Atração Perigosa
6 Desejo
Notas iniciais
Bora lá então, pq hj a coisa já começa a esquentar....
No PV Jacob, no final do capítulo anterior:
Renesmee abriu sua mão, já se preparando para largar a minha, mas eu segurei mais firme a dela e a puxei colando o seu corpo no meu, a deixando entre a mesa e eu. Ela olhou pra mim assustada. Minhas mãos algemadas ficaram entre o meu corpo e o dela, sem soltar a sua mão.
_A tiro do sério, doutora?
Eu falava muito perto da sua boca, fazendo os pelos dos seus braços se eriçarem. Eu sentia o coração de Renesmee batendo freneticamente em seu peito. Ela ainda olhava pra mim, e eu fui aproximando nossas bocas. Ela fechou os olhos, esperando pelo beijo do jeito que eu imaginei que faria, pelo visto o desejo que eu sentia era recíproco. Meu pau estava duríssimo e latejava louco de vontade de possuí-la. Eu estava com muita vontade de beijá-la, mas se eu fizesse isso ali, na condição em que eu me encontrava, não iria parar até que estivesse com meu membro enterrado até o talo dentro dela e pelo jeito isso não iria ser muito difícil. E com certeza eu ainda iria fazer isso, mas não daquela forma, com as mãos e os pés algemados. Virei a cabeça e rocei meu nariz em toda a extensão do seu pescoço inspirando profundamente, começando pela clavícula, até chegar na orelha.
_Gosto do seu cheiro – eu disse próximo ao seu ouvido e a soltei.
PV Renesmee
_Nunca mais toque em mim novamente – as palavras, quase não saíram da minha boca, tamanho o efeito que aquele homem tinha causado em mim, só com aquela proximidade. Quando ele me soltou eu quase fui ao chão, devido à moleza nas minhas pernas. Eu pensei que ele iria me beijar e o pior de tudo foi que eu desejei isso, e podia jurar que ele também. Eu ainda estava assustada e muito excitada devido a proximidade do seu corpo com o meu. Ele olhava pra mim, sem esboçar nenhuma reação, apenas me encarando, me estudando... – Olha aqui – apontei o dedo pra ele – Se você ousar se aproximar de mim dessa forma novamente, eu vou denunciá-lo por assédio – falei mais firme dessa vez.
Não esperei mais nada e me virei já abrindo a porta, e saí de uma vez, respirando aliviada. O que tinha sido aquilo afinal?? Ele ia me agarrar, era isso??? Ai meu Deus, e eu queria que ele fizesse isso... Não. Não queria!!
Passei todo o nosso diálogo na minha cabeça. Ele parecia estar me testando o tempo todo. O olhar que ele dirigiu a mim logo quando eu cheguei naquela sala, me incendiou até os ossos. E outra vez eu senti aquele choque elétrico já conhecido quando a sua mão tocou a minha, aquilo já estava ficando constrangedor.
Quando ele me puxou pela mão eu fiquei totalmente estática e sem reação, nunca esperava uma coisa daquela. Pude sentir toda a força do seu corpo musculoso junto ao meu e toda a potência do seu membro que estava muito duro, mesmo ele ficando com o corpo da cintura pra baixo a uma certa distância, aquilo não era uma coisa que se podia deixar de notar. Ele me desejava?? Não, o que ele queria era uma válvula de escape pra poder descarregar sua libido, usar e jogar fora.
Ele me deixou encurralada entre aquela mesa e aquele muro de concreto que era o corpo dele, e falava comigo jogando o seu hálito quente sobre o meu rosto, o seu cheiro me invadindo, me deixando tonta. O meu desejo por ele só subindo, eu estava totalmente molhada de tão excitada e aquilo não era certo. Não podia estar acontecendo isso. Eu não podia desejar um bandido inescrupuloso como ele.
Apesar de ter ficado mais de uma semana sem vê-lo, não tinha como negar o quanto sua figura me afetava. Foi só ele surgir naquela sala com aquele olhar frio e o cheiro de macho que ele tinha que a temperatura do meu corpo já começou a subir. Ele me olhava do mesmo jeito frio de antes, mas por várias vezes pude perceber seus olhos me encarando de outra forma, a mesma que eu fazia quando via uma trufa muito gostosa.
Tentei manter o assunto o mais possível dentro do profissional, mesmo quando aquele idiota tentou por várias vezes me provocar. E vê se pode ainda falar que eu não sou uma advogada tão ruim quanto ele pensou?! Argh. Que ódio! Idiota, era isso o que ele era. Idiota, metido. E logo hoje eu tinha vindo disposta a não cair mais nas provocações dele, ele me desarma daquela maneira.
