Atração Perigosa

12 O outro dia....


Notas iniciais
Oieeee meninas!!! Olha eu aqui de volta!!! Bom, não tenho nem cara de pedir desculpas, mas vamos lá: DESCULPA!!! Foi mal demais a demora, mas eu estou meio atolada no trabalho e em casa, ainda mais agora que tem um bebê a caminho. Sim, eu estou grávida e muito, muito, muito feliz!!!!
Garotas eu não penso em momento algum em abandonar a fic, nem essa aqui nem nenhuma outra, seja as que estou escrevendo ou betando. Vou até o fim de cada um e ainda vou escrever mais kkkkkkkk
Quanto a Atração Perigosa, eu estou escrevendo, adiantando capítulos o máximo que posso, pra não mais acontecer esses atrasos, porque eu como leitora sei o quanto é chato a gente acompanhar uma história e o autor demorar tanto a postar. No mais, muito obrigada por quem ainda acompanha a fic.
Já falei demais, então vamos ao capítulo:

PV Nessie

Minha consciência foi voltando aos poucos, eu já estava meio acordada, mas meu corpo cansado insistia em deixar meus olhos fechados. Ainda queria dormir mais um pouco, mas alguma coisa dentro de mim me falava pra acordar. Abri os olhos e sem mover a cabeça, olhei tudo ao meu redor não reconhecendo nada do que eu via. Estava sentindo um calor gostoso nas minhas costas e após alguns segundos me dei conta do peso de uma mão em meus quadris. Foi aí que a realidade se abateu sobre mim com o peso de uma bigorna, e todos os acontecimentos da noite de ontem vieram em ondas dentro da minha cabeça.

O que eu não podia de maneira nenhuma ter feito eu fiz. Eu cedi e transei com o Black. Meu Deus, eu trai Alec da forma mais crua que alguém poderia fazer. Minha cabeça virou uma confusão total, misturando flashs da noite de ontem com todos os momentos que eu passei com o meu namorado. Eu precisava ir embora agora, sair dali e colocar a minha cabeça no lugar, mas tinha que ir em silêncio, pois a última coisa que eu queria era olhar pra cara do Black e ver o sorriso de vitória naquela cara de pau.

Bem devagar me mexi na cama, e mesmo assim o movimento fez Jacob se mexer também. Não podia acordá-lo, eu tinha que sair daqui sem ele notar, no momento eu não queria vê-lo nunca mais, pois ele era a prova viva da minha fraqueza. A prova que a minha razão sucumbiu ao primitivo desejo do meu corpo.

Jacob se virou para o outro lado, ressonou e não abriu os olhos, graças a Deus ele ainda dormia. Movi-me novamente, agora mais livremente, sem ter ele perto de mim e senti todos os músculos do meu corpo reclamarem. Um sorriso involuntário escapou pelos meus lábios ao me lembrar do porquê de cada parte do meu corpo doer tanto. A maratona de sexo que eu havia sido submetida na noite anterior, fora exaustiva, nunca havia ficado tantas horas fazendo sexo com alguém, nunca nem sabia que se podia fazer isso ou que um homem aguentava ficar tanto tempo ereto. Pra ser sincera nunca tive tantos orgasmos numa noite só, talvez nem num só mês...

Sentia uma dor gostosa pelo corpo todo. Jake havia levado meu corpo ao limite do prazer, onde eu jamais havia chegado.

Jake???

Mas onde diabos eu arrumei esse apelido para o calhorda convencido???? Eu realmente precisava ir pra casa, tomar uma ducha fria bem demorada e colocar minha cabeça no lugar certo, talvez até procurar uma ajuda profissional. Eu não estava bem, e casos de loucura como este devia ser tratado por um psiquiatra, pois eu só podia estar maluca.

Levantei-me da cama ainda lentamente, sem fazer barulho e olhei para trás. Jacob dormia tranquilamente no meio daqueles lençóis totalmente revirados. Observei-o, sua face estava calma e tranquila, e em nada lembrava aquele homem frio e sombrio que ele era. Do jeito que estava parecia até um homem normal. Bom, parecia uma pessoa boa e não normal, porque ele não era um homem normal, ele era muito mais bonito do que qualquer homem que eu já tinha conhecido e com certeza muito mais potente.

Ele mexeu na cama se virado novamente e agora estava de costas, o lençol havia se enroscado em uma de suas pernas, deixando-o praticamente nu, e eu pude observar bem seu corpo. A primeira coisa que me chamou atenção foi uma tatuagem que eu não tinha notado na noite anterior, bem diferente do desenho que adornava o seu peitoral, esse das costas era um anjo. Um anjo lindo com suas asas enormes, exatamente no centro das costas de Jacob, mas parecia ser um anjo triste. Muito estranha essa tatuagem, porque um anjo estaria tatuado nas costas de um traficante e assassino?? Será que era alguma proteção???

Balancei a cabeça, tirando estes pensamentos de mim, pois a última coisa que eu precisava era tentar desvendar o que se passava na mente de um criminoso, eu sou advogada e não psicóloga. Voltei meus olhos para o corpo dele. De frente eu o havia observado bem ontem a noite, mas de costas não, e ali o olhando atentamente, se antes eu poderia ter alguma dúvida agora eu já não as tinha, o corpo dele era perfeito de todos os ângulos. Havia algumas cicatrizes, mas nada que pudesse macular aquela escultura de deus pagão que ele era.

Suas costas eram amplas, com todos os músculos bem definidos, o bumbum durinho e as coxas grosas tudo naquela cor morena tão diferente. Pude notar, alguns chupões no seu pescoço do lado que ele estava virado e várias marcas de unhas pelas suas costas, bumbum e até nas coxas. Arregalei os olhos de susto, eu havia marcado o homem todo. Não sabia que podia ser tão... tão selvagem. Jacob podia ser uma pessoa totalmente sem caráter, um bandido da pior espécie, mas não tinha como eu negar o óbvio pra mim mesma. Ele era um profissional do sexo, e sabia como ninguém dar prazer a uma mulher.

