Notas iniciais
Yoooooooooooo Minna-san! Laari aqui, com um capítulo de nome óbvio e nada original!
Avisos da semana: Ecchi LEVE no fim do capítulo pela rainha dos ecchis, Hiru-chan (que vai odiar o fato de eu dizer isso!)!
Enfim, tudo bem por aí? Sofreram muito com a espera? Sentimos muito pelo cap. anterior tristinho, esse está mais divertido, embora curtinho ><
Boa leitura e espero que gostem! xD

Gajeel e Gray pediram à Natsu para que eles se encontrassem no QG, e ele não reclamou, embora não quisesse ver Urtear de maneira alguma. Saiu com Beni a uma velocidade de 120km/h, retardando ao máximo o momento em que chegasse à Seven Black.

Infelizmente, não foi lento o suficiente, e já podia ver a grande mansão à sua frente, datada do século 18, mas ainda assim bem-conservada por dentro. Negra como a noite e um tanto ameaçadora, a frente estava desmantelada, um aviso de cuidado na frente. Natsu, como sempre, ignorou. Havia muitas mansões em Fiore, mais do que eles gostariam, e essa era uma das pequenas precauções que possuíam para que humanos normais a vissem apenas como uma casa abandonada e amaldiçoada. Os boatos eram motivo de piada na Seven Black, que adoravam rir das crianças que muitas vezes eram desafiadas a tocar a campainha pelos amigos e corriam de medo a 20 passos da porta.

Ele fechou os olhos, e pensou três vezes no nome da sua organização. Quando os reabriu, a mansão estava imediatamente de pé, em perfeito estado, nenhuma teia de aranha sequer, o aviso sumiu junto com a podridão. Ele sorriu adentrando a porta, agora livre das 200 armadilhas que possuía contra qualquer intruso.

– Ah, aí está você Natsu. Pessoal, o Natsu voltou! – gritou um homem, cabelos verdes até o fim de sua coluna e um ar sério, porém respeitoso. Esse era Freed Justine, um dos membros de um grupo particularmente famoso, os Raijinshuu, guarda-costas pessoais de Laxus Dreyar, um dos assassinos Rank-S da guilda.

Assassinos Rank-S. Natsu sorriu, pensando na possibilidade. Natsu, o assassino Rank-S. Gray e Gajeel seriam seus guarda-costas pessoais. O futuro era belo e agradável.

Imediatamente a linda mulher de cabelos castanhos e o homem de máscara ao seu lado apareceram, dizendo que eles estavam esperando por ele há séculos.

De volta a realidade, não tão doce.

Esta acomodação da Seven Black possuía 5 andares cheios de salas, 3 elevadores e incontáveis escadas. Toda sala era o quartel-general de um grupo, ou o local privado de um mago Rank-S. Enquanto andava até o terceiro andar, falava rapidamente com seus colegas de trabalho, todos animados com a história da família Heartphilia. Ninguém parecia saber que havia falhado.

Gerárd estava sentado, entediado, ao lado de sua guarda-costas Meredy, e acenou com a cabeça para o amigo. Pareciam estar discutindo uma coisa importante, e Natsu não achou bom atrapalhar.

Quando de repente, algo se chocou contra ele, fazendo-o quase cair da escada. Algo leve e muito, muito sorridente.

– NATSUUUUUUUUUUUUUUU! – Ele ouviu o grito da menina, e riu. – Quanto tempo! Onde você esteve?

– Wow! Calma, Lisanna! – ele levantou-se, dando à mão a menina para que pudesse fazer o mesmo, e a abraçou. Lisanna era uma de suas amigas mais antigas, entraram na organização na mesma época, se tornando um o álibi do outro para suas famílias. – eu estou bem, apenas uma missão complicada. Você?

– Ótima... Nenhuma missão por agora! Ah, seu pai estava querendo falar com você. E os meninos também.

– Já percebi – disse, pois na mesma hora recebeu uma ligação de um impaciente Gajeel. Revirou os olhos. – Tenho que ir...

Deixando a garota, ele correu até a porta referente ao grupo “Dragon Slayer” e a abriu.

– Você demorou idiota. O que estava fazendo?

Ele revirou os olhos, cansado até mesmo para discutir com Gajeel, e sentou-se.

– O que é tão importante?

Como se ele não já soubesse.

– O “tão importante” é que alguém está estragando o nome do nosso grupo, sem conseguir terminar o serviço. Urtear brigou com nós dois, quase nos obrigou a matar a garota nós mesmos. Ela disse que passará a missão adiante em duas semanas. – explicou Gray.

