Atraídos Pela Máfia
44 Capítulo 44 - Tornando ai miei amori.
Notas iniciais
Bella POV
Acordei em lugar estranho, parecia um jardim ou um bosque. Andei por todo o lugar, mas aparentemente eu estava sozinha até que ao longe vejo uma mulher sentada em um balanço. Corro até ela em busca de informação.
– Com licença senhora. – Peço, mas ela não se vira. – A senhora pode me dizer onde estou? – Pergunto e a vejo se virar.
– Olá Bella. – Ela diz e eu entro em choque, como ela sabia meu nome? Minha confusão não demora muito passar, logo a reconheço.
– Mãe. – Digo assombrada. O que estava acontecendo eu morri?
– Você está linda querida. – Diz ela se levantado e se aproximando de mim. – Se tornou uma bela mulher. – Fala sorrindo.
– Como? – Pergunto assustada. – Eu morri? – Pergunto e ela me dá um sorriso triste.
– Ainda não querida. – Diz e abre os braços para mim. – Venha aqui e me de um abraço. – Diz ela e eu me jogo em seus braços. Faz tanto tempo que ela se foi que eu tinha perdido a sensação de estar em seus braços.
– Eu morri mamãe? – Repito minha pergunta.
– Não querida, você não morreu. – Diz.
– Então aqui não é o céu? – Pergunto e ela sorrir.
– Não meu bem, aqui é o jardim. – Ela diz e eu a encaro confusa.
– Não entendo. – Digo e ela beija minha testa.
– Meu bem você não morreu ainda, mas seu tempo está chegando ao fim. Você tem que fazer uma escolha querida. – Diz ela e me estende a mão. – Vamos caminhar um pouco. – Diz e juntas seguimos andando.
– O que a senhora que dizer quando falou que eu tenho que fazer uma escolha mãe, eu não entendo. – Falo e ela se vira para me olhar.
– Você tem que escolher fica aqui ou se quer voltar pro Edward e pro Henri. – Ela diz e eu sinto meu coração apertar.
– Eles estão bem? – Pergunto.
– Eles estão sofrendo querida, estão esperando por você. – Ela diz e eu sinto as lagrimas escorrerem pelo meu rosto.
– Eu queria vê-los. – Digo e ela sorrir pra mim.
– Eu posso leva-la até eles. – Diz.
– Sim? – Pergunto e ela rir.
– Claro meu bem. – Diz. – Feche os olhos e pense neles. – Ela fala e eu faço exatamente o que ela mandou. – Pode abrir os olhos meu bem. – Ela diz e quando abro os olhos estou em minha casa.
– Onde eles estão? – Pergunto angustiada.
– Lá em cima. – Ela diz e me puxa pela mão.
Logo estamos em meu quarto e no centro da cama eu posso ver os dois homens da minha vida. O Edward estar deitado com o Henri em seus braços.
Com cuidado como se para não acorda-los eu me aproximo da cama. De longe posso ver as olheiras sobre os olhos do meu Edward ele parecia exausto.
– Eles são lindos. – A mãe diz me fazendo olha-la. – Sua família é linda querida. – Ela diz e eu sorrio.
– Sim eles são lindos. – Falo e sinto meu coração apertar. – Eu não sei o que fazer mamãe. – Falo me jogando em seus braços. Eu queria ficar com ela, mas também queria ficar com eles. – Eu quero voltar pra eles, mas eu não quero deixar a senhora ir. – Digo em lagrimas.
– Meu bem preste atenção eu nunca vou deixa-la, você pode não me ver, mas eu vou estar sempre lá pra você e para o meu neto. – Ela diz me fazendo suspirar.
– A senhora promete? Promete está sempre comigo? – Pergunto aflita.
– Estarei sempre com você como eu sempre estive. – Ela diz sorrindo. – Você tem uma vida longa querida então viva. – Ela diz e eu sorrio beijando sua bochecha.
Com passos largos me aproximo da cama e ao pé do ouvido do meu marido sussurro que estou voltando. Beijo seus lábios e volto para a mãe.
– Estou pronta mamãe. – Digo pegando sua mão. – Eu amo você. – Falo e ela sorri.