Santo Cristo, Alec sequer chegava perto de fazer o que Jacob fazia comigo. Alec não exercia nem a décima parte da atração que Jacob exercia sobre mim. E, não era só a beleza não. Era alguma coisa no jeito que ele me olhava, o jeito que ele me tocava, o jeito que ele fazia eu me sentir...

Deixei-me ficar ali por um momento mais, analisando-o, tendo a certeza de que nunca mais eu iria olhar pra ele, pelo menos não daquele jeito que ele estava. Porque querendo ou não, eu ainda era a sua advogada e um dia que eu esperava que estivesse bem longe iria ter que olhar na cara dele de novo, depois de tudo...

O fato era que Jacob me atraía, de uma forma estranhamente física, ele exercia algum poder sobre mim. As coisas que ele falava para mim, à maneira que ele me penetrava e me fazia chegar ao clímax... Fechei os olhos e um suspiro escapou dos meus lábios, a minha intimidade se umedeceu e meu corpo inteiro se estremeceu, lembrando-se do corpo dele, forte e vigoroso sobre o meu. Sem querer um gemido escapou por meus lábios.

Droga!! Pare de gemer como uma vagabunda, Renesmee.

Eu estava doida! Fato! Isso era um completo absurdo. Como eu ficava pensando essas coisas? Ele fazia eu me sentir uma vadia no cio, desejada, mas não menos vadia por isso. E eu aqui me sentindo feliz?? Tratei de tirar aquele sorrisinho idiota da minha cara e me caminhei com cuidado, o melhor a fazer era realmente sair o mais rápido dali. Meu corpo não estava querendo me obedecer e se negava a sair daquele quarto, mas me forcei a me mover. Aquele homem era um cretino. Tinha me atraído até esse apartamento a custa de uma chantagem barata e o pior, tinha conseguido o seu intuito de me seduzir e eu entrei direitinho no joguinho dele.

Mas eu era uma idiota mesmo. Deixar-me levar por um calhorda daqueles. O cafajeste me chantageia, brinca comigo e eu caio como uma patinha. Contornei a cama, caminhando com cuidado, e lentamente saí do quarto, mas não sem antes dar uma última olhada pra trás, antes de fechar a porta bem devagar.

Totalmente nua saí do quarto dele, e segui por um corredor até chegar à sala de jantar onde comecei a pegar as minhas roupas que estavam espalhadas por todo canto daquela sala e da sala de estar. Tudo na casa estava uma bagunça, coisas jogadas pelo piso e muitos cacos de vidro espalhados pelo chão, eu tinha que olhar bem o lugar aonde andava e pisar com cuidado para não cortar meus pés. Eu e Jacob tínhamos agido como dois loucos animais no cio e saímos nos pegando e destruindo tudo que estava em nosso caminho. Talvez pra ele isso fosse até normal, mas eu realmente estava fora de mim, pois a pessoa que eu achava que era jamais faria uma coisas dessas e preferiria um sexo normal a um sexo tão carnal como o que nós tivemos.

Talvez eu não me conhecesse tão bem quanto achava que conhecia.

Balancei a minha cabeça e entrei no lavabo que ficava perto da sala de estar, para passar uma água no meu rosto antes de me vestir e pela primeira vez depois da minha noite de loucura fitei minha imagem no espelho. Segurei o ar e levei a minha mão na boca, impedindo-me de gritar tamanho o susto que levei.

Santo Deus!!

O espelho que tinha no lavabo era em uma parede inteira, então deu para observar todo o meu corpo. Eu estava completamente marcada. Em vários pontos do meu corpo estavam impressões das mãos do Jacob, e também vários sinais de chupões, que já estava começando a ficar arroxeados. Se eu achava que tinha marcado o corpo dele com as minhas unhas, não era a décima parte do que ele tinha feito comigo com as suas mãos e boca. Talvez porque eu tivesse a pele muito branca, ou talvez se devesse pela força dele que era bem maior que a minha...

O fato era que eu não me lembrava de nada daquilo, nem de ter sentido nenhuma dor, aliás, longe de alguma dor, tudo que eu havia sentido na noite anterior havia sido um desejo incrível, um prazer tão grande, um sentimento de satisfação que eu não imaginava que pudesse existir em alguma relação sexual.

Parei de analisar meu corpo, teria tempo para isso mais tarde. Comecei a vestir-me, enquanto ele ainda dormia. Não podia ficar me demorando ali e correr o risco dele acordar. Não iria ficar nem mais um minuto naquele lugar. Se eu amanhecesse dentro daquele apartamento e acordasse do lado daquele cara de pau, e ele viesse com aquele sorrisinho descarado dele pra mim, e ainda me olhasse daquele jeito cínico como se me dissesse “sempre consigo o que eu quero” eu iria ter que arrancar aquele riso idiota da cara dele á bofetadas e do jeito que ele era quem iria acabar esbofeteada era eu. Terminei de vestir minhas roupas e molhei minhas mãos na pia, passando-as pelo meu rosto e também no cabelo, ajeitando os fios bagunçados. Saí do lavabo, pesquei minha bolsa no chão da sala e saí sorrateiramente pela porta.

Desci do prédio, ignorando o olhar do porteiro cravado em mim e peguei o meu carro, dirigindo o mais rápido possível para o meu apartamento. O cheiro do corpo dele e de sexo ainda estava impregnado em mim e aquilo me deixava meio zonza. Entrei em casa já indo direto para o chuveiro pra tomar uma ducha e tirar aquilo de mim. Despi-me atirando as roupas no cesto e corri pra debaixo da água, como se ela pudesse lavar toda a minha culpa e fraqueza, e apagar a noite de ontem da minha vida, mas mesmo que eu conseguisse tirar o cheiro dele do meu corpo aquelas marcas iam demorar pra sair. Terminei o banho e voltei a mirar meu reflexo no espelho.

