diz e eu sorrio. Meu menino inteligente.
– Você lembra que a mamãe disse que tinha batido a cabeça e por isso não lembrava de nada? — pergunto e ele assente. — Então a mamãe encontrou algumas pessoas que contaram a ela algumas coisas.
– E a senhora lembrou? — pergunta animado.
– Não a mamãe não lembrou, mas descobriu que o James estava mentindo. — falo e seus olhos se arregalam.
– O bicho feio tava metindo? Que feio. — diz e eu me seguro pra não rir.
– Sim meu amor. A mamãe descobriu que o James é um mentiroso, querido é muito difícil explicar tudo e não temos muito tempo. — falo e nesse momento meu telefone toca.
– Algum problema? — pergunto ao atender.
– Tem alguns homens aqui que querem entra... — ele não termina de falar.
– Jonh o que aconteceu ? — pergunto nervosa.
– Isabella mande esse bostinha me deixar entra ou então vou começar a festa. — diz e eu rio. Minha nossa pelo jeito o Edward não tinha um pingo dê paciência.
– Devolva o celular Edward. — falo e pouco depois escuto a voz do Jonh. — Deixe-os entra Jonh. — falo e desligo voltando meu olhar ao meu filho que me encara curioso e ao mesmo tempo nervoso. — Amor preste atenção a mamãe não pode te explicar tudo porque você e muito pequeno pra entender.
– Eu não sou pequeno mamãe. — diz fazendo bico e eu rio.
– Sim você é. — falo e o beijo. — Querido o que você mais quer na vida? — pergunto já sabendo a resposta.
– Um papai. — diz sem pestanejar.
– A mamãe achou seu papai filho. — digo e sua boca abre enquanto lagrimas caem de seus olhos.
– De verdade mamãe? O bicho feio não é meu papai? — pergunta.
– Não meu amor, o bicho feio não é seu pai. — falo e aliso seu pequeno rosto. – James tinha muita raiva do seu pai por isso quando a mamãe acordou sem se lembra de nada ele mentiu e disse que era meu marido, seu pai.- digo e ele me olha ansioso.
– E o meu papai tá aonde? – pergunta.
– Ele está lá embaixo querido. O nome dele é Edward e ele não ver a hora de conhece-lo. – digo e ele ri e chora pulando da cama.
–Vamos mamãe eu quero meu pai. — grita ainda chorando.
– Vamos meu amor. — falo pegando sua mala e segurando sua mão. — Vamos atrás da nossa felicidade. — sussurro.
Fale com o autor