– Também a amo querida. – Diz beijando minha testa. – Agora feche os olhos e pense em coisas boas. – Ela diz e eu só consigo pensar em todos os momentos que passei ao lado do meu marido e do meu filho. – Quando você acordar você vai lembrar de tudo, tenha uma vida longa e feliz minha querida. – Ela sussurra em meu ouvido e a próxima coisa que sei e que estou acordando em um quarto de hospital.
O quarto está escuro a não ser por uma luz que vem do abajur ao longe, meu corpo está um pouco dormente e eu tenho dificuldade pra mim movimentar. Com cuidado procuro o botão de chamar a enfermeira e quando o encontro o aperto.
Segundo depois a porta do quarto e aberta e uma enfermeira entra olhando-me ansiosa.
– Oh meu Deus você acordou! – Exclama um pouco aturdida.
– Eu preciso de água. – Digo com a voz um pouco rouca e ela sorrir.
– Eu irei chamar um medico. – Antes que eu posso dizer alguma coisa ela deixa o quarto.
Ao ser deixada sozinha novamente eu fecho meus olhos e faço um pequeno agradecimento a minha mãe, que eu tenho certeza que estava me vendo agora. Quando os abro novamente percebo que velhas lembranças estão de volta e eu só posso sorrir ao me dá conta que eu me apaixonei pelo Edward no primeiro momento que o vi naquele altar.
Edward POV
Mais duas semanas tinham se passado desde que acordei e a Bella continuava na mesma situação. Nenhuma melhora em seu quadro clinico isso estava me deixando louco. Eu já não comia ou dormia direito, todo o tempo que eu podia passava no hospital com a minha esposa.
Todos os dias eu rogava a Deus que a trouxesse de volta, minha vida não tinha sentido sem a minha mulher ao meu lado.
– Papai. – Meu menino diz chamando minha atenção.
– Oi garotão.
– Eu posso dormir com o senhor? – Ele pergunta e eu suspiro. Desde que acordei o Henri não queria desgrudar de mim, eu podia ver o medo nos seus olhos e o pedido de dormir comigo já havia se tornado costume.
– Claro que pode filho. – Digo assanhando seu cabelo. – Porque você não vai por o pijama e escovar os dentes, o papai já vai subir. – Falo e ele sorri.
– Tá bom e to indo. – Diz correndo me fazendo revirar os olhos.
– Não suba as escadas correndo garoto. – Falo e o escuto rir.
– Desculpa papai. – Fala voltando a andar devagar.
Termino de fazer tudo que preciso no andar debaixo e subo, ao entrar no quarto encontro o Henri bem deitado no centro da minha cama.
– Tudo bem ai? – Pergunto.
– Sim papai. – Ele diz sonolento. O garoto é uma coisa, não pode ver uma cama que adormece rapidinho.
Entro no banheiro e coloco meu pijama faço minha higiene pessoal e vou para a cama. Assim que me deito o Henri se aconchega sobre o meu peito e eu suspiro o abraçando.
– Eu te amo papai. – Sussurra sonolento.
– Eu também te amo garoto. – Falo beijando seus cabelos.
Fico acordado por um tempo até que o sono me bate e eu deixo-o me levar.
– Estou voltando. – Escuto sua voz dizer e imediatamente abro meus olhos.
– Bella. – Digo seu nome e sinto um aperto e meu peito. Alguma coisa aconteceu com a minha Bella.
Com cuidado pula da cama e vou até o banheiro. Troco de roupa rapidamente e vou em direção ao quarto de hospedes, bato na porta até que ela se abre e revela uma Alice sonolenta.
– Alice preciso que você olhe o Henri. – Falo e ela me olha confusa.
– O que aconteceu Ed? – Pergunta.
– Preciso ir pro hospital. – Digo e ela me olha preocupada.
– A Bella está bem? – Pergunta.
– Eu não sei, só preciso ir para lá. – Falo e ela balança a cabeça.
– Pode ir eu cuido dele. – Ela diz e eu saio em disparada para o hospital.
Ao chegar no mesmo eu corro para o quarto da Bella sem me importa com as enfermeiras me mandando parar. Ao abrir a porta encontro a cama vazia e entro em pânico.