Se alguém me visse de biquine iria pensar que eu havia sido atacada, talvez até espancada por algum marginal, o que na realidade era verdade, a única diferença era que o bandido em questão que me atacou foi com total consentimento, e pior ainda, com gemidos de incentivo e pedidos de mais da minha parte.

Merda.

Pior ainda do que isso, eu havia gostado.

Mil vezes merda.

Saí do banheiro ainda molhada e enrolei-me em um roupão. Fui até a cozinha e esquentei um leite quente, logo voltei ao quarto e pequei um relaxante muscular. Tomei o remédio junto com o leite e voltei para o quanto, me enxugando e vestindo uma camisola. Era sábado e graças a Deus eu não precisava ir trabalhar, até porque mesmo que eu conseguisse ir de casaco para camuflar as manchar no meu braço e ir de blusa de gola alta para esconder as marcas no pescoço, e também inventar uma desculpa para minhas olheiras e pelos lábios inchados, ainda tinha um chupão bem no meu queixo que só com muita base pra esconder. Inferno!!! Aquele homem me marcou toda, mas ele também ficou bem marcado, dava até pra escrever nas linhas que eu fiz nas suas costas, e nem me lembro de como fiz, aliás, lembrando bem também notei um chupão em seu pescoço quando fui sair de lá.

Peguei o celular para colocar no silencioso e vi que eram 08h40min da manhã. Bom, ainda dava pra eu dormir. Deite-me na cama, já sentindo as pálpebras pesadas devido ao remédio que me deixava com sono e também a exaustiva noite de ontem.

Acordei-me já sentindo os músculos bem mais relaxados e levantei-me sentindo meu estômago roncar e notando o apartamento já meio escuro. Peguei o celular, vendo que tinha algumas chamadas não atendidas e levei um susto quando vi que horas eram.

18 Horas!!

Eu havia dormido por quase dez horas!! Não era a toa que meu estômago roncava. Fui até a cozinha, coloquei uma massa congelada no microondas, enquanto a comida esquentava fui olhar quem havia me ligado. Tinha algumas chamadas de Bree e de Claire, e também havia uma que fez meu coração doer: Alec. Lembrar-me do meu namorado tão carinhoso e amoroso, só fazia meu peito doer e minha culpa fulminar, me lembrando de tudo que eu havia feito. Enviei mensagens para minha prima e minha amiga falando que eu iria aproveitar o final de semana para estudar alguns processos, e que segunda falaria com elas.

Logo após, sentei-me a mesa para comer. Vez ou outra olhava o celular no balcão, tentando criar coragem para retornar a ligação de Alec. Eu ainda não tinha me decidido o que fazer, não queria mentir pra ele, mas também não tinha coragem de lhe contar a verdade. De modo algum queria terminar com ele, e podia ser egoísmo de minha parte, mas nesse momento precisava muito dele para me sentir segura e ter um chão. Já era tarde da noite quando decidi ligar para ele, ainda não sabia direito o que conversaria com o mesmo, mas precisava ouvir a sua voz e pelo menos fingir que tudo estava como antes.

O telefone dele tocou e tocou, mas ele não atendeu fazendo a ligação cair na caixa postal, isso me deu certo alívio e só aí percebi que ainda não estava tão preparada para falar com meu namorado.

Bree e Claire ainda ligaram várias vezes durante o final de semana, querendo marcar alguma coisa para fazermos ou mesmo vir aqui em casa, mas inventei que estava muito ocupada, analisando um novo caso durante o dia e que queria dormir cedo à noite, pra elas não virem até aqui. De jeito nenhum que elas podiam me ver no estado em que eu me encontrava, pois era só elas me verem com aquelas marcas pelo corpo que desculpa nenhuma que eu contasse iria fazê-las acreditar em mim. E, além disso, iria manter meu 'encontro' em segredo, eu não queria que ninguém soubesse do meu momento de fraqueza.

Tinha horas que eu me arrependia muito do que tinha feito, e tinha horas que eu ficava só pensando em tudo o que nós tínhamos feito dentro daquele apartamento, na verdade, o que eu tinha feito. Eu nunca nem pensava, que poderia aguentar tanta coisa e fazer tanta coisa com o meu corpo, jamais havia pensado no sexo desse modo tão... quente. Nunca pensei que uma mulher pudesse ter tantos orgasmos e nem que um homem podia ficar tanto tempo ereto. Aquela noite foi muito boa. Boa não, ruim, ah... como eu vou negar? Eu detesto aquele homem, mas o cara sabe o que fazer para uma mulher ter prazer. Mas aquilo era uma noite que nunca poderia se repetir, eu tenho minha vida, meu namorado, uma carreira, tudo honrado e lícito e quero continuar sendo assim, e ele que cuide da vida de crimes dele e que as vagabundas dele fiquem com aquela potência toda pra elas.

O restante do final de semana passou rápido, eu realmente tentei me concentrar em alguns processos e não pensar na fatídica noite de sexta, mas volta e meia minha mente voltava no corpo de Jacob junto ao meu, fazendo meu corpo esquentar em resposta, isso era instantâneo. No final da noite de domingo eu resolvi agir como uma adulta e dei à mão a palmatória, confessando o que era inegável e que meu corpo já estava literalmente cansado de saber, mas minha mente insistia em negar. Sim, eu realmente havia feito sexo por quase uma noite inteira com Jacob Black. Sim, eu havia gostado – e muito – disso. Sim, foi a melhor transa que eu havia tido na vida. Sim, eu havia descoberto em mim outro lado muito mais lascivo e libidinoso. Sim, isso tudo – por mais que eu quisesse negar – era verdade. E também havia chegado à outra conclusão. Não, de nenhuma maneira e de forma alguma isso podia voltar a se repetir.

Na segunda-feira, acordei com o corpo menos marcado, ainda havia algumas manchas, mas a maioria estava mais perceptível apenas em lugares menos visíveis. As do pescoço e queixo já estavam quase imperceptíveis, mas nada que um pouco de base não disfarçasse. Entrei no banheiro, tomei banho e coloquei uma calça social azul marinho com uma blusa branca de seda, nós pés meus scanpins pretos. Fiz uma maquiagem discreta, peguei minha pasta e olhei-me no espelho. Bem, essa era eu mesma.

