Atos e palavras

1 Capítulo Único


Notas iniciais
E aí, gente, como vocês estão?! Conforme o prometido, mais uma fanfic para a "YOI Rarepair Week" utilizando o tema do dia 4 "Colegial (Ensino Médio)", só que... hehe atacando de Yuri. Exatamente atacando de PWP orange do meu couple yuri favorito de YoI, essas gracinhas da Sara e da Mila, coisa que não escrevo faz uns 4 anos... espero que não esteja enferrujada xD Boa leitura ^^

Férias de verão nos Estados Unidos, tempo dos estudantes da Escola Italiana Guglielmo Marconi de Nova Iorque, um dos colégios internos internacionais mais renomados da “Grande Maçã”, voltarem para suas famílias ou host families, no caso dos intercambistas cujos pais ou eles próprios, dependendo das circunstâncias, optaram por esse sistema, exceto as estudantes Sara Crispino e Mila Babicheva. Como os pais de Mila e Sara optaram pelo intercâmbio de internato integral, as duas teriam que ficar no colégio.

Em uma escola de 600 estudantes apenas 10 eram intercambistas integrais. Sara e Mila eram as únicas nessa modalidade do último ano.

Era de noite, hora de dormir. As duas fizeram suas atividades de férias com os outros estudantes, tomaram seu banho completo e estavam, naquele momento, deitadas em suas respectivas camas. Elas falavam sobre a falta que a outra companheira de quarto, amiga delas do clube de dança de K-Pop do terceiro ano, fazia naquele momento. Contudo, elas também agradeciam pelo colégio estar praticamente vazio. Afinal, como Mila e Sara também eram namoradas há quatro meses, elas poderiam fazer “certas coisas” de uma forma um pouco mais “livre”.

— Mila, a porta está trancada?

A estudante respondeu positivamente. Em seguida, Sara pediu:

— Então, vem aqui! Entra no meu lençol e deita do meu lado, por favor.

Era impossível de resistir. Babicheva desceu da cama de cima do beliche que elas compartilhavam, atendeu o pedido da namorada e teve uma grata surpresa ao sentir que Sara esta nua. Imediatamente, a moça de dezoito anos tirou o pijama de verão fornecido pela escola para a sua própria nudez completar a da namorada e debaixo dos lençóis, as duas iniciarem um demorado e delicioso beijo. Elas aproveitavam, provavam o máximo dos sabores uma da outra, ao mesmo tempo em que seus corações disparavam, as sensações boas se completavam, atos transmitidos através da diversidade de carinhos que uma fazia na outra.

Mila não poupava a namorada com beijos pelas orelhas, nuca, seios, abdômen, coxas, pés. Ela provava, contemplava cada pedaço de Sara como se a namorada fosse uma divindade e tal adoração era recíproca. Crispino também usava sua boca para provar dos pés da amada, o toque das suas mãos para criar sensações com o passar pelas coxas e a bunda da outra, a língua para arrancar fracos gemidos quando lambia os mamilos mais os seios de Babicheva, o dedão do pé que redescobria a intimidade dela mais todo o seu corpo para demonstrar o seu amor pela namorada.

Elas continuavam as carícias íntimas, porém após um tempo, Mila e Sara pararam os beijos e começaram a chupar os dedos indicadores e médios das mãos uma da outra simultaneamente. Depois de um tempo, Mila retirou-os da mão direita da boca de Sara e levou-os até a vulva da namorada. Primeiro, Babicheva acariciava a virilha de Crispino, arrancando pequenos gemidos, depois passou a acariciar os grandes lábios e em seguida os pequenos lábios, ao mesmo tempo em que sua mão esquerda apalpava e acariciava o possível do resto do corpo dela. Depois, os dedos de Mila foram para o clitóris de Sara e começaram a massageá-lo em movimentos circulares.

“Ah, Mila, Mila, isso não vai ficar assim mesmo.” — pensou Crispino, enquanto uma onda de sensações boas percorriam o seu corpo. Retirou seus dedos da boca da namorada, passou-os suavemente pelo abdômen de Babicheva até chegar direto nos grandes lábios dela. Sara já viu a namorada se masturbar várias vezes, portanto sabia que ela era mais chegada em divertir-se direto com seus próprios pontos de maior prazer, do que explorar toda sua intimidade (não era como se Mila não gostasse que explorassem ela toda, pelo contrário, a moça adorava. Era apenas questão de preferência mesmo). Por isso que depois de acariciar os grandes lábios de Mila, os dedos de Sara foram direto para os pequenos lábios, em seguida para o clitóris e passou a revezar as massagens com penetração na vagina, porém sempre concentrando-se mais nele.

Cada movimento prazeroso no clitóris, cada pedido para irem conforme o ritmo uma da outra, os gemidos abafados pelos beijos, conforme suas mãos livres exploravam o resto dos seus corpos, o cheiro de sexo, corações disparados, absolutamente tudo contribuía para elas consumarem cada vez mais o seu amor.

Elas não precisavam de muitas palavas durante seus momentos mais íntimos, quer dizer, elas não eram adeptas mesmo da grande verborragia sexual presente em vários filmes pornôs, fanfics, mangás yuri e afins por aí. Preferiam desfrutá-los através dos seus gemidos e todos os sons naturais que o próprio momento produzia.

Após bom tempo de uma gostosa masturbação a duas, Sara começou a sentir a um prazer indescritível, as típicas contrações ritmadas e todas as outras sensações típicas de um orgasmo. Depois de um tempo, foi a vez de Mila ter o seu prazer máximo, curtir suas próprias reações de um orgasmo intenso. Cansadas e abraçadas na cama, Mila perguntou:

— Depois que a gente se recuperar um pouquinho, tá a fim de um 69? — perguntou Mila sem rodeios e Sara respondeu através de um quentíssimo beijo na namorada.

Quando o amor transborda em atitudes, palavras são desnecessárias.

Notas finais
Espero que tenham gostado e até o próximo tema, que é "Diferenças Culturais" e o couple é... surpresa, huahuahuahauhauhahaha! Beijos e até a próxima!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!