Atração Perigosa
9 O incentivo
Notas iniciais
PV Jacob
_Renesmee!! VOLTA AQUI RENESMEE!! – gritei e ela já havia se enfiado dentro de casa e fechado a porta.
Caminhei rápido já atravessando a rua. Eu iria arrombar aquela porta, invadir a casa, pegar Renesmee, jogá-la no chão da sala e fodê-la ali mesmo. Simples e eficaz, e pelo jeito que ela havia gritado em êxtase agora a pouco, ela não me diria não. Essa situação já estava
ficando ridícula e eu tinha que transar com ela para poder esvaziar a minha mente daquela mulher. Já estava na calçada da casa dela, quando a razão voltou a minha mente e parei abruptamente. Aquilo era uma péssima idéia, ainda mais na minha situação. Tinha que me concentrar e pensar com a cabeça de cima, e não com a de baixo, o melhor era usar outro plano. Provavelmente os pais dela estavam em casa e por mais que eu pudesse fazer Renesmee não chamar á polícia, e eu tinha certeza que eu conseguiria, os pais dela não seriam tão suscetíveis a mim, e nesse caso ser acusado de invasão de domicílio, seria péssimo pra quem
acabava de ganhar uma condicional. Caminhei de volta ao meu carro, entrei furioso e bati a porta com toda a força, quase passando ela pra dentro e arranquei cantando pneu. Aquela mulher era uma vadia! Colocava-me doido de tesão e depois saia fora. Agora aqui estava eu com o pinto duro e as bolas doendo.
Eu estava dirigindo sem rumo, até que eu tive a idéia de ir pra alguma boate beber e pegar alguma mulher, assim eu teria algum alívio, pois com o pau latejando e dolorido como estava não iria conseguir dormir até poder descarregar. Andei mais um pouco e já estava quase
chegando, quando resolvi olhar o relógio do painel do carro para ver que horas eram. Merda!! Eram 22h20min faltavam só dez minutos pra hora que eu tinha que estar em casa. O melhor a fazer era ir embora, porque se eu fosse pego, voltaria para a prisão na hora. Mudei minha rota e segui direto para o barracão, eu já havia mandado arrumarem meu antigo apartamento em NY que era o endereço fixo que eu havia dado a polícia, e amanhã mesmo eu iria me estabelecer em definitivo. Cheguei lá consumido pela raiva, frustração e desejo.
_COLLIN!! – gritei assim que adentrei no barracão.
Já fazia um tempo que Collin não trabalhava nas ruas e desde então ficava sempre no barracão. Ele não tinha muito cérebro, mas a sua altura e força era bem utilizada como segurança.
_Diga Black.
_Onde está Leah?
_Ela está viajando. Como te disse, Lobo foi resolver sobre o carregamento na Europa e foi ela quem foi para o Canadá.
Depois que eu voltei, estava cuidando novamente da administração dos negócios, porém eu tinha que ficar mais escondido e como não podia ficar viajando por pelo menos seis meses, meus funcionários de confiança, que já faziam esse trabalho, continuaram fazendo. Eu sabia que o Lobo havia viajado um dia antes que eu saísse da prisão e que ficaria uma semana fora, pois Collin já havia me colocado por dentro dos assuntos, mas sobre a Leah eu nem me dei o trabalho de perguntar onde esta estava. Nem sobre ela, nem sobre qualquer outra mulher.
_E a puta da Megan?
_Ela aparece de vez em quando para saber notícias suas, mas sumiu essa semana.
_Droga!! E a vadia da Ária?
_Essa daí nem sinal, chefe.
_Mas que Merda!!! – eu tinha que arrumar outras, porque minhas vadias de sempre estavam sumidas.
_Precisando de uma mulher, Black?
_Não – era um imbecil mesmo esse Collin – Eu estou na seca lá na cadeia esse tempo todo, só comi a Leah uma única noite e você me faz uma pergunta dessas??
_Posso ligar e pedir uma do jeito que quiser Black – do jeito que eu quiser? Será que podia ser uma advogada metida, muito da gostosa, ruiva, apetitosa e cheia de curvas que por mais que negasse estava doida pra transar comigo do mesmo jeito que eu estava doido pra
comer ela? Não.
_Tá chapado Collin?? Quando foi que Jacob Black, pagou por sexo? Nunca. E não vai ser agora.
_Mas chefe... Digo Black, se quiser eu...
_Cala a porra da boca Collin. Depois eu me arrumo. Pode ir.
Aquela mulher estava começando a me deixar bem puto de raiva. Isso não ia ficar assim. Fui para a parte do fundo do barracão, onde tinha alguns quartos. Muitos dos meus funcionários dormiam ali, então aquela parte era organizada como uma casa. Entrei no meu quarto, que
claro era o maior e melhor equipado, e liguei o som que nos mesmo instante começou a tocar Nickleback, eu curtia várias bandas de rock e essa era a que estava no ponto naquele momento. O melhor a fazer era dormir, amanhã tinha muitas coisas a resolver. Comecei a tirar a roupa, e meus pensamentos voltaram pra Renesmee. Lembrei-me do corpo dela colado no meu, daqueles beijos deliciosos e daquela umidade em meus dedos. Puta que pariu! A boceta dela era lisa, todinha depilada e muito apertada até para os meus dedos, imagina quando eu enfiasse meu pau nela, iria entrar como uma luva de látex. Fiquei duro novamente com o pensamento.
Entrei no banheiro e resolvi me aliviar sozinho mesmo, eu já estava familiarizado com aquilo depois dos últimos tempos na prisão. Já havia tirado quase toda a roupa e assim que abaixei a cueca, meu membro pulou tão duro, que estava totalmente na vertical. Fechei a
porta do box e liguei o chuveiro, uma ducha fria viria bem. Olhei pra baixo e segurei firme meu pau pela base deslizando a mão por todo o comprimento. Acariciava de cima a baixo, e quanto chegava à ponta, apertava a glande. Imaginava a boca de Renesmee, movendo-se no lugar da minha mão, chupando, sugando... A água da ducha caia sobre mim, enquanto meus quadris ganhavam mais ritmo à medida que minhas mãos também. Pensei no corpo dela sobre o meu, os seios balançando conforme ela me cavalgava, ou então ela de quatro e gritando como
louca, enquanto eu investia nela sem dó, repetidas vezes. Minhas mãos começaram a trabalhar mais e mais rápido até que meu corpo explodiu, e não pude segurar o grunhido quando gozei. Levantei o rosto, deixando a água bater nele e ir escorrendo até os meus pés, enquanto minha respiração voltava ao normal.
Maldita Renesmee Cullen. Esteja certa que será devolvido em dobro cada uma das vezes que me masturbei por sua culpa.
Acordei cedo no sábado, pronto para me estabelecer no meu apartamento. Precisava ir pra lá, pois se por algum motivo a polícia fosse averiguar alguma coisa, eu deveria estar lá ou pelo menos o porteiro tinha que dizer que eu estava realmente morando lá. Voltei com os treinos de king box, musculação e karate, que eram os que eu mais gostava.
Passei o final de semana me exercitando e reorganizando as coisas. Todos os meus desafetos já sabiam que eu estava de volta e eu não podia dar nenhum vacilo. Agora deveria tomar bastante cuidado, mais até do que eu já tomava, porque se fosse preso novamente seria muito mais difícil de sair, já que seria reincidente. Aproveitei o tempo para raciocinar e traçar metas para garantir os requisitos os quais o Juiz estipulou para a minha condicional. Ao contrário do que muitos achavam, eu tinha certeza que a força residia no cérebro e não na massa muscular, apesar de que eu cuidava bem do meu corpo, porque a inteligência combinada com a força era melhor ainda para ganhar qualquer briga.