E ainda insinuando que eu não entendia nada de sexo. Tá certo que eu não sou nenhuma expert no assunto, mas também não sou nenhuma leiga. Lógico que eu não tenho a experiência que ele tem que já deve ter deitado com a maioria das putas e piranhas de NY e adjacências, e muito menos tinha a experiência dessas mulheres. E nem queria ter! Mas aquilo realmente me irritou, como se eu fosse uma bobinha que não entendia de nada. Eu realmente detestava que alguém fizesse pouco caso de mim.
Eu fui andando rápido já me dirigindo a administração daquela unidade. Então ele quer usar mais uma coitada? Que seja então, eu ia falar com o Diretor desse lugar o mais rápido o possível e ele que fizesse bom proveito dessa prostituta barata que iria vir transar com ele, que com certeza ele deve ter contratado, porque ele não deve ter mulher nenhuma. Quem seria louca suficiente a ponto de se envolver com homem insuportável daqueles? Se bem que essas piranhas se deixam levar por qualquer homem bonito que aparece na frente, sendo mau caráter ou não. Umas até prefere que sejam bandidos mesmo. Humph! E tomara que ele pegasse uma doença venérea grave e que caísse o pinto dele, aí eu queria só ver quem não iria entender nada de sexo, e nem praticar.
Cheguei à administração da penitenciária e conversei com o Diretor que me encaminhou para a assistente social, para que eu pudesse conversar sobre o assunto da visita íntima. Queria resolver isso logo e ir embora. Ela me falou que a visita íntima dele seria no final dessa semana, que já tinha sido agendado e que a visita já havia sido avisada. Então problema resolvido, ele que fizesse bom proveito da coitada.
Peguei meu carro e no caminho não deixava de pensar naquele imbecil e na visita que ele teria. Será que mulher era essa? Era o quê dele? Mulher dele, ficante, companheira, namorada? Ah, foda-se! E o que eu tinha haver se ele tinha vinte mulheres ou nenhuma? Problema dele e da coitada que tinha que aturá-lo. Aquilo devia ser um ogro na cama. Bruto, mal educado, devia usar, abusar e jogar fora. Um animal! É isso com certeza, depois do que aconteceu hoje, eu tinha certeza que ele devia ser um animal. Mas que pegada era aquela??? Ah, quero nem saber.
Ele que ficasse uma semana trancado com qualquer uma lá dentro e talvez isso deixasse ele menos ranzinza, e largava de me olhar com fome. E não me agarrava mais e pronto!
Fui direto para o escritório e entrei na minha sala bufando, e jogando minhas coisas em cima da mesa, com uma Claire eufórica logo atrás de mim.
_O que aconteceu Nessie? Por que você tá com essa cara e resmungando tanto?
_Essa cara é a única que eu tenho – ela olhou pra mim bem chateada e se virou pra sair – Espera, Claire. Desculpa, sabe o que é? – ela balançou a cabeça negativamente, e ainda de cara amarrada – Aquele idiota do cliente que eu te falei, lembra? – ele já mudou a fisionomia na hora, Claire não tinha jeito.
_Sei... O bandido gostosão??
_Claire!
_Uai, mas não é? Eu vi a foto daquele pedaço de mau caminho.
_Claire ele é um presidiário. Um bandido perigoso.
_Nessie isso não tira o fato óbvio dele ser lindo. Mas me fala o que aconteceu?
_Aquele bandido do Jacob Black, ele... Ele é um irritante, metido, arrogante... Ah! Eu odeio aquele cara.
_Calma Nessie, isso tudo aí você já me falou várias vezes. Respira e me conta o que houve dessa vez.
_Eu cheguei lá, naquela penitenciária e ele ficou me analisando durante toda a conversa, me provocando o tempo inteiro, parece que ele se sente bem ao me irritar. E ainda no final da conversa ele me agarrou.
_O QUÊ???? Como assim, te agarrou??? Ele te beijou?????
_NÃO!!! Claro que não. Ele segurou minha mão e me puxou pra junto dele, e do jeito que ele fez eu até pensei que ele ia me beijar, mas ele queria que eu o ajudasse a marcar uma visita íntima com uma mulher lá.
_Hum... Sei, mas me conta isso direito que eu não tô entendendo.
_Ele me puxou pela mão e meu corpo ficou muito próximo do dele, sei lá. Sei que se ele tivesse me beijado eu iria processá-lo!!! Ah, Claire aquele homem é louco. Você precisa ver como ele é intimidante, frio...
_Lindo, gostoso, forte...
_Mas será possível, Claire. E o Quil, hein?
_Não muda de assunto. Olha aqui Nessie, eu acho que essa sua raiva não é porque ele te agarrou e sim porque ele não te beijou, e agora ainda vai dormir lá com a namorada dele.
_CLARO QUE NÃO!!! Olha pra mim Claire, vê se eu tenho cara de mulher que gosta de bandido? Eu tenho o meu namorado que eu amo e estou muito bem com ele. E mesmo que eu não tivesse namorado, Jacob Black seria o último homem na face da terra que eu iria querer.
_Então tá simples de resolver. É só largar o caso. Você não vai mais precisar ver ele e pronto.
_Não posso. Isso é o mesmo que dizer, que eu não sou capaz. E isso eu não posso fazer. Vou terminar esse caso e pronto.
_Você quem sabe. Se é isso mesmo o que você quer...
_É isso mesmo o que eu vou fazer.
_Tudo bem, mas eu vim aqui te contar que eu e o Quil almoçamos juntos hoje.
_Mesmo??? E aí Claire?
_Aí que a gente conversou muito e foi muito bom.
_E????
_E o que?
_Rolou mais alguma coisa? Um beijo? Marcaram alguma outra coisa? Me conta tudo!!!!
_Ei, calma amiga! Não aconteceu nada disso. Ainda. Mas já foi um começo, né.
Claire ficou na minha sala me contando tudo sobre o almoço dela, mas não adiantava o quanto me esforçasse para prestar atenção no que ela dizia a minha mente estava longe. Longe e totalmente fora de controle, porque por mais que eu não quisesse meus pensamentos me traiam e voltavam para um certo moreno alto e inescrupuloso.
Passei o dia todo no escritório com a cabeça cheia e ainda na hora de ir embora encontrei com Félix na saída do elevador. Ele começou a puxar conversa e não parava de falar, não me deixando ir embora. Até que consegui sair da Volturi, já era à noite.
Depois de um trânsito estressante, cheguei em casa quase 9h da noite, com a cabeça latejando de dor. Essas idas e vindas de NY pra cá já estavam me cansando e acho que já era hora de providenciar um apartamento pra mim. Não fazia sentido com essa idade ainda morar com meus pais e ainda tinha o Alec que podia chegar a qualquer momento, e seria legal que nós tivéssemos mais privacidade e meus pais também. Fui à cozinha fazer um lanche vi o bilhete da minha mãe avisando que eles tinham saído. Tomei uma ducha quente e logo depois um analgésico, e fui me deitar. Estava tão cansada que peguei rápido no sono.
Acordei apavorada com alguém pulando a janela do meu quarto. Era ele, Jacob Black. Ele usava o uniforme da penitenciária, uma calça e uma camisa de brim azul royal. Sentei-me assustada na cama e abri minha boca já pronta pra gritar, mas o único som que saiu da minha boca foi um gemido ao vê-lo tirar a camisa e jogá-la num canto do quarto. Seu peito era amplo e definido, e eu podia jurar que dava pra contar quantos gomos tinha na sua barriga. Ele se aproximou de mim na cama segurando com as duas mãos a minha camisola e a puxou rasgando-a de cima a baixo, fazendo meus seios saltarem em sua direção. Ele se jogou sobre mim, já sugando meus seios, me fazendo deitar na cama com ele por cima do meu corpo. Com certeza eu sabia que ele era perigoso e ainda devia estar ali foragido da prisão, abri a boca pronta para gritar.
_Ahh. Jake – eu deveria gritar, pedir socorro, mas minha única reação foi segurar em seus cabelos e gemer o seu nome.
Ele levantou o rosto e eu vi o desejo por mim em seus olhos, ou talvez seria apenas o reflexo do meu desejo por ele. Jake segurou os meus cabelos e invadiu a minha boca com a sua língua fazendo o meu corpo arder. Sua língua ávida explorava todos os cantos da minha boca, num beijo quase bruto. Segurei firme em suas costas e faminta retribui o beijo. Nossas línguas se encontraram sedentas e nosso beijo ficou selvagem, denunciando todo o tesão de um pelo outro.
_Você é tão gostosa quanto eu pensei... – ele disse assim que separamos nossas bocas. Eu ainda estava ofegante
Eu sabia que aquilo era errado, mas a única coisa que eu fiz foi enfiar minhas mãos pelos seus cabelos e gemer mais, quando ele desceu seus lábios pelo meu corpo, maltratando meu pescoço até chegar aos meus seios novamente. Ele sugava meu seio esquerdo com fome e logo após passava a língua apenas no bico, e então arranhava a pele sensível com os dentes, enquanto apertava com uma mão o outro, para logo depois revezar entre um seio e outro.
Jake se encaixou entre as minhas pernas e começou a roçar seu membro, que estava muito rígido em meu sexo que já estava totalmente molhado e latejava de vontade de ter o membro dele bem ali, me preenchendo.
