Atraídos Pela Máfia
28 Capítulo 27 - Contando a novidade.
Notas iniciais
O capitulo mais uma vez não foi betado, então sorry pelos erros.
BOA LEITURA
Bella POV
Acordei sentido o corpo quente do Edward ao meu lado. Com um suspiro me levanto sem acordá-lo. A última coisa que eu me lembrava era de ter entrado no carro e adormecido logo em seguida.
Visto meu robe e desço para respirar um pouco de ar puro, a casa estava escura e deserta. Quando saiu para a varando dou de cara com o Sam, que provavelmente estava fazendo a segurança.
– Boa Noite senhora Masen. – ele diz e eu faço uma careta, odiava que eles me tratassem assim tão formalmente.
– Boa Noite Sam! –exclamo a contra gosto. – Já disse pra me chama de Isabella ou apenas Bella. – digo e ele sorri constrangido.
– É que eu não acho certo senhora e também porque o senhor Masen não ira gostar. – ele diz.
– Primeiro não tem essa de certo ou erado e segundo que o Edward não tem que gosta ou desgosta de nada. – digo um pouco irritada. Provavelmente por causa dos hormônios que aumentavam demais nos primeiros meses da gravidez. – Então apenas Bella, estamos entendido? – pergunto.
– Sim sen... que dizer sim Isabella. – ele diz e eu sorriu.
– Menos mal. – falo e me sento em uma das cadeiras do terraço.
– Algum problema? – pergunta.
– Não, apenas não consigo dormi e queria tomar um ar fresco. – respondo.
O silencio se fez até que meus dentes começaram a bater por causa do frio.
– Aqui. – diz o Sam me oferecendo um coberto. Com um sorriso tranquilo no rosto eu aceito.
Começamos a conversa até que ele pede licença e volta algum tempo depois com dois copos na mão.
– Pra esquentar um pouco. – diz ele me dando um dos copos.
– Hum... que delicia. – digo e ele sorri.
– Recita de família. – diz sorrindo.
Conversa vai conversa vem, o dia já começava a amanhecer. Com um sorriso cansado me despeço dele agradecendo pela boa conversa e pelos cuidados. Quando subia esbarrei em alguém, que pelo cheiro logo reconheci como sendo o Edward.
– Onde você estava. – sua voz era suave mais irritada.
– Eu não conseguia dormi e resolvi tomar um pouco de ar. – digo e ele passa as mãos pelos cabelos.
– Você não deveria ter saído, está frio poderia ter ficado doente. – fala preocupado.
– Não vou ficar. – digo convicta. – Agora será que você pode para de brigar comigo e me levar pro quarto. – digo fazendo bico.
– Não me olhe assim. – diz me pegando no colo. – Você sabe como me manipular direitinho. – ele diz e eu sorriu encostando minha cabeça no vão de seu pescoço.
– Não sei do que você está falando. – falo.
– Claro que sabe. – fala quando entramos no quarto.
– Brigada amor. – agradeço no momento que meus pés encostam no chão.
– Você sabe que vamos conversa sobre essa sua saída não é? – pergunta alisando meu rosto.
– Sei. Mas não agora, agora eu quero me deitar na nossa cama sentindo seus braços ao meu redor. – digo e ele me puxa para um beijo.
– Como eu disse você me manipula direitinho. – dizendo isso ele me pega no colo e me leva para a cama.
Como eu havia pedido, ele cola seu corpo ao meu sussurrado palavras doces em meus ouvidos. Com um bocejo cansado me aconchego mais em seus braços e com sua doce voz em meu ouvido me entrego ao mundo de morfeu.
(...)
Acordo sozinha na cama, ao olhar o pequeno despertado na mesinha de cabeceira vejo que já passa das 10 da manhã. Espantando a preguiça eu me levanto e sigo para o banheiro, iria tomar um banho rápido e seguiria para a fazer uma surpresa ao meu amado.
Hoje eu revelaria ao meu lindo e querido marido que nosso herdeiro estava a caminho, que em oito meses a família Masen ganharia um novo membro.