Levantei na segunda, antes das sete da manhã e fui direto para uma empresa de fachada que eu tinha para ocultar meus vários negócios ilícitos. A Black Air Company ou BAC era uma empresa não
tão nova, pois eu tinha aberto pouco tempo antes de ser preso, só para servir como lavagem de dinheiro, mas isso não significava que ela não funcionava perfeitamente bem e que tinha um lucro bom. Esse ramo de agência de turismo era bem rentável, o problema era que o lucro dela era bem menor do que o lucro eu tinha com o tráfico. De toda a forma, a BAC era viável para o que eu necessitava no momento: comprovar labor lícito, como disse o Juiz numa das cláusulas que eu teria que seguir para continuar em liberdade. Como eu era o dono e administrador geral do negócio, tudo que eu precisava era estar lá, todos os dias e pronto.
Fiquei na empresa toda a parte da manhã, me colocando novamente por dentro dos assuntos. Leah era quem trabalhava diretamente comigo lá, mas como ela iria ficar fora por uns dias, outra
secretária não tão competente como ela estava me ajudando a me atualizar com as coisas da empresa. Fiquei por lá toda a parte da manhã, fui almoçar tarde e logo depois decidi que iria voltar a incomodar aquela mulher. Já que a imagem de Renesmee não dava sossego a minha mente, ela não iria ter descanso, pelo menos não enquanto nós dois não resolvêssemos nosso pequeno problema. No primeiro momento, pensei em ir procurá-la cedo, mas isso não seria uma boa estratégia, o melhor seria surpreendê-la e atacar no lugar menos provável o qual ela não poderia nem reagir: Volturi.
Cheguei à Volturi e Associados por volta das três e meia da tarde. Entrando no prédio, fui até a recepção e expliquei para a atendente, que era um cliente e que gostaria de conversar com a minha advogada Dra. Cullen. Ela prontamente me informou que minha advogada tinha acabado de chegar e me disse qual andar deveria me dirigir.
_Chegando lá o senhor, peça a secretária do setor que ela verá se a Dra. Renesmee, poderá atendê-lo.
Respondi um “obrigado” e me dirigi ao elevador. Mas antes havia algo que eu precisava fazer no 25ª andar daquele prédio.
Com certeza Aro havia contratado o melhor decorador que o dinheiro podia comprar, o lugar exalava luxo e eficiência. Depois de algum tempo em outra sala, cheguei ao andar que a atendente informou ser da minha advogada e não encontrei com nenhuma secretária no hall da recepção. Olhei na porta próxima e vi uma placa escrita: Dra. Renesmee Cullen – Advogada Criminal. Bati com os nódulos dos dedos à porta e a
abri já entrando.
_Bom dia doutora Renesmee.
Renesmee olhou para mim, sua feição absolutamente surpresa passando rapidamente para furiosa, que era a que mais me
agradava. Ela percorreu os olhos em mim e logo abaixou a cabeça parecendo meio envergonhada. Sorri. Com certeza ela repassou nesse segundo a noite de ontem pela cabeça. Mas logo se recompôs e voltou-se irada para mim.
_Mas o quê você faz aqui??
_Mas que falta de educação doutora. É assim que trata o seu cliente? Não me convida pra sentar.
Uma loira alta, gostosa e com peitos enormes que estava também dentro da sala me olhava de cima a baixo, praticamente me comendo com os olhos. Estudei a mulher, cabelo curto, estatura média, com certeza siliconada, comível, porém não tão apetitosa como Renesmee. Encarei bem a loira, mostrando a ela quem era o predador, deixando claro quem podia comer quem ali.
_Falta de educação? Acho que devia rever seus conceitos Black, não sabe que tem que ser anunciado antes de ir entrando no escritório dos outros?
_Como não tinha ninguém lá fora, eu achei que não havia problema em entrar e conversar com minha advogada.
_Pensou errado.
Ficamos presos olhando um pro outro, o olhar dela destilava ódio e o meu divertimento.
_É... Bem, Sr. Black correto?? – a loira interrompeu nosso contato visual, chamando a minha atenção. Assenti à sua pergunta – Muito prazer, eu sou Kim, secretária da Dra. Renesmee. Sente-se, por
favor. Gostaria de... – olhou para o meu corpo de cima a baixo de novo – Um café?
Com aquele olhar que ela me deu, ela podia estar me oferecendo tudo, menos um café. Do jeito que ela falou parecia mais com um: Quer me comer aqui ou prefere outro lugar? Que secretária mais piranha uma firma como aquela contratava. A puta se oferecia pra mim, no escritório e na frente a sua superiora sem receio algum. Bem fácil e safada, mas eu preferia mais os desafios, isso deixava tudo mais instigante. Se bem que ela era gostosinha, talvez qualquer dia eu até pegasse. Renesmee olhou pra ela muito irritada e a garota não tirava os olhos de mim esperando a minha resposta.
_Agora não. Obrigado – falei já me sentando na cadeira de frente para minha advogada.
_Tudo bem... – ela ficou olhando pra mim, até Renesmee arranhar a garganta chamando atenção.
_Então Kimberly, pode ir – Renesmee havia percebido o interesse da sua secretária em mim e parecia não estar muito contente com isso.
_Então... Com licença – ela passou esbarrando sua bunda no meu ombro. Como são chatas e previsíveis essas mulheres fáceis.
_Então Black. O que quer?? – Renesmee se virou para mim, assim que a secretária saiu da sala e fechou a porta nos deixando a sós.
Olhei em volta de todo o escritório e depois a mesa. Tudo muito arrumado, tão organizado, tão analítico, tão formal...
_Bonito o escritório, mas muito impessoal. Não se parece muito com você.
Renesmee bufou. Pegou alguns papéis e passou a assinar.
_Ao contrário de você, eu tenho muito serviço a fazer. Então diga logo a que veio.
_Pois bem. Quero que continue com o caso.
_Como você...
_Não terminei. Estou vindo agora da sala do Dr. Aro e conversei com ele. Ele me disse que você queria sair do caso. Expliquei que gostei da sua defesa e que confio em seu trabalho, portanto não vejo motivos pra trocar de advogado e ele concordou comigo.
_Mas, por quê?
_Acho que isso está bem claro, não. Eu estou aqui e não preso, e você é a responsável por isso.
_Sei... Mas, há vários advogados aqui e muito melhores do que eu.
_Isso soa engraçado vindo de você. E não estou interessado em nenhum deles.
_E veio aqui só pra me falar isso??
_Não. Precisamos conversar melhor sobre as cláusulas para a obtenção do meu alvará de soltura.
_Bom, acho que o Juiz foi bem claro sobre o que deve fazer. Qual é a sua dúvida?
_Na verdade, quero me reunir com você na minha casa, acho que será melhor para discutirmos essas... Questões.
_Não há melhor lugar do que num escritório para discutir esse assunto.
_Discordo. Há alguns documentos em minha casa que estão no meu cofre, portanto é melhor conversamos lá.
_Simples, traga esses papéis aqui e verei se vou continuar como sua advogada.
_Sim, você vai continuar como minha advogada e não, não vou trazer meus documentos aqui. Você vai até o meu apartamento e lá conversamos.