_Eu sonhei muito em estar com você assim. – ele me falava, enquanto fazia movimentos de vai e vem com seu membro na minha intimidade, imitando uma penetração e eu senti que podia gozar só com ele fazendo aquilo, e me beijando daquele jeito. Mas eu queria mais.
_Jake, eu quero você... – ele parou o que estava fazendo e me fitou com as pupilas dilatadas pelo desejo e eu correspondi o seu olhar, e falei o que eu mais queria naquele momento – Eu quero sentir você inteiramente dentro de mim... Forte e fundo.
Ele soltou um grunhido e tirou o restante das suas roupas, posicionando sua enorme ereção na minha entrada, eu senti o quanto seu membro estava duro e quente quando ele começou a deslizar a cabecinha dentro de mim.
Acordei suada e completamente excitada com o despertador tocando alto. Eram 8h da manhã. Meu Deus do céu!!! Que sonho foi esse com aquele crápula? Meu corpo ainda estava ardendo e meu sexo ainda molhado, fisgava. Eu estava ficando louca. Fato! Levantei-me e fui tomar um banho gelado, para ver se melhorava o calor que eu estava sentindo.
Os dias se passaram e estava tudo correndo bem. Eu já estava procurando um apartamento e já tinha conversado sobre isso com meus pais. No começo eles não gostaram da idéia, mas eu argumentei e eles entenderam que eu precisava mais de privacidade, e eles também. No escritório tudo corria bem e o julgamento de Jacob Black foi marcado para dali a cinco dias e eu precisava ir até a delegacia conversar com ele e explicar sobre o julgamento.
Acordei cedo e decidir passar primeiro na Penitenciária para avisar sobre a data e o horário do julgamento ao meu cliente, antes de ir para o escritório. Enquanto aguardava na sala para o guarda buscá-lo, já sabia exatamente o que dizer. Mas, uma sensação de ansiedade já me dominava e meu corpo reagia incontrolável na expectativa de vê-lo. Meu corpo lembrava-se exatamente da temperatura do corpo dele junto ao meu e daquela proximidade da última vez. O pior era que o sonho que eu tive não ajudava em nada.
Ele entrou na sala, lindo e perigoso, como de costume. Cumprimentamo-nos, mas não ofereci minha mão pra ele e ele permaneceu quieto, apenas sentando-se na cadeira e olhando fixamente para mim.
_Então, Sr. Black, vim aqui para avisá-lo de que foi marcado o seu julgamento para daqui a cinco dias, às 16 h – eu queria muito me focar nessa conversa, mas depois daquele sonho que eu tive com ele era difícil não imaginá-lo despido.
_Creio que a minha defesa já está pronta, correto?
_Como conversamos da última vez que vim aqui, está. Já defini todos os pontos e creio que o senhor tem muitas chances de conseguir uma condicional, mas como sabe depende muito do júri.
_E também da minha advogada.
_Quanto a isso não precisa se preocupar.
_Tem certeza??
_Absoluta.
_É muito confiante doutora.
_Não é confiança, é competência.
_Sei... Espero que esteja certa – ele esboçou um riso de lado e me olhou. Aquele olhar intimidante que me despia dos pés à cabeça.
Jacob hoje estava estranho e muito quieto, mas sempre arrumava um jeito de me alfinetar. Como já tinha dito tudo me levantei para sair, querendo me livrar logo da sua insuportável presença e da sensação quente que me acompanhava sempre que eu estava perto dele.
_Bem, era isso o que eu tinha a dizer...
_Quero agradecê-la por atender o meu pedido. Minha visita íntima aconteceu essa semana e a noite foi bem proveitosa.
E o que eu tinha a ver se a noite dele foi proveitosa ou não?? Problema dele se tinha comido alguma piranha a noite inteira. Eu não tinha interesse nenhum nisso.
_Que bom. Agora, com licença. Até o Tribunal, Sr. Black.
Nem olhei para a cara dele e caminhei até a porta, já estava quase chegando à porta quando senti duas mãos fortes apertarem minha cintura e girar o meu corpo.
_Mas como???? – eu olhei para Jacob que estava me segurando muito perto dele. Eu coloquei os braços no seu peito e tentei empurrá-lo sem nenhum sucesso. Eu não estava entendendo nada, pois num segundo ele estava com os pés e as mãos algemados sentado naquela cadeira e no segundo seguinte ele estava livre e me agarrando – Afaste-se de mim.
_Shhh... Acho que nós dois não queremos isso.
