Atraídos Pela Máfia
36 Capítulo 36 - Viagem em família II.
Notas iniciais
EDWARD POV
– Você me ama. – Diz e eu concordo. Claro que a amava, a amava com loucura. – Não quero perde tempo Edward, quero viver tudo o que nos foi roubado durante esses seis anos. – Fala e me beijar com fervo.
– Bella. – Gemo seu nome ao nos separamos sem folego.
– Quero você Edward, quero você agora. – Diz e rebola em meu colo me fazendo arfar.
– Tem certeza. – Pergunto.
– Como nunca tive em minha vida. – Diz e eu sorriu levantando e a levando em meu colo.
Era tudo que eu queria ouvir, se ela queria eu não me faria de rogado. Amava minha mulher com paixão e faria que essa noite fosse tão maravilhosa como nossa primeira noite juntos.
Quando entramos em nosso quarto nossas roupas se tornam um problema então começamos a retira-las. Arfo surpreso quando vejo a sexy e provocante lingerie que minha Bella usa.
– Preciso de você na cama mio amore. – Falo e a sinto estremecer.
– Eu também Edward. – Ela diz e rapidamente tiramos o resto de nossas roupas.
Desço beijos por todo seus rosto até chegar em seus seios fartos, os chupo com vigor. Continuou descendo beijando seu corpo maravilhoso até chegar no meio de suas maravilhosas pernas. De longe eu consegui sentir seu cheiro maravilhoso, cheiro esse que a tanto tempo ansiava.
– Edward. – Geme quando passo minha língua no vão de suas pernas.
– Abre as pernas pra mim amor. –Falo e ela abre deixando sua linda buceta amostra. Inalo fortemente seu cheiro antes de afundar minha língua em sua bucetinha que brilhava para mim. — Tão molhada querida. – Digo e a escuto gemer quando introduzo dois dedos em sua bucetinha apertada.
– Edward, por favor. – Geme e eu sorrio.
– Calma amor. – Falo. – Quero aproveitar cada sensação. – Falo e rodo meus dedos fazendo-a gemer.
Ela geme quando volto a chupar sua buceta enquanto meus dedos trabalhavam em seu clitóris. Suas mãos agarram meus cabelos e sinto seu corpo convulsionar.
– Porra. – Ela grita antes de se derramar em minha boca. E puta que pariu como senti falta do seu gosto.
BELLA POV
Fecho meus olhos exausta quando sinto seus braços me envolvendo e doces beijos sendo depositados em meu rosto. Quando seus lábios finalmente tocam os meus eu abro os meus olhos.
– Edward. – Digo meio mole e ele rir.
– Amor. – Sussurra em meu ouvido e chupa meu lóbulo me deixando novamente acessa para ele.
Eu nunca fui uma tarada ou pelo menos não que eu me lembre. Com o James a coisa sempre foi rápida e eu nunca senti prazer, mas com apenas uma chupada do Edward eu consegui enxerga o paraíso.
Passo minha mão por suas costas arranhando-as antes de descer minhas mãos até seu pau que está duro em minha direção. Quando o aperto entre meus dedos o Edward geme e joga a cabeça para traz.
– Amor. – Ele geme e eu sorrio antes de soltar sua ereção.
– Quero você Edward quero você dentro de mim. – Digo e ele me olha sorrindo. Com cuidado ele se posiciona entre minhas pernas com seu membro rosando minha entrada.
– Te amo querida. – Fala e lentamente começa a entrar dentro de mim. Eu arfo segurando fortemente em seus braços. – Merda Bella não vou conseguir ir devagar, não agora não depois de tanto tempo. – Diz gemendo.
– Então não vá Edward. – Gemo e ele entra de vez em mim. — Oh!- Grito estanciada com suas estocadas. – Foda-se Edward ... mais quero mais. – Grito a beira das lagrimas.
Seus quadris bate com tudo nos meus, suas estocadas vão fundo em mim e quando eu penso que as coisas não podem melhorar sinto sua mão em meu clitóris aumentando ainda mais minhas sensações.
Sinto seu pau crescer dentro de mim ao mesmo tempo que seu nome escapa de meus lábios freneticamente, com mais uma estocada forte sinto-o se derrama dentro de mim.