Renesmee olhou pra mim com os olhos em fenda, bufou e se levantou da cadeira dando a volta na mesa, e se postou ao meu lado. Eu ainda estava sentado na cadeira e a olhei tranqüilamente, virando a cadeira e ficando de frente a ela.
_Conta outra Black – ela bateu a mão na mesa com força e falou olhando pra mim, apontando o dedo em minha direção – Não há a mínima possibilidade de que eu vá até a sua casa.
_Não entendo por que, logo agora que estávamos nos dando tão bem...
_Alto lá Jacob Black, se você se refere ao fato de que...
Levantei, pegando-a pela cintura e trazendo seu corpo junto ao meu, e falei quase encostando minha boca na sua boca.
_Eu me refiro ao fato de que me beijou ontem como se fosse morrer se não fizesse isso, enquanto passava as mãos pelo meu corpo e se esfregava em mim gemendo, ou pode ser que me refira também ao fato de que só não transamos ontem porque não estávamos sozinhos dentro de um quarto, ou talvez eu esteja me referindo ao fato de você ter gozado,
rebolando em meus dedos, enquanto gritava de prazer. Diga-me Renesmee a qual desses fatos acha que eu posso estar me referindo?
Ficamos nos olhando por um momento, tão próximos que com certeza ela podia sentir com clareza o quão duro e excitado essa situação me deixava. Ela deveria estar do mesmo jeito, já molhada e pronta pra mim como ontem. A tensão e o desejo entre nós nublavam o ar.
_Me solta agora – ela colocou as mãos no meu peito me empurrando, sem muito sucesso.
_Tenho uma idéia melhor.
Segurei-a pela nuca e a beijei. Empurrei minha língua por entre seus lábios, percorrendo todo o espaço, até a dela encontrar-se com a minha e eu começar a chupá-la. Renesmee levou suas mãos aos meus cabelos, me agarrando e aprofundando ainda mais o beijo. Voltei minhas mãos em sua cintura e a sentei na mesa, me encaixando entre as suas pernas. Nossas línguas faziam uma guerra deliciosa. Ela estava com uma saia e levei minhas mãos até suas coxas, amassando aquela carne macia à medida que ia levantando aquela roupa pra me dar melhor acesso entre
suas pernas. Comecei a esfregar meu pau na sua boceta, fazia movimentos circulares e já podia sentir como ela estava quente, mesmo através daquele tecido entre nós. Coloquei minhas mãos por debaixo da
blusa e comecei a acariciar seus peitos por dentro do soutien. Quando senti a textura macia e os bicos duros de desejo por mim, eu tive que me controlar muito para não rasgar toda a sua roupa e fodê-la ali. Apertei o bico do seu peito entre os dedos, mas não com muita força, fazendo-a se contorcer, gemendo ainda mais em meus braços. Eu tinha que me controlar, eu tinha que colocar ela tão louca que não pudesse pensar em mais nada que não fosse a ter-me fundo dentro dela. Larguei a sua boca e desci beijando, e arranhando com os dentes o seu pescoço, investindo contra ela mais duro, fazendo-a gemer mais alto. Afastei meu quadril e coloquei minha mão por dentro da calcinha, aquela carne tão lisa e molhada me deixava doido, mesmo que meu pau fosse de pedra, ele não poderia estar mais duro. Comecei a passar meu dedo por toda a extensão da sua boceta, percorrendo-a, estimulando-a, porém sem penetrá-la. Ela já estava completamente molhada e aquilo me dava uma vontade louca de ajoelhar-me, e lamber aqueles sucos até secá-la. Mas isso com certeza aconteceria em breve e claro como prévia do que viria a seguir: meu pau fodendo ela bem forte. Renesmee segurou meu membro sobre a calça e começou a esfregá-lo, quase fazendo meu plano de torturá-la ir por água abaixo. Sua mão roçava, apertando-o de forma deliciosa, tão deliciosa que este pulsava em aprovação. Apertei forte seu clitóris fazendo Renesmee gemer mais e me arranhar com a sua outra mão. Meu membro doía e se
contorcia dentro da calça, louco pra sair e fazer todas as coisas perversas que eu imaginava fazer com ela.
_Eu vou afundar meu pênis em você tão fundo que você não saberá onde você termina e eu começo. Sei o quanto gosta dos meus dedos trabalhando em você, mas prometo que gostará muito mais quando
for o meu pau que estiver aqui... Entrando e saindo, bem fundo. Vai gozar muito mais.
Ainda nos beijando, afastei-me dela e tirei minhas mãos do seu corpo, sem deixá-la gozar. Eu iria deixá-la com a mesma frustração que ela havia me deixado há duas noites atrás. Renesmee parou o beijo e mordeu meu lábio com tanta força, que senti o gosto de sangue. Eu me
separei dela, que me empurrou e correu até aporta. Levei minha mão ao lado de dentro da boca, sentindo o corte no lábio inferior.
_Me cortou! – falei mostrando o sangue a ela.
_Não espera que eu peça desculpas por isso.
_Será ótimo quando você soltar essa energia toda em mim de outra forma.
_Saia daqui agora – Renesmee, ainda estava corada devido ao desejo e ofegava.
Parei na frente dela, encarando firme aqueles olhos castanhos, que brilhavam num misto de desejo, medo e raiva.
_Vou ser muito claro com você, eu e você temos um assunto
pendente que só se resolverá na cama. Nos desejamos. É forte, um tipo de atração animal, não sei... Você influi de algum modo com a química do meu corpo e pelo que já notei, eu também faço isso com o seu.
_Está errado, não é assim.
_Tente se enganar, mas não engane a mim. Eu sei que você quer, só não sei porque fica se fingindo de difícil.
_Não estou fingindo. Eu sou difícil e pra você impossível!
_Isso vamos ver. Pode repetir isso o quanto quiser, mas o que eu quero será o resultado final – sorri para ela dando um aceno de cabeça, me virei e saí. A secretária vagabunda não estava em nenhum
lugar no meu campo de visão, com certeza se ela estivesse lá iria lamber os lábios ao ver o tamanho do volume na minha calça. Ainda não tinha nem chegado perto do elevador, quando escutei o estrondo que a porta fez quando Renesmee a bateu. Passei a língua pelos lábios. Realmente
eu ia gostar muito de toda essa raiva potencializada na cama.
Eu precisava prová-la para tirar essa sensação de desejo pelo corpo. Poderia muito bem conseguir uma mulher, qualquer mulher e ontem se alguma das minhas já costumeiras transas estivessem a mão, já teria me saciado, ou mesmo a secretária que eu acabei de conhecer iria adorar que eu me enterrasse nela, mas pela noite que eu tive com Leah havia dado pra notar que eu precisava mesmo é de me enterrar em Renesmee. Leah era a melhor das minhas transas e mesmo assim meu pau ansiava por Renesmee. Meu caralho pedia por isso, eu tinha que ter
aquela mulher e acabar logo com esse joguinho de gato e rato entre nós. Era uma curiosidade, primeiro porque sempre tinha a mulher que eu queria e depois ainda não havia pegado nenhuma advogada. Depois que me metesse entre as pernas dela, logo a esqueceria e as coisas poderiam voltar ao que era antes de eu ir para a cadeia.
