Atraídos Pela Máfia

33 Capítulo 33 – Acerto de Contas.


Notas iniciais
Oii chuchuzinhas! Espero que gostem Leiam as notas. BOA LEITURA

Edward POV

Quando os trintas minutos que a dei passaram e nada dela aparecer, eu não tive outra escolher a não ser invadir. Claro que Alice com seu jeito pacificador conseguiu que entrássemos sem maiores problemas, sim sem maiores problemas porque quase saio na porrada com um marmanjo idiota.

– Eu vou subir. — Digo impaciente na sala. Já havíamos entrando na casa e eu já tinha falado com Bella, mas a demora dela em descer estava acabando comigo.

– Edward tenha calma. — Diz Alice tocando em meu braço. — Ela já vem. — Quando ela acaba de pronunciar suas palavras à presença da Bella e do meu filho se fazem presentes.

Ele era a minha copia perfeita. A mesma cor de cabelo, o mesmo formato do rosto, os mesmos olhos. Eu não conseguia desgrudar meus olhos daquele pequeno ser, e foi com prazer que vi ele sussurra alguma coisa pra mãe e correr em minha direção.

– Papai. — Diz agarrando minhas pernas.

– Filho. — Falo deixando as lagrimas caírem em meu rosto e o pegando no colo. — Meu menino. — Falo o abraçando o mais forte possível.

– Papai. — Diz e me olha. — Eu tenho um papai. — Fala e sorri fazendo o meu coração acelerar.

– Sim garoto. — Falo e volto a abraça-lo. — Você tem um pai que te ama demais. — Digo e fico curtindo meu menino.

Bella POV

Quando chegamos à sala, Henri me perguntou quem é o seu pai e ao dizer vejo meu menino correr em direção ao Edward que parecia fascinado e ao mesmo tempo em choque. Quando sentiu nosso filho em suas pernas o Edward o pega no colo e o abraço forte. Foi impossível conter minhas lagrimas. Meu menino a tanto tempo queria um pai que o amasse , e finalmente ele estava nos braços desse pai.

– Ele é lindo Bella. — Alice diz emocionada ao se aproxima de mim.

– Sim ele é. — Digo e sorriu para a cena a minha frente. Os dois continuam abraçados, imersos em sua própria bolha. — Eles são lindos. — Digo e ela rir.

– Senhora. — Jonh chama tirando minha atenção dos dois homens mais lindos do mundo.

– Sim Jonh. — Digo secando as lagrimas.

– Encontramos a localização do senhor Hunt. – Diz e eu sorrio maliciosamente. A festa iria começar.

– Onde? — Pergunto olhando para Edward que apesar de estar totalmente envolvido com o nosso filho não desgruda os olhos de mim.

– Em uma casa de jogos no lado sul da cidade. — Diz.

– Prepare os homens, partiremos em breve. — Digo e ele assenti com a cabeça antes de sair.

Assim que o Jonh sai o Edward aparece ao meu lado com Henri ainda em seu colo. Eles eram tão lindos juntos.

– O que? — Pergunta sem rodeios.

– Acharam. — Falo sem querer entra em detalhes por causa do nosso filho.

– Ótimo. — Diz e coloca Henri no chão. — Filho esses são seus tios, Alice e Jasper. — Diz apontando para o casal que olhava meu menino em expectativa.

– Legal eu tenho tios. Yes! — Exclama feliz caminhado em direção aos tios.

– Onde ele está? — Pergunta o Edward assim que o nosso menino está longe.

– Em uma casa de jogos no lado sul da cidade. — Digo o mesmo que Jonh me disse.

– Muito bom. — Diz ele com um olhar maligno. — Você e Henri vão para casa enquanto eu cuido disso. — Diz e eu nego com a cabeça.

– Não mesmo. — Falo. — Foi a minha vida que ele destruiu. Eu vou com você. — Falo seria.

– Isabella agora não é hora para isso. — Fala grosso. — Princesa eu já perdi você uma vez e não vou correr o risco de perdê-la de novo. Por que você não pode entender isso? — Ele diz tocando em meu rosto.