Desabamos exaustos e respirando pesadamente. Mesmo cansado o Edward ainda encontra forças para me puxar para o seus braços beijando o topo de minha cabeça.
– Nossa. – Falo ainda arfante.
– E 'stato bello come la prima. (Ele foi tão bom quanto o primeiro). – Ele diz e eu queria poder dizer o mesmo, mas olhando em seus olhos eu sei que ele sabe.
– Obrigada. – Eu digo e ele me olha curioso. – Obrigada por não desistir. – Digo e ele sorri.
– Nunca. – Fala e eu solto um bocejo.
– Cansei você? – Pergunta.
– Um pouco. – Falo e ele sorri. Realmente a muito tempo que eu não tinha uma foda em minha vida.
– Então vamos tomar um banho e dormir. – Ele diz.
– Mas... – Tento falar, mas ele me olha sorrindo.
– Amor eu preciso que você descanse. – Fala e pisca pra mim antes de saltar da cama e me leva até o pequeno banheiro do Iate.
Só quando a água bate em meu corpo que eu percebo o quanto estou cansada. Ele cuida de mim e após me banhar e me enxugar me veste com uma de suas camisas e me deita na cama me envolvendo em seus braços.
Acordo com um riso baixo e doces beijos sendo distribuídos pelo meus rosto. Sei que é meu menino que está ali me fazendo aquele carinho.
– Hum. – Mumurro. – Tão bom acordar assim. – Falo e escuto risos. – Que gostoso. – Digo.
– Acorda mamãe. – Diz meu menino sem parar de me beijar. – Eu e o papai preparamos uma surpresa para a senhora. – Diz e eu sorriu abrindo os olhos.
– Surpresa é? – Pergunto e ele ri.
– Sim. – Diz e se afasta.- Vamos..
– Será que eu posso saber que surpresa é essa? – Pergunto me levantando.
– Não mamãe é uma surpresa. – Fala e eu riu.
– Vamos lá filho. – Digo. – Não vou contar ao papai. – Digo e ele sorri.
– Vai ser nosso segredo? – Pergunta.
– Sim. – Digo e ele abri um lindo sorriso.
– Eu e o papai fizemos o café da manhã. – Diz e eu sorrio.
– Que maravilha. – Falo sorrindo com a animação do meu menino. – Porque você não desci e diz ao papai que eu vou escovar os dentes e já desço para ver a surpresa. – Falo.
– Tá. – Diz e se aproxima de mim. – Bom Dia mamãe. – Fala e eu me abaixo para receber um beijo.
– Bom dia meu bem. – Falo e beijo sua testa.
Cantarolando entro no banheiro para fazer minha higiene pessoal. A noite tinha sido melhor do que eu havia imaginado, o Edward foi de todo carinhoso comigo. Meu marido poderia ser considerado o Deus do sexo, nossa senhora em todos os anos que eu consigo me lembrar eu nunca estive tão satisfeita sexualmente em minha vida.
Tenho que considerar que o único homem que eu me lembro de manter relação foi o traste do James e eu prefiro desconsiderar isso, só as lembranças de um dia ter me deitado com aquele ser asqueroso me faz ter nojo de mim mesma.
Melhor para com esses pensamentos tortos e descer ao encontro dos meus homens que devem estar me esperando ansiosos e irritados.
– Bom dia meus amores. – Digo chegando a sala. Ao ver meu marido ali parado tenho um flashback de alguns momentos da noite passada o que me deixa úmida só de lembra o que fizemos.
– Bom dia querida. – O Ed diz se aproximando de mim e me beijando com vigor. – Estava com saudades. – Diz eu sorrio.
– Eu também estava. – Falo e aliso seu rosto. – Alguém me disse que tinha uma surpresa me esperando? – Falo e pisco o olho pro meu menino que sorrir.
– Tem sim. – Diz o Edward e me puxa para a mesa. – Aqui está. – Fala apontando a mesa posta.
– Uau. – Digo realmente supressa, eles tinham feito um ótimo trabalho.
– Gostou? – Pergunta meio incerto.
– Se eu gostei? Querido eu amei. – Digo empolgada me jogando em seus braços e beijando seus doces lábios. – Vamos comer que estou faminta. – Falo fazendo ambos rirem.
