Atlantis - Pronta Para Jogar Uma Nova Vida
3 Capítulo 3 - Casa
Notas iniciais
Janice seguiu matando alguns Porcos Grotescos Aterrorizados no caminho e aumentando seu cobre gradualmente para 35 moedas. Ela conseguiu mais 7 Pedras de Enxofre e alguns outros materiais que poderiam ser usados para fazer diversos tipos de equipamentos básicos.
Chegando na cidade ela foi para a Casa dos Alquimistas de Atena e vendeu 12 pedras elementais por 25 cobres. Seguindo para a Casa dos Ferreiros ela vendeu 5 metais por 8 cobres. Passando pelas Casas de todas as profissões ela esvaziou a bolsa, mantendo apenas as pedras de enxofre. Os alfaiates compraram até mesmo as carcaças, afirmando que o couro que os revestia poderia ser usado para criar armaduras.
Com um investimento de quase 100 cobres ela foi para a casa do Ferreiro Samuel, ela rodeou a casa e bateu na porta dos fundos. A Donzela Karina a cumprimentou com sorriso e a deixou entrar. O Ferreiro estava na forja e a casa estava abafada pelo calor das fornalhas.
As duas entraram na sala de pedra onde ele trabalhava, era um local incrivelmente limpo e organizado, a fuligem se acumulava apenas em uma mesa perto da fornalha no centro da sala, uma grande chaminé removia a maior parte da fumaça da sala, tornando o ambiente quente de uma maneira agradável.
“Janice! Você voltou.” Assim que a viu removeu os metais do fogo e foi lavar as mãos e o rosto para cumprimenta-la.
“Oi, eu andei pensando e acho que vou aceitar viver por aqui, obrigada. Ah, e se eu me tornar um incomodo avise, não quero atrapalhar vocês, estão sendo gentis e eu não tenho como retribuir.” Ela se sentia estranhamente desconfortável falando isso em voz alta, como se estivesse traindo o mundo que ela amava e sempre a acolheu. Porém talvez sua jornada no mundo que cresceu tinha terminado, mesmo que não tivesse certeza que estava morta. E não importa o quanto quisesse estar viva, o mundo que sempre amou a tinha deixado partir.
“Bem,” a Donzela Karina começou “eu fico feliz que tenha encontrado uma solução. Eu e meu pai conversamos e pode contar com a gente para o que precisar.” Janice sorriu, talvez o primeiro sorriso verdadeiro que ela deu desde que acordou nesse mundo.
“Obrigada.” O Ferreiro soltou uma grossa risada e as guiou para fora da sala.
“Talvez você prefira agradecer depois de tomar um banho, parece que alguém andou caçando” Janice fez uma careta, olhando seu corpo coberto de terra de cima a baixo, algumas partes de sua roupa possuíam sangue, principalmente suas mãos. Além disso ela conseguia sentir seu rosto e couro cabeludo suados. Ela corou de vergonha, mas então se acalmou, não tinha nada de errado em voltar suja depois de trabalhar.
“Pai!” A Donzela o repreendeu. Janice riu antes de dizer que estava tudo bem, afinal, ela realmente precisava de um banho. Karina emprestou uma toalha e uma troca de roupa para ela e a direcionou para o banheiro. Alguns minutos depois ela saiu do banho com o cabelo molhado e vestindo uma calça cargo larga, uma camiseta branca e um par de mocassins. Ela tirou seu equipamento de batalha do inventário para lavar, porém quando o removeu estava limpo como novo.
Chegando na sala ela agradeceu a Karina pelas roupas e logo tratou de perguntar “Por acaso esses inventários espaciais de vocês ficam dentro de uma lavanderia? Minha roupa está toda limpa!”
A Donzela riu “Bom, pode-se dizer que sim, algo do tipo acontece.” As duas continuaram conversando por mais um tempo, dessa vez sobre assuntos cotidianos que a ajudariam a se acostumar com sua nova vida aqui. Ela poderia viver na casa do Ferreiro por um tempo até que conseguisse um local dela e estivesse familiarizada com o sistema de Atlantis não como um jogo, mas como sua nova realidade.
