Atração Perigosa
2 Passando um tempo na prisão
Notas iniciais
Acordei assustado e completamente suado. Aqueles pesadelos me acompanhavam há tantos anos, já devia ter me acostumado. Sempre a mesma coisa, nunca mudava. Olhei em volta e ainda estava naquele inferno. Tantos negócios pra resolver e eu estava há um ano naquela prisão. Merda! No dia que eu pegasse aquele cagüeta que deu com a língua nos dentes, não ia sobrar um fio de cabelo dele pra dedurar mais ninguém.
A porra do tempo que eu estava aqui e aquele advogadinho que se dizia muito bom ainda não tinha conseguido me tirar daqui. Aquele merda só tinha preço, mais nada. Eu já tinha tantas coisas pra me preocupar e agora ainda tinha esses pesadelos. Depois que eu vim parar nesse lugar meus pesadelos só tinha aumentado .
_Pesadelos Black?
_Pesadelos é o que eu causo aos outros, Sam.
Sam era meu colega de cela. Ficávamos somente nós dois naquele espaço de seis metros quadrados, fora um espaço minúsculo que ainda tinha com um sanitário no chão e um chuveiro que eles chamavam de banheiro. Na cela tinha um beliche de cimento, onde ele dormia na parte de cima e eu na de baixo, e ainda tinha uma espécie de balcão também de cimento. Quando eu cheguei, Sam já estava sabe-se lá há quanto tempo. Nós dois conversávamos algumas vezes, mas eu não era de muita conversa e ele se conservava quieto no seu canto.
_Já que nós estamos acordados o que acha de conversar. Nunca me contou porque está aqui – nós conversávamos bem pouco realmente. Eu não tinha nada que ficar contando minha vida pros outros. E se já não gostava de fazer isso antes, depois então que tinha sido delatado piorou.
_Talvez porque eu não queira – ficamos um pouco em silêncio, ele me encarando –De qualquer forma, não foi porque eu estava rezando. Estou com sono, vou dormir – virei para o lado fechando os olhos.
O problema era que eu tinha perdido o sono. Mas também não queria conversar. Ficar com conversinha naquele cubículo apertado não me parecia ser uma boa opção pra passar a noite, se fosse pelo menos pra brigar, ou se tivesse alguma vagabunda pra eu traçar até que seria um bom passatempo. Sorri malicioso me lembrando dos meus rolos.
Flash Back on
_Oi Black – levantei a cabeça e vi Megan se aproximando com um vestidinho que deixava metade dos peitos e da bunda de fora. Ela era tão vagabunda, mas também boa de cama.
Eu estava no escritório do Galpão. Galpão era um casarão, nos arredores de Nurk. Eu tinha um apartamento no centro de NY, pois gostava de ter meu espaço, apesar de eu ficava o dia inteiro nesse casarão. Lá era tipo a minha “empresa”. Todo o núcleo dos negócios ilícitos que eu fazia, partia dali. Com o tempo me assegurei de contratar vários capangas e me acercar de várias pessoas de confiança, apesar de que, me enganava de vez em quando.
_O que faz aqui?
_Vim fazer uma surpresinha, pro meu putão – ela olhou pra trás e eu vi Ária entrando. Também metida num vestidinho igual ao da outra.
_E o que faz as duas acharem que eu tô a fim de comer carne de segunda hoje?
_Apenas olhe e quem sabe faremos você mudar de ideia – Ária disse fechando a porta.
As duas se aproximaram e se atracaram num beijo voraz. Megan segurou no vestidinho da outra e o tirou por cima da cabeça dela, e sem esperar pela outra também tirou sua própria roupa. Então segurou firme na bunda da Ária, enquanto sugava forte seus peitos. Ária deu um tapa forte na bunda da Megan e enfiou a mão por dentro da calcinha dela, esfregando a sua boceta. As duas gemiam e me olhavam safadas, meu pau já estava a ponto de furar a calça jeans que eu estava.