– Onde ela estar? – Pergunto gritando no corredor. – Onde está a minha mulher? – Grito.
– Senhor Masen se acalme. – Diz uma das enfermeiras.
– Calma uma porra. – Grito. – Onde porra está a minha esposa? –Pergunto e vejo a Cora se aproximar sorrindo.
– Calma Edward. – Ela diz e eu a olho, algo em seu olhar me faz acalmar.
– Onde ela está Cora? – Pergunto e ela sorri.
– Ela acordou Edward. – Ela diz e eu sinto como se um peso fosse tirado de mim e eu finalmente pudesse respirar novamente.
– On... onde ela está? – Pergunto.
– Ela foi fazer alguns exames. – Ela diz.
– Onde? Diga-me onde eu preciso vê-la. – Falo.
– Sinto muito, mas você não pode entrar na sala de exames. – Ela diz e eu sinto minha raiva chegando.
– Porra nenhuma que eu não posso, escute aqui Cora é melhor você me levar até onde minha mulher está antes que eu ponha essa merda de hospital abaixo. – Grito irado.
– Que barulheira é essa? – Escuto alguém perguntar e me viro para responder a altura, mas meu olhos só enxergam a figura pequena sentada na cadeira de rodas.
Sua pele clara, seus olhos chocolates e brilham ao me verem e o doce sorriso em seus lábios.
– Bella. – Digo antes de correr e me jogar ao seus pés. – Minha Bella. – Falo puxando-a para os meus braços. Lentamente sinto seus braços em volta do meu pescoço. – Deus Bella eu te amo. – E a escuto fungar. – Shii... Não chore amor. – Falo e me separo dela para olha-la nos olhos.
– Eu te amo. – Diz fungando.
– Deus como eu senti sua falta. – Falo beijando seus lábios. Ficamos tão entretidos em nosso momento que só nos damos conta que estamos no meio hospital quando escutamos o medico pigarrear.
– Melhor entramos no quarto a senhora Masen precisa descansar. – Ele diz e eu entro em alerta.
– Você está bem? Ela esta bem? – Pergunto nervoso.
– Porque não entramos para conversarmos melhor. – Ele diz e eu concordo empurrando a cadeira da Bella para o quarto. Com cuidado eu a pego no colo e a ponho na cama.
– Obrigada. – Ela diz e eu sorrio beijando sua testa.
– Tudo por você amor. – Falo e me viro para o medico. – Como ela está doutor? – Pergunto curto e grosso.
– A ressonância e os exames de sangue não mostram nada realmente preocupante, ela permanecera em repouso por algum tempo para que possamos observar seu quadro e dependendo do caminhar das coisas daremos sua alta. – Ele diz e eu concordo voltando a olhar a Bella que parece um pouco sonolenta. – Isso é normal não se preocupe. – Ele diz e eu concordo com a cabeça, apesar de ser impossível não me preocupar. – Qualquer coisa é só mandar me chamar.
– Ok doutor. – Falo e ele se despende saindo da sala. – Hey querida. – Falo tocando em seu rosto e recebendo um sorriso sonolento.
– Eu te amo. – Fala com a voz meio grogue me fazendo rir.
– Também te amo linda. – Falo e sorrio. – Il mio amoré può dormire quando ti svegli, io sarò qui ad aspettare. (Meu amor pode dormir quando você acordar, eu vou estar aqui esperando.)– Falo e a vejo fechar os olhos deixando o sono a levar.
Fico mais um tempo admirando-a antes de decidir ligar para os meus pais.
– Edward aconteceu alguma coisa? – Pai pergunta assim que atende a ligação.
– Hey pai. – Digo passando as mãos pelos meus cabelos. – Estou no hospital, a Bella acordou. – Falo e escuto-o chamar a mãe.
– Ela esta bem? Nós estamos indo pra mim. – Diz.
– Não. – Falo um pouco mais alto. – Pai a Bella esta bem mais o medico a quer em repouso para observação, ela está dormindo agora e não adiantaria muito vocês virem para cá.
– Tem certeza filho? – Pergunta.