Como não poderia demorar muito me arrumando optei por um look mais casual. Uma calça jeans, blusa básica e por cima minha jaqueta adorada.
Antes de sair do quarto fui até minha bolsa e tirei de lá o presente do meu amor, segui para a sala que a Lizzie usava para fazer seus artesanatos e encontrei tudo o que precisava para fazer uma linda embalagem.
Quando desci a casa estava vazia a não ser pelas empregadas, parei na cozinha e fiz um pequeno lance, afinal não poderia ficar de barriga vazia, não carregando meu pequeno milagre.
Como a Lizze provavelmente havia saído com o motorista e eu não queria dirigir o jeito foi chama um taxi. No meio do caminho liguei para a Helena, para me certificar que o Edward ainda estava no escritório. Com sua resposta positiva e meu pedido para que enrolasse ele o máximo que pudesse segui para o escritório.
Quando cheguei no escritório desci sorrindo. Havia chegado a hora.
– Boa Tarde Isabella. – disse o senhor Carlos sorrindo.
– Boa tarde seu Carlos. – respondo seu cumprimento.
Após trocar algumas palavras com seu Carlos subo para a sala do meu marido, quando apareço em sua ante sala a Helena me recebe sorrindo.
– Boa Tarde Isabella. – diz.
– Boa Tarde Helena. Ele ainda está ai? – pergunto.
– Sim. – responde sorrindo.
– Você pode entregar esse presente a ele mas sem dizer que fui eu que mandei e que estou aqui? – pergunto.
– Claro que posso menina, deixe comigo. – responde comigo pegando o embrulho de minhas mãos e seguindo para a sala do Edward.
Edward POV
Acordei de madrugada e não encontrei a Bella em nossa cama, achei isso estranha e com um pulo saiu a sua procura. Quando estava perto das escadas seu pequeno corpo se choca com o meu.
Trocamos algumas palavras e ela com seu jeitinho de gato do Sherk me pedi para leva-la ao quarto, como sempre acabo cedendo ao seu pedido. Era incrível a força que ela exercia sobre mim, aquela pequena mulher conseguia me manipular direitinho.
Abraçados pegamos no sono. Acordo pouco tempo depois e me levanto sem acorda-la, estava na hora de seguir minha rotina. Na verdade essa rotina estava muito chata eu queria ação, queria matar alguns miseráveis ou resolver alguma coisa mais pratica para a máfia e não ficar trancado no escritório como vinha acontecendo nessas últimas semanas.
(...)
– Bom Dia. – digo ao descer e encontrar todos a mesa.
– Bom dia. – respondem.
– Filho tudo bem? Onde está a Bella? – minha mãe dispara.
– Tudo sim mãe. A Bella está dormindo, não quis acorda-la. – respondo.
– Cansou a Belinha foi? – Emmett pergunta e eu o fuzilo com um olhar.
– Sem gracinha seu anormal. – digo e pego uma maça que está sobre a mesa. – Vou para a empresa, fazer o que certos incompetentes não fazem. – digo olhando diretamente para os meu queridos e inúteis irmãos.
Saio antes que a mamãe comece a falar merda e o seu Anthony comece-se a falar merda, afinal eu não estava afim de escutar baboseiras.
Quando chego a empresa aviso logo a Helena que não quero ser incomodado, já que teria que ir para Londres resolver meus problemas com a Flora deixaria tudo adiantado por aqui.
Outro problema que me tiraria o sono seria como contar a Bella que eu teria que viajar, não poderia dá a desculpar que iria resolver coisas da máfia porque ela me indagaria sobre esses assuntos e eu não poderia conta-lhe mais uma mentira.
A manhã passou mais rápido que eu previa, logo estava me preparando para sair quando a Helena me aparece do nada com algumas papeladas pendentes. Juro que na hora me segurei para não manda-la ao inferno, queria ir para casa ficar com minha mulher ou ao menos ter a chance de almoçar com ela.