Coitada da minha advogada, não tinha nem idéia de com quem estava lidando. Jacob Black sempre consegue o que quer e com ela não seria diferente. Se ela achava que iria se livrar de mim antes que eu desse uma trepada bem boa com ela, estava muito enganada. E ela estava doida pra isso, era visto e notório. Renesmee tentava lutar contra seu desejo, mas um beijo só, já colocava as suas barreiras no chão. Ela era durona e teimosa como uma égua xucra, mas eu era muito mais e a atração entre nós era grande demais para se negar, nem eu mesmo entendia o que tinha visto nela. O fato é eu não podia negar essa química e iria até o fim para conseguir levá-la para cama, e se Renesmee estava querendo apenas um estímulo para entregar seu corpo a mim, eu iria dar isso a ela. Ela estava literalmente fodida comigo, porque meu plano já
estava todo traçado.
PV Renesmee
Quando o despertador tocou, eu já estava acordada fazia algum tempo. Demorei horas pra dormir ontem à noite, depois daquele... Ah daquele encontro com o Black. Na verdade, eu praticamente não dormi ontem à noite e quando fazia eu sonhava que estava atada a uma cama com o Jacob fazendo todo tipo de coisa pervertida comigo, enquanto eu delirava de prazer e pedia por mais. Esse homem estava influindo de algum modo com o meu subconsciente.
A noite de ontem tinha sido um desastre. Não sabia direito como tinha acontecido, mas o fato óbvio era que no final da noite eu estava aos beijos com aquele ser traiçoeiro e, como negar gostoso, saído dos quintos dos infernos só para acabar com a minha vida. Era pra ter sido uma coisa rápida aquele encontro e nem ter acontecido aquele beijo, eu já tinha tudo planejado. Tudo bem, eu havia perdido a aposta, portanto tinha que sair com ele, então seria seca e provocaria tanto ele no decorrer do jantar, que este iria querer ir embora o mais rápido possível e nunca mais me ver. Mas o tiro saiu pela culatra, e meu plano foi por água abaixo. Jacob não só foi educado de um jeito que eu nunca pensava que ele seria capaz, como não ficou me provocando em momento algum e ainda por cima cobrou o beijo que acabou sendo dado com mais vontade do que eu desejava. Eu não queria que as coisas tivessem saído do controle daquele jeito, eu deveria ter sido mais competente em controlar meus impulsos, mas como fazer isso quando seu corpo pede e deseja uma pessoa??? Aquele beijo foi o estopim e acabou como acabou. Com ele me tocando tão intimamente quanto podia, eu gozando como nunca me aconteceu na vida e minha consciência pesando também como nunca antes em minha vida. Mentira, eu tinha uma dor de consciência muito maior que essa e que nunca poderia apagar. Guardei essas lembranças novamente em minha mente e às que voltaram em minha cabeça eram outras que eu devia esquecer: o orgasmo incrível que Jacob me deu ontem à noite.
Levei minhas mãos aos lábios, lembrando da loucura daqueles beijos. Aquele homem sabia como beijar uma mulher. Meu Deus!! Aquele homem sabia muito bem como tocar uma mulher, o estrago que ele fez em mim com dois dedos, Alec nunca conseguiu, nem juntando a mão, a boca e o resto do corpo inteiro. Alec... Céus e Alec?? Eu
beijei outro homem, e não só um simples beijo. Com certeza ele estava lá
trabalhando duro e esperando o momento certo para nos encontramos, nos casarmos e agora... Agora a melhor coisa a fazer era eu parar de agir feito uma irresponsável e nunca mais ver o Black.
Acabei ficando mais tempo na cama, do que o previsto, perdida nesse mar de confusão que minha mente tinha virado. Meu corpo ainda esquentava só por lembrar-se da noite de ontem e a melhor coisa a fazer era tomar uma ducha fria. Entrei debaixo do chuveiro e deixei a água levar embora a minha culpa, não adiantava lamentar agora, o melhor era seguir em frente e não deixar Alec saber disso nunca. Saí do banho e havia acabado de vestir minha roupa, quando meu celular tocou e minha dor de consciência voltou com força total na hora que eu olhei aquele número conhecido no visor.
_Oi – atendi com a voz meio vacilante.
_Oi meu amor!! Como você está?? Estou com tanta saudade... – aquela voz acolhedora e carinhosa de Alec me dava tanto conforto, era como estar dentro de uma cabana em meio a uma forte tempestade.
_Eu também estou sentindo muita falta de você Alec – falei convicta. Ele fazia muita falta mesmo, porque se ele estivesse aqui, na certa não me deixaria ter feito aquela aposta idiota. Era mais fácil pra eu pensar assim.
_Não se preocupe minha princesa que logo eu estarei aí com você, e vamos poder recuperar todo o nosso tempo perdido.
_Sério?? Você já está vindo pra cá??
Até que enfim Alec estaria de volta, ele poderia ajudar-me a colocar a minha cabeça em ordem e acalmar os desejos do meu corpo. Ele me apoiaria, seria carinhoso, faríamos amor e tudo seria como sempre foi.
_Em no máximo quinze dias estarei aí. Não é ótimo, amor?
_Quinze dias ainda é muito tempo, mas com certeza isso é uma ótima notícia amor. Você não sabe o quanto estou precisando de
você.
_Está acontecendo alguma coisa Nessie?
_Nada não, por quê?
_Sua voz está diferente, como se estivesse com algum problema – sim, estou com um problema enorme. Mede mais ao menos 1,98 de altura, além de ter uma largura considerável, é moreno, forte, perigoso, muito tentador e está me enlouquecendo.
_Não, é só que... Estou com saudades demais de você. É isso. – não era mentira porque ele realmente me fazia muita falta.
_É só isso mesmo??
_O trabalho também está muito estressante.
_Deve ser bem estressante mesmo. Mas você ganhou aquele caso difícil e disse que o Dr. Aro ficou muito satisfeito, isso deve tornar as coisas mais fáceis a partir de agora.
_É, mas isso não quer dizer que seja simples. Tem muita pressão... – e meu cliente me atrai de uma maneira que nunca pensei que fosse possível – Enfim, não é fácil, Alec.
_Eu sei que é muito difícil trabalhar numa empresa grande e que te cobra resultados. Mas você é forte, é capaz e tem muita força de vontade. Fico preocupado mesmo com o fato de você ficar perto desses bandidos perigosos, mas entendo que é o seu trabalho e que gosta da profissão que escolheu.
_Obrigada por sempre me apoiar e ser sempre tão carinhoso comigo.
_Faço por que me preocupo com você e claro, porque te amo.
_Amo você também. – apesar da noite de ontem, você é que é a pessoa que eu escolhi pra mim Alec.
_Estarei aí em breve, seja forte. Mais do que você já é.
_Eu sou forte, você me conhece. – apesar de que nem eu mesma estava me conhecendo mais.
_Beijo linda, tchau.
_Beijo.
Minha força de vontade é grande, mas era mais difícil do que eu pensava ter duas vontades dentro do mesmo corpo. Ficar lutando contra isso todo dia, era desgastante. Ah Alec, se você soubesse...
Bom, mas Alec estaria aqui muito em breve. Afinal uma boa notícia. Enfim eu poderia revê-lo e isso me ajudaria muito com a confusão que estava minha mente. O meu namorado que eu amava e que passaria toda a minha vida junto voltaria, e essa atração por aquele bandido desapareceria no momento seguinte.