_Parem com isso – elas me olharam amedrontadas – Quero as duas aqui. Uma chupando meu pinto e a outra lambendo as bolas, agora – elas sorriram vitoriosas e eu já tinha tirado o sapato. Se elas queriam me dar, quem sou eu pra não comer.
Elas vieram sedentas uma tirando a minha calça e a outra a camisa. Megan abocanhou meu pau com tudo, enquanto Ária lambia minhas bolas. Segurei na cabeça de cada uma mantendo-as firmes naquela posição, apesar de que pela cara delas elas não queriam sair tão cedo dali. Comecei a gemer, sentido que o meu gozo estava próximo e segurei firme só na cabeça de Megan que tentava colocar meu pau inteiro na boca, mas não conseguia devido ao seu tamanho avantajado.
_Isso vagabundas, continuem chupando que eu vou gozar – então com um gemido mais forte meu gozo saiu forte e as duas revezaram lambendo toda a minha porra, que escorreu pelos seus peitos. Elas lamberam os peitos uma da outra, sorvendo toda a minha porra e depois se beijaram novamente.
Como eu estava sentado na minha poltrona Megan sentou em cima de mim, afundando meu membro na sua boceta e movimentando-se, ela já era acostumada com seu tamanho. Puxei Ária pro meu lado, já enfiando dois dedos dentro da sua gruta, ela em pé ao meu lado começou a rebolar neles, enquanto me beijava. Megan não parava de quicar em cima de mim e também lambia os peitos de Ária. Uma das minhas mãos apertavam os peitos de Megan, enquanto a outra estava ocupada, estocando Ária.
_Ai Black. Seu puto gostoso!
_Black seu cavalo. Que pau é esse que você tem? Ahhhh....
_Vocês são bem piranhas, mais são muito gostosas.
Gemíamos alto, tinha certeza que os meus capangas estavam se masturbando enquanto escutavam os sons que saiam daquele cômodo. Não demorou muito e gozamos os três.
E ficamos nessa putaria até a madrugada, revezando de posições. Então eu mandei as duas pra casa e fui dormir um pouco.
Flash Back off
Naquela época tinha pouco mais de um ano que eu havia voltado para Nova York, depois de ficar uma temporada no México. Lá as coisas eram bem mais fáceis para os meus “negócios”. As coisas no México rolam mais soltas e a polícia não consegue ter o controle e investigar tudo que precisa. Com certeza se tivesse ficado por lá mesmo agora eu não estaria nesse buraco. Mas o fato é que Nova York é a cidade ideal para desenvolver melhor meu trabalho: tráfico de armas. Aqui tem pessoas de todas as nacionalidades e apesar do atentado de 11 de setembro ter me atrapalhado um pouco, que foi a época que fiquei uns tempos no México, o período de maior medo dos americanos, já tinha passado.
Qualquer lugar que eu fosse eu me dava bem, nesses 30 anos de vida eu já tinha aprendido a me virar sozinho, sob várias circunstâncias. Eu tinha uma frieza para lidar com as coisas e um instinto natural para poder convencer as pessoas. E mulheres então, era um caso a parte, eu tinha o poder de atraí-las a mim.
Mulheres pra mim sempre foram descartáveis, algo apenas para me aliviar e elas pareciam não se importar com isso, visto que elas também aproveitavam do prazer que eu sabia, como ninguém, proporcionar a elas. Além das transas ocasionais e de Megan e Ária que eram um lance que eu tinha, eu ainda tinha um rolo com a Leah.
Leah era um pouco diferente das outras. Ela trabalhava comigo há 7 anos, desde que eu assumira de vez esse “negócio” tirando a antiga dona da jogada e me tornando um dos maiores chefões do tráfico de armas dos Estados Unidos. Ela já havia mostrado várias vezes sua lealdade a mim, coisa rara no tipo de mundo que nós vivemos, onde um sempre tenta derrubar o outro. Mas além dela trabalhar comigo e ser de confiança, eu não podia negar duas coisas: ela era gostosa pra caralho e o sexo entre nós era ótimo! Eu sabia que ela era apaixonada por mim e ela sabia que eu ficava com várias mulheres além dela, e que também nunca me
apaixonaria, mas isso não atrapalhava nossa relação.