– Edward eu já disse que isso não vai acontecer. — Falo e seguro em sua mão. — Por favor, não me deixe de fora. — Digo e ele suspira cansado.

– Tudo bem. — Diz e me puxa para seus braços. — Mas quando eu mandar você sair você vai me obedecer Bella.

– Eu.. — Tento negar, mas ele me para.

– O que eu vou fazer com aquele filho da puta não vai ser bonito Isabella, então ou você me obedece ou você fica. — Diz e eu acabo por concorda.

– Tudo bem . — Falo e ele sorri beijando minha testa.

– Boa menina.

Edward POV

Trazer Bella comigo foi irresponsável da minha parte, mas depois de escutar todos os seus argumentos não tive escolha. Claro que impus algumas regras, eu não deixaria minha Bella ver o que eu faria com aquele desgraçado, o Anjo Vingador poderia aguentar e até me ajudar, mas essa Bella doce e desmemoriada não seria de grande valia, ao contrario ela só te traumatizaria com a cena.

– Edward. — A escuto me chamar.

– Oi. — Falo a olhando.

– Você está bem? Já chegamos há alguns minutos e você continuou ai parado. — Ela diz e eu sorrio.

– Estava pensando princesa, apenas isso. — Falo e a puxo para os meus braços. — Quando eu mandar sair você sai, não esqueça. – Digo e a vejo suspira.

– Eu não vou esquecer. — Fala e eu a solto.

– Ótimo. – Falo e seguro sua mão. — Vamos.

Saímos do carro de mãos dadas e seguimos até o galpão onde funcionava a casa de jogos, alguns de meus homens já estavam por ali, assim como o Jonh que ao nos ver se aproximou.

– O passarinho já está preso. — Diz Jonh e eu sorrio.

– Ótimo vamos fazê-lo cantar. — Digo e olho pra Bella. — Por mim você fica aqui fora Bella, mas você que decide. — Digo. Ela me olha em silencio por algum tempo.

– Eu quero entra. — Diz convicta e eu concordo a levando comigo.

Quando entramos no galpão que alguns corpos estavam caídos por todos os lados, com certeza obra de nossos homens. O James estava sentado amarrado no meio do galpão completamente e apagado.

– Me tragam água. — Digo e em poucos segundos tenho um balde cheio em minhas mãos. Sem cerimonia derramo-a em cima do desgraçado que logo acorda. — Bem vindo ao inferno James. — Digo e ele me olha com ódio nos olhos.

– Me deixe brincar Edward. — Bella diz se fazendo presente.

– Bella... – Tento falar, mas só interrompido pelo merdinha.

– Sua imbecil deveria tê-la matado.. — Diz o merdinha levando um soco na cara.

– Calado seu porra. — Falo e sinto a mão suave da Bella em meu ombro.

– Não se irrite querido, vamos brincar um pouco. — Diz ela com um brilho maldoso no olhar.

– O que quer fazer? — Pergunto e ela começa a dizer do que precisa. – Tem certeza Bella? – Pergunto.

– Tenho sim, confie em mim. – Diz.

– Eu confio querida, só não quero que saia traumatizada Bella. – Digo em seu ouvido para que o imbecil não nos escute.

– Porque eu nunca fiz isso? – Pergunta.

– Exatamente. – Digo e ela ri.

– Eu sou forte Edward. – Diz e nisso eu concordo. – Não se preocupe comigo, eu pensei varias vezes em como tortura-lo só vou mudar o foco. – Diz e eu gargalho.

– Bom então vamos começar a festa. – Falo.

Com tudo que a Bella pediu pronto o Jonh amarrou o bostinha completamente nu.

– Você achou que eu nunca descobriria não é James? – Minha poderosa falava enquanto andava ao redor do maldito. – Mas eu descobri querido, e agora você vai ver do que eu sou capaz.

Com a toalha molhada a Bella bateu e bateu repetidamente no maldito, eu fiquei parado apenas olhando a minha poderosa jogando toda fúria em cima daquele imbecil que ousou achar que acabaria com a minha família.