Antes que eu falasse qualquer coisa, Jacob segurou meu pescoço com ambas às mãos e colou seus lábios nos meus. Sua boca era firme e macia e encaixava-se perfeitamente na minha. Ele não me deu tempo de nenhuma reação e já foi logo tomando minha boca com fome. Invadindo-me com sua língua, que assim que entrou em minha boca fez meu corpo inteiro se ascender. Era estranho, um calor fora do comum. Sua língua percorria cada canto da minha boca me deixando completamente desnorteada. O beijo dele era sensual e agressivo, assim como ele, e eu ainda tentei empurrá-lo, mas ele era infinitamente mais forte do que eu e só me apertava mais a ele, me fazendo sentir o quanto aquela situação o excitava. Eu o entendia bem, porque não tinha como negar o quanto eu também estava excitada. Eu sentia seu membro duro roçando o meu ventre e minha calcinha já estava molhada e minha intimidade pulsava de desejo por aquele ogro. Eu não podia, mas me vi correspondendo ao beijo, entrelaçando minha língua na dele, e sentindo um fogo pelo meu corpo que nunca havia sentindo antes, com ninguém. Mesmo parando de empurrá-lo, eu não o toquei. Com muito custo e indo contra o desejo que ameaçava me dominar, fiz meu corpo me obedecer e mantive minhas mãos fechadas em punho junto ao meu corpo. Ele soltou a minha boca, só para ir lambendo toda a extensão do meu pescoço me fazendo arrepiar de desejo e eu mordi meus lábios com força para segurar dentro da boca os gemidos de prazer que ameaçam sair. Suas mãos foram descendo pelo meu corpo e eu voltei à realidade. Numa luta entre a minha razão e o desejo do meu corpo eu reuni toda a minha força física e de vontade, e dei um empurrão nele, conseguindo afastar meu corpo para trás. Ele olhou pra mim com os olhos ardendo de desejo.
_Você ficou louco, seu idiota? – eu ainda respirava aos arquejos e o corpo dele próximo a mim não ajudava muito, mas eu falei antes dele falar qualquer coisa.
Eu tinha correspondido ao beijo, mas até eu entender o que estava havendo comigo, eu negaria isso até o fim.
_Vai negar que gostou??
Ele sorriu de lado com aquela cara de cínico que ele tinha. Bandido!!! Não pensei duas vezes e dei um tapa naquela cara de safado dele com toda a força que eu podia.
_Isso responde a sua pergunta?
PV Jacob
Depois que Renesmee foi embora da Penitenciária aquele dia, eu tive certeza que a teria. Era só questão de tempo levá-la pra minha cama, ou qualquer outro lugar que fosse, contando que eu estivesse com o meu pau dentro dela, fodendo ela bem forte. Ela podia até negar, mas ela não era imune a mim. Eu sabia que existia uma atração entre nós.
Passaram-se alguns dias e eu ainda naquela, fissurado em sexo e pensando nisso todos os dias.Eu não agüentava mais bater punheta pensando na porcaria daquela advogada. E até que enfim tinha chegado o dia que eu ia dar uma trepada.
Logo que eu entrei naquele quarto, Leah já estava lá me esperando. Ela estava em pé totalmente nua e com o cabelo preto liso solto. Ela era muito bonita e ainda tinha o corpo de dar água na boca. Era boa pra caralho! Leah olhou pra mim mostrando todos os dentes.
_Oi Jacob! – ela falou, muito feliz pelo jeito e eu só queria saber de liberar a minha porra acumulada.
_Leah, menos conversa e mais ação.
Avancei pra cima dela e segurei em seu rosto com uma mão e a outra foi direto pra baixo apertando a sua bunda, a beijando em seguida. Ela retribuiu o beijo, entrelaçando sua língua na minha, já com a mão esfregando o meu pau e gemendo como a cadela que era.
_Me come Black. Eu sou sua, você sabe que eu sou a sua cachorrinha – ela falou assim que nós separamos as bocas. Os bicos dos seus seios já estavam duros e apontavam na minha direção.
_Sim. É isso mesmo que você é.
Afastei-a já tirando toda a minha roupa e logo depois a joguei em cima da cama já com o meu corpo sobre o dela, e estoquei fundo de uma só vez. Ela já era acostumada comigo, mas mesmo assim ela gritou, e eu continuei metendo meu pau com tudo na boceta melada dela. Ela gemia muito e eu sugava e apertava seus seios com força.
_Ahhh... Como eu senti falta desse seu cacete enooooorme... Ahhh!
_Vadia gostosa! – Como eu pude ficar tanto tempo sem isso? Transar é bom demais.
Puta que pariu! Nada melhor do que um corpo de mulher pra gente aliviar a tensão. Principalmente quando a mulher tinha um corpo delicioso e era boa de cama como a Leah.
Agora aqui gemendo, sentindo meu cacete entrando fundo e saindo de dentro dela eu não pude deixar de pensar como seria se Renesmee estivesse no seu lugar. Fiquei me imaginando pegando aquela ruiva com aquela pele branca, daquele mesmo jeito. Eu queria ouvi-la gemendo pra mim e gritando meu nome enquanto eu a penetrava com força.