– Sim pai. – Falo. – Melhor deixar essa visita para amanhã e de preferência após o almoço.
– Tudo bem. – Diz meio resoluto. – Mantenha-me informado sobre a situação de mia ragazza. – Diz e eu sorrio ao ouvi-lo chama-la assim.
– Pode deixar pai. – Falo. – Você pode avisar aos outros? – Pergunto.
– Garanto que sua mãe já esta fazendo isso. – Diz ele rindo.
– Ok. Obrigado e boa noite.
– Boa noite filho, nos vemos amanhã. – Diz se despedindo e desligando o celular.
Assim que desligo telefone começo a fazer outra chamada importante.
– Hey Ed tudo bem ai? – Pergunta a Alice que atende o celular no primeiro toque.
– Você não dorme Alice? – Pergunto e a escuto rir.
– Estava esperando você ligar. Como está a Bella? – Pergunta.
– Ela acordou Alice. – Digo e a escuto gritar.
– Oh meu Deus. – Grita repetidamente.
– Calma Alice. – Digo.
– Eu.. Ela estar bem? Preciso ir pra ir? – Pergunta e eu trato de nega-la.
– Não Alice. – Falo e a escuto bufar do outro lado. – Presta atenção Alice, a Bella acordou e requer tranquilidade.
– Tudo bem entendi. – Diz frustrada.
– Não conte ao Henri. – Digo.
– Mas Edward. – Rebate.
– Mais nada Alice. Farei isso eu mesmo.
– Tudo bem. Quando você vem? – Pergunta.
– Antes de dormir prometi a Bella que estaria aqui quando ela acordasse, então vou esperar ela acordar e conversa mais uma vez com o medico sobre seu estado então só assim irei pra casa. – Falo.
– Certo. – Diz. – Manterei o Henri entretido até lá.
– Obrigado Ali. – Digo.
– De nada querido. – Fala. – Edward.
– Oi. – Respondo.
– Diga a Bella que eu a amo. – Fala e eu sorriu.
– Pode deixar baixinha. – Digo.
– Xau Ed, tente descansar um pouco. – Diz.
– Vou fazer o possível. Boa Noite Ali. – Falo desligando o celular.
Aproximando-me da cama admiro minha linda esposa.
– Grazie a Dio, grazie per avermi restituito mia moglie. (Grazie a Dio, grazie per avermi restituito mia moglie.) – Digo baixinho em oração. — Ti voglio bene, non vedo l'ora di avere tra le braccia di nuovo il mio amore. (Eu te amo, eu não posso esperar para tê-la em seus braços de novo o meu amor.) – Beijo sua testa e me deito na poltrona ao lado da sua cama.
Bella POV
Lembro vagamente de ter sido carregada pelo Edward até a cama então tudo se transformar em imagens borradas e sussurros. Agora menos sonolenta e mais descansada posso ver melhor as coisas ao meu redor.
O quarto está claro então posso deduzir que já amanheceu, o lugar parece até aconchegante por mais estranho que eu posso imaginar. Ao meu lado em uma pequena poltrona descansa o Ed.
– Edward. – Chamo e em segundos seus olhos estão abertos. – Hey. – Falo e ele da um pulo e caminha em minha direção.
– Ei linda. – Diz sorrindo.
– Você parecia desconfortável. – Falo e ele rir.
– Não foi uma noite muito confortável, mas valeu a pena cada segundo. – Diz ele e eu faço uma careta. – Você esta bem? – Pergunta preocupado.
– Sim. Minha garganta estar seca. – Falo.
– Certo. – Diz se afastando e voltando com um copo e um canudo. – Devagar certo. – Ele diz e eu concordo.
A goles lentos e pequenos eu bebo água, a sensação parece um pouco estranha de inicio, mas é maravilhosa.
– Obrigada. – Falo e ele sorri.
– Como você estar se sentido? – Pergunta.
– Meu corpo ainda está um pouco dormente e não consigo me mexer muito bem, mas fora isso me sinto bem. – Ele sorrir pra mim diante minha fala e passa a mãe em meu rosto.
– Você só estar letárgica amor, logo terá todas as suas funções de volta. – Diz e eu sorrio.