“Posso te pedir uma coisa?” Janice perguntou, que prontamente assentiu “Eu queria sair para caçar um pouco mais ao sul no fim da tarde, consegui uma habilidade de domar criaturas e queria testar, vocês têm algum tipo de item mágico que eu possa usar como catalizador por aqui?”
A Donzela sorriu animada, começando a falar varias coisas sobre as propriedades mágicas das pedras e como seu pai usava para embutir em armas para torná-las catalizadores. Normalmente ela era a responsável por aplicar as joias nas armas e purificar o trabalho no final.
Voltando para a forja onde Samuel trabalhava Janice explicou o que ela queria fazer e perguntou se ele tinha alguma arma de longo alcance sem nenhum requerimento alto. Enquanto isso Karina remexia em varias pedras polidas em uma mesa longa no canto da sala.
“Eu não tenho nenhum tipo de besta, apenas armas de arremesso, aqui, escolha alguma que você goste.” No lado oposto da sala havia uma estante fechada com uma vitrine, dentro havia vários tipos de armas. Na prateleira mais alta estavam as armas de arremesso, uma em especial chamou sua atenção logo de cara. Era um fio longo de metal com varias pontas afiadas, como um arame enrolado em um chicote fino.
“Que tal essa?” ela apontou para a arma e o Ferreiro a entregou para ela.
“É um azorrague de tira única e longa, um dos meus melhores trabalhos, porém é uma arma bem difícil de se usar, é necessário muito treino para conseguir causar um bom dano em batalha.”
“Eu nunca usei uma assim em especifico, porém já usei varias armas parecidas, mas mesmo assim eu queria ir lá para fora testar.” O Ferreiro sorriu, saindo pelos fundos da casa com ela. Ela pegou a arma e inspecionou
[Ceifadora do Zéfiro – Azorrague Raro
Nível 10
Descrição: Causa dano físico e mágico a um ou mais inimigos; Inteligência +150, Força +150; Destreza:+30; Foco +30; Chance de acerto crítico +5%
Requisitos: Força 37; Inteligência 60; Sabedoria 10; Foco 30
Restrições: Arma de empunhadura dupla, nenhuma outra arma pode ser usada ao mesmo tempo.]
Janice sorriu ao abrir seu painel geral e constatar que podia equipar Ceifadora do Zéfiro, por não ter restrições de níveis e por ter conseguido vários pontos de inteligência recentemente apenas ao conversar com o Ferreiro e a Donzela. Até mesmo sabedoria era necessário para empunhar essa arma, como esperado de um item Raro com essas ótimas qualificações mesmo para nível 10.
Ela guardou as adagas e equipou a Ceifadora do Zéfiro, era uma arma extremamente leve e afiada. Assumindo uma postura de batalha ela mirou em uma árvore próxima, o metal se enrolou no troco lacerando a casaca da árvore, com um puxão o metal soltou levemente, ralando o tronco enquanto soltava e retornava para perto de Janice.
Era uma arma extraordinária! Por ter empunhadura dupla seus usos eram quase ilimitados, poderia causar dano continuo, imobilizar, e com alguns itens causar envenenamento, retardamento ou paralisia. Olhando para o fio de metal do qual era feito ela logo notou um complexo padrão de dezenas de fios metálicos de diversos tipos, não era um trabalho qualquer, apesar de ser uma arma que requeria poucas coisas e de nível baixo, ainda sim poderia ser usada por 15 níveis tranquilamente.
“Quando custa?” ela se virou com um longo sorriso para o Ferreiro que retribuiu antes de fazer um sinal para ela não se preocupar com isso.
