Atena - Gaiden
6 Hiroto, desperte seu cosmo!
Notas iniciais

Chegando em Argos, os jovens aventureiros caminhavam na direção da casa de Perseu, o local onde vive ele e sua mãe, Dânae.
Por favor fiquem aqui, quero fazer uma surpresa para a minha mãe. — Solicitou Perseu, entrando em sua casa por primeiro, deixando os outros esperando no lado de fora. -
Tudo bem. — Concordou Atena. -
Eles esperavam paciente a confirmação de Perseu que já tinha entrado faz um tempo em sua casa, cada vez mais demorava, e eles continuavam esperando, Hiroto perde a paciência e abre a porta avistando várias estátuas no meio do local.
O que será que está acontecendo?
As estátuas são semelhantes a petrificação de Medusa, precisamos procurar Perseu. — Argumentou Atena, visualizando a enorme casa repleta de estátuas. -
Me desculpem, quando eu cheguei em casa eu encontrei Polidectes e seus seguidores atrás de minha mãe com a intuição de violentá-la. — Explicou Perseu, revelando o motivo de sua demora. -
Mas como você petrificou todos? — Indagou Hiroto, curiosamente. -
Mesmo com a Medusa morta, os seus olhos continua com o poder de petrificar, graças a ela eu consegui proteger a minha mãe, alias, conheçam ela. — Perseu expressava um sorriso em seu rosto, trazendo a sua mãe para o local. -
Olá, Deusa Atena, é um prazer te receber na minha casa. — Saudou Dânae educadamente, aparentando conhecer um pouco sobre a Deusa da Justiça. -
Ah claro, eu já ouvi falar de você pelo meu pai.
É, como sabe eu e Zeus tivemos um caso que acabou gerando o meu filho, Perseu.
Mãe, quero que você conheça a minha futura esposa. — Disse Perseu, pegando na mão de Andