Notas iniciais
Não é a minha primeira poesia, nem a minha preferida, mas quero que esta seja a primeira a ser conhecida. Perdoe-me pelos erros gramaticais que possa ter nos poemas.

Sob o riso das estrelas

A noite extende sua escuridão

E todos aceitam esta condição

Menos aquela raça besta

Incendiando tudo em seu coração

Memórias, sorrisos, sastifação

Que educação é essa?

Ah, mas ninguém vê

Estamos todos cegos

Isso não faz parte da realidade, é um filme!

Pare de dizer bobagens

Deixe-me voltar para a TV

O mundo está perfeito lá

Então deixe-me acreditar que é verdade

Deixe-me viciar em ilusão

Deixe-me morrer sem saber

Afinal, ainda estou vivo?

Sou um robô sem engrenagens

Obedecendo ordens e ordens

Veja! O brilho na escuridão!

Nada mais que um show de televisão

A saída está na minha frente

Não quero sair da perfeição

Não quero chorar pelo que somos

Não quero chorar pelo que sou

A culpa já não importa

O que está feito já está acabado

E mesmo assim

Não achamos solução

Continuamos a viver assim

Deficientes,cegos,alegres

Ah, como é doce a ilusão!

Notas finais
Muito obrigada por ler minha poesia.