Voltei meu pensamento na morena apetitosa que gemia alucinada em baixo de mim. Tirei meu membro dela no momento que ela já estava quase gozando a fazendo gemer em protesto.
_Fica de quatro Leah. Porque cachorra se fode de quatro – falei bem no seu ouvido, lambendo a orelha em seguida.
Ela fez direitinho o que eu falei e nem esperou eu fechar a boca e se posicionou de quatro na minha frente, separando bem as coxas. Eu coloquei uma mão na sua anca e a outra eu segurei meu pau, posicionando na sua entrada.
_Vai Jacob, me arromba como só você sabe fazer. – e foi o que eu fiz, projetei o meu quadril pra frente, enfiando meu pau, até as bolas baterem em sua bunda.
_Toma pica, vadia. Garanto que você não tinha achado um macho como eu pra te foder do jeito que você gosta.
Leah só gemia e rebolava, enquanto eu metia meu pau com força e velocidade dentro dela, e não demorou muito pra ela gozar. Tirei-o da sua boceta e enfiei todo no rabo aumentando mais ainda o ritmo, segurando firme com as duas mãos a anca dela, mantendo o seu corpo no lugar.
_Ahh Black... Como você é gostoso...
_Gosta de sentir meu pau de arrombando toda, né vadia?
Ainda estoquei forte em sua bunda mais um pouco, até explodir num gozo violento. Nesse momento fechei os olhos e sem querer a imagem de Renesmee me veio à cabeça.
Mas que merda! Cara, eu realmente tinha que transar com aquela mulher.
[...]
Depois da noite inteira trepando com a gostosa da Leah, eu estava no pátio em mais um dia de banho de sol. Todos os presos estavam divididos em grupos, eles tinham as suas próprias gangues dentro da penitenciária. Eu estava sentado sozinho, como sempre observando, quando vi um dos presos sentado sozinho num canto. O cara era muito conhecido por conseguir qualquer bagulho que algum dos outros presos quisessem, claro que depois de pagar bem. Caminhei em direção a ele.
_E aí?
_Beleza? – ele me respondeu meio desconfiado. Eu não era de conversar com ninguém e os presos tinham o pé atrás comigo.
_Tô precisando de um bagulho.
_Pode falar qual é a droga que você quer – olhei pra ele de cima a baixo.
_Olha bem pra minha cara, ô maluco. – apontei o dedo pra ele. – Você acha que eu tenho cara de um viciadinho de merda?
_Ok, ok. – ele levantou as duas mãos – O que você quer?
_Preciso de um clips.
_O quê?
_Um clips. Quero um clips de papel, tá surdo ou não sabe o que é isso?
_Eu entendi o que é, só não entendo pra quê?
_Não te interessa pra que. – era só que faltava ter que dá alguma explicação pra alguém – Pode ou não conseguir?
_ Claro, e nem vou te cobrar por isso.
_ Pode falar o valor e o número da conta, que eu deposito o dinheiro. Não gosto de dever nada pra ninguém.
Ele me passou o número da conta, e depois era só eu falar com o Collin pra ele depositar o dinheiro. Claro que eu não ia ficar devendo favor pra bandido nenhum.
A noite transcorreu apenas com os pesadelos normais e dessa vez não teve nenhum sonho com Renesmee. Ainda bem, porque aqueles sonhos eram ridículos demais. Aquilo era coisa de adolescente ou desses caras babacas. Eu não era de ficar sonhando que estava transando com alguém, eu ia lá fodia a mulher e pronto.
No outro dia estava tomando o café, quando o guarda me chamou e me levou até a sala onde minha advogada já me aguardava. Enquanto ele me deu busca, não notou o clips que eu trazia embaixo da língua.
Entrei na sala, que já estava inundada com o cheiro dela, que pra mim servia como um viagra. Mesmo eu tendo esfolado a boceta da Leah de tanto foder, meu pau ficou duro no momento que eu me vi fechado de novo com aquela mulher dentro daquela sala.
Dessa vez ela usava uma calça e blusa, que apesar de não estarem justos, me davam o contorno exato daquele corpo delicioso, feito para ser comandado por um mestre como eu. Ela ainda não tinha aberto a boca, mas eu já imaginava ela gritando meu nome enquanto me afundava dentro dela.
_Então, Sr. Black, vim aqui para avisá-lo de que foi marcado o seu julgamento para daqui a cinco dias, às 16 h. – ela estava mais séria do que de costume e eu resolvi ficar na minha e não assustar mais ainda a minha presa.
_Creio que a minha defesa já está pronta.