– TUDO CULPA DO GAROTO EM CHAMAS IDIOTA! Não nos diga que você se afeiçoou por sua presa, Natsu...

– Só Natsu poderia ser suficiente burro para fazer uma coisa dessas... Natsu, posso mata-la para você. Não vamos perder nossa reputação por sua covardia...

– CHEGA! EU VOU MATAR ESSA MENINA, NEM QUE SEJA A ÚLTIMA COISA QUE EU FAÇA! – disse ele, irritado. Ele iria mata-la. Tinha que mata-la.

– Se daqui a uma semana e meia não tiver acontecido, Gajeel vai mata-la.

– Tudo bem então – desistiu Natsu. Ele iria mata-la, não perderia para Gajeel.

Eles saíram da sala, cada um seguindo seu caminho. Natsu se encaminhou para um quadro de pedidos, em que uma bela garota de cabelos brancos lia uma missão.

– Difícil? – perguntou.

– Muito... Fried está com medo de que a gente não consiga, Laxus está ocupado nesta semana – disse. Lisanna foi convidada por Fried para entrar no grupo Raijinshuu, o que dava a ambos um álibi duplo. Saindo juntos, Mirajane nunca desconfiaria de suas verdadeiras identidades.

Uma voz atrás deles os informou da chegada de Gray, que lia a missão por cima de seus ombros.

– Se vocês a tivessem no grupo acabariam em dois minutos.

– Ah, sim – concordou o rosado – ela era ótima. Fico triste por ter se aposentado.

– Quem? – perguntou a garota, curiosa. – Vocês sempre falam dessa pessoa, quem era ela?

– Uma ótima assassina, ótima mesmo. Um prodígio. Sempre que não conseguíamos matar alguém, falávamos com ela.

– De todo jeito, boa sorte Lisanna! – Disse Natsu. – Tenho certeza que vai se sair bem!

– Tomara que se saia melhor do que você, certo, Natsu?

Ele se virou imediatamente, e também Gray, para fitar o grupo de quatro pessoas que ali estavam. As pessoas mais irritantes para eles, que o davam um nojo inexplicável. Os que competiam com eles desde o primeiro dia.

O grupo dos God Slayers.

O líder deles se chamava Zancrow, um mago do fogo, e um grande inimigo de Natsu. Grande e forte, sempre se saía bem em suas missões e não possuía misericórdia, ao contrário do outro. Haviam também os irmãos, Sting e Rogue, mortíferos e cheios de sede de sangue, matando qualquer pessoa sem remorso. E por último, uma linda menina chamada Sheila, por volta dos 14 anos de idade, que utiliza magia celeste e é a melhor amiga de Wendy, a irmãzinha de Natsu.

Era uma das grandes razões de seu ódio pelos God Slayers era isso; essa menina poderia causar muitos problemas para Wendy, mas não ligava, sempre falando sobre Natsu de um modo ambíguo, causando-a preocupações e desconfiança para com o irmão.

– Que quer dizer, Zancrow? Os Dragon Slayers são incríveis, um dos melhores grupos da unidade de Fiore. Você está é com inveja.

– Olha, Dragneel, você arranjou uma namorada! – disse ele, fazendo Lisanna corar furiosamente, os olhos apertados. Natsu se sentiu corando um pouco, também.

– Nunca falhamos numa missão, Zancrow. Da próxima vez, tente possuir ofensas concretas.

– Pare de mentir, idiota. Todos já sabem sobre a garota que você simplesmente não consegue matar. Se afeiçoou a ela, foi, idiota?

– Ora, seu...

– Sabe o que Urtear disse? Que logo nós ganharemos um novo trabalho. Torturar e matar a pequena criança Heartphilia, o mais brutalmente possível. O que você acha? Estamos pensando em um lindo cenário, talvez numa biblioteca, para que ela se lembre dos pais. Sting aqui deu uma idéia maravilhosa de apunhalá-la com uma rosa, enfiando-a em seu coração, os espinhos machucando seus órgãos internos...

Natsu imediatamente iluminou seu punho com um fogo exorbitante e socando a face do louro diante dele com toda a sua força, que logo após revidou, e Gray correu para ajudar o amigo, mas no instante seguinte Rogue o atacou. Gajeel e Lisanna apareceram no mesmo instante, atacando-os, e logo a briga adquiria proporções inimagináveis (“Parem! Vão destruir tudo!” disse uma garota bonita chamada Kinana, ao passo que sua amiga Cana respondeu “Relaxe, isso acontece sempre”, pegando mais bebida.) Logo o porta-voz do Raijinshuu, Makarov, apareceu e interrompeu a briga com seus punhos aumentados através de magia, e todos foram forçados a parar. Ninguém poderia vencer uma briga contra Makarov, não importa quão forte seja.