Com um suspiro de pura frustração parei de ler aqueles malditos papeis e encostei minha cabeça no encosto da cadeira fechando os olhos em seguida. Não sei quanto tempo passou quando escuto a porta ser aberta.
– Senhor. – diz Helena com sua voz anasalada.
– Que foi agora? – pergunto grosso, afinal já tinha passado do meu nível de estresse para um dia.
– Chegou uma encomenda pra o senhor. – diz sem se abalar com minha grosseria.
– Encomenda? – pergunto curioso abrindo os olhos e a olhando. Ela tinha nas mãos uma pequena caixa.
– Quem mandou? – pergunto me levantando.
– O entregado que trouxe. – diz me entregando.
– Ok. Pode ir agora. – falo e encarro a caixa.
Com cuidado eu a examino, afinal nela poderia está uma bomba ou qualquer outra coisa que pudesse me atingir. Quando percebo que não há nada de perigoso dentro dela e a abro.
Dentro da caixa estava uma roupa de bebê. Intrigado com aquilo eu retiro a roupa com cuidado, afinal quem teria me mandado uma roupa de bebê.
– Meu Deus! – exclamo ao ler o que estava escrito. Não poderia ser podia? – Helena. – grito e logo ela aparece.
– Senhor. – diz.
– Ligue para a minha mulher agora. – digo apertando aquela roupinha em minhas mãos. – Vai logo mulher. – falo ao ver que ela continua parada me olhando.
– Ela não precisa me ligar amor eu estou aqui. – Bella diz aparecendo.
– Bella isso... isso é sério? – pergunto a olhando. Ela sorri e deixa uma lagrima escapar pelo seu rosto.
– Sim Ed, nós vamos ter um bebê. – ela diz e eu deixo que minhas lagrimas corram sem impedimentos.
– Obrigada meu amor, obrigada por me fazer o homem mais feliz do mundo. – digo e beijo seus lábios. Com pressa me ajoelho em sua frente e levanto sua blusa. – Filho eu sou o papai, eu te amo garotão. – digo emocionado e sinto as mãos da minha Bella em meus cabelos.
– Docinho pode ser menina. – ela diz e eu sorriu.
– Não importa o que é Bella, vindo com saúde é o que basta. – digo me levantando e a perdendo em um abraço apertado. – Te amo minha linda esposa.
– Te amo meu Edward. – ela diz e eu sorriu.
Não me contendo de tanta felicidade eu a pego no colo e a giro no ar, ela rir como uma criança que acaba de ganhar um doce.
– Quando descobriu? – pergunto quando estávamos mais calmos sentados no sofá do escritório.
– Ontem. – ela diz e eu a encaro confuso.
– Ontem? Mas como se você passou a tarde comigo. –pergunto.
– Na hora que sai com a Rose. – ela fala e eu tento segura minha raiva.
– Não acredito nisso Bella. – falo frustrado. – Você preferiu contar a ela primeiro do que pra mim? Seu marido, pai do seu filho. – digo irritado.
– Edward amor olhe pra mim. – diz e eu a olho. – Eu não queria que você sofresse caso fosse alarme falso. – diz ela. – Amor fala alguma coisa. – pedi quando fico calado.
– Mesmo assim você deveria ter me contado. – falo manhoso.
– Eu sei amor, me perdoe por isso. – diz alisando meu rosto. – Não vamos briga nesse momento tão feliz. – diz.
– Você tem razão. – digo e levo minhas mãos a sua barriga. – Eu estou muito feliz por esse bebezinho. – digo e ela sorri colocando a mão sobre a minha.
– Eu também Ed. – sorri.
– Nosso pequeno príncipe ou princesa. – falo.
– Sim, nosso pequeno milagre. – ela diz e eu a beijo.
(...)
Duas semanas já se passaram desde que recebi a noticia mais importante da minha vida. Após a Bella me dá a notícia de sua gravidez fomos contar a nossa família, ambos receberam a notícia com uma alegria imensa. O novo Masen foi festejado com fervo, não há um integrante da máfia italiana que não soubesse que o meu herdeiro estava a caminho.