_Como conversamos da última vez que vim aqui, está. Já defini todos os pontos e creio que o senhor tem muitas chances de conseguir uma condicional, mas como sabe depende muito do júri.
_E da minha advogada. – lembrei a ela que a defesa era dela e ela que tinha que convencer o júri da minha “inocência”.
_Quanto a isso não precisa se preocupar.
_Tem certeza?
_Absoluta.
_É muito confiante doutora – comecei a tossir e coloquei minha mão na boca já pegando o clips e começando a destrancar as algemas das minhas mãos. Eu já havia feito isso muitas vezes, então pra mim era fácil.
_Não é confiança, é competência. – ela se achava muito e claro que eu queria comprovar essa competência no tribunal, e sair logo daquela prisão, mas mais ainda eu queria experimentar da competência dela entre quatro paredes.
_Sei... Espero que esteja certa.
_Bem, era isso o que eu tinha a dizer... – ela se levantou já pronta pra sair, mas eu ainda precisava de tempo.
_Quero agradecê-la por atender o meu pedido. Minha visita íntima aconteceu essa semana e foi bem proveitosa à noite. – falei e abaixei fingindo coçar a perna e ela não notou que eu destrancava as algemas do tornozelo.
_Que bom. Agora, com licença. Até o Tribunal, Sr. Black.
Renesmee ficou de costas pra mim caminhando para a porta e eu terminei de destravar minhas algemas dos pés em segundos, e a alcancei no momento em que ela ia segurar a maçaneta. Enlacei sua cintura, girando o seu corpo de frente pra mim, colando-o ao meu.
_Mas como...? – ela olhou pra mim não acreditando e colocou a mão em meu peito tentando me manter afastado. – Afaste-se de mim.
_Shhh... Acho que nós dois não queremos isso.
Subi minhas mãos que estavam em sua cintura e as passei por debaixo do seu cabelo, que estava preso, segurando firme em sua nuca com ambas as mãos. Sem dar tempo a ela de esboçar nenhuma reação colei nossos lábios, já invadindo a sua boca com a minha língua faminta. Renesmee tentou me empurrar sem sucesso, eu sou bem mais forte do que ela e eu aproveitei disso, e a segurei mais forte pela cintura. Ela correspondeu meu beijo e nossas línguas afoitas se encontraram me deixando alucinado por mais. Os lábios dela eram macios e a sua língua dançava habilmente em minha boca, acompanhando o ritmo da minha. Mas aquela mulher era tinhosa e mesmo não me empurrando mais, e mesmo me beijando também, ela continuou com as mãos abaixadas do lado do seu corpo. Meu pau já estava hiper duro e latejava dentro da minha calça. Colei mais ainda o meu corpo no dela, a fazendo perceber o quanto meu membro rijo estava pronto para comê-la. Ela parecia já estar perdendo o fôlego, então eu virei o seu pescoço beijando e lambendo, aproveitando pra sentir mais daquele perfume dela que tanto me atraia e fui descendo minhas mãos pela lateral do seu corpo. Naquele momento ela pareceu voltar a si e me empurrou com força, afastando-se de mim.
_Você ficou louco, seu idiota?
_Vai negar que gostou????
Ela deu uma bofetada na minha cara, que estralou.
_Isso responde a sua pergunta?
Aquilo só fez o meu desejo por ela aumentar ainda mais. Eu sorri pra ela e a empurrei até a parede, imprensando o corpo dela com o meu a beijando novamente. O beijo veio bem mais agressivo que o outro. A minha língua foi logo invadindo a boca dela sem dar tempo dela pensar no que estava havendo. Renesmee ainda tentou me empurrar novamente, mas eu a apertei mais forte e rocei meu pau totalmente ereto bem no meio das suas pernas, fazendo-a estremecer. Ela ainda tentava evitar, mas não tinha como, o desejo entre nós era palpável. Suguei seu lábio inferior e mordi-o de leve, jogando por terra todas as suas defesas. O beijo esquentou ainda mais e nós nos beijávamos, como se disso dependesse a nossa própria vida. Renesmee grudou as mãos em meus cabelos e me puxava mais e mais de encontro a ela. O desejo aumentou e minhas mãos desceram até a sua bunda, apertando com vontade, trazendo ela mais ainda de encontro ao meu corpo e mostrando a ela o quanto já estava duro, pronto pra comê-la ali mesmo. Esfreguei-me nela, e ela gemeu dentro da minha boca. Deliciosa!!! Era isso que ela era.
