Atração Fatal

31 Capitulo 30 - Estamos prontos


Notas iniciais
Oi galera meus lindos leitores perfeitos. NOVIDADE. Eu criei um grupo no face pra galera que curte as minhas fics para que possamos discutir o que está acontecendo e tudo mais. Adoraria que vcs entrassem

~ LEIA A DESCRIÇÃO É MUITO IMPORTANTE ~

POV NICO

Algo deu errado na viagem nas sombras.

Tipo, muito errado.

Por um erro acabei parando no palácio de meu pai no mundo inferior e este era o ultimo lugar que eu queria ter parado.

Gale já resmungava e fazia careta de choro, deveria ser o local frio que estava deixando o desconfortável.

“Ele tem muita cólica” Lembrei quando Leo disse isso e privei um soluço de desgosto.

Atravessei o palácio até o meu quarto, arrumei a cama com os travesseiros e coloquei Gale cobrindo-o com um edredom grosso para que ele não morresse congelado naquele lugar, logo chegaria à hora dele comer e eu duvido que no mundo inferior tenha leite.

As ataduras que encobria o meu corpo já estavam me deixando incomodado e as feridas já começaram a doer.

Deparei-me na frente de um espelho, a parte esquerda do meu corpo completamente enfaixada e o meu cabelo chamuscado.

“Cicatrizes” pensei. Procurei a ponta das ataduras disposto a ver o meu real estado.

– Não pense nisso – disse uma voz feminina atrás de mim.

Não tive a intenção de me virar permaneci parado agora apoiando as mãos na penteadeira. Não estava nem um pouco a fim de explicar o que tinha ocorrido.

– Trouxe uma mamadeira do bebe e um pouco de Ambrósia – ela falou dando de ombros pra minha ignorância.

Ela se aproximou de Gale e o tomou nos braços, virei rapidamente pra pedir que ela soltasse o bebe e me deixasse em paz, porém o sorriso sincero que ela exibia não tive coragem de emitir uma única palavra.

Seus olhos brilhavam da maneira como nunca vi em toda a minha vida, Gale não chorou e nem resmungou nos braços de Perséfone, nunca imaginei viver para presenciar essa cena.

– Eu nunca tive filhos – ela murmurou – Nunca pude cuidar de nenhum de meus semideuses, meus filhos nunca vieram ao mundo inferior me ver as únicas crianças que eu já tive contato foram os filhos de Hades que nunca me trataram muito bem. – ela explicou enquanto dava mamadeira para Gale.

– Como vim parar aqui?- perguntei sentado ao seu lado na cama.

– Achei que seria melhor passar um tempo se recuperando aqui no mundo inferior – ela disse me fitando com os olhos marejados.

– Como esta Leo? – sussurrei temendo cair em prantos com a resposta.

– Ele não está bem querido, bebe e fuma cada dia mais, ele chora com a perda das pessoas que ama – ela explicou acariciando meus braços.

Ai droga! Porque a vida tinha que ser assim? Malditas parcas, maldita Afrodite e maldito Eros.

Continuamos em silencio, numa a minha madrasta fora tão legal comigo. Geralmente ela me xinga e manda eu fazer serviços em seu jardim, enquanto ela cuidava do bebe não pude deixar de sorrir.

Assim que Gale estava completamente alimentado e quieto ela levantou com um pulo e disse.

– Agora pare de sorrir feito um idiota e vá cuidar das minhas plantas!

Sorri com a velha Perséfone voltando a ativa e fui fazer os meus afazeres do palácio.

POV JASON

Voltamos pra casa sem dizer uma palavra.

Não sabia como discutir aquilo com Percy, e nem ao menos queria discutir sobre isso. Sentia ódio daquele moleque magricela que roubara Leo de mim.

Nem mesmo sabia se os meus sentimentos por Valdez continuavam os mesmos, só que passar um tempo tendo uma vida nova longe de tudo e de todos era absolutamente tentador.

Chegamos ao apartamento em silencio, Percy se jogou no sofá enquanto eu fui à cozinha fazer um sanduíche, quando terminei de preparar a minha “janta” sentei no sofá e liguei a televisão.

Nenhum dos programas de televisão conseguia tirar a imagem daquele bebe na minha cabeça.

Poxa era meu filho!

Percy levantou e saiu da sala, sem me questionar nem nada. E eu o agradecia por isso, simplesmente não conseguia explicar o que sentia por ele. Nós dois passamos por muitas coisas juntos, desde a missão para salvar o mundo e adormecer Gaia novamente.

Consequentemente acabamos ficando muito próximos, e mesmo com as nossas brigas ele ainda era um cara especial.

Já passava da meia noite quando eu fui me deitar, levantei e lavei alguns copos na cozinha, fui ao banheiro tomei um banho e sai assim mesmo de toalha para o quarto.

Levei um tremendo susto ao acender a luz. Percy fazia movimentos de vai e vem sobre o seu membro com os olhos fechados, ele sabia que eu estava ali, mas não se incomodou em parar o que estava fazendo.