– Masen faça essa maluca parar. – Pedi o James agoniado.

Seu pedido apenas me faz rir, eu não pararia a festa da minha poderosa ao menos não enquanto a situação estivesse sob controle.

– Por que eu faria isso James? – Pergunto e riu. – Gosto de me diverti, e não tem diversão melhor do que ver minha mulher em ação.

Quando percebi que a situação já não tinha mais para onde ir resolvi entra em ação. Eu queria o James sofrendo, mas quem terminaria o serviço seria eu e não a minha menina.

– Chega Bella. – Digo me aproximando e pegando a toalha de suas mãos.

– Mas... – Tenta falar, mas se cala diante meu olhar.

– Sem mas. – Falo. – Suba e me espere no carro. – Digo e ela suspira vencida.

– Tudo bem. – Diz, mas antes de sair se aproxima do merdinha.

– Te vejo no inferno maldito. – Logo em seguida, dá um soco na cara do infeliz que só faz gemer. – Bom agora eu posso ir. – Diz sorrindo para mim.

Assim que a Bella sai entro no meu modo mafioso. Eu não queria passar muito tempo brincando com esse infeliz, só queria saber quem era o responsável pelo sumiço da Bella. Afinal eu tinha coisas mais importantes para fazer.

O James era nada mais que um excremento e com certeza não teria inteligência suficiente para bolar um plano tão bem preparado como esse.

– Agora é entre nós dois. – Falei pegando o soco inglês que estava no meu bolso. – Vamos lá James colabore comigo e me diga quem é o cabeça disso tudo. – Falo e ele ri.

– Por que eu diria alguma coisa Masen? Você me matará de qualquer maneira. – Ele diz e eu riu.

– Tem razão James, eu o matarei de qualquer maneira, contudo a varias formas de morrer. – Dizendo isso, sorriu malicioso. – Você pode me contar e morrer da maneira mais fácil ou pode manter essa sua boca trancada e morrer da maneira mais difícil pra você, porém mais divertida pra mim. – Pude o ver engolir em seco.

Afasto-me e puxo uma cadeira colocando na sua frente e me sentando logo em seguida.

– Sabe como eu costumo matar quem não colabora James? Bem vou lhe contar, eu posso começar arrancando suas unhas, depois os dentes, os olhos, as mãos, os pés, então eu posso quebra cada costela sua, e eu garantirei que você não morra no processo porque assim perderia a graça não é mesmo Jonh? – Pergunto ao Jonh que está parado próximo a porta.

– Com certeza senhor. – Diz e eu volto a olha para o James.

– Então como vai ser? – Pergunto e o bostinha permanece calado. – Não vai falar não é mesmo? Ótimo. – Digo e me afasto para deixar o soco inglês em cima da mesa e pegar uma faca que estava exposta na mesma. – Vamos começar. – Falo sorrindo macabramente.

– Eu falo.- Grita o merdinha assim que coloco a faca bem próxima do seu globo ocular.

– Boa escolha. – Digo e me afasto. – Quem é o mandante? – Pergunto.

– Charlie Swan. – Diz e eu o olho perplexo. Ele achava o que? Que eu era algum idiota.

– James, James eu não estou com humor para brincadeiras. – Digo voltando a me aproximar.

– Não estou brincando Masen, Swan odeia a Isabella e mais do que isso ele odeia sua família. – Ele diz e eu ergo uma sobrancelha em descrença.

– Digamos que eu acredite nessa historia, o que o leva a crê que Charlie odeia minha família? – Pergunto.

– Isso eu não sei. – Diz e eu dou mais um passo em sua direção.

– Você precisa mais do que isso pra me convencer. – Falo e passo a faca pelo seu peito me deliciando com seu grito de dor. – Vamos lá James mais uma chance.

– Merda eu não sei, o Swan me procurou e disse que pagaria muito bem para mim acabar com seu casamento e depois por um fim na vida da Isabella. Ele me mandou fotos suas em Londres e disse que eu deveria entrega-las a Isabella e eu fiz, ela foi para Londres e eu a segui. – Diz e me olhar sorrindo. – Quando a vadia acordou no hospital sem se lembra de quem era, achamos a oportunidade perfeita para a acabar com sua historinha de amor. Eu a possui Masen, diversas e diversas vezes, eu a tive em minha cama.