Não sei se pelo fato de não ter conhecido a minha mãe ou por ter me acostumado com esse tipo de vida, o fato era que a única mulher que eu ainda tinha algum tipo de respeito era a Leah. Às vezes eu acho que a vida me fez ser assim. Fala sério Jacob, você nasceu ruim, quer arrumar desculpa pra quê?!
A verdade era que eu gostava da vida que levava. Gostava de brigas, gostava de matar, das mulheres fáceis que eu sempre tinha, do tráfico. Mesmo agora, dentro dessa merda de lugar, dentro dessa penitenciária eu não me arrependia de nada que eu tinha feito até hoje. Eu iria sair, não ia demorar. E quando isso acontecesse eu ia fazer do mesmo jeito, aliás, ia fazer pior. E ser ainda mais esperto e cuidadoso pra não ser pego de novo. Lembro-me de quando a minha vida tomou esse rumo.
Flash back on
_Seu garoto encapetado! Isso é pra você aprender quem manda aqui! — o zelador do orfanato gritava comigo, enquanto me batia com uma corda. Eu gritava de dor, já era para eu ter me acostumado com isso, pois as surras eram diárias seja com pedaço de pau, correia, mangueira ou a própria corda.
Eu também não era fácil e infernizava a todos naquele maldito lugar. Batia nos outros internos, enfrentava os professores, incitava a balbúrdia. Eu tinha onze anos e era totalmente sem limites e revoltado com a vida. Nunca tive família, desde que me entendia por gente morava naquele orfanato, no Brooklin. E foi nessa época que eu resolvi fugir de lá.
Nas ruas as coisas eram difíceis, não tinha a cama e a comida que eu tinha no orfanato, mas pelo menos eu era dono do meu nariz. Não tinha que obedecer a ninguém, nem me fingir de amiguinho de ninguém.
Fiquei três anos vagando pelas ruas, de uma cidade para outra, dormindo em qualquer lugar e comendo restos de comida por aí. Eu não tinha amigos, apenas alguns colegas de trecho. Com isso eu fui aprendendo a me virar. Comecei com pequenos delitos, alguns furtos, coisa pequena mesmo.
E durante esse tempo que eu andei por algumas cidades, resolvi voltar para Nova York, já tinha se passado algum tempo e acho que o pessoal do orfanato não devia estar procurando por mim mais, se é que eles procuraram algum dia. Acho até que eles devem ter dado graças a Deus pela minha fuga. Aquele pessoal gostava tanto de mim quanto eu deles.
Em NY, eu continuei com meus crimes. Passou um tempo e eu me enturmei com uma gangue barra pesada de lá, eu queria progredir. Eu até tentei usar droga, mais aquilo não era a minha cara. Sempre via que o usuário era o fudido e o traficante não. Nesse meio tempo eu tinha adquirido uma ambição desmedida. Eu queria ter dinheiro, vencer na vida. Mas claro que não era trabalhando nos meios convencionais, isso levaria tempo demais. Procurei informações nas ruas e descobri o nome do maior traficante de drogas da cidade, me surpreendi ao saber que era uma mulher: Tânia Denalli.
Virei o chefe da gangue que eu andava e consegui me apossar de uma das bocas de fumo que Tânia era a fornecedora, claro matando o antigo dono da boca. Nisso eu já tinha quinze anos e havia crescido e encorpado muito mais que a média dos rapazes da minha idade. Não tinha medo de nada, nem de ninguém e matava qualquer um que resolvesse ficar entre mim e o objetivo que eu quisesse alcançar. Claro que eu não era nenhum idiota e não deixava rastros no que eu fazia. Meus crimes geralmente eram limpos.