“Eu tenho tentado vender isso por anos, ninguém se interessa por esse tipo de arma aqui, o prejuízo por mantê-la oleada já triplicou seu custo de produção” Janice ponderou por um tempo. Uma arma desse calibre poderia custar até mesmo 500 pratas, ela demoraria um tempo antes de colocar as mãos nesse montante, se sentia mal de aceitar um trabalho que Samuel claramente havia posto tanto amor e dedicação sem nenhum retorno.
“Então o mínimo que eu posso fazer é trazer o dinheiro da nossa comida enquanto estiver morando aqui, além disso, se precisar de qualquer coisa também pode me pedir que eu vou dar um jeito de conseguir, afinal, estive dentro desse mundo como um jogo desde que nasci.” ‘Sempre foi uma segunda casa.’ Ela quis completar, mas não teve coragem.
“Tudo bem, mas não precisa ter pressa, não é como se eu fosse sentir falta dessa arma mesmo, sinto mais dó de ver ela guardada por tanto tempo. Armas não são feitas para ficarem em exposição e sim para serem empunhadas.” Ela percebeu o quanto ele amava o próprio trabalho, apostava que independente da arma que escolhesse ele a daria. Sentiu um grande peso nessas palavras, que deixaram as preocupações em seu coração bem mais leves.
“Obrigada.” Eles começaram a entrar em direção a forja “Aliás, o nome dela é Ceifadora do Zéfiro, você que deu esse nome?” O Ferreiro olhou para ela, incrédulo.
“Como você sabe de uma coisa dessas?” Ela explicou que conseguia ver informações de tudo que o sistema do jogo liberasse para ela, inclusive o nível dele e de Karina. “Isso é meio estranho, afinal, nós não temos nenhum sistema numérico para classificar as pessoas por... O que exatamente?”
“Eu não sei, no jogo as pessoas sobem de níveis matando monstros, completando missões, adquirindo profissões, esse tipo de coisa, porém a força de uma pessoa não pode ser medida por níveis, e sua habilidade é como você a usa que conta.” Ela aprendera isso da forma mais difícil em sua vida passada, após ser imprudente por um longo tempo e perder muita experiência desnecessária se matando, ela descobriu que na realidade tudo que precisava era manter a mente calma e praticar qualquer coisa que quisesse fazer bem.
“Entendo.” O Ferreiro tirou suas próprias conclusões dessas palavras. Janice viu que ele estava satisfeito e não se estendeu mais no assunto.
De volta a forja, Karina continuava a revirar a mesa atrás de pedras uteis para a pequena Janice, ela havia separado 5 que achava útil, porem ainda não estava satisfeita, afinal, domar um animal não era uma tarefa simples e o objeto poderia se partir durante o processo.
Vendo a bagunça na mesa que antes era organizada Janice quase teve um treco. “Não precisa de tudo isso! Uma ou duas das mais básicas é mais do que o necessário!” Ela se sentia mal pegando coisas valiosas emprestado e sem saber quando poderia pagar.
“Janice, pode pegar o que quiser, afinal, aqui é a sua casa por enquanto, eu não vou te cobrar por isso, mas se ainda se sentir mal pode ajudar da forma que achar melhor, e eu acho que a melhor forma de poder ajudar a gente vai ser fazendo o que sabe fazer, jogando” A Donzela tinha uma aparência um pouco bagunçada, seu cabelo tinha se soltado do coque e os primeiros botões da blusa estavam abertos. Janice arregalou os olhos, por que essas pessoas que mal conhecia tinham decidido ajuda-la?
“Bom, acho que vou aceitar então. Mas não precisa se preocupar mesmo, se eu precisar de mais depois posso só juntar dinheiro e comprar.” O Ferreiro que apenas a observava a cena nos fundos sorriu, eles não costumavam sair muito da área e não tinham muitos amigos, era apenas ele e sua filha, mas vendo agora o brilho no rosto da filha ele agradeceu as estrelas por terem mandado uma amiga para Karina. As vezes mudanças vêm por um bom motivo, mesmo as de outras dimensões e cheias de problemas.
“Isso mesmo! Ah, já sei, quando estiver voltando pode passar na cidade e trazer alguma carne para a janta?” Janice se sentiu bem melhor, assim pelo menos não seria tão inútil.