Suas mãos desceram até as minhas costas, me arranhando com suas unhas me fazendo grunhir tomado de tesão, segurei em sua coxa e a levantei até a minha cintura, prendendo-a ali, me dando uma maior abertura entre as suas pernas e comecei a movimentar meu pau duro que latejava dolorosamente, sobre a sua boceta, que eu sentia quente por cima da minha calça e da dela. Nossos gemidos eram abafados um na boca do outro e eu sentia o ar faltar em meus pulmões e com certeza ela também, mas não conseguia parar o beijo e ela também não me dava indícios de que queria isso, porque continuava a me apertar mais e mais contra ela.
_Dra. Renesmee? – bateram na porta e Renesmee me soltou assustada. – O seu tempo acabou. – a voz daquele tira empata foda, soou do lado de fora da sala.
Soltei Renesmee, que quase foi ao chão, mas se recompôs sem precisar da minha ajuda. Separamo-nos, ainda ofegantes.
_Podemos terminar isso outro dia. – eu disse malicioso para ela, ainda próximo o bastante pra senti-la tentando controlar a respiração.
Renesmee olhou pra mim indo do desejo a raiva em questão de segundos e levantou a mão para me dar outro tapa. Eu segurei o pulso dela no ar e puxei colando o corpo dela novamente ao meu.
_Nunca mais faça isso novamente. – eu falei olhando pra ela, que em momento algum desviou os olhos, sustentando o meu olhar. Renesmee deu um puxão no braço e eu a soltei. – A não ser que você queira levar também umas boas palmadas nessa sua bunda gostosa.
_Você é muito abusado, seu cretino! – ela olhou com raiva pra mim, apontando o dedo no meu peito. – Agora escute bem, jamais ouse me beijar novamente, ou tentar qualquer outra coisa, seu cafajeste, idiota de uma figa. Se me beijar outra vez, mando esse processo para o inferno e abro outro contra você por assédio. Entendeu??? E tire esse sorriso cínico da cara Jacob Black.
Segurei o pulso dela novamente e a trouxe de volta pra mim. Ela ficou encarando a minha boca e eu me aproximei dela quase colando nossos lábios novamente, fazendo-a fechar os olhos.
_Se você quiser pode ficar aí com essa pose de que não está nem aí, mas você e eu sabemos o quanto está louca pra me dar. E não se preocupe, não farei nada que você e eu não queremos.
Larguei-a e dei as costas pra ela, e caminhei até a mesa. Renesmee bufou irritada e saiu com tudo pela porta. Enquanto aquele guardinha ficava olhando ela sair eu fechei as algemas nos meus tornozelos e pulsos. O idiota ficou parado lá, só babando na bunda dela e nem viu nada. Levantei-me da cadeira e ele entrou, e me levou até a minha cela.
Eu tenho 33 anos e sabia muito bem quando uma mulher me queria. E Renesmee me queria. Aquele último beijo mostrou todo tesão de um pelo outro, e se aquele imbecil não tivesse atrapalhado eu teria comido ela ali mesmo. Entre nós dois, o desejo era puro e latente. Ela podia até negar, mas o corpo dela condenava. Quando eu chegava perto, ela se arrepiava, e ao tocá-la seu corpo inteiro estremecia, e o beijo então... Tenho certeza que ela devia estar completamente molhada até agora, tão excitada quanto eu.
E ela não podia me denunciar por assédio. De acordo com o que o Collin me passou, ela queria muito o dinheiro que eu pagaria pelos seus honorários, para reabrir a firma do pai. E restava a mim a tarefa de me aproveitar dessa situação e levar a minha advogada gostosa pra cama, e saciar logo esse desejo. Com certeza depois de uma boa trepada com ela, esse tesão louco iria desaparecer, mais rápido do que tinha aparecido.
Notas finais
N/B: Gente mais esse Jake é um cafajeste mesmo, hein?! Mas eu o adorrooooo assim!!!!! kkkkkkk Nessie não quer se corromper por nada neste mundo rs Mas até quando ela irá aguentar firme e lutar contra esse desejo?? Eu já teria me rendido há muito tempo kkkkkkkkkkkkkk E Nessie, pelo amor não joga praga no bonitão não! Tá doida mulher?! Aquilo é um patrimônio da humanidade! Agora, Jake meu filho será que é só desejo mesmo?? Bem, pelo menos é isso que ele pensa. E meu deussssiiiiuu du céu!!!! Que beijo foi esse???? Eu até fiquei com água na boca! Kkkkkkkkkkkk Invejinha. E vocês meninas o que acharam do beijo deles??? E do lesco-lesco com a Leah??? Apesar de eu não ir muito com a cara dela, achei hot. Jake deu uma amostrinha de quão bom ele é.
Bom, acho que a Josy merece muito mais reviews né? O capitulo está fodástico!!! Umas recomendações a mais também fariam bem rs Bom, é isso meninas... Beijokas a todas. Dayalukina.
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