Natsu, irritado, montou na Beni imediatamente e partiu daquele lugar, desligando o celular e ficando invisível para o mundo. Não queria mais pensar nisso. Simplesmente começou a dirigir, sem ligar para onde ia.

Quando olhou para os lados, se viu na bela casa de Lucy e Levy. A última estava lendo na janela, e sorriu ao vê-lo.

– Natsu – cumprimentou com um sorriso que logo se tornou malicioso – veio ver Lu-chan?

– Não, não... Eu estava passando por aqui, só isso. – ele corou furiosamente.

– Ah, claro. – O sorriso da garota se alargou, deixando claro o quanto ela não acreditara nele. – Ela está lá em cima, última porta.

Ele sorriu, ainda corado, e gaguejou um agradecimento enquanto subia – corria? – as escadas.

Por que fazia tudo isso? Por que tinha se tornado tão estúpido?

A resposta estava bem ali, onde uma garota dava um passo em falso e uma cascata loira caía à sua frente.


Narrado por Lucy

Acordei assustada e ofegante. Aquela cena se repetia varias vezes em minha cabeça, até mesmo meus sonhos eram banhados pelo sangue dos meus pais.

Eu ainda não consigo acreditar que eles se foram tão brutamente, não consigo acreditar que nunca mais irei vê-los.

Olhei em volta, Natsu não estava mais lá. Ele disse que não sairia de perto de mim, então onde estaria agora? Lá embaixo? Onde? Onde? Desde que meus pais morreram eu sinto um vazio por dentro , uma solidão inexplicável que da mesma forma que chega, vai embora quando Natsu está por perto.

Levantei da cama meio desnorteada, a cena que presenciei, todos aqueles corpos, minha mãe cheia de sangue, fria e estática ali no chão. Tudo isso fica passando como um filme sem fim e minha cabeça. Estava tonta, tropecei algumas vezes, mas consegui sair do quarto.

Desci as estadas em ziguezague, estava muito tonta e simplesmente pisei em falso. Então eu iria me juntar aos meus pais? Cair deste jeito da escada provavelmente é letal, sendo que minha cabeça seria a primeira coisa que encontraria o chão. Mas invés de uma queda terrivelmente feia e desastrosa aterrissei em algo fofo e quente. Levantei a cabeça ainda meio desnorteada, mas aquele cabelo era inconfundível, assim como seu sorriso.

–Natsu...

–O que houve? Aconteceu alguma coisa? – ele estava visivelmente preocupado.

–Não, eu... Eu...

–Teve um pesadelo não é?

–Sim... — disse desanimada. Ficar revendo aquela cena não era agradável.

– Não se preocupe, isso vai passar. – Disse Natsu alisando meu cabelo. Ele estava com um olhar triste, distante.

– Você saiu? – Indaguei olhando para o capacete que estava em sua mão.

–Sim, tive que resolver uns problemas, mas fiquei preocupado então voltei para ver como você estava. Não viu o bilhete que deixei?

–Não, acabei de acordar.

–Venha, vou te conduzir com segurança até o solo senhorita. – Ele fez uma reverência como se estivesse falando com uma princesa e estendeu a mão ainda de cabeça baixa. Dei risada e peguei em sua mão . Ele me ajudou a descer as escadas, eu ainda estava um pouco tonta.

Narrado por Natsu

Lucy quase caiu da escada, meu coração disparou quando vi a possível queda. Possível não, era uma queda certa! Tenho que parar de ser tão rápido na frente dela, pessoas normais não tem esses reflexos muito menos essa velocidade. Mas foi involuntário e quando dei por mim ela já estava em meus braços. Aquela energia fluía por nossos corpos, era inquietante. O que seria aquilo? Uma espécie de ligação? Não sei dizer bem o que é.

Dei um longo suspiro de alivio. Mas por que eu não há deixei cair? Ela morreria com a queda, pois iria bater violentamente com a cabeça nos degraus a sua frente. Ia resolver tudo, um simples, porem letal acidente. Meus problemas estariam resolvidos. O pior de tudo é que não vejo a Lucy como um problema, pelo ao contrario, me sinto muito bem com ela. Como se meus problemas sumissem, como se nada que aconteceu há poucos minutos na Seven Black tivesse significado. Mas ela não seria um dos meus problemas? Afinal tenho que mata-la, se não outro fará.