O Edward senta ao meu lado na mesa e sorri ao colocar sua mão sobre a minha. Tomamos nosso café e eu sorrio com a sensação de que agora em diante vai ser sempre assim, eu o Edward e o Henri juntos e essa sensação de que agora ninguém nunca conseguiria nos separar.
– Mamãe posso jogar videogame? – Pergunta o Henri quando terminamos de comer.
– Claro filho. – Digo e ele sorri indo pra sala. – Você pode ir também se quiser. – Digo olhando para o meu delicioso marido.
–Vou ajudar você com a louça. – Diz e sorri. – Depois vamos juntos. – Fala e eu concordo começando a tira os pratos da mesa.
Com a louça limpa e nossa pequena cozinha em ordem seguimos em direção ao nosso filho. O Edward se senta e abre as pernas para que me sente entre elas. Nosso menino está tão concentrado no jogo que mal percebe a nossa presença.
– Edward. – Chamo seu nome fazendo-o me olhar.
– Sim querida. – Fala.
– Você me disse que quando nos casarmos eu trabalhava para a máfia. – Falo e ele me afasta um pouco de seu peito provavelmente ver onde eu queria chegar.
– Sim você trabalhava. – Fala meio carrancudo. – Porque isso agora? – Pergunta curioso e ao mesmo tempo meio incerto.
– Bom é que eu queria saber se eu só fazia isso? – Pergunto e ele me olha com a sobrancelha erguida.
– Só isso? – Pergunta meio incrédulo meio irritado. – Por varias vezes você correu risco de morte e diz apenas isso? – Pergunta nervoso me fazendo sorri um pouco.
– Calma querido. – Falo tocando seu rosto. – Não é só que ... Bem só que eu queria saber se eu não trabalhava ou estudava essas coisas. – Falo e ele me olha confuso.
– Você queria estudar medicina, mas quando as suas cartas chegaram você havia sumido. – Fala meio nostálgico.
– Hum. – murmuro sem saber o que dizer.
– Amor porque você está me perguntando essas coisas? – Pergunta.
– Eu quero fazer alguma coisa, não quero ficar em casa enquanto você trabalha e o Henri está na escola. – Digo e suspiro. – Eu adorei sua família, mas eu não quero ficar sem fazer nada.
– Amor. – Fala e toca em meu rosto. – Minha família é a sua família. – Diz e sorri de lado.
– Eu sei querido. – Falo. – Eu só quero ser útil você entende? – Pergunto.
– Claro. – Diz e ficamos um tempo em silencio até que ele resolve se pronunciar mais uma vez. – Acho que eu tenho um emprego para você. – Diz e eu o olho animada.
– Serio? Qual? – Pergunto curiosa.
– Minha secretaria se aposentou e eu já estava a procura de uma nova, caso você queira o emprego e seu. – Diz sorrindo sacana. Céus eu como secretaria do meu marido? Não iria prestar.
– E quais as implicações caso eu aceite o cargo. – Pergunto e ele sorri.
– Você vai ter que participar de reuniões chatas, atender telefones e anotar recados, manter minha agenda em ordem e, sobretudo aturar um chefe exigente e rabugento. – Ele diz e eu faço uma careta.
– Bom... – Sou interrompida quando ele coloca o dedo em minha boca.
– Tem mais uma coisa. – Diz e eu ergo minha sobrancelha.
– Serio? E o que seria? – Pergunto.
– Você tem que estar disponível a fazer serviços extras. – Diz sorrindo maliciosamente.
– E que serviços seriam esses?- Pergunto entrando na brincadeira.
– Você tem que está disponível a foder forte em meu sofá, contra minha mesa e minha parede. – Sussurra em meu ouvido.
– Edward. – Gemo baixinho e o safado rir.
– Então o que me diz? – Pergunta.
– Eu não sei. – Falo e o olho. – Tenho um marido meio ciumento e possessivo, acho que ele não vai gostar muito dessa ideia. – Falo e ele ri.
– Tenho certeza que ele não precisa saber. – Fala e eu riu.
– Sendo assim eu topo. – Digo e ele me abraça.
– Perfeito. – Fala. – Não vejo a hora de tê-la sobre a minha mesa. – sussurra em meu ouvido mordendo o lóbulo da minha orelha.