Depois do banho e de fazer a minha higiene pessoal, desci e tomei café com os meus pais. Eu iria aproveitar o final de semana para me estabelecer no meu apartamento e foi isso que fizemos logo após o almoço. Minha mãe, meu pai e claro a Bree que me mataria se eu a deixasse de fora, me ajudaram com toda a mudança. Passamos à
tarde de sábado inteira organizando tudo. Meus pais saíram e Bree ficou me ajudando a terminar de arrumar o guarda roupa, quando Claire chegou trazendo um vinho. Bree não parava de falar o quanto Jacob era lindo sexy e atraente, e que independente de quem ele fosse, eu era uma boba de não aproveitar dos atributos deste. Ficamos até tarde conversando e por mais que elas insistissem em saber todos os detalhes da noite de ontem, eu não contei tudo, apenas falei que ele foi gentil e educado, e deixei de fora a parte do beijo e o resto. Não, que eu não confiasse nelas, é só que já bastava eu ficar pensando naquela noite, não precisava que elas ficassem comentando sobre o assunto. E não queria que ninguém soubesse o quanto eu havia sido fraca, e já havia decidido esquecer
aquela noite. No domingo eu não saí de casa, fiquei terminando de organizar as coisas que faltavam. No fim tudo ficou como eu queria, simples e ordenado, porém muito confortável. Fui dormir cedo, depois do final de semana cansativo.
Acordei cedo na segunda-feira e com uma ótima disposição para o trabalho. Já havia tomado a decisão de começar a me afastar de vez do Black e a primeira providência a tomar seria ter uma conversa com o Dr. Aro para pedir a ele, que me tirasse deste caso. E assim fiz logo quando cheguei à Volturi. Expliquei a ele que como já havia ganhado à condicional, e faltava apenas o alvará de soltura para que o cliente fosse totalmente liberado do processo, que outro advogado poderia continuar acompanhando o caso, enquanto eu poderia acompanhar melhor outros
processos, alguns dos quais eu até já estava trabalhando. Claro que não disse o real motivo pelo qual queria me afastar daquele processo em especial. Ele não respondeu de imediato, mas disse que iria estudar a possibilidade.
Trabalhei o resto da manhã tranqüilamente e almocei por ali perto, sozinha mesmo, já que hoje era a folga de Claire. Assim que voltei do almoço, Kimberly entrou em minha sala me entregando alguns documentos. Eu não entendia como essa moça, vinha trabalhar com roupas tão apertadas e decotadas numa empresa tão bem conceituada como a Volturi. Ela era muito eficiente no seu trabalho, mas eu tinha uma leve suspeita que ela seria muito mais eficiente em fazer outros tipos de 'serviços' naquela empresa.
Ainda estava com Kimberly na sala quando escuto duas batidas e logo a porta se abriu, e qual foi a minha surpresa ao ver quem era.
_Bom dia doutora Renesmee!!
Eu pisquei não acreditando em quem estava na minha frente. Eu devia estar tendo uma visão, porque não era possível que aquele cara de pau simplesmente chegava à minha sala, no meu trabalho como se isso fosse à coisa mais natural do mundo. Mesmo morta de raiva eu não podia deixar de notar o quanto ele estava lindo como sempre. Ele me comeu com o olhar e meu sexo pulsou em resposta. Mas ele era muito abusado de aparecer na empresa assim, e entrar na minha sala como se
fôssemos velhos conhecidos.
_Mas o quê você faz aqui??
_Mas que falta de educação doutora. É assim que trata
o seu cliente? Não me convida pra sentar – Jacob estava de volta ao modo sarcástico.
_Falta de educação? Acho que devia rever seus conceitos Black, não sabe que tem que ser anunciado antes de ir entrando no
escritório dos outros?
_Como não tinha ninguém lá fora eu achei que não havia problema em entrar e conversar com minha advogada – ele frisou bem a palavra advogada, como se só isso desse a ele o direito de entrar na minha sala a hora que ele bem entendesse.
_Pensou errado – ficamos nos encarando, até que Kimberly chamou nossa atenção. Aliás, o que ela realmente queria era chamar a atenção do Black.
_É... Bem, Sr. Black correto?? Muito prazer, eu sou Kim, secretária da Dra Renesmee. Sente-se, por favor. Gostaria de... Um café?
Olhei a cena chocada. Eu sabia que ela tinha um jeito de oferecida, mas se insinuar daquela maneira a um cliente e na minha frente era demais. Eu teria uma conversa séria com Dr. Aro sobre essa mulher. Ela era muito safada, mas Jacob não ficava nem um pouco atrás e olhou
pra ela analisando todo o seu corpo. Mas quando respondeu, foi sério e parecia entediado.
_Agora não. Obrigado.
_Tudo bem...
Jacob foi seco, mas a vadia não saia do lugar encarando ele. Creio que se eu não estivesse presente naquela sala, ela iria pular em cima dele e agarrá-lo ali mesmo, embora se ele ao menos desse um sorriso pra ela eu não duvidava de que fizesse isso na minha frente.
_Então Kimberly, pode ir – tive que chamar a atenção dela, pois ela parecia paralisada observando-o com olhos famintos.
_Então... Com licença. – ela ainda passou se esfregando no Black. Ah, mas de hoje essa garota não passava nesse emprego. Se estava tão doida pra transar com um homem que fosse procurar outro
porque... Ah que fique com esse mesmo, mas longe daqui.
_Então Black. O que quer?? – perguntei assim que Kimberly saiu, encarando seus olhos que me observava divertido.
Ele desviou os olhos de mim e parou olhando todo o escritório antes de me responder.
_Bonito o escritório, mas muito impessoal. Não se parece muito com você.
Era só o que me faltava. Como se ele me conhecesse muito, pra saber o que se parece ou não comigo. Mas será que ele havia vindo aqui pra analisar o meu escritório?? Pelo que eu conhecia dele, não.
_Ao contrário de você, eu tenho muito serviço a fazer. Então diga logo a que veio.
_Pois bem. Quero que continue com o caso – continuar? Mas será possível que ele já sabia do meu pedido ao Dr. Aro para colocar outro advogado no meu lugar?
_Como você...
_Não terminei. Estou vindo agora da sala do Dr. Aro e conversei com ele. Ele me disse que você queria sair do caso. Expliquei que gostei da sua defesa e que confio em seu trabalho, portanto não vejo motivos pra trocar de advogado e ele concordou comigo.
_Mas, por quê?
_Acho que isso está bem claro, não. Eu estou aqui e não preso, e você é a responsável por isso.
_Sei... Mas, há vários advogados aqui e muito melhores do que eu.
_Isso soa engraçado vindo de você. E não estou interessado em nenhum deles.
_E veio aqui só pra me falar isso??
_Não. Precisamos conversar melhor sobre as cláusulas para a obtenção do meu alvará de soltura.
_Bom, acho que o Juiz foi bem claro sobre o que deve fazer. Qual é a sua dúvida?
_Na verdade quero me reunir com você na minha casa, acho que será melhor para discutirmos essas... Questões.
_Não há melhor lugar do que num escritório para discutir esse assunto.
_Discordo. Há alguns documentos em minha casa que estão no meu cofre, portanto é melhor conversamos lá.
_Simples, traga esses papéis aqui e verei se vou continuar como sua advogada.
_Sim, vai continuar como minha advogada e não, não vou trazer meus documentos aqui. Você vai até o meu apartamento e lá conversamos. – aquilo me fez ver tudo vermelho. Quem aquele homem achava que era pra chegar aqui, no meu trabalho e querer mandar em mim? Eu odeio que as pessoas me digam o que eu tenho que fazer e odeio Jacob Black por si só. Levantei da cadeira num rompante e me postei na frente da minha mesa, encarando Jacob, que virou sua cadeira calmamente ficando de frente pra mim. Aquilo me irritou ainda mais e quando vi já estava alterando a voz e batendo na mesa.