Eu podia não ter caráter, mas eu tinha cabeça. Dedicava meu tempo em aprender sobre manuseio de armas de fogo e também no domínio de vários outros tipos de armas. Fiz treinamento de diversos tipos de lutas e procurei adquirir experiência em cada uma delas. Aprendi que não bastava só usar os músculos, os quais eu ganhava cada dia mais, era preciso usar o cérebro também.
A fama da minha boca de fumo foi crescendo cada dia mais. Eu tinha clientes por toda a região, mas eu sempre queria mais. Eu tinha dezesseis anos e cada vez mais a minha clientela de usuários aumentava, junto com a minha péssima reputação. Com isso não foi preciso eu ir até a Tânia, a própria Tânia quis me conhecer.
_Então você é o famoso Jacob Black? – ela era uma loira de chamar atenção, muito boa e muito bonita. E apesar da nossa diferença de idade, que mais tarde eu descobri ser de 15 anos, notei que ela gostou do que viu.
_E você a famosa Tânia Denalli? – tinha vários seguranças no lugar, os quais já tinham me desarmado. Mas, eles não sabiam que mesmo desarmado eu daria muito trabalho. Se por acaso quisessem me matar, eu não iria para o inferno sem levar todos comigo.
Flash back off
Lembro-me perfeitamente que daquele dia em diante passei a trabalhar para Tânia, como seu segurança. Eu não tinha nenhuma propensão de ser segurança de alguém, mas eu resolvi ficar na minha e ver no que ia dar. Queria subir tanto ou mais que a Denalli, mas eu tinha que ir com calma. Minha gangue passou a trabalhar com ela, só que eles ainda estavam comigo, ao todo éramos dez.
Trabalhar com Tânia Denalli não era nenhum segredo. Em um mês era o número um, não apenas como seu capanga, mas também na sua cama. Ela achava que estava seduzindo um adolescente. Coitada! Não sabia ela, que ela é que foi envolvida na minha teia e que eu já havia planejado tudo. Eu podia ser novo, mas já tinha muito mais experiência com mulheres do que muito homem mais velho. Não demorou muito e ela estava comendo na minha mão.
Eu era o matador oficial. Se tinha problema com algum dono de boca de fumo, para os quais ela fornecia a droga, eu ia matar o cara, se tinha algum problema com alguém que não pagava a droga eu ia e matava, simples assim. Sem sujeira, sem rastros e sem suspeitos. E assim foi por um tempo.
Nós nos dávamos muito bem na cama, mesmo eu tendo 16 anos e ela 31, não nego que aprendi muita coisa com ela. O sexo com ela era ainda melhor do que com a Leah. Tânia não tinha limites, fazia DP, suruba, enfim ela era uma devassa e encontrou o companheiro certo. Eu topava de tudo, contando que eu não tivesse que pegar outros caras, isso realmente não era pra mim. Ela tinha outros homens e eu não me importava, eu claro, tinha várias outras mulheres e ela sabia muito bem.
Graças a minha inteligência, em dois anos eu era o segundo em comando. Isso que a Tânia pensava, mas na verdade eu já comandava tudo. Ficamos mais três anos desse jeito então eu mudei as coisas, e depois de quase seis anos juntos, assumi todo o tráfico matando Tânia Denalli.
Depois disso fiquei ainda um tempo com o tráfico de drogas, mas queria subir mais e ampliar os negócios. Aquilo já tinha ficado pequeno pra mim. Foi aí que eu mudei para o tráfico de armas. Primeiro porque armas era um assunto que eu entendia muito bem e depois, dava mais do dobro de dinheiro. O mercado era amplo, guerras não faltava e os crimes nunca iriam acabar, então o mercado negro de armamento era um comércio de lucro sem fim.