Cheguei ao escritório mais cedo do que de costume, pois quase não dormi a noite, a qual eu fiquei acordada, revezando entre pesadelos com Alec e Jacob e outros pensamentos da minha noite com o Jacob, os quais eu não queria mais lidar, mas que insistiam em vir, vez ou outra a minha mente. Subi o elevador até chegar ao meu andar que graças a Deus estava vazio, nem a minha ‘respeitosa' secretária havia chegado. Entrei na sala, que para minha surpresa já se encontrava com uma pessoa a minha espera.

_Bom dia Renesmee. Madrugou, hein?

_Bom dia pra você também Félix, e pelo jeito não fui só eu quem resolveu chegar cedo ao trabalho. Aconteceu alguma coisa? – ele estava sentado na cadeira em frente a minha mesa, então se levantou vindo até a mim e me deu um beijo no rosto.

_Não. Estava aqui apenas esperando você chegar para nós conversarmos.

Dei a volta na mesa, coloquei minha bolsa em cima do arquivo do canto da parede e me sentei em minha cadeira.

_Ah, sim? Então pode falar, é algum problema aqui da empresa?

_Na verdade, não. Só senti sua falta mesmo esses dias.

_Minha falta? Mas só não nos vimos no final de semana. Quinta-feira mesmo, lanchamos juntos.

_Isso mesmo, mas um final de semana pode ser muito grande... – ele deixou a frase no ar e parou olhando pra mim.

_Félix, eu…

_Vamos fazer um happy hour hoje depois do serviço? – ele me interrompeu-me antes que eu pudesse terminar a frase. Eu não esperava um convite daqueles, ainda mais hoje.

_Hoje?? Eu não sei...

_Ora, vamos Nessie, vamos sair um pouco, ir pra um barzinho, conversar... acho que você pode dar um tempinho na sua agenda de trabalho para conversar um pouco com os amigos.

Aquela ideia de sair hoje tinha me pegado desprevenida, mas pensando bem iria ser bom sair, apesar de que com o Félix eu nunca sabia quando seria uma conversa informal ou quando ele estaria flertando comigo. Se bem que desde quando tinha falado sobre Alec com ele, Félix tinha parado de tentar algo mais comigo, embora sempre fosse gentil mais do que necessário. Talvez isso devesse ao fato que ele gostasse de mim e quisesse ser realmente apenas meu amigo. De qualquer forma, era melhor estar conversando com alguém do que em casa pensando em coisas que eu não devia.

_Bom, para os amigos eu sempre tenho um tempinho. Quem mais vai?

_Todo o pessoal do meu setor.

_Tudo bem, vamos sim.

_Então, está combinado, eu passo aqui às 18h30min, há essa hora acho que você já terminou o expediente e podemos ir juntos. Pode ser?

_Okay.

Ele deu a volta na mesa, chegou perto de mim e novamente deu-me um beijo na bochecha, só que dessa vez bem estalado.

_Até mais tarde então.

_Tchau Félix.

Na hora do almoço Claire foi até a minha sala e descemos para almoçar, conversamos durante o tempo todo e apesar de todo interrogatório ela não desconfiou que eu pudesse estar escondendo nada dela, coisa que talvez não acontecesse com Bree, já que ela me conhecia melhor, então era melhor eu manter certa distância dela por uns dias. O resto do dia transcorreu tranquilo, apesar do meu medo misturado a ansiedade cada vez que o telefone tocava ou alguém batia à porta. Mas sempre era algum dos advogados da empresa para trocar ideias sobre algum dos seus casos. Eu estava apreensiva, com receio que Jacob entrasse a qualquer instante por aquela porta, como havia feito semana passada, mas ao final do dia meu medo provou-se infundado, pois o cretino me poupou de sua desagradável presença e também não me ligou para testar minha paciência com suas chantagens e conversinhas dissimuladas.

Afinal ele já tinha obtido o que queria de você, sua idiota. O que ele podia querer mais vindo ali?

A resposta à pergunta feita pela minha consciência veio instantânea: brincar comigo. Mesmo minha parte sensata crendo que ele não mais me afligiria, algo me dizia que ainda veria o cafajeste antes da próxima audiência.

Eu estava olhando o andamento online de alguns processos em meu notebook, quando Félix entrou na minha sala.

_Já podemos ir?? – olhei no relógio que marcava 17 horas em ponto.

_Não está muito cedo Félix?

_Ah Nessie, acho que por hoje você já trabalhou demais. Apesar de meu pai prezar a competência, ele nunca foi um déspota, além disso, você não tem nenhum horário a cumprir desde que o serviço esteja fluindo. Vamos?

_Deixa eu só terminar de ler aqui.

Félix sentou-se enquanto eu estava terminando de enviar uns e-mails, o que demorou apenas uns cinco minutos e logo já fui desligando o notebook, e colocando-o na minha pasta. Pelo canto do olho vi que Félix não desgrudava seus olhos de mim, acompanhando cada movimento meu em silêncio.

_Alguma coisa errada comigo?

_Com você? Não. Por quê?

_Desde que chegou você está muito concentrado me encarando.

_É só que me parece que você está com uma mancha amarelada no queixo...

Merda! Acho que a base que passei não era tão eficaz quanto eu havia pensado, ou talvez Félix fosse muito observador.

_Sexta à noite eu tropecei no tapete do meu apartamento e caí batendo o queixo na mesa, foi isso. – falei a primeira coisa que me veio à cabeça, já me levantando e abrindo a porta.

_Nossa, e se machucou muito?

_Nada sério. Apenas dois hematomas. Então, vamos? – chamei-o já saindo e mudando de assunto.