Mas o que eu estou me perguntando desde que sai da Seven Black é se eu ficaria em paz se outro matasse a Lucy em meu lugar. Assim que esse pensamento invadiu minha mente senti uma tristeza me invadir violentamente.

Como posso matar uma pessoa importante para mim?

Mas desde quando ela é importante para mim? Desde quando eu sinto essas coisas estranhas?

Droga! Minha cabeça está tão confusa quanto o quarto do Gajeel, e acreditem, ele não é a pessoa mais indicada quando o assunto é organização.

Perguntei a Lucy estava tudo bem, não sei por que mais a ideia que aquele desgraçado do Zancrow poderia ter invadido a casa e tentado mata-la estava apitando na minha cabeça. Mas logo relaxei os músculos quando não senti nenhuma energia mágica na casa além da minha.

Levei a Lucy para a cozinha.

–E agora mostrarei que além de engraçado, simpático, lindo, descolado e amante de motos sou um bom chefe de cozinha. — Disse brincando com ela. Lucy começou a rir. Delineei um sorriso em resposta. Consegui faze-la sorrir depois de todo aquele sofrimento.

– Não se esqueça de humilde. – Ela disse em um tom de voz sarcástico.

–É, isso também. Eu sou de tudo um pouco.

–Faz sushi?

–Por que eu faria sushi? Não sei fazer isso. – disse, uma grande interrogação estampada na face.

–Você não disse que era entregador de Sushi?

–Entregar sushi não significa que sei fazer...

– Mas e se soubesse?

–Eu faria para você, mas por enquanto terá que se contentar apenas com o bom e velho lamen.

– Mas você ainda está devendo um sushi, mas quero um feito por você! – ela riu.

–Claro, claro! Farei um curso e pode apostar que será o melhor sushi do Japão.

–Melhor que da minha mãe não vai ser. – Disse Lucy rindo, mas desfazendo o sorriso logo em seguida. Fiz ela lembrar da mãe. DROGA NATSU! SEU GRANDE IDIOTA.

– Pode até não ser, mas meu lamen com toda certeza é o melhor do Japão. – Ela riu novamente. Tentei ligar o fogão, mas não estava conseguindo. — Não consigo ascender seu fogão .

–Ah! Está com problema, vou pegar a caixa de fósforos. – ela virou e abriu o armário procurando a caixa de fósforos. Mas pra que isso se eu sou uma tocha ambulante? Por que eu disse isso? Gray, Gajeel seus malditos...

Usei um pouco da minha magia e acendi o fogão rapidamente sem ela ver.

–Como você conseguiu acender? – ela voltou, com a caixa nas mãos.

– Pra tudo tem um jeitinho. Você não está sabendo ligar.

–Sei, sei... A casa é minha e eu não sei acender meu próprio fogão?!

–Mais ou menos isso. – Disse colocando água na panela. Ela caminhou em minha direção e me deu um tapa no braço.

–Ai, pra que violência? – dei risada. Não tinha doido nem um pouco, mas foi engraçado vê-la nervosa.

– Baka! Nossa... – disse apertando meu bíceps que modéstia a parte era bem definido. — Você malha pesado em?!

Assim que ela falou isso senti minha cabeça pegar fogo, parecia até que eu estava corado.

EU ESTAVA CORADO??

– Er... Na verdade eu não malho.

–Vai me dizer que nasceu assim?! – Ela ria.

–Não né?! Mas digamos que meu trabalho exija muito dos meus músculos.

–Entendo... — Ela voltou e sentou-se à mesa dando risada. É, eu tinha certeza que estava corado.

O meu lamen acabou queimando então convidei Lucy para jantar fora antes que ela morresse intoxicada com minha comida.

Mas não era isso que deveria acontecer?

AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH DROGA!

– Melhor lamen do Japão é?! – Disse ela enquanto eu parava em uma sinaleira. Como sempre eu e minha parceira Beni em alta velocidade.

– Culpa sua que me distraiu!

–Eu? Você queima o lamen e a culpa é minha?

–Mais ou menos isso. Não, é EXATAMENTE ISSO!

–Baka! – Nos encaramos e começamos a rir. Logo voltei a acelerar até chegar ao restaurante.

Conversamos muito, demos muita risada, eu comi bastante (eu amo comer).

No meio da conversa, meu celular toca. No visor o nome de meu pai. Ele não vai parar até ouvir minha voz e isso me irritava nele. Sua persistência era muito irritante.

–Alô?