_Conta outra Black. Não há a mínima possibilidade de que eu vá até a sua casa.
_Não entendo porquê, logo agora que estávamos nos dando tão bem... – ele falava tranqüilo e deixou no ar, o assunto que eu tinha medo que ele fosse abordar desde o momento em que o safado colocou
os pés nesta sala.
_Alto lá Jacob Black, se você se refere ao fato de que...
Antes que eu terminasse de falar qualquer coisa, Jacob me puxou de encontro a ele, não me deixando pronunciar qualquer coisa mais. O contato do corpo dele colado ao meu, me deixou quente no
ato, e cheiro dele batia contra mim me causando calafrios por todo o corpo.
_ Eu me refiro ao fato de que me beijou ontem como se fosse morrer se não fizesse isso, enquanto passava as mãos pelo meu corpo e se esfregava em mim gemendo, ou pode ser que me refira também ao fato de que só não transamos ontem porque não estávamos sozinhos dentro de um quarto, ou talvez eu esteja me referindo ao fato de você ter gozado, rebolando em meus dedos, enquanto gritava de prazer. Diga-me Renesmee a qual desses fatos acha que eu posso estar me referindo?
Eu não tinha nada o que falar, sentia o seu membro ereto pressionando o meu ventre, meu sexo já tinha se umedecido em expectativa e depois de tudo o que ele disse eu não podia contradizê-lo em nada. Era tudo verdade. Mesmo assim eu tentei me livrar do seu
aperto de ferro em torno da minha cintura.
_Me solta agora.
_Tenho uma idéia melhor.
E outra vez ele me beijou e novamente eu correspondi. Aquilo estava ficando ridículo, pois tudo que eu falava que não faria se acabava quando ele me tocava daquele jeito. Mas dizer não, enquanto ele me apertava e colocava aquela língua quente dentro da minha boca, era quase impossível. Sua língua varria toda a minha boca, até encontrar a
minha e as duas se entrelaçaram, se encaixando, já sabendo bem como fazer. Jacob passou a sugar a minha língua de uma maneira deliciosa e sem poder me deter levei as mãos aos seus cabelos buscando mais daquele beijo, que me deixava tão fora de mim. Ele levantou-me me sentando em cima da minha mesa e se colocou entre as minhas pernas, se ajustando entre elas. Mesmo o ar faltando, nós não paramos o beijo, apenas mudamos o ângulo das nossas cabeças para dar um melhor acesso um ao outro. Minhas mãos já percorriam seu corpo e ele fazia o
mesmo com as suas no meu, até que senti suas mãos descer até as minhas coxas apertando-as ao mesmo momento que subia minha saia, se encaixando perfeitamente dentro delas. Pude sentir seu pênis duro roçando contra a minha intimidade, fazendo nós dois gemermos instantaneamente. Jacob começou a fazer movimentos sinuosos com o quadril esfregando seu sexo no meu, me fazendo arfar cada vez mais. Ele era muito quente, e pra completar toda aquela loucura, ele começou a
acariciar meus seios, apertando primeiro para logo depois envolver o bico entre os dedos, pressionando levemente, ampliando a minha sensação de prazer. Ele deixou minha boca, me fazendo respirar tentando colocar todo o ar que pudesse dentro dos meus pulmões, pois ele já descia aquela boca por todo o meu pescoço, dando leves mordidas, enquanto seu quadril investia mais duramente em minha intimidade. Os movimentos eram curtos e rápidos, e eu sentia que poderia gozar só com ele fazendo aquilo. Ele afastou o seu quadril de mim, me fazendo gemer de frustração, mas logo depois eu senti sua mão deslizando pela minha coxa, se
embrenhando pela minha calcinha, e deslizando pelas minhas dobras. Naquele momento eu não pensava em nada mais, nem que eu estava no escritório do meu trabalho, a única coisa que vinha a minha cabeça, era ele me deitando em cima daquela mesa e me possuindo em cima de todos aqueles processos, enquanto Kimberly escutava nossos gemidos de êxtase e se corroía, por ser a mim e não a ela que Jacob proporcionaria tamanho prazer. Coloquei minha mão sobre o volume em sua calça, fazendo-o grunhir, mesmo sob o tecido dava pra sentir que seu membro era grande. Muito grande. Comecei a esfregar minha mão mesmo por cima daquele tecido, enquanto ele ainda deslizava os dedos pelos meus lábios íntimos, mas sem me penetrar. Aquilo só me torturava, eu já soltava gemidos sôfregos de tanta necessidade e desejo, e para completar a minha agonia ele apertou meu clitóris que já devia estar inchado de tanto tesão. Apertei minhas unhas nele em protesto, eu estava à beira do meu orgasmo, era só ele colocar aquele dedo em mim que eu iria explodir...
_Eu vou afundar meu pênis em você tão fundo que você não saberá onde você termina e eu começo. Sei o quanto gosta dos meus dedos trabalhando em você, mas prometo que gostará muito mais quando
for o meu pau que estiver aqui... Entrando e saindo, bem fundo. Vai gozar muito mais.
Meus lábios secaram e minha intimidade doeu e se apertou, jorrando ainda mais umidade com suas palavras. Ele falou tão sério que parecia mais um fato do que uma promessa.
Jacob voltou a me beijar e foi tirando as mãos de mim, antes que eu chegasse ao clímax. Ele se afastou da minha mão que ainda estava estimulando seu membro sobre a calça, sem cortar o beijo. Eu estava muito, muito perto e ele sabia e me negou, talvez se vingando
por eu ter deixado-o no vácuo no nosso encontro. No fim, tudo se resumia num jogo para ele. Era isso, ele me queria, enquanto eu não o quisesse. Não sabia escutar um não e gostava de um desafio. Era um fodido bastardo inescrupuloso. Seus lábios ainda estavam nos meus e eu o mordi com tanta força quanto à raiva que eu fiquei na hora, até sentir o gosto do seu sangue em minha boca. Eu não teria feito isso com qualquer pessoa, mas eu havia tido acesso a toda a ficha dele e sabia que ele sequer tinha qualquer doença, inclusive venérea. Era tão cuidadoso com sua saúde, como era em ocultar seus crimes. Jacob se separou rápido de mim e eu me aproveitando da sua surpresa o empurrei, descendo depressa da mesa e ajeitando a minha roupa. Ele levou a mão à boca, sentindo o corte e olhou pra mim, me mostrando o sangue em suas mãos.
_Me cortou!
_Não espera que eu peça desculpas por isso.
_Será ótimo quando você soltar essa energia toda em mim de outra forma. – aquilo me lembrava das imagens que estava vindo em minha mente agora a pouco de nós dois numa cama, mas eu não podia ser fraca e me entregar a um homem desses.
_Saia daqui agora.
_Vou ser muito claro com você... – ele parou na minha frente – Eu e você temos um assunto pendente que só se resolverá na cama. Desejamos-nos. É forte, um tipo de atração animal, não sei... Você influi de algum modo com a química do meu corpo e pelo que já notei, eu também faço isso com o seu.
_Está errado, não é assim. – depois do que havíamos acabado de fazer isso era contraditório, mas eu tinha negar.
_Tente se enganar, mas não engane a mim. Eu sei que você quer, só não sei porque fica se fingindo de difícil.