Saímos para um barzinho não muito longe dali e acabou que o pessoal do setor em que ele trabalhava não apareceu, e ficamos só nós dois. Estávamos num papo bastante agradável, conversando sobre os acontecimentos da Volturi, quando meu telefone tocou. Olhei no visor e vi que era uma chamada não identificada, mesmo assim atendi, mas no mesmo momento que identifiquei a pessoa do outro lado da linha meu peito gelou e um calafrio desceu pela minha espinha.

Pv Jacob

Acordei e estava deitado de bruços com a cara enfiada no travesseiro, inalei sentindo o perfume doce meio cítrico que eu já conhecia bem. Sorri safado me lembrando de toda nossa maratona de sexo durante a noite. Eu sempre alcanço meus objetivos, disse que ia tê-la e consegui. Como sempre, eu consigo tudo que eu quero e Renesmee, por mais durona que fosse ao início, não foi uma exceção.

Como eu pensava, embaixo daquela pose toda de advogada séria e mulher respeitável, existe uma mulher incrivelmente quente e sexy, uma amante selvagem que se entregou totalmente ao prazer na minha cama. Ela me acompanhou em toda a minha loucura e ainda pedia por mais, eu tinha certeza que Renesmee tinha um lado escuro em sua luxúria, só não imaginava que esse lado dela era tão parecido com o meu.

Meu membro se animou, enquanto imagens de tudo o que nós tínhamos feito dentro daquele apartamento, passavam pela minha cabeça. Fechei os olhos e ainda podia ouvir seus gemidos de êxtase e a força com que sua boceta sugava o meu pau, enquanto gritava o meu nome. Eu não gostava de mulheres escandalosas na cama, mas os gritos e gemidos cheios de prazer que Renesmee fazia a cada estocada que eu dava, só contribuíam para a minha libido aumentar e meu pinto latejar mais.

Meu pau ereto pulsou pronto para se enterrar de novo nela, com certeza ainda dava pra gente aproveitar um pouco um do outro, antes dela ir embora. Abri os olhos e me virei na cama à procura do seu corpo, mas ela já não estava lá. Sentei-me na cama e fiquei parado prestando atenção se ouvia algum barulho, mas não escutei nenhum som vindo do banheiro e pelo jeito nem de outro lugar do meu apartamento, tudo estava no mais pleno silêncio.

Olhei o relógio ao lado da cama e vi que já eram 08h00min, me surpreendi com o quanto havia dormido, há muitos anos que eu sempre acordava às 07h00min não importava o que tivesse feito na noite anterior, mesmo que eu despertasse e ficasse na cama mais um pouco eu sempre acordava esse horário, a foda com Renesmee tinha me exaurido realmente.

Levantei-me ainda nu, e sai andando pelo corredor em direção à sala e percebi que suas roupas, que antes estavam espalhadas por todo lugar não estavam mais lá, o que estava era apenas a bagunça. Alguns quadros caídos, arranjos derrubados, e à medida que eu me dirigia a sala de estar passando pela sala de jantar, observei os indícios da trepada ótima que tínhamos tido durante toda a noite de ontem. Olhei em volta e comprovei que ela realmente já havia ido embora.

Hum... isso era uma novidade.

Normalmente, eu é que desaparecia no dia seguinte depois do sexo e não a mulher.

Fui até o barzinho, desviando dos cacos que estavam no chão e peguei um whisky, me servindo uma dose no copo, virei o líquido puro na boca sentindo o queimor já conhecido descer até o meu estômago. Contemplei toda a bagunça que estava meu apartamento daquele ângulo, embora eu gostasse das coisas sempre muito bem organizadas, aquela desordem toda era a prova de que eu deixei a teimosa e resguardada Renesmee descontrolada de tesão, e por incrível que pareça ela também havia me deixado louco de tesão, tão louco que não me lembrava de ter quase destruído meu apartamento.

Voltei minha mente na noite anterior, tentado recordar como nós havíamos quebrado tantas coisas e fui trazendo a memória o que tínhamos feito em cada canto daqueles que estavam em cacos ou com as coisas espalhadas ao chão. Relembrando tudo, realmente não tinha como as coisas estarem de outra maneira. Meu pinto ainda ereto voltou a latejar, quando eu me vi pensando pela segunda vez essa manhã na textura molhada da boceta de Nessie agarrada em meu pau. Se ela estava achando que ia se livrar de mim assim tão fácil estava muito enganada, ainda mais agora que eu provei e gostei. Renesmee é muito gostosa e eu queria desfrutar mais daquele corpo tão disposto para o sexo.

Levei uma mão em meu membro e apertei forte, enquanto me servia de mais uma dose de whisky com a outra mão. Virei o líquido quente na boca, enquanto minha mão passava a esfregar meu pau duro em busca de alívio.

Merda! Gritei em voz alta e atirei o copo na parede, enviando mais cacos de vidro pela sala. Chega de me masturbar, já foram um inferno de vezes suficientes todas as punhetas que eu bati na cadeia. Se for pra gozar, será dentro de uma mulher e se não for Renesmee que seja outra. Mulher nunca foi um problema para mim.

Caminhei de volta para o meu quarto, passando direto para o banheiro, eu precisava ir trabalhar e ficar com a rotina em dia para continuar com o direito da minha condicional, além disso, nunca se sabe quando se pode precisar de um álibi, mas primeiro eu precisava ir conferir o andamento dos meus outros negócios.

Cheguei ao galpão ainda cedo pra conferir o andamento dos negócios, Lobo e Leah ainda não haviam voltado e nem mandado notícias sobre o carregamento de armas que tinham ido entregar, e isso já estava me deixando preocupado. Entrei em meu escritório seguido por Collin que já me trazia todas as planilhas com as informações dos últimos carregamentos. Nesse ponto Leah era bem mais organizada que Collin, mas uma vez que ela estava em campo eu teria que me contentar com os esforços dele mesmo, até ela voltar.

Peguei a planilha e comecei a analisar os carregamentos entregues, bem como o lucro obtido com cada um deles, o que estava bastante satisfatório visto que eu tinha homens espalhados por vários lugares no mundo, fazendo conexões no mercado negro, mas não tinha nada sobre Leah e Lobo e esses dois eram os responsáveis pelas maiores entregas do mês. Com a entrega de cada um eu ira faturar 15 milhões de dólares.