– Eu posso te pedir uma coisa? – Pergunto.
– O que você quiser linda. – Diz.
– Você pode me beijar? – Acaba saindo mais como uma pergunta do que como um pedido.
– Você está me perguntando ou mandando? – Pergunta com a sobrancelha erguida.
– Mandando claro. – Falo e ele rir.
– Bem então eu tenho que aceitar essa ordem. – Fala e junta seus lábios aos meus. O beijo é lento e aproveitamos cada minuto dele. – Jesus mulher como senti sua falta. – Diz ele com a testa encostada na minha.
– Eu também senti a sua docinho. – Falo e sinto seu corpo paralisa. Minha intenção não era que ele descobrisse assim, mas acabou saindo sem que eu percebesse.
– Bella você... Você me chamou de docinho? – Pergunta nervoso.
– Sim. – Falo e ele se afasta para me olhar, olhando em seus olhos eu sorrio. – Eu lembrei amor, lembrei de tudo.
– Oh Bella. – Sussurra ele.
– Eu te amo Edward, te amo desde a primeira vez que ti vi naquele altar. – Falo e vejo um milhão de emoções passar pelos seus olhos.
– Deus Bella, eu também te amo. Me desculpe querida, desculpe-me por ter sido tão imbecil a ponto de ter lhe traído, por não ter contato logo toda a verdade a você e evitado toda essa confusão. – Diz me olhando culpado.
– Ei. – Falo e com certa dificuldade levanto a mão e a coloco em seu rosto. – Ei o que passou fica no passado, eu só quero viver com você Edward, viver como deveríamos desde do começo. – Digo. – Agora me beije docinho. – Falo e em seguida seus lábios estão no meu.
– Te amo. – Diz me fazendo sorrir.
– Te amo mais. – Digo e a é a sua vez de rir.
Edward POV
A minha Bella era realmente uma coisa de outro mundo.
– O que você tanto olha? – Pergunta ela chamando minha atenção.
– Você. – Falo.
– Tem alguma coisa errada comigo? – Pergunta.
– Não, nada errado com você. – Falo e aproximo meu rosto do seu. – Só admirando minha linda e sexy esposa. – Digo e ela revira os olhos.
– Você precisa ir. – Ela diz e eu nego.
– Eu sei, mas não quero.
– Você precisa tomar um banho Edward. – Diz e eu faço uma careta.
– Você estar querendo dizer que eu estou fedendo mulher? – Pergunto fingindo raiva.
– Deixa de ser bobo homem. – Fala revirando os olhos. – Você tem que ir tomar um banho e trazer meu Henri, eu quero vê-lo Edward.
– Eu sei amor e eu vou trazê-lo, mas é difícil deixa-la. – Falo e ela suspira.
– Eu sei que é, mas eu não vou a lugar algum.
– Tudo bem. – Falo e beijo seus lábios. – Vou voltar o mais rápido que eu puder. – Digo e ela suspira.
– Eu te amo. – Fala.
– Ti amo, tornerò presto con il nostro ragazzo.( Eu amo você, eu vou voltar em breve com o nosso menino.) – Falo e ela solta um pequeno gemido.
–Non hai idea di come mi piace vederlo parlare italiano, è molto virile e sexy e mi piace. (Você não tem ideia de como eu gosto de vê-lo falar italiano, é muito masculino e sexy e eu amo isso.) – Ela diz me fazendo rir.
– Se você continuar me dizendo essas coisas eu não saio daqui tão cedo. – Falo e ela suspira.
– Ok homem, vá logo embora e não demore muito. – Diz.
– Eu não vou. – Falo e novamente ataco seus lábios.
Com uma dificuldade imensa eu me afasto dela e deixo o hospital, ao olhar pra trás sei que deixei parte do meu coração e de minha vida me esperando. Agora eu iria ao encontro da outra parte, um pequeno furacão que ficaria muito feliz quando soubesse que sua mãe acordou.
Assim que entro em casa sou abordado pela a Alice que me aguarda ansiosa.
– Então Edward? E a Bella? Ela está bem? Eu posso vê-la? – Pergunta tudo de uma vez.