“Claro, eu tenho alguns cobres então devo ficar bem” Elas conversaram mais um pouco sobre preço das coisas no mercado e depois foram para sala, ver se ela tinha tudo que precisava para sair. O Ferreiro ainda empurrou para ela alguns consumíveis de nível iniciante, apenas por precaução. “Bom, então acho que é isso, vejo vocês mais tarde”.
Saindo de casa sua vista foi preenchida por diversas mensagens do sistema.
[Você adquiriu a permissão para entrar na propriedade privada do Ferreiro Samuel]
[Você adquiriu o afeto do Ferreiro Samuel: +100 de influência em todas as Nações Humanas]
[Você adquiriu o afeto da Donzela Karina: +15 de influência em todas as Nações Humanas]
[Nova Missão: Compre carne para o Jantar
Tempo restante: 6 Horas]
Parece que o sistema realmente iria reconhecer todas as suas conversas e ações como números, mesmo que não estivessem em sua programação. Ela sorriu pensando nas vantagens de poder manter esse tipo de informação ativa o tempo todo, era simplesmente muito útil poder saber sua força e a de seus oponentes assim do nada.
Ela continuou seguindo para o sul, toda a área ao redor da Cidade de Atena era rodeada pela Floresta do Medo, então não tinha muito com o que se preocupar, principalmente por que a maioria dos jogadores ainda estavam na parte norte, apenas um ou outro jogador solo eram vistos no caminho.
Ela foi limpando a área dos Porcos Grotescos Aterrorizados em seu caminho, conseguindo mais 13 cobres e 3 pedras de enxofre, além de 7 pedras elementais. Quando as árvores da floresta se tornaram mais escassas o solo se tornou lamacento, era um mapa pantanoso, alguns lagos rasos estavam espalhados aleatoriamente pelo local.
[Você descobriu o Limiar de Buracos e Água]
Era uma área úmida e cheia de insetos pequenos, apesar de ser um mapa de nível 3, a maioria dos monstros que habita a área são de nível 1, tornando fácil para os jogadores fazerem a transição de locais de treino. Apenas mais a diante seriam encontrados alguns monstros de nível 3 que dariam trabalho para serem mortos.
Chegando no limiar do pântano Janice finalmente encontrou sua presa, uma Cobra-Cega Histérica, esse monstro possuía veneno por todo o corpo, tornando difícil causar dano com armas curtas como suas adagas, pois até mesmo o sangue que espirra das feridas abertas seria mortífero para alguém de nível iniciante como ela.
Ela fez seus preparativos, pegou uma pedra rosa do tamanho de seu pulso e começou a rondar a área, mantendo distância de pelo menos 50 metros de qualquer Cobra-Cega em seu caminho. Por não possuírem visão, o olfato e audição das criaturas eram extremamente apurados, ela fez questão de andar silenciosamente, evitando fazer ruídos com seus passos e prestando atenção ao seu arredor. Depois de 21 anos no jogo suas habilidades furtivas estavam enraizadas em seu subconsciente.
Ela encontrou uma área com um pouco mais de arvores e decidiu que era um local adequado. Terminando de preencher a joia com mana ela a colocou no bolso da calça e prendeu Ceifadora do Zéfiro em seu coldre. Com os atributos de inteligência em 290 e força em 190 ela possuía mana e dano de sobra para lidar com esses monstros, até mesmo sua defesa não estava ruim, porém ela calculava que não poderia tomar mais de 2 ataques diretos dessas Cobras-Cegas, e provavelmente se fosse atingida por veneno não duraria mais de 30 segundos, ela teria de ser cuidadosa.
A joia que segurava era uma Jade Rosa, um material básico com capacidade de acumulo de mana. Se tivesse sucesso em domar uma Cobra-Cega Histérica essa joia seria seu receptáculo, um item que poderia ser usado para conjura-la. Janice demorava em torno de 5 minutos para preencher uma joia com Mana e calculou que não teria muito tempo entre uma tentativa de domar a criatura antes que ela fosse atacar. Então achou uma área segura e preencheu as outras joias apenas por precaução e as colocou em seu bolso.