A maioria dos meus clientes não me conhecia, muitos eu tinha contato pelo telefone e outros nem assim, apesar de todos conhecerem bem o nome Jacob Black. Em casos raros quando tinha algum cliente muito importante, eu preferia ir eu mesmo até ele, pelo menos nas primeiras vezes e depois eu deixava meus homens de confiança continuar o trabalho, já que era bem melhor eu me manter na parte de organização do que ficar na linha de frente, apesar de que a minha cabeça já estava a prêmio no mundo criminoso, com a polícia eu tentava levar meu disfarce de empresário e homem sério, ainda mais agora depois do meu bem sucedido julgamento.

_Collin, onde está o Lobo que não volta?

Desde quando eu saí da prisão que ele e Leah estavam fora, e ambos não tinham costume de demorar tanto tempo pra resolver qualquer assunto. Também não podíamos ficar conversando por telefone porque podia ser que algum estivesse grampeado.

_Chefe, digo Black, Lobo mandou hoje um mensageiro trazendo informações, e acho que você não irá gostar nada, nada delas.

_E por que inferno você ainda não começou a desembuchar??

_Eee.. s-sim, claro, Lobo está demorando é... bom é porque o Smoke, atrapalhou a entrega.

Bati a mão na mesa furioso, fazendo Collin dar um passo para trás com os olhos arregalados.

_Aquele fodido filho da puta!

Luke “Smoke” White era um desafeto antigo. Nós dois éramos inimigos tanto nos negócios quanto na área pessoal, já que quando entrei para o tráfico, eu tomei o lugar dele. Smoke era o amante de Tânia e o primeiro em comando depois dela, mas para o azar dele eu apareci na jogada, fiquei com chefia do tráfico e claro com a mulher dele, que se apaixonou por mim e botou ele para correr, literalmente. Ele foi colocado porta afora do covil de Tânia, este ainda tentou de tudo para voltar, mas cada vez que ele voltava era espancado e escorraçado de lá. Eu achava que ele sempre queria voltar pela sede de poder, já que o nome Tânia Denalli era o mais popular no mundo em que vivíamos, mas anos mais tarde, após eu tê-la matado foi que descobri que na verdade Smoke realmente a amava.

Se ele já me detestava antes, isso só tornou seu ódio ainda maior e nossa disputa ainda mais pessoal devido a essas idiotices de amor. Então, como eu não tinha nenhum laço ou sentimento por ninguém para que assim ele pudesse vingar a morte de Tânia, o mesmo passou a perseguir meus negócios. Depois desses anos todos competindo nos negócios e claro um tentando sempre armar contra o outro, pra mim não interessa quem fez o quê, nós dois somos inimigos até que um mate o outro e não sou eu quem irá para o inferno primeiro.

A sorte do desgraçado é que ele fazia jus ao nome o qual era conhecido, pois ele sempre desaparecia feito fumaça quando eu estava quase o pegando. No fim, o que importava era que eu tinha que matá-lo e por um fim nessa disputa idiota.

_Vou ter que matar esse merda logo, esse maldito está me torrando o saco a cada dia mais. Quando Lobo volta?

_Ehh... ele não disse o dia certo, só falou que ia ver o que ainda dava pra fazer e depois voltava.

_Mais que porra!!! – bati a mão de novo sobre a mesa e olhei pro Collin – Mais alguma coisa que ainda não me informou?

_A Leah ligou informando que terminou o serviço e que ela volta hoje ou amanhã.

_Certo. Agora pode ir, e não quero que ninguém entre aqui, entendido?

Collin saiu e eu voltei a analisar as planilhas que ele tinha me trazido e também alguns balancetes que já estavam sobre minha mesa. Algumas pessoas acham que ser um criminoso quer dizer que você tem que viver imundo num muquifo e que não há nem uma ordem em todo processo. Alguns bandidinhos podem até agir assim, mas pra ser bem sucedido em qualquer ramo deve haver organização. Qualquer negócio seja ele lícito ou ilícito precisa de uma organização senão, sempre ocorrerá o fracasso e era por isso que eu era o número um há tanto tempo, além dos músculos eu sempre usava o cérebro.

Com muito custo havia terminado de conferir todas as planilhas, pois minha concentração hoje não estava boa, além da raiva do fodido Smoke que tinha conseguido derrubar um dos meus melhores carregamentos do mês ainda tinha Renesmee. Meu pensamento insistia em voltar naquela maldita mulher que tinha saído do meu apartamento sem nem esperar eu trepar com ela de novo, e depois eu mesmo mandá-la embora. Se ela acha que pode sair de cena assim, ela estava muito enganada, eu é que largo as mulheres e não o contrário. Eu bem que podia chegar naquele escritório dela e traçá-la lá mesmo. Assim que me visse ela ia me xingar e me mandar sumir, mas no fim se entregaria a mim e teria muito prazer nisso.

Bom, mas não vou fazer isso, no momento apenas vou dar a ela um tempo para poder assimilar a química forte que há entre nós dois, pois com certeza Renesmee devia estar meio confusa com tudo que aconteceu. Pelo que pude perceber do caráter dela, ela jamais trairia aquele idiota que ela tinha como namorado, e por todas as suas reações nunca teve um sexo daquele jeito, então sua cabeça devia estar a mil. Já que ela tinha saído correndo da minha casa e da minha cama, iria dar um tempo a ela. Um tempo breve, devo ressaltar, pois eu tinha muitos planos para o seu corpo. Daria espaço a ela, apenas para ela pensar que estava no controle, então eu entro em cena novamente, só para provar a ela que sou eu quem tem o controle daquele corpo gostoso, aí sim teríamos mais algumas rodadas de sexo quente.