– Respira Ali. – Falo rindo. – A Bella está ótima e claro que você pode vê-la, mas antes eu quero que ela veja o Henri. – Digo e ela solta um suspiro.
– Tudo bem. – Fala antes de sorri novamente. – Eu preparei uma mala com algumas roupas pra Bella, roupas de hospitais são tão sem graça. – Diz me fazendo rir.
– Tenho certeza que ela vai adorar. – Falo. – Agora onde o Henri tá? – Pergunto.
– Na sala de TV. – Diz.
– Vou vê-lo. – Falo e sigo para a sala de TV.
Quando chego a sala de TV o Henri estar concentrado no desenho.
– Hey filho.- Chamo sua atenção.
– Papai. – Ele diz se virando e correndo em minha direção. – Eu acordei e o senhor não estava. – Fala fazendo bico.
– Desculpa filho, o papai teve que sair. – Falo.
– Pra onde o senhor foi? – Pergunta.
– Fui visitar a mamãe. – Falo e o vejo me olha irritado.
– Não me levou por quê? Eu queria ver a mamãe também. – Diz chateado.
– Você quer ver a mamãe? – Pergunto.
– Sim. – Diz.
– Tudo bem, mas primeiro vamos conversa. – Falo e o coloco no chão. De mãe dadas caminhamos até o sofá e nos sentamos. – Filho eu sei que você é muito inteligente por isso preciso que preste muita atenção.
– Ok papai, eu vou prestar atenção em tudo. – Diz me fazendo sorrir.
– Ótimo. – Falo o olhando. – Você se lembra de quando o papai estava dormindo? – Pergunto e ele balança a cabeça. – O papai acordou, mas ele precisava de cuidados você lembra? – Novamente ele concorda com a cabeça.
– A mamãe vai precisa de cuidados também papai? – Pergunta.
– Sim filho, a mamãe vai precisar de cuidados e você tem que ajudar.
– Eu vou ajudar papai eu prometo. – Diz.
– Eu sei que vai filho. – Falo passando as mãos em meus cabelos. – Henri a mamãe acordou. – Falo tentando soar o mais leve possível.
– De verdade? – Pergunta.
– Sim. – Falo e ele dá um pulo do sofá.
– Então vamos ajudar ela papai. – Diz me fazendo rir.
– Nós vamos filho, ela está com saudades de você. – Falo.
– Eu também papai to com muita saudade. – Diz.
– Certo. Vá pedir pra tia Alice lhe dar um banho que o papai também vai tomar banho pra que possamos ir. – Falo e ele sai correndo animado.
Subo pro quarto e separo uma roupa antes de entrar no chuveiro. Enquanto a água caia sobre meu corpo meus pensamentos viajavam de volta a Bella, parecia mentira que ela tinha acordado e que em breve ela estaria em casa novamente. Minha família finalmente estaria completa.
De banho tomado e já trocado desço pra encontrar o Henri que me espera ansioso.
– Vamos logo papai. – Fala fazendo a Alice rir.
– Vamos sim filho. – Digo.
– Edward eu separei algumas coisas para a Bella. – Diz me entregando uma pequena mala.
– Obrigado Ali, tenho certeza que ela vai adorar. – Falo e ela sorrir.
– Diga a ela que no final da tarde eu vou visita-la.
– Pode deixar que eu digo. – Falo e olho pro Henri que me catuca impaciente. – Agora deixa eu ir logo antes que esse pequeno fure minha perna. – Digo sorrindo. – Diga xau pra tia Alice filho.
– Xau tia Ali. – Diz meu menino abraçando a Alice.
– Xau querido. – Diz ela beijando sua testa. – Obedeça seu pai e de muitos beijos na mamãe.
– Pode deixar senhora. – Fala fazendo-a rir.
– Xau Ali. – Falo e ela me abraça.
– Xau Ed.
Assim que saímos de casa o Henri não se aguentava de tanta felicidade, ele sorria a toa e dizia que iria beijar muito a Bella.
– Papai aqui não é o hospital. – Henri diz quando paramos em frente a uma floricultora.
– Eu sei filho, mas vamos parar aqui rapidinho para comprar um presente para a mamãe. – Falo e ele sorrir.