– Maldito. – Grito enfurecido enfiando a faca em seu peito. – Eu venci James. – Digo olhando em seus olhos que estão quase sem vida. – Ela é minha e sempre será. – Falo e me viro pro Jonh. – Queime tudo. – Digo e saiu puxando o meu celular.

Alô. – Diz o Jasper ao atender.

– Jasper quero uma investigação completa sobre o Swan, ligue para o Emmett e mande ele reforça a segurança da fazenda.

O que aconteceu? – Pergunta.

– Depois conversamos e essa investigação deve ficar em sigilo, nem a Alice nem a Bella podem saber. – Falo.

Certo. – Diz. – Deu tudo certo ai? – Pergunta.

– Sim nos vemos em breve. – Digo e desligo o telefone.

Se o Charlie realmente tiver envolvido nessa merda toda ele vai pagar e vai pagar muito caro. Ele brincou com a pessoa errada e isso teria volta e como teria. Foram seis anos longe da minha mulher e do meu filho e esses seis anos seriam cobrados com juros.

– Senhor está tudo pronto. – Diz o Jonh me tirando dos meus pensamentos.

– Ótimo. – Falo e caminho até a escada. – Mande tudo pelos ares. – Digo e saiu à procura da minha Bella.

Quando chego até o carro a encontro encostada no mesmo, ao perceber minha chegada ela suspira aliviada e caminha em minha direção.

– Tudo bem? – Pergunta visivelmente ansiosa.

– Tudo ótimo querida. – A puxo para os meus braços. – Vamos embora que eu quero pegar nosso filho e voltar para casa. – Ela suspira tentando sair do meu abraço. – Ei pode parar. – Falo e ela levanta a cabeça para me olha.

– Não podemos ir ainda. – Diz e eu a olho irritado.

– Posso saber por que não? – Pergunto.

– Eu preciso ir na antiga casa tenho coisas para resolver lá. – Fala.

– Não pode deixar isso para outra pessoa? – Pergunto e ela nega. – Então vamos logo. – Falo e a puxo para o carro.

– Obrigada. – Diz baixinho quando alcançamos a rua.

– Pelo que? – Pergunto.

– Por está aqui, por não desisti de mim. – Diz e eu sorrio.

– Seria impossível desistir de você amor. – Falo e toco em seu rosto. – Você é a minha vida Bella. – Digo e ela sorri corada.

Quando chegamos até a bendita casa a minha poderosa dá ordem para que o Jonh junte todos os funcionários no escritório.

– O que você vai fazer? – Pergunto quando entramos no escritório.

– Você vai ver. – Disse e aponta um sofá. – Pode sentar.

– Ok chefa. – Falo e ela ri.

Bella POV



Bater no desgraçado do James foi como tirar um peso da minha consciência, aquele infeliz brincou comigo, mas no final teve o que merecia. Apesar de não saber como o Edward acabou com ele, tenho certeza que não foi de uma maneira muito agradável.

Quando o Edward deixou o galpão eu já estava com tudo planejado, eu não queria nada que me lembrasse desses malditos seis anos então daria fim a tudo da melhor forma possível.

– Senhora estão todos aqui. – Jonh disse anunciando sua entrada.

– Perfeito. – Digo e sorrio. – Vocês nesses seis anos foram minha família e minha fonte de apoio, eu não poderia ir embora e deixa-los desamparados. – Falo olhando para cada um deles.

– Abby para você eu deixo todos os quadros de arte espalhadas pela casa. – Falo e vejo o choque em seu rosto.

– Mas senhora... – Ela tenta falar, mas a interrompo.

– Não tem “mas” Abby, você nesse tempo cuidou de mim e do Henri como uma mãe cuida de um filho. – Sorri para ela. – O dinheiro que consegui com a venda dos quadros vai lhe render uma boa aposentadoria até o resto da vida então não discuta comigo. – Falo e ela concorda com a cabeça.