–Finalmente, por que é tão difícil falar com você meu filho?

– Estava ocupado.

– Mas agora antes de você desligar repentinamente.... Você não esqueceu do aniversário de sua irmã não é?

– Claro que não!

– É daqui a quatro dias, iremos fazer a festa de 15 anos dela. E você terá que dançar valsa, pois é o irmão. Mas você sabe disso não é?

– Agora estou sabendo...

– Conto com você filhão!

– Só vou fazer isso pela Wendy.

– Compre um smoking bem bonito!

Smoking?

Claro! É uma festa de 15 anos! Até a festa.

– Ei, ei ninguém falou de smoking nenhum! Pai! Pai! Droga. Aquele maldito desligou.

–Está tudo bem Natsu?- Indagou Lucy vendo minha irritação ao celular.

–Sim, meu velho me irrita um pouco, mas nos damos bem... Eu acho. — Rimos juntos então uma ideia veio em minha mente e quis arriscar.

– Quer ir à festa de 15 anos da minha irmãzinha? – POR QUE PERGUNTEI ISSO??

–Você tem uma irmãzinha?

–Sim, acho que você vai gostar dela. Minha madrasta também é gente boa, mas meu pai irrita um pouco.

– Eu adoraria! – Ela sorriu. Seria bom para ela se distrair certo?

– Então está certo. Então te pego no sábado às... Hum... 20 horas? – Me senti um adolescente marcando um encontro. ENCONTRO? MAS QUE MERDA EU ESTOU PENSANDO? Só estou me aproximando dela para saber a hora exata de mata-la, só por isso. APENAS ISSO!

– Fechado! Estarei pronta! – Ela riu. Estava bem mais sorridente que ontem.

Terminamos o jantar e a levei para casa.

Nos despedimos e assim que dei as costas para ela, todos os meus problemas voltaram de uma vez e um deles era:

COMO EU VOU CONSEGUIR MATA-LA EM DUAS SEMANAS?

Narrado por Freed

Eu e Mira estávamos sentados no sofá de minha casa, do jeitinho que eu gosto, bem coladinhos.

Como cheguei meio tarde de minha missão então não deu para a gente ir ao cinema, mas nada que eu não resolva. Loquei um filme e ela fez pipoca com leite condensado, do jeitinho que a gente gosta, bem doce.

Sentamos no sofá bem juntinhos e assistimos a um filme de comedia romântica. Comecei a entrar no clima e a fazer caricias no pescoço de minha coelhinha. Aqueles cabelos branquinhos como a neve, aquela pele macia, aquele sorriso ingênuo, aquela voz sussurrando em meu ouvido. Ah! Aquelas curvas que me levavam a loucura.

Mirajane era uma namorada perfeita, meiga, linda, compreensível, inteligente, carinhosa. Havia uma única coisa que eu não gostava, o fato dela ser modelo me incomodava um pouco. Ver todos aqueles marmanjos olhando as fotos de minha coelhinha nessas revistas de roupa de praia realmente me irritava. Ela dizia que era besteira, que eles podiam até deseja-la, mas só eu, apenas eu a tinha por inteiro. E ela tinha razão, mas mesmo assim o ciúme era mais forte.

No meio do filme comecei a acariciar seu cabelo e a beijar seu pescoço, ela estremecia a cada toque e gemia a cada caricia e isso só me excitava.

–Freed assim não veremos o fim do filme. — Adoro quando ela geme meu nome.

–Geme meu nome coelhinha. – eu dizia ainda beijando seu pescoço.

–Freed...

–Isso mais uma vez. — Ela tentou me afastar mais segurei seus braços e intensifiquei as investidas.

–Baka! Pare, hum... FREED!

– Era disso que eu estava falando! — Carreguei Mira até meu quarto, nenhum dos dois estava aguentando mais.

Já na cama, enquanto eu tirava as roupas dela, fiz uma pausa e tomei seus lábios com urgência.

Mira, eu te amo tanto, mais tanto. Você nem imagina o que eu sou. Além de mago, sou assassino de magos corrompidos. Mira, não quero te perder, não posso te perder. Te protegerei com a minha vida.

Mira, promete que nunca vai me deixar?

Notas finais
P.S.: Sting e Rogue não são GS, maaas como não são sádicos e dumal... (na verdade, eu amo Rogue .-.)
AWWWWWWWWWN, FREED < 3 Raijinshuu muito fofo, socorro.
Espero que tenham gostado, mandem suas lindas e maravilhosas reviews para animar a gente, tudo bem? Obrigada por lerem!