E estou nisso até hoje, mesmo dentro dessa penitenciária eu ainda comando tudo lá fora. E era para eu estar lá fora, se não fosse aquele safado traidor do Riley! Mas tudo bem, o que é dele tá guardado. Amanhã eu iria me encontrar novamente com Collin, um dos caras de confiança que trabalhava pra mim e vamos ver se dessa vez ele me traz notícias melhores.
Flash back on
_Acorda! Tem visita pra você, Black.
O policial abriu a cela e me algemou, segurando em meu braço me dirigiu para a sala destinada a visitas. Sam já tinha saído mais cedo, já que a sua visita era íntima, o que queria dizer que nesse momento ele estava transando.
Uma vez por mês depois de um ano preso e se tivéssemos bom comportamento, tínhamos direito a essa visita. Eu ainda não havia tido a primeira visita íntima, o que significava que eu estava há um ano sem sexo, só na mão mesmo. Caralho! Eu estava loco pra fuder uma mulher, minha mão já estava dando calo de tanto me punhetar. Eu tinha um ótimo comportamento na prisão, mas ainda não tinha completado o tempo. E pra quem fazia sexo praticamente todo dia, passar esse ano estava sendo um sacrifício. Merda!
Eu sabia que minha visita não era meu advogado, pois estávamos entrando numa sala imensa onde um vidro separava as visitas dos presos e falávamos apenas por telefone. Já se fosse o advogado podíamos conversar numa sala pequena que era reservada pra isso, onde não tinha a presença de ninguém, embora nesse caso o preso precisasse estar algemado, tanto as mãos como os pés.
O policial retirou minhas algemas e logo que me virei vi Collin do outro lado do vidro. Sentei-me de frente a ele e peguei o fone colocando-o no ouvido.
_E aí, chefe? Tudo bem? – Collin vinha me visitar se passando por meu parente, já que só eu tinha sido pego, os policiais nem podiam sonhar que ele também era do esquema.
_Por um acaso acha que eu poderia estar bem dentro desse lugar, ô maluco? Tô péssimo e meu humor cada dia piora mais.
_Desculpa chefe. É que...
_Vamos direto ao assunto Collin – falei cortando ele, eu detestava essas enrolações – Tem alguma notícia do advogado sobre o processo?
_Olha chefe é o seguinte.. – cortei ele de novo.
_Da pra parar de me chamar de chefe aqui dentro – já tinha explicado a ele que aqui ela era meu primo e que eles nem podiam sonhar de toda a sujeira que eu comandava – E não me venha com desculpas.
_Então Black, o advogado não conseguiu a condicional, nem regime aberto, nada. Nenhuma progressão de regime ainda.
_Porra! Esse advogado é um merda! – grunhi furioso ao telefone – Olha aqui, você vai me fazer o seguinte, vai procurar a melhor firma de advogados dessa cidade e contratar alguém que preste pra me defender.
Dinheiro não me faltava para cobrir os custos, ele sabia. Todos esses anos eu tinha ficado com uma fortuna imensa distribuídas em várias contas em banco, inclusive no exterior e também em vários imóveis. Eu tinha aprendido como fazer lavagem de dinheiro sujo.
Tá certo que muita coisa estava embargada pela justiça, mas isso não era nem a décima parte do que eu tinha. A grande parte do meu dinheiro estava ainda totalmente acessível para mim.
_Fale com o Lobo para cuidar disso pra mim e pagar o que for necessário – Lobo era quem eu mais confiava e o segundo no comando – Manda aquele advogado vazar e me traga outro. No máximo até semana que vem.
_Sim, claro vou falar com ele.
_E como andam as coisas por lá? – ele sabia que eu me referia ao andamento do tráfico.
_Tudo indo conforme suas ordens. A última entrega já foi feita e saiu como planejado – era um carregamento que recebemos do Iraque e que seria enviado para o Brasil.
_Ok.
_Ah, Black. Leah me pediu pra dizer que você está fazendo falta.