– Tudo bem então. – Diz sem graça.

– Ótimo então não a o que discutir todos vocês vão receber os presentes sem reclamar — Me viro para a Edith. — Edith para você deixo toda a prataria da casa. – Ela concorda com a cabeça. – Rachel você ficará com todos os vasos e esculturas da casa, Iago você fica com a coleção de relógios do James. – Ele sorri. Viro-me para o Jonh e caminho até ele. – Jonh meu amigo. – Sorrio. – Os carros você deve vende-los e o dinheiro deve ser divido entre seus homens. – Falo e ele concorda. – Todas as joias são suas, com o dinheiro delas você conseguirá ajudar sua mãe e se manter bom um bom tempo. – O pegando desprevenido puxo-o para um abraço. – Obrigado por todos esses anos dedicados a mim. – Falo e uma lagrima escorre em meu rosto.

– Não chore senhora, fiz tudo que fiz com maior prazer. – E eu sorrio.

– Obrigada. – Ele ri enxugando meu rosto.

– Não tem porque agradecer.

– Ótimo com tudo resolvido vocês estão dispensados. – Digo e sorrio para cada um deles. – Jonh vai explicar a situação, só posso dizer que foi um prazer conhecer cada um de vocês. – Eles sorriem para mim e se retiram sendo seguidos pelo Jonh.

– Você é incrível. –Edward diz fazendo com que me vire para olha-lo. – Vem aqui. – Me chama para sentar ao seu lado. Em seus olhos tinha todo orgulho que por um momento eu me perguntei se eu era tão má antes.

– Eu não costumava ajudar as pessoas antes? – Pergunto ao me sentar.

– Ao contrario meu bem. – Diz pegando minha mão. – Você sempre foi essa pessoa maravilhosa, sempre ajudando os outros acho que esses foram um dos motivos pelo qual me apaixonei por você. – Eu sorrio sem graça. Na verdade o Edward conseguia me deixar sem graça com bastante frequência.

– Você poderia me contar. – Falo e o Edward me olha sem entender.

– Contar o que? – Pergunta.

– Como nos conhecemos, como era minha vida antes. – Falo e ele sorri.

– Eu posso fazer isso, mas com uma condição. – Diz e eu o olho intrigada. Que condição seria essa?

– Qual? – Pergunto e ele sorri.

– Que enquanto eu conto você esteja em meus braços. – Ele diz e eu coro.

– Eu ... eu não sei. – Falo e ele sorri.

– Vem aqui. – Fala e me puxa para seus braços. – Agora eu posso começar a contar. – Diz beijando o topo da minha cabeça. – O nosso casamento não começou de maneira tradicional. – Ele diz me deixando confusa.

– Como assim? – Pergunto.

– Bom não nos conhecíamos quando casamos. – Ele diz e suspira. — Você tinha apenas 16 anos e eu 19, naquela época eu era imaturo demais e apesar de ter sentido uma forte atração quando a vi pela primeira vez fui burro e a trai. – Diz e eu tento me separar. Como assim me traiu? – Ei calma ai. – Fala me abraçando ainda mais forte.

– Você me traiu e eu fui burra o bastante para perdoa-lo? – Pergunto indignada com tamanha burrice de minha parte, eu poderia ter perdido a memoria, mas ainda era totalmente contra traição.

– Você me perdoou sim. – Fala e se afasta um pouco me virando para olha-lo. – Mas não foi tão fácil, eu penei até que você me perdoar. – Ele diz e eu sorrio, bom pelo menos isso agora eu não ficaria me preocupando muito com o passado, iria viver meu presente.

– Que bom, pensei que tinha perdoado você assim do nada. – Digo e ele ri.

– Depois que te perdi percebi a dimensão do meu sentimento por você, ter você ao meu alcance e não tê-la em minha vida foi terrível – Ele diz e me abraça forte.

– Então fizemos as pazes e vivemos felizes? – Perguntei e mais uma vez ele riu.