Por volta das 14h30min cheguei à Black Air Company, bem mais tarde que o normal, já que eu normalmente ficava no horário de normal de expediente lá e só mais tarde ia para o Galpão. Fui direto pra minha sala, como de costume eu não queria papo com ninguém, e as outras pessoas não eram idiotas o suficiente para conversar algo comigo que não fosse estritamente necessário. Minha secretária bateu na porta e entrou trazendo o balancete contábil desse mês, ao contrário dos outros balancetes e planilhas que eu tinha analisado mais cedo no Galpão esses possuíam valores bem menores, mas mesmo assim eram quantias consideráveis para um homem que diferente de mim, não fosse tão ambicioso.

Eu me concentrei naqueles papéis analisando uma melhor maneira de melhorar os lucros, assim poderia utilizar a empresa para uma maior lavagem de dinheiro. Na verdade, até que eu gostava de administrar a Black Air Company, mas aquilo era brincadeira de criança comparado ao negócio de verdade o qual eu já administrava. Gerir o tráfico era bem mais emocionante e mais vantajoso, e me dava o lucro merecido pelos meus esforços.

Já estava quase no fim do horário de expediente dos funcionário, quando bateram na porta novamente e sem esperar eu dizer nada, a porta se abriu e uma Ária toda insinuante entrou rebolando em minha sala junto com a minha secretária bem nervosa atrás dela.

_Oi Black. — Ária me cumprimentou com aquela vozinha irritante, mas eu nem me dei o trabalho de responde-la.

_Sr. Black me desculpe, eu avisei que teria que marcar um horário antes para falar com o senhor, mas esta... – ela olhou bem pra Ária, ajeitando os óculos, provavelmente pensando no que dizer e por fim se decidiu – Esta senhorita disse que não precisava marcar hora com o senhor, eu sinto muito Sr. Black.

_Pode ir agora Sra Jones, eu resolvo esse assunto, mas da próxima vez que alguém não quiser escutar a senhora, pode chamar os seguranças, estamos entendidos? – Sra Jones devia ter seus quarenta anos e era secretária na BAC desde sua inauguração, não era uma visionária, nem muito esperta, mas era bastante organizada e desempenhava bem seu papel como secretária e era só isso que eu precisava.

_Sim senhor Black. — ela respondeu-me e já ia saindo.

_E Sra Jones – chamei-a e ela voltou-se para mim _Assim que der o horário de saída pode ir. — ele fez um aceno com a cabeça e saiu. Assim que minha secretária fechou a porta, Ária virou-se sorrindo pra mim. Ela estava com uma saia curtíssima de estampa de onça, blusa de renda preta bem transparente que mostrava todo o seu soutien preto também rendado, só faltava às letras em neon escrito piranha na testa, apesar de que com esses trajes ninguém devia ter alguma dúvida disso.

_Mandando sua funcionária embora para ficar a sós comigo?

_Isso é alguma piada? Porque eu não tenho nada o quê conversa com você em particular e se eu quisesse fodê-la isso não seria problema, já que você está mais do que acostumada a fazer isso em grupo.

_Senti sua falta Black.

_Falta minha ou do meu pau, Ária?

Ela sorriu e começou a caminhar, rebolando ainda mais, toda se oferecendo pra mim até chegar perto da minha mesa. Desde cedo quando eu acordei pensando em comer de novo Renesme, que minha libido já estava em alta e não dava pra negar que além de vadia Ária era bem gostosa. Até que eu podia traçar aquela vagabunda, mas eu já tava meio cansado de comer aquela vadia. Collin disse que ela tinha sumido no tempo que eu estive na prisão, com certeza ela deve ter aproveitado bem esse tempo que eu estive fora e devia ter dado pra NY toda e adjacências. Eu sabia que ela não era lá muito cuidadosa e aceitava transar sem camisinha se o cara desse uma grana. Era bem capaz de essa piranha ter alguma doença.

Ela deu a volta na mesa parando atrás da minha cadeira, passando as mãos pelos meus ombros e costas, eu continuei com a atenção voltada aos papéis à minha frente.

_Pra falar a verdade Black, eu senti falta dos dois. Seu pau é muito gostoso, mas o conjunto da obra o faz bem melhor.

O mais interessante era que ela achava que estava me seduzindo, e por mais que eu estivesse ficando com o pinto duro, a minha vontade era de rir da cara dela.

_Filosofando? Não sabia que tinha vadias tão inteligentes.

_Nossa Black, eu aqui cheia de amor para dar e você todo mal humorado.

_Esse sou eu, não se lembra?

_Lembro e não me importo. Você pode falar o que quiser que eu não saio daqui, enquanto você não me foder.

Virei-me na cadeira e a agarrei pelo cabelo, quase arrancando aquela juba loira esticada e trouxe o rosto dela para perto do meu.

_Escuta aqui ô piranha, você vai sair daqui a hora que eu quiser. Sou eu quem manda nessa porra aqui, entendeu?

_Ai, ai Black, está doendo.

_Você entendeu? – ela segurava meu braço, tentando me fazer afrouxar minha mão em seu cabelo, mas eu o puxei com mais força, fazendo a cabeça dela pender para trás.

_S-sim, eu entendi. – larguei o cabelo dela, a jogando para o lado, o que a fez se desequilibrar um pouco e se afastar, porém não chegou a cair no chão.

Eu me virei de frente a minha mesa e disse:

_Dê o fora. – meus olhos corriam pelos papéis a minha frente.

Ela voltou com as mãos as minhas costas, descendo-as pela frente, passando elas por meu peito até chegar ao meu pinto e começou a esfregá-lo sobre a calça.

_Mas você não quer que eu te alivie aqui um pouquinho, não? Você está duro e eu to tão doida pra sentir esse pau em mim, por favor, Black.

Cara, mas a mulher tem que ser muito vagabunda mesmo pra ficar implorando pra ser fodida desse jeito. Realmente eu já estava com o pau duro, mesmo ela sendo uma piranha de terceira não dava pra negar que era gostosa e meu pau desde cedo queria se enterrar numa mulher, mesmo a princípio a mulher em questão fosse outra, eu podia muito bem descarregar meu tesão em outra coisa.