– Edward. – Falo em tom de repressão e ele ri se afastando um pouco de mim.
– Mais tarde baby, mais tarde. – Fala em meu ouvido e eu sorrio. Esse homem seria minha ruina.
EDWARD POV
Acordar com a Bella em meus braços era uma coisa indescritível, claro que desde que a reencontrei nos já havíamos dormindo juntos, mas não depois de uma noite quente como a noite passada.
Com cuidado levanto e vou até o quarto do nosso menino. O Henri está sentado na cama com alguns brinquedos em sua volta.
– Ei filho. – Falo chamando sua atenção.
– Papai. — Ele sorri e sai da cama se jogando em meu braços.
– Acordou faz tempo. – Pergunto e ele balança a cabeça confirmando.
– Sim. – Diz. – Eu fui lá no quarto, mas eu vi o senhor e a mamãe dormindo e não quis acordar vocês. – Diz e eu sorrio agradecendo mentalmente por ter vestido a mim e a Bella na noite passada.
– Certo. – Falo e o pego jogando-o em meus ombros. – Que tal agora prepararmos um café da manhã reforçado para a mamãe? – Pergunto e ele ri.
– Boa ideia. – Diz animado.
Com rapidez preparamos um café merecedor de uma rainha e o Henri sobe pra chamar minha Bella. Quando ela desce, eu me seguro para não joga-la sobre a bancada da cozinha e a possuir ali mesmo, a noite passada não tinha matado toda a minha fome de BELLA.
(...)
– Edward. – A Bella me chama entrando na cabine de comando.
– Oi amor. – Falo me virando para olha-la.
– Já estamos chegando? – Pergunta.
– Falta pouco por quê? – Pergunto.
– Eu pensei que poderíamos passear um pouco quando chegarmos e depois jantarmos em algum restaurante. – Diz e eu sorrio com sua ideia. Já estava anoitecendo mesmo e passar mais um tempo a sós com a minha família era tudo que eu queria.
– Acho sua ideia perfeita. – Digo e ela ri.
– Ótimo então porque você não para um pouco e vai tomar um banho? – Pergunta.
– Farei isso. – Digo e ela sorri.
– Perfeito. Vou terminar de arrumar o Henri. – Fala e beija de leve meus lábios antes de sair rebolando aquele traseiro maravilhoso.
Suspirando com aquela maravilhosa visão eu paro o barco e a sigo. Enquanto ela arruma nosso menino eu vou até nosso quarto, minhas roupas já tão preparadas sob a cama e eu quase riu. A diaba já tinha tudo pronto mesmo.
Dispo-me e entro no banheiro, ele não era lá muito espaçoso mais também não era o menor banheiro que já entrei em minha vida.
Estou prestes a sair do banho quando minha deusa entra no banheiro me dando uma visão privilegiada de seu corpo nu. Ela caminha em minha direção e sem nenhuma palavra se ajoelha aos meus pés.
– Bella o que... – Minha frase é interrompida quando sinto sua língua lamber minha cabecinha.
– O Henri. – Gemo fazendo-a lembra de nosso menino.
– Ele está jogando videogame e não vira até aqui. – Fala com um sorriso malicioso no rosto.
Sua boca de repente esta em torno do meu pau e eu só consigo gemer. Suas mãos brincando com minhas bolas enquanto ela roça seus dente sem meu pau que já está tão duro em sua boca. Sem aguentar mais levo minhas mãos até seus cabelos e começo a dita a velocidades de minhas estocadas.
– Bella melhor para. – Falo ao me sentir cada vez mais perto.
– Eu quero isso Edward. – Fala e eu jogo tudo para os ares aumentando minhas estocadas. Em poucos segundos gozo loucamente em sua boca.
A safada engole tudo e sorri se levantando, sem dá muito tempo eu a puxo para os meus braços e colo meus lábios nos seus.
– Isso foi demais. – Falo e ela ri.
– Você não viu nada. – Ela diz e se esfrega em mim.
– Amor não faz assim se eu começa não vou consegui para. – Digo e ela sorri se afastando.
– Então melhor não começarmos. – Diz e se afasta para me olhar. – Mas a noite. – Não termina sua frase deixando algo no ar.
– À noite eu vou foder tanto você que quando acorda estará assada. – digo e ela geme me beijando.
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