O que vinha me preocupando era o adiamento da minha ida até Londres, eu não poderia deixar a Bella logo agora, mas não havia muito que fazer para evitar a minha ida até lá. Eu teria que resolver os assuntos com a Flora e colocar um ponto final nessa história, a situação já estava insustentável.
A duas noites atrás a Bella me acordou aos gritos dizendo que estava com desejo de comer jiló com doce de leite, eu disse a ela que essa ideia era absurda e ela começou a chorar feito uma criança. O jeito foi acorda quase todos da casa para irem atrás do bendito jiló com doce de leite, sim acorda todos já que ela praticamente se colou a mim e disse que eu não ia abandona-la só porque ela iria ficar gorda e flácida.
Assim que ela realizou seu desejou e comeu o bendito jiló com doce de leite correu para o banheiro e colocou tudo pra fora, fiquei preocupado afinal ela não estava passando bem, mas me acalmei quando minha mãe disse que isso era normal. Aparentemente o desejo de uma gravida só era real quando ela comia e colocava pra fora, se ela não vomitasse depois era frescura mesmo.
Agora eu estava deitado com minha mulher em meus braços tentando encontra uma maneira de dizer a ela que teria que viajar para Londres sem que ela pirasse e dissesse que eu não a amava mais porque ela ficaria gorda e sei lá mais o que.
– Edward. – sua voz soa irritada.
– Oi amor. – digo a olhando.
– Onde você estava? – pergunto e eu ergo minha sobrancelha.
– Bem aqui. – respondo e ela me olha furiosa agora.
– Não seja idiota, onde estavam seus pensamentos? – pergunta sem me dá tempo de responde. – Já sei em alguma vadia por ai, você tá me traindo não tá? – pergunta com a voz encoberta pelo choro.
– Por Deus Bella. – digo segurando seu rosto. – Eu não estou traindo você amor, você e o bebê são as coisas mais importantes da minha vida. – digo.
– Jura? – pergunta- Jura que não existe outra mulher? – pergunta.
– Juro amor, agora se acalme. – era horrível mentir para ela mais não havia muitas opções. – Eu estava pensando em um amigo. – menti mais uma vez.
– Um amigo? – pergunta.
– Sim. – digo. – Ele já com problemas e pediu minha ajuda.
– Que problemas? – pergunta curiosa.
– O irmão mais novo dele está devendo a alguns fornecedores e ele não sabe como agir. – minto mais uma vez.
– Ah! Isso é uma merda. – diz e eu concordo com a cabeça. – E ai o que vai fazer?
– Eu pretendo ajuda-lo claro, mas para isso terei que ir para Nova York. – digo e ela arregala os olhos.
– Tão longe? – pergunta.
– Sim. – falo alisando seu rosto. – Não queria ir.
– Eu também não queria que você fosse, mas se é por uma boa causa eu te apoio meu amor. – diz e eu sinto meu coração fraquejar. Meu Deus que ela possa me perdoa quando tudo for descoberto, oro a Deus. – Te amo Bella, nunca duvide disso. – digo e ela sorri se inclinado para me beija.
– Nunca meu amor. – diz. – Quando você tem que ir? – pergunta.
– Logo. – respondo e a abraço. – Mas voltarei correndo pra você, eu prometo.
– Vou contar os segundos para a sua volta. – diz e se aconchega em meu braços.
(...)
Com tudo combinado com a Bella e com minha família sobre aviso de que se algo acontecesse a minha mulher e ao meu filho eu deveria ser avisado, parti.
Com o jatinho dá família segui até NY já que pra todos os efeitos o amigo que eu ajudaria vivia ali, quando aterrissamos em NY um jatinho já me esperava para me levar até Londres.
Quando aterrissei em solo inglês me senti um pouco desconfortável, talvez por conta da mentira e tudo mais.
– Pai Edward. – escutei o Brian me chama e me virei sorrindo.