– Tudo bem papai, vamos lá. – Diz soltando o sinto de sua cadeirinha.
Quando entramos na loja somos abordados por uma vendedora que logo é atacada pelo que Henri que diz a mesma que quer balões, isso mesmo ele quer muito balões.
Deixando os dois discutindo quantos e quais balões seriam, sigo para o balcão para escolher algumas flores para a minha linda esposa.
– Olá senhor, em que posso ajuda-lo. – Pergunta a balconista.
– Gostaria de um buque com rosas vermelhas.
– Com muitos ou poucos botões? – Pergunta.
– Muitos. – Falo e me viro para procurar o Henri, em uma olhada rápida pela loja o encontro segurando alguns balões vermelhos.
– Senhor. – A balconista chama-me. – Desta forma? – Diz amostrando-me um buque de rosas.
– Perfeito. – Falo. – Também vou querer levar aqueles balões que o garoto segura. – Digo e ela concorda se retirando.
Pagando por tudo finalmente seguimos para o hospital, o Henri não aguenta de tão ansioso que estar.
– Oba chegamos. – Diz quando paramos em frente o hospital.
– Lembra o que conversarmos? – Pergunto antes de sair do quarto.
– Se comportar e tomar cuidado com a mamãe. – Ele diz e eu sorrio.
– Muito bem. – Digo e saio do carro. O ajudo a sair também e lhe entrego os balões.
Caminhos rapidamente pelos corredores do hospital, na verdade se o Henri pudesse correr ele sairia correndo por todo o caminho.
– Pronto? – Pergunto e ele concorda. – Então vamos lá.
Bella POV
Desde que praticamente expulsei o Edward o quarto tem sido monótono e sem graça. O medico veio me ver e falar sobre minha recuperação, até agora os exames estavam normais, mas ele ainda me manteria aqui por um tempo.
Quanto a letargia que sentia ele afirmou que isso era culpa de todos os dias que passei em como, precisaria de algumas seções de fisioterapia, mas que logo estaria levando minha vida normalmente como sempre levei.
Com os meus pensamentos longe não ouvi quando a porta abriu, fui surpreendida pelos gritos do meu marido e filho.
– Surpresa. – Ambos gritaram me fazendo sorrir.
– Uma linda surpresa. – Falo olhando pro meu pequeno que segurava vários balões.
– Oi mamãe, olha o que eu trouxe pra você. – Fala balançando os balões e me fazendo rir.
– São lindos filho obrigada. – Digo feliz.
– Mamãe. – Meu filho diz com a voz fraquinha.
– Henri. – Falo emocionada.
– Me de os balões filho. – O Edward diz pegando os balões e os amarrando na cama. – Vem cá. – Edward diz pegando nosso menino no colo e o colocando em minha cama.
– Vem cá baby. – Falo e o meu menino se joga em meus braços e me abraça forte.
– Eu estava com saudades mamãe. – Ele diz.
– Eu também amor, mas agora a mamãe não vai mais a lugar nenhum. – Digo.
– Promete? – Pergunta desconfiado.
– Eu prometo baby. – Falo e beijo seus cabelos.
– Te amo mamãe. – Diz fazendo meu coração explodir de tanto amor.
– Amo você baby. – Falo sorrindo. – Amo você também docinho. – Falo olhando para o Edward que me olha emocionado.
– Eu não tenho palavras pra dizer como esperei por esse momento. – Ele diz caminhado e abraçando a nós dois.
– Eu não preciso que você me diga nada, posso ver em seus olhos amor. – Falo e ele sorrir.
– Dio mi ha dato la migliore famiglia avrei potuto, io ti amo la mia bella moglie, amare il nostro figlio, io sono l'uomo più fortunato e felice che sia mai esistito sulla terra. (Deus me deu a melhor família eu poderia ter, eu te amo minha linda esposa, amo o nosso filho, eu sou o homem mais sortudo e feliz que já existiu na Terra.)
– Te amo Edward mais do que minha própria vida. – Digo.
Trocamos juras de amor pelo resto da tarde, o Henri não saiu do meu lado em nenhum minuto. Minha Família estava ao meu lado e eu não precisava de mais nada.
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