Atração Fatal
32 Capitulo 31 - De volta pra casa...
Notas iniciais
POV NICO
Como estava horrível.
Assim que tirei as ataduras, as cicatrizes que ocupava a parte esquerda do meu rosto e tórax. Elas eram avermelhadas e com o tempo acho que elas se tornariam mais frias.
Durante o dia quando eu trabalhava feito um escravo enquanto Perséfone cuidava de Gale pra mim. Nunca gostei da mulher do meu pai, mas ela estava sendo incrivelmente legal para Gale (somente pra ele).
Estava tudo pronto, já tinha passado pomada e tudo mais nas queimaduras que ainda doíam e Gale estava alimentado e limpo para a viajem nas sombras. Finalmente depois de alguns dias eu estava preparado para encarar Leo.
– Traga-o mais vezes – disse Perséfone enquanto ajeitava o bebe em meus braços.
– Você esta dizendo que quer me ver aqui? – perguntei perplexo.
– Não você idiota estou falando com o bebe – ela respondeu fazendo uma careta.
– Okay então – disse e me movimentei para a primeira sombra que estava visível.
Após alguns dias, desta vez eu estava indo pra casa.
...
O apartamento estava completamente escuro, não só pela falta de luz mas pela a escuridão causado pelo o fogo.
Muitos moveis estavam completamente quebrados e queimados. Pelo chão estavam garrafas vazias e muitas bitucas de cigarro, sem falar no cheiro de álcool e fumaça.
Estava tudo em absoluto silencio e não ouvi nenhum movimento de Leo pelo apartamento. Um frio percorreu a minha espinha e eu comecei a me mover a procura do filho de Hefesto.
Caminhei pelo corredor que mostravam os indícios claros de um pequeno incêndio, andando por ali piso em alguma coisa e recuei assustado.
Era a chupeta de Gale.
Segurei um pequeno grito de frustração e voltei a andar, no quarto do bebe pude ouvir alguns murmúrios sabia que ele estava lá. Só não tinha coragem o suficiente para entrar naquele quarto.
Gale em meus braços começou a fazer caretas ameaçando chorar, coloquei a sua cabeça mo meu ombro e o ninei silenciosamente temendo que Leo viesse surtar com o choro do bebe.
A porta do quarto estava aberta então não foi muito difícil ver a cena que se passava naquele quarto.
Eu tremia tanto que tive medo de cair de joelhos, senti enjôo e uma mistura incrível de alegria, tristeza, magoa e arrependimento. E elas formavam lagrimas em meus olhos.
Leo estava de costas, e assim pude ver as feridas e o sangue que escorria de seus ferimentos. Garrafas quebradas estavam no chão, em sua mão esquerda Tinha um copo cheio de bebida, na mão direita um cigarro. Ele tremia enquanto provavelmente chorava tudo ali em sua volta gerava um caos e mesmo da porta eu podia sentir o calor que saia pelos poros de sua pele.
A sua volta o que não estava queimado, estava completamente ensangüentado. Aos seus pés eu podia ver um chicote com as pontas de ferro.
– Leo – murmurei com todo o medo que podia sair da minha voz.
Ele virou tão rapidamente, que nem mesmo tudo que eu vi naquele apartamento conseguiu me chocar mais que o seu semblante. Seus olhos vermelhos e vazios, as lagrimas que transbordavam o seu corpo, seus lábios que tinha pequenos cortes e seu peitoral com algumas cicatrizes.
Ele abriu a boca para falar algo, mas sua voz não saia, dei mais alguns passos para dentro do quarto, o suficiente ara que eu pudesse fugir caso ele queira me matar.
– Oh Leo – murmurei não sendo capaz de emitir mais nenhuma palavra.
Ele tentou se levantar, suas pernas estavam tão tremulas que ele caiu logo em seguida. Porém não estava bêbado estava completamente lúcido.
Suas lagrimas se tornaram mais freqüentes e ele se arrastou até ficar de joelhos na minha frente, não sabia como, não sabia por quê.
Mas eu o amava mais que qualquer coisa.
Ajoelhei na sua frente, tendo cuidado para não deixar Gale escorregar dos meus braços. Suas mãos levantaram e tocaram as minhas cicatrizes, ele queria falar, mas seus soluços impediam que ele emitisse qualquer som.
– Esta tudo bem – eu sussurrei
Ele ficou um tempo só me olhando, tentando realmente acreditar que eu estava realmente ali. Que eu não o tinha abandonado.
– O Bebe – ele murmurou com a boca seca.
Posicionei gale nos braços para que ele pudesse ver que ele estava bem, Gale acordou imediatamente com o toque quente de Leo, e deu um largo sorriso com o gesto do filho. Suas mãos estavam calejadas e sujas se sangue e fuligem.
– Eu não queria ter feito o que fiz – ele murmurou entre os soluços.
– Shiii, por favor, não se torture, não nos torture – disse encostando a minha testa na dele.
– Porque voltou? – ele perguntou tocando meu rosto.
– Porque não podemos desistir do amor, não poderia desistir de nós – respondei com um pequeno espaço sobre nossos lábios.
Já dividíamos as mesmas lagrimas, entre nós estava Gale, que sorria com o calor de Leo. Sabia que precisava dele mais do que tudo. Eu selei nossos lábios em um selinho sincero.
Conseguia sentir a velha energia daquele garoto brincalhão vir de novo a ativa, u sorriso largo se formou em meio a dor.
E mesmo depois de um bom tempo, eu estava em paz.
– E agora? – ele perguntou
– Temos que limpar essa bagunça, e depois quem sabe – disse em um tom brincalhão.
– Hoje eu sou o passivo!
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