_Não estou fingindo. Eu sou difícil e pra você impossível.
_Isso vamos ver. Pode repetir isso o quanto quiser, mas o que eu quero será o resultado final.
Ele sorriu acenando a cabeça, antes de sair. Bati a porta com toda a força e me sentei na cadeira. O resultado final será o que EU quero. Não podia deixar esse homem ficar tomando o controle da situação, eu nunca fui fraca. Como podia ser que agora um homem que eu nunca vi na minha vida, chegasse e me envolvesse daquela maneira? Jamais eu tinha sentido uma atração tão forte por uma pessoa, mas
agora parecia que minhas terminações nervosas aumentavam pelo corpo todo, quando ele estava perto e quando ele chegava parecia que tudo ficava mais quente, mais abafado. Sim, devia ser algo na química do meu corpo que estava errado, eu não devia atrair a um criminoso e nem ele ser atraente desse jeito pra mim. De maneira nenhuma que eu iria a casa dele. Ele que me esperasse sentado, pois não havia pessoa no mundo que me faria ir até lá.
Resolvi ir embora, depois da visita de Jacob não tinha cabeça nenhuma pra continuar lendo aqueles processos. Graças a Deus, não vi Kimberly ao sair, não havia esquecido-me das atitudes dela, e nem da conversa que teria com Dr. Aro sobre isso.
Cheguei em casa com um ódio mortal daquele calhorda metido do Black. Ele se acha muito esperto querendo que eu fosse ao apartamento dele. Tá bom! Capaz mesmo que eu iria com minhas próprias pernas até a toca do lobo mal. Ainda mais quando o lobo em questão era um homem mau caráter e sexy que tinha um poder incrível sobre a minha libido. Eu detestava aquele homem com todas as minhas forças, mas o meu corpo safado discordava terminantemente de mim nesse ponto, ele parecia não querer cooperar comigo.
Já havia se passado alguns dias que eu havia visto o Black, e ele pareceu, enfim me deixar em paz. Dr. Aro não tinha me liberado de ser advogada dele, mesmo com meus argumentos ele disse, que como o caso estava no fim não me atrapalharia em nada continuar e que era
melhor eu que já conhecia todo o caso, do que incumbir outro advogado que está fora do assunto. E como parecia que ele queria discordar de mim, se negou também a dispensar Kimberly, dizendo que eu deveria ter interpretado mal a cordialidade da moça, quando expliquei a ele suas atitudes. Moça?? Ela era tão moça, quanto qualquer mulher que trabalhava em bordeis. Cheguei ao escritório à tarde, depois de passar o dia todo no Fórum assistindo um julgamento. Félix já estava de volta e não havia perdido a mania de estar em todo o local que eu estava, ele parecia adivinhar onde me encontrar. Eu gostava muito dele e a sua companhia me divertia, mas eu sabia que ele queria algo mais e não apenas a
minha amizade.
Estava analisando uns documentos de um caso, no qual eu e Quil fomos designados para provar a inocência de uma mulher. Sentei em minha mesa e peguei o processo para ler, e percebi que embaixo do meu porta-lápis estava um grande envelope branco, escrito apenas
Renesmee Cullen por fora e nenhum nome de remetente. Peguei-o e analisei. Não havia nenhum logotipo, nenhum carimbo, nada. Apenas o meu nome. O envelope estava selado e como a minha secretária estava de folga hoje, para eu poder perguntar a ela sobre a origem do mesmo, resolvi abrir. Peguei uma tesoura e cortei a ponta, á medida que seu conteúdo foi se revelando minha boca foi se abrindo.
Eram fotos. Várias fotos. E todas em tamanho grande do “encontro” que tinha acontecido entre eu e Jacob, para pagar a aposta, que eu muito burra fiz com ele. E o pior que as fotos não eram apenas
do nosso beijo, tinha também o nosso amasso de todos os ângulos possíveis. Em algumas delas dava pra ver perfeitamente a mão dele apertando a minha bunda, em outras as suas mãos estavam entre as minhas pernas... Quem poderia ter feito uma coisa dessas? Ninguém sabia daquilo. Mas qual a minha dúvida?? É claro que foi ele. Só pode ser ele.
_Idiota, cretino, vagabundo, salafrário, bandido, mau caráter, picareta... – eu continuei xingando em voz alta com os olhos faiscando de raiva, quando o telefone da minha mesa começou a tocar. Eu estava com a cabeça a mil, olhando ainda aquelas fotos. O telefone parou de tocar logo começando de novo. Eu não ia atender àquele telefone, mas a
pessoa do outro da linha não pareceu que iria desistir, e apesar de achar que aquela ligação não podia ser mais importante do que aquilo que estava em minhas mãos, atendi ao telefone.
_Alô – falei com toda a raiva que eu estava, não me importando em nada em quem estivesse do outro lado da linha.
_Oi Renesmee, tudo bem? – a voz de Jacob soou carregada de sarcasmo no telefone.
_Seu calhorda! Bandido desgraçado.
_Pelo visto já recebeu o meu presente.
_O que significa isso?
_Bom, significa muito menos do que podia ter significado se você tivesse me deixado entrar em sua casa.
_NUNCA!!!
_Pensei que você já tinha entendido que nunca é uma palavra muito subjetiva.
_O que você está pretendendo com isso, hein seu cretino?
_Poupe seu fôlego. Xingar não vai adiantar.
_Me diga logo de uma vez o que você quer Black?
_O que eu quero? – escutei sua risada do outro, lado da linha – Eu já te disse o que eu quero. Quero que venha aqui, no meu apartamento.
_Não. Pensei que tinha sido clara o suficiente, no dia em que você veio ao meu escritório.
_Isso é antes ou depois de nós quase transarmos em cima da sua mesa?
_Olha aqui, me esquece.
Bati o telefone com força no gancho. Ele tinha o estranho dom de me desarmar, e me deixar sem palavras. Voltei a olhar aquelas fotos, analisando uma a uma, o telefone voltou a tocar. Eu tinha certeza que era ele e eu não ia atender. Parou de chamar e logo após voltou a
tocar de novo. Não voltou atender... Não vou atender... Mas eu ainda tinha que falar umas verdades pra esse imbecil.
_Vá se ferrar Black!!
_Não desligue esse telefone e me escute Renesmee, minha paciência está esgotando. Precisamos conversar melhor, hum... sobre o processo, e não creio que no seu escritório teremos privacidade suficiente para o assunto o qual eu quero tratar.
_Já disse que não vou, vê se entende isso de uma vez.
_Esta não é uma opção.
_O que você está querendo dizer?
_Não estou querendo dizer. Estou dizendo que você vai vir aqui no meu apartamento. Olhe bem essas fotos e me responda.
_Você está me chantageando, é isso??
_Chantagem é uma palavra muito forte doutora, eu diria que é apenas um incentivo.
_Cretino manipulador. – ele gargalhou do outro lado da linha – E se eu não for?
_Então o seu querido Alec vai receber essas mesmas fotos. O quê será que ele vai achar da namoradinha dele, aos beijos e amassos com um bandido, que no caso é cliente dela?
_E o que te faz pensar que ele vai acreditar em você, ao invés de mim?
_Calma. Você não esperou eu terminar de falar. Não vou mandar as fotos só pra ele. Se ele é tão otário de não acreditar nas fotos, ainda tem o Dr. Aro. Acho que o seu patrão não vai gostar nada de saber que a funcionária dele anda aos beijos com um cliente. – Alec não podia saber disso de jeito nenhum, mas ele acreditaria em mim se eu negasse. Já o Dr. Aro...