_Já disse. Agora pode ir e faça como lhe falei – ele me deu um aceno com a cabeça e eu me levantei.
Eu também sentia falta dela. Claro que eu sentia falta de enfiar meu pau no meio das suas pernas e estocar fundo até gozar várias vezes. Pelo jeito, ela ainda tinha esperanças de um dia nosso relacionamento evoluir. Vê se pode! Só na cabeça dela mesmo. O policial voltou a me algemar e me conduziu novamente a minha cela.
Flash back off
Eu estava deitado pensando se o Collin iria aparecer hoje já com o advogado novo, que eles com certeza já haviam arrumado, quando um barulho chamou minha atenção.
_Levanta Black! – o policial chegou batendo na grade – Tem visita.
Levantei-me já com as mãos pra trás, ele me algemou e me levou para a sala de visitas. Collin me aguardava e pelo jeito que me olhava, estava nervoso. Pequei o fone e fui perguntando logo, antes que ele começasse com aquelas conversas pra boi dormir.
_Fez o que lhe mandei?
_Fiz sim Black – ele estava com medo estampado na cara.
_Então fala logo o que aconteceu. Desembucha logo o que não deu certo que você tá com essa cara?
_Eu passei tudo o que me disse para o Lobo. Ele foi a uma tal de Volturi e Associados, que é a melhor firma de advogados do país. Acontece chefe, que eles disseram que todos os seus advogados criminais, estão trabalhando em algum caso. Por causa de umas operações do FBI, que colocou várias pessoas na cadeia. Então estamos procurando outros advogados que sejam...
_Essa Volturi é a melhor, nesse ramo? – perguntei, cortando ele.
O Collin era um bom funcionário, trabalhava comigo há muitos anos e já tinha se mostrado leal em várias ocasiões. Era também muito bom numa briga e ótimo atirador, apesar de às vezes ter o coração fraco. Mas o que me enchia o saco com ele, era essa mania de ficar dando explicações demais. Eu gostava de ir direto ao ponto.
_De acordo com o que pesquisamos é a melhor do país. Mas deve haver advogados bons que não trabalham nela, e...
_Cala a boca e me escute – falei antes que ele começasse com a ladainha de novo e eu o mandasse pra puta que pariu – Vocês têm dois dias, para contratar pra mim um advogado dessa firma. Se ela é a melhor, eu quero o meu advogado dessa. Fale com o Lobo, talvez ele até conheça o dono. Faça o que for preciso, ofereça dinheiro, proteção, o escambau. Nem que vocês tenham que ameaçá-los, entendeu? Eu quero um advogado de lá.
_Mas chefe como...
_Dois dias, fui claro? – ele fez que sim com a cabeça – Então até lá. E já sabem, não me decepcionem – falei já colocando o fone no gancho e indo em direção ao policial que já me aguardava.
Entrei em minha cela e Sam me olhou calado, acho que ele notou que minha cara de poucos amigos estava pior do que de costume. Enquanto eu deitava na cama, se é que aquele colchão fino em cima de uma armação de concreto poderia ser chamado de cama, e comecei a pensar. Eu tinha que sair daquele inferno e a opção fugir estava descartada. O lugar era de segurança máxima. Então eu tinha que apostar
todas as minhas fichas nesse advogado e torcer pra que ele fosse realmente bom.
Notas finais
N/B: Oiee lindezas!!!! Jacob Putão Black chegou na área minha gente!!! Eu não sei vocês, mas eu adoro esse homem malvado e bem putão até a raiz dos cabelos kkkkkk Que Deus me perdoe, mas estou irrevogavelmente apaixonada por esse bandido gostoso. Eita homem bom! E vocês minhas lindas o que acharam??? Gostaram do Jake Malvado Putão Black??? Então mãos a obra! Vamos exercitar os dedinhos e deixar muitos reviews porque a autora merece! Bjakas lindezas e não se esqueçam de deixar sua opinião sobre o capitulo fodástico que minha best fez!
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