Virei à cadeira novamente, já que a piranha queria ser usada, por mim tudo bem. Desafivelei o cinto e desabotoei a calça, logo descendo o zíper e puxei meu pinto pra fora.

_Chupa meu pau Ária.

A vagabunda nem esperou eu acabar de fechar a boca e caiu de joelhos na minha frente, segurou a base do meu pau e passou a língua, primeiro nas minhas bolas e depois subiu para o comprimento do meu pinto, ela chegava a gemer de satisfação. Estava gostoso, a vadia era treinada num boquete, mas eu só queria gozar, eu iria me aliviar e pronto.

_Só quero que chupe, entendeu? Chupa essa porra aí até eu gozar.

Ária parou de lamber e abocanhou meu pau, como não coube tudo em sua boca ela segurou com a mão o que não coube, e passou a me masturbar no mesmo ritmo da sucção. Infelizmente mesmo com Ária chupando meu pau, quando fechei os olhos a minha mente foi na noite anterior, lembrando-me do sexo com Renesmee. Enquanto ela sugava, eu só pensava no sexo gostoso que eu tinha tido com minha advogada.

Lembrei-me da cena que ela olhava aturdida para o meu pinto, como uma criança que vai à primeira vez na Disney. A maneira que Renesmee tinha passado a língua pelo meu pau, como se visse aquilo a primeira vez na vida, a forma que ela o sugou e segurou minha bolas, tudo aquilo fez o meu tesão subir tanto que quase não me segurei de vontade de gozar naquela boca, mas naquele momento eu tinha outras coisas para fazer com ela e com certeza gozar naquela boca seria uma das coisas que eu faria em breve.

Abri meus olhos para ver o modo que Ária sugava meu pinto com vontade, sem parar a sucção e começou a ir cada vez mais rápido. Fechei meus olhos me concentrando no prazer que a sua boca me dava. Ária continuou chupando e chupando até que eu gozei em sua boca.

Ainda estava de olhos fechados, sentindo os últimos espasmos do meu gozo, quando escutei o barulho da porta da minha sala sendo escancarada e batendo na parede.

_Mas que porra essa vadia está fazendo com você??? – abri os olhos, furioso e encarei incrédulo a figura que estava a minha frente.

Notas finais
N/A:Ehhhhhhh!!! Então é isso aí, vimos o PV da Nessie e do Jake sobre o outro dia. Nessie está mto confusa, pois Jake é tudo o oposto do que ela quer na vida dela, mas mesmo ele sendo tão diferente, a atração que ela sente por ele é inegável. Jake por outro lado não está nada confuso, comeu da fruta, gostou, quer mais e pronto kkkkkkkkkk Ele vai dar um tempinho, mas logo logo voltará a dar o bote de novo. A Nessie é uma besta e não aproveita esse homem, e as coisas são tão injustas que eu to aki querendo e não tenho. Nessie ainda quer o namorado, apesar de o ter traido ela ainda o quer ao seu lado, e não quer ver o Jake de jeito nenhum, mas isso até quando???? Félix está em cima esperando só uma brechinha pra poder cair em cima da Nessie, esse não desiste nunca!!! Como vimos tem um personagem novo Smoke, esse inimigo de longa data do Jake ainda vai dar mto trabalho.... Como o Jake é lindo e gostoso, o que não falta é vadia em cima, e dessa vez foi a tal da チria que apareceu de novo, que pra quem não lembra, ela já tinha aparecido no segundo capítulo. Essa チria é uma pir*** de primeira, sabe que é e sabe tb o que quer: transar com o Jake. Bem, tanto no pv do Jake qto no da Nessie, o final ficou no ar... quem ligou pra Nessie??? E quem chegou no escritório e pegou o Jake naquela situação??? Hum... Palpites???? Agora me digam se gostaram de mais esse capítulo. Será que ainda mereço reviews??? E recomendações??? Já faz um tempão que não recebo nenhuma... Bjão a todas!!! E dessa vez até breve!!!! Josy
N/B: Oieee!!!! Que cap hein??? Josy se supera cada vez mais. Olha, eu não sei vcs, mas eu não sairia daquela cama nem por decreto!!! Renesmee sua boba, tem que aproveitar, um homem desses não se encontra td dia. Kkkkkkkk Mas tadinha, né gente? A bichinha tá numa confusão dos infernos, mas tbm quem não ficaria, uma vez que ela sempre foi certinha e imaginava nunca, jamais iria cair em tentação pelo pecado Black kkkkkkkkkk A vida dela que sempre foi tão acertada, agora deu uma volta completa e se abalou. Ao menos a confusão serviu para ela admitir que sente sim um puto tesão por Jake. Felix não larga o osso nem a pau, aquele ali é persistente. Nuss kkkk Quem será que ligou para Nessie hein??? Palpites??? Eita, que ainda tem o PV do nosso lindo, ele fissurou na mulher e ela ter saído deixando ele na cama só o atiçou mais ainda kkkkkkkkkk A casa ficou destruída assim como ambos. Cada um deixou sua marca no outro. Ai Jake me marca tbm!!!!!!!Jake além de ser todo putão, malvado, lindo e tudo mais de bom, ainda é esperto. Tá dando um tempinho a Nessie, mas esse tempo não vai durar muito e ela decidida a não vê-lo mais kkkkkkkk Será que ela aguentará mesmo ficar distante??? Vai resistir??? Duvido!!! Mas se ela o fizer, manda ele aqui pra casa Josy que eu do um jeito nele kkkkkkkkkkk Personagem novo entrou na area, esse Smoke não me cheira bem. E por falar nisso, outra que chegou de intrometida é Aria. Jesus vai ser vadia assim na casa do car****!!!!! Esse final é pra matar qq um. Quem apareceu????? Chutes???? Humm... Bom meninas, cap foi maravilhoso como sempre, então vamos prestigiar a autora que merece mts reviews e claro recomendações! A fic está um arraso e a cada cap fica melhor ainda. Bjkas a todos!!!! Dayalukiná.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.