Janice podia sentir uma energia pulsante vindo das pedras, fazendo cocegas em sua perna. Porém ela ignorou e chegou perto de uma das cobras, ainda mantendo uma distancia de pelo menos 50 metros.
[Cobra-Cega Histérica – Comum
Nível 03 – Agressiva/Venenosa
Vida: 3870/3870]
Monstros do tipo agressivo atacam qualquer jogador que entre dentro de sua área de consciência, essas cobras em especial eram rápidas e seu veneno era forte para o nível, fazendo com que jogadores normalmente montem grupos para lidar com elas.
Janice empunhou Ceifadora do Zéfiro e estalou o azorrague a frente, a Cobra-Cega Histérica se virou em sua direção, soltando um grito estridente e correndo, entrando dentro do alcance de Ceifadora do Zéfiro, Janice a apunhalou duas vezes, fazendo com que valores de dano flutuassem no ar, antes de se virar e correr.
— 245
—260
Que dano assustador! Um jogador provavelmente não conseguiria causar esse estrago sem nenhuma habilidade antes do nível 5. Ela seguiu mantendo uma distância segura da Cobra e toda vez que a mesma se aproximava, Janice se virava e a acertava novamente antes de voltar a correr, aumentando a distância novamente.
Repetindo isso por 5 minutos a vida da criatura foi aos poucos caindo, quando chegou a apenas 20% a cobra gritou de raiva, seu corpo tremendo e sua velocidade aumentando explosivamente. Janice a acertou mais uma vez e pegou uma Pedra de Enxofre, envolvendo-a com energia magica quente e jogando na criatura.
A pedra explodiu em uma luz ao redor da Cobra-Cega Histérica, atordoando seus sentidos por alguns segundos. Enquanto isso Janice correu por sua vida em direção a área cheia de arvores. Ela guardou a arma em seu coldre e pulou em uma das arvores, começando a escalar. A Cobra-Cega vinha logo em seu enlaço, diminuindo a distância rapidamente. O coração de Janice entrou em pânico, porem ela continuou subindo, quando atingiu 3 metros parou, a criatura continuava logo atrás, se enrolando na arvore para ataca-la.
Com apenas alguns centímetros separando as duas, Janice pulou no chão, um valor de dano flutuou em sua cabeça e sentiu um choque de dor percorrer por seu corpo. Ela ignorou tudo e sacou Ceifadora do Zéfiro mais uma vez, se abaixando e fazendo o metal perfurante se enrolar na arvore, prendendo a Cobra-Cega Histérica no tronco.
A criatura gritou ainda mais alto, irada por não conseguir se soltar. Janice rodeou outra arvore e prendeu a ponta da arma lá, deixando a criatura presa. Ela pegou a Jade Rosa e começou a ativar a habilidade Domador de Criaturas Vivas.
Sentiu a energia pulsar no ar entre ela e a Cobra-Cega, a atmosfera se tornou mais rarefeita e aos poucos um cantarolar suave rodou por seus lábios, eram algumas palavras que pareciam sem significado que ela leu no livro enquanto aprendia a habilidade, porem além de não entender seu significado também não lembrava de ter decorado essas palavras.
Era assim que as habilidades mágicas funcionavam no jogo, algumas possuíam movimentos, danças, cânticos ou orações para serem lançada, porem o jogador não precisava decora-las, seu corpo se moveria automaticamente após aprender a habilidade, entretanto para evoluir essas habilidades era preciso colocar certo empenho para domar essas condições.
No final do feitiço a criatura ainda não conseguira se soltar, apenas se debater e gritar, o que surpreendeu Janice, que esperava que ela fosse se soltar uma hora ou outra e atacar rapidamente.
[Domador de Criaturas Vivas Falhou!]
Fale com o autor