– Brian. – gritei largando a mala para abraça-lo.
– Estava com saudades. – diz e eu sorri.
– Eu também. – falo e me afasto. – Olha como você cresceu. — digo e ele ri.
– A mamãe vive dizendo que logo logo serei um rapazinho. – ele diz e eu sorriu.
– Claro que será. – digo levantando e assanhado seu cabelo.
– Olá Ed. – diz Flora com a voz anasalada.
– Flora. – digo e ela sorri. A flora era uma bela mulher mas não trocaria minha Bella por ninguém.
– Como foi a viagem? — pergunta.
– Cansativa. – digo. – Agora eu só quero ir pro hotel descansar. – falo e ela sorri de lado.
– Ah claro, vamos. – diz e sai andando.
Todo o caminho há Flora vai calada, enquanto o Brian não para um minuto. Ele realmente estava animado, não minto que eu também estava. Amava demais o garoto.
– Pai posso ficar com você? – pergunta o Brian quando chegamos ao hotel.
– Claro que pode garoto. – digo e ele sorri. – Amanhã você traz uma roupa pra ele e nós saímos. – digo e ela concorda.
– Certo. – diz ela se despedindo do Brian.
Subimos ara o quarto e a primeira coisa que faço é pedir comida, estava faminto. Com a fome saciada aproveito para brincar um pouco com o Brian até que ele adormece e eu posso ligar tranquilamente para Bella.
– Edward. – diz ela esbaforida ao atender o telefone.
– Bella o que você está fazendo? Parece cansada. – pergunto meio preocupado meio desconfiado.
– É que eu estava no banheiro e tive que vim correndo. – responde.
– Sei. – falo. – E como você está e o bebê? – pergunto e ela ri me fazendo sorri.
– Estamos bem. – diz e suspira. – Já estou com saudades docinho.
– Eu também amor. – falo.
– E sua viagem foi tranquila? Tudo bem com seu amigo? — Pergunta me fazendo sentir culpa pela mentira.
– Foi tudo bem sim amor, ele está bem e amanhã mesmo começarei a resolver tudo por aqui, assim poderei está ai o quanto antes. – digo.
– Assim espero, não consigo ficar muito tempo longe de você. –la – diz e posso ouvi-la boceja.
– Também não neném, agora porque você não vai dormi. Nosso filho precisa descansa sabia? – digo e ela suspira irritada.
– Ele precisa do pai isso sim. – diz irritada.
– Logo eu vou estar ai Bella. – digo com raiva não dela mas de mim mesmo.
– Eu sei amor, me desculpe mas são esses hormônios. – diz e eu rio. Durante o voo tinha pesquisando algumas coisas a respeito sobre gravidez.
– Não tem o que desculpar. – digo. – Agora senhora Masen vá dormi.
–Sim senhor. – diz.
– Boa Noite meu amor. – falo.
– Boa noite docinho. – ela diz e desliga.
Deitado na cama e eu penso em como vou resolver tudo isso. Teria que conversa com a Flora e avisá-la que levaria o Brian pra Itália, queria ele morando comigo se ela quisesse eu alugaria uma casa para que ela fosse viver perto do Brian.
Prepararia tudo a respeito dessa mudança e voltaria para Italia para conversa com a Bella, a situação é delicada mas eu espero que minha esposa compreenda e aceite o Brian em nossas vidas.
Com a decisão tomada deixei o sono me levar e a última coisa que me lembro antes de adormece e de sentir o pequeno corpo do Brian colado ao meu.
Notas finais
Vou falar rapidinho aqui...
Meu not tá na autorizada :(
Por sorte todos os meus capítulos são salvos no skydrive oo/
Sem pc e sem opção me restou correr pra casa da minha prima, domingo vamos almoçar juntas então provavelmente vocês terão um novo capitulo.
Capitulo que vem promete grandes emoções...
Me deixem saber o que acharam.
Thamy Hirano sua linda obrigadaaaaa pela recomendação. Ameiii :)
Beijos
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