– Quem dera, nossa vida nunca foi muito fácil. Um tempo depois de voltarmos, você resolveu que era uma super mulher e se meteu na máfia, quando eu descobri de maneira não muito agradável e pirei. – Diz e mais uma vez eu forço me afastar dele.

– Super Mulher? Não muito agradável? – Pergunto olhando em seus olhos.

– Não me leve a mal querida, você era ótima no que fazia, mas não foi muito legal descobri que minha mulher fazia parte da máfia quando atirei nela. – Ele diz e eu o olho incrédula.

– Você atirou em mim? – Pergunto e ele suspira.

– Vou resumir para você. Estávamos na mesma missão, mas não sabíamos disso quando te vi achei que fosse inimiga e para me defender atirei duas vezes contra você. – Essa sim era uma revelação forte.

– Nossa. – Falo.

– Pois é. Você não sabe o medo que senti ao vê-la ensanguentada em meus braços, droga Bella se você morresse eu morreria junto. – Diz ele e eu posso ver que suas palavras são verdadeiras.

– Sinto muito. – Digo e ele nega.

– Já resolvemos isso. – Fala. – Agora volte aqui. – Fala e me puxa novamente para seus braços.

– Como nos separamos? Como o James conseguiu me tira de você? – Pergunto e sinto-o respirar fundo.

– Bem isso foi minha culpa. Um pouco antes de nos casarmos, um grande amigo meu morreu e me deu a guarda do seu filho. Eu escondi isso de todos inclusive de você, mas a situação estava ficando insustentável então eu estava fazendo o possível para resolve-la. Em uma dessas tentativas eu viajei para me encontra com a pessoa que cuidava da criança, você me seguiu e acabou tirando conclusões precipitadas. Você foi embora e deixou apenas um bilhete, quando eu li suas palavras foi como se chão sumisse de meus pés, senti como se uma parte de mim tivesse sido levada. – Diz com uma voz agoniada.

– Sinto muito. – Digo. Eu realmente sentia muito, de certa forma por minha culpa ficamos todos esses anos longe um do outro.

– Não se culpe meu amor. Nada mais importa, não agora que a tenho em meus braços. – Diz e beija minha testa. – Você nunca mais sairá da minha vida. – Ele diz e eu suspiro.

– Seria estranho eu dizer que não quero sair? – Pergunto e o sinto rir.

– Não meu amor, não seria. – Fala.

– Você me ama não é Edward? – Falo depois de alguns minutos em silencio.

– Com toda minha vida. – Fala.

– Eu queria ama-lo também. – Digo triste.

– Você me ama amor só não lembra disso. – E se afasta me fazendo olha-lo. – Se não me amasse não ficaria tão confortável em minha presença, você me ama só não lembra. – Sorri de lado. – Logo logo você vai está caidinha por mim isso eu posso garanti. – Diz em tom mandão.

– Você é muito mandão hein? – Pergunto para descontrair o ambiente.

– Você não tem ideia querida. – Fala e sorri me beijando de leve nos lábios. No primeiro momento foi estranho, mas logo a sensação se tornou boa. – Agora vamos pegar nosso filho e começar a viver nossa vida. – Ele diz sorrindo.

– Vamos sim Edward. – E me levanto parando na sua frente. – Eu quero ama-lo Edward, eu vou ama-lo Edward. – Falo e ele sorri maravilhado.

– Mal posso esperar por isso querida. – E a ultima coisa que sinto antes do meu coração dispara e o seus lábios fortes e macios nos meus.

Notas finais
Oii de novo srsrsr Antes de tudo quero deixar meu eterno agradecimento a Ana Paula Souza que lindamente se ofereceu para betar o capitulo, graças a ela ele saiu tão cedo. Todo mundo repete comigo: OBRIGADA ANA PAULA SUA LINDA  Olhem o perfil dela e acompanhem suas fics  http://fanfiction.com.br/u/32959/ O proximo capitulo está em andamento e a Laila Cullen já se ofereceu para betalo :D Agora me digam o que acharam? Mereço reviews não mereço? E recomendações? Vejo vocês em breve. Beijos