– Desculpe – murmurei sentindo o meu rosto queimar.

– Não é a primeira vez que você me vê fazendo isso – ele disse abrindo os olhos, parando subitamente o que estava fazendo.

– Só acho que você bate muita punheta – disse fazendo graça.

– Não era eu que descabelava o palhaço no Argo II – ele respondeu e eu fiquei ainda mais vermelho fazendo o rir.

Eu sentei ao seu lado, suas mãos envolveram o meu pescoço, fiquei tenso com o toque, mas logo depois relaxei. Podia sentir a sua respiração no meu cangote e isso estava me fazendo arrepiar.

– Podíamos tentar – ele resmungou no meu ouvido.

Não tinha resposta pra aquilo, ou tinha e eu não queria tentar! Queria Leo assim como sentia desejo por Percy.

Virei meu corpo e beijei a sua boca, nossas línguas dançavam uma incrível valsa sensual, deitei-me sobre ele e retirei a toalha. Suas mãos passeavam pelas minhas costas e seu cheiro de maresia é completamente inebriante. Minha língua encontro o caminho e passeou sobre o seu pescoço, com uma pressa animal consegui tirar a sua camisa e agora nossos peitos estavam em um atrito perfeito.

O short era o próximo passo, seu membro fazia um volume enorme e isso me dava bastante prazer. Tirei delirando e vi que ele estava usando uma cueca box azul. Dei um beijo demorado em sua boca ao mesmo tempo em que alisava seu membro por cima da única peça de roupa que o encobria. Ele estava totalmente entregue ao prazer. Tirei sua cueca com os dentes e pude ouvir seus suspiros ao olhar para seu rosto podia ver suas suplicas para que eu continuasse com o trabalho.

Neguei sua suplicas e comecei novamente um beijo demorado, não queria deixar o filho de Poseidon dominar aquela relação. Era a vez dele me dominar. Foi de boca em meu peito e descendo foi de encontro ao meu pênis. Ele chupava ávido e eu quase gritei de tanto prazer, sua boca fazia um maravilhoso vai e vem e eu mordia a fronha do travesseiro para não acabar acordando os vizinhos.

Puxei-o para mim pelos cabelos e dei um beijo de agradecimento. Para retribuir fui fazendo minha trajetória pescoço, ombros, até ir de encontro ao seu membro. Ali sim, vi Percy gemendo de prazer ao fazer um boquete. Ele estava gemendo freneticamente. Pedi para ele parar para não gozar. Continuei com minha exploração, aproveitando para apalpar o seu corpo. Voltei a chupar seu membro.

– Posso começar a brincadeira? – sussurrei eroticamente em se ouvido.

– Depois eu vou querer brincar também Grace – ele respondeu

Virei-o de bruços e pedi para ficasse de quatro para poder penetrá-lo. Queria tê-lo já! Dei uma bela cuspida em seu ânus para dar uma certa lubrificação Como era apertado! Fui fazendo uma um vai-e-vem devagar para que sua entrada adaptasse ao meu membro até pegar um ritmo bem louco. Percy gemia tanto, uma mistura de dor com prazer, então tentava abafar seus gemidos com meus beijos. Dei uma paradinha, virei-o de frente colocando suas pernas sobre meu ombro.

Continuei com a penetração e nessa posição a penetração é bem profunda, chegando até o saco. Percy gemia alto ao mesmo tempo em que punhetava-se. Acalmava-o dando beijos em sua boca e em seus mamilos, além de sentir seu pênis duro pulsando sobre meu ventre. Retirei todo o meu membro de sua entrada logo que mais algum tempo naquele vai e vem acabaríamos gozando.

– Agora é a sua vez – murmurei e ele sorriu.

Deitei de lado para facilitar a penetração, ele passou um pouco de saliva no local e penetrou sem dó. Dei um pequeno grito de dor e aperte seu braço que envolvia a minha cintura.

Ele parou por um tempo até que eu pudesse me acostumar com o seu membro dentro de mim tinha lagrimas nos olhos quando afirmei com a cabeça que ele podia continua.

No inicio a dor era intensa mais assim que ele achou o meu ponto de maior prazer gemi como um engasgo e ele começou a se mover ainda mais rápido.

Simplesmente era difícil manter o gemidos abafados, eu gemi tão alto que imaginava a cara da vizinha quando ligasse para o porteiro reclamando do barulho.

Sua mão me masturbava com tamanha maestria que eu tive que ser forte para não desmaiar. Gozamos juntos. Derramei em sua mão e em meu peitoral e tudo ali era um cheiro maravilhoso de sexo e suor.

Ele demorou a retirar seu membro de mim, pois estava sentindo aquele momento mágico de um novo recomeço. Estava aproveitando para dar-lhe um beijo em retribuição a tudo. Assim que ele retirou seu pênis da minha entrada deitei de e ele deitou no meu peitoral.

– Acho que estamos prontos para recomeçar – disse antes de pegarmos no sono.

Notas finais
Até mais... Ou até o face https://www.facebook.com/groups/565350496895064/