_Você não faria isso.
_Acha mesmo? Acha mesmo que eu não faria isso? Quer pagar pra ver Renesmee? – Jacob falou tão sério. Que pela primeira vez o imaginei como o traficante, o qual ninguém ousaria questionar.
_Você se acha muito esperto, não é?
_Não acho, tenho certeza de que sou. Espero-te hoje, aqui no meu apartamento às 21hs.
_Hoje??
_Sim, o assunto que eu tenho a tratar não pode ser adiado nenhum dia mais. Bom, você tem o endereço. Não falte. Ah, e um beijo nessa sua boca gostosa.
_Você é um cretino insuportável, um canalha da pior espécie... – desatei a xingar, mas ele já havia desligado o telefone.
Ódio!
E agora o que eu iria fazer? Não podia ir até a casa dele, mas também não podia deixar essas fotos cair nas mãos de Alec e do Dr. Aro. Peguei as fotos, coloquei dentro de outro envelope e guardei dentro da minha bolsa, eu precisa pensar. Sai do escritório não encontrando ninguém, já passava do horário de expediente e quase todos os funcionários já haviam ido embora. Já estava no estacionamento chegando em meu carro, quando Félix me chamou.
_Renesmee, espere. – ele vinha correndo na minha direção.
_Sim Félix?
_Vamos tomar um café, fiquei tanto tempo fora, queria conversar com você.
_Félix, hoje não dá. Fica pra outro dia, ok. Tchau.
Falei já entrando no carro e saindo. Félix era uma companhia ótima, mas eu tinha poucas horas até as 21h e precisava pensar. E do jeito que eu estava de bom humor, eu iria ser bem grossa com ele, coisa que eu não queria.
Cheguei em casa, decidida a não ir naquele encontro. Eu iria amanhã à polícia e denunciaria que estava sendo vítima de chantagem e pronto. Esse plano era ótimo, só havia um problema, eu tinha que mostrar aquelas malditas fotos. E aí não só Alec ou Aro iam ficar sabendo, como também meus pais e a quem mais interessasse, isso se ainda não saísse no jornal a manchete: Advogada encontra forma diferente de cobrar os honorários ao cliente, e logo abaixo uma dessas fotos nossas em tamanho gigante. Não. Eu não podia correr esse risco. Talvez eu pudesse ligar pra ele, conversar e convencê-lo a esquecer essas fotos ... Ah, tá bom Renesmee e tem um pote de ouro no fim do arco-íris. Jacob jamais mudaria de idéia, nem que fosse só pra me provocar ele iria nisso até o fim.
Agora, como que eu iria até a casa dele, no covil do bandido, sob livre e espontânea pressão? Tinha que haver algum jeito... Mas por mais que eu pensasse e tentasse em minha mente outras opções, não havia jeito. O único modo que eu via era eu ir até lá. Só de pensar em estar dentro de um apartamento trancada com ele eu já começava a ter calafrios. Pare com isso Renesmee, ele é só um homem. Um homem que deixa fora de controle sua libido, que é um assassino frio... Não podia pensar assim. Era só eu chegar lá conversar sobre o que ele quisesse, e depois vir embora e pronto. Não podia ser muito difícil. Mas era. Era porque, primeiro vou ter que engolir meu orgulho, porque aquele bandido estava me chantageando e mais uma vez conseguindo o que ele queria, e também era porque eu desejava como louca estar na horizontal com aquele ser infernal. Não, eu não desejava não, o meu corpo desejava, porque sempre que eu chegava perto dele meu cérebro alertava-me com uma placa com letras garrafais, vermelha e piscando
escrito: AFASTE-SE.
Eu não tinha escolha, tinha que ir. Estava me sentindo como um peru em dia de ação de graças. Eu não era tão ingênua e boba assim pra não saber que aquele homem me queria com ele na cama, e apesar de me sentir atraída por ele, aquilo era uma coisa que NÃO iria acontecer. Não podia de jeito nenhum. Ele tinha que aprender que nem sempre se podia ter o que se queria. Tomei um banho e coloquei uma calça jeans e uma blusa regata com um casaquinho por cima. Não comi nada, eu estava só com o almoço e uma barra de cereal que havia comido no Fórum, mas o nervoso e a raiva me tiravam todo o apetite. Amarrei o cabelo, já que Jacob parecia se agradar dele solto e não coloquei nenhuma maquiagem, nem mesmo um batom. Entrei no meu carro e fui. No som do carro tocava Adele, eu nem estava prestando atenção na letra da música, mas a voz dela me ajudava de alguma forma a ficar mais calma. Cheguei ao endereço que ele havia dado a mim e ao Juiz como sendo a sua residência fixa, e parei o carro no estacionamento em frente. O prédio ficava num bairro nobre de NY. Entrei e na portaria, me indicaram que o
apartamento de Jacob Black era o único da cobertura, o porteiro perguntou o meu nome e assim que falei, ele me disse que ele já me esperava. Entrei no elevador e apertei o botão que indicava o vigésimo terceiro andar, meu coração batia tão alto que não me admiraria notá-lo sob regata.
A porta do elevador se abriu e não havia ninguém. Meu coração parecia que iria sair pela boca, tamanho nervoso que eu estava. Tudo parecia silencioso demais. Parei em frente à porta não querendo tocar a campainha, fiquei assim por um momento e me virei pensando em voltar. Ah que se dane, eu já estava aqui mesmo o jeito era acabar com essa palhaçada toda de uma vez e ir embora.
Toquei a campainha de uma vez por todas e passou-se apenas uns segundos, para a porta se abrir, fazendo o meu coração acelerar ainda mais.
Notas finais
N/B: Oie meninas!!!! Mais um mega capítulo perfect que minha best Josy fez especialmente para vcs!!! Jake ficou fulo da vida hein?! Adorooo!!!! Gente esse homem é um dos melhores Jacob que eu já vi, tem tudo que eu gosto e mais um pouco. rs Nessie minha filha, como vc sai correndo assim e deixa o homem naquele estado? Se eu fosse ela, isso não aconteceria. Não msm! Então Jacob se quiser vir passar uns dias ou uns anos aqui em casa, sinta-se à vontade! Mas vamos ao cap. O que foi esse amasso no escritório? Jesus me abana!!!! Ali eu não pensava em mais nada, faria de um tudo ainda iria ao ap dele só pra repetir a dose! kkkkk Nessie é uma tola, ficou tão pasma vendo-o ali no trabalho. Ela tinha fé que nunca mais o veria, qual foi sua surpresa e nossa alegria! Jake de burro não tem nada, preparou tudo para o caso de não conseguir atingir seu objetivo no encontro, ele até tentou levá-la ao ap dele numa boa, mas como diz: se não vai por bem vai por mal. E no caso da Nessie, a segunda opção é a que funciona. O que será que vai rolar neste novo encontro? Será que o joo de gato e rato acaba??? Bem, Jake já abusou demais da paciencia que nao possui... Então meninas, vamos botar os dedinhos pra funcionar, okay??? Deixem mts reviews! Vamos alegrar a autora para que ela escreva rapidinho o próximo cap e responda tds as nossas perguntas! E claro recomende a fic, pq ela merece mts recomendações!!!! Beijão a tds!!! E bom começo de semana!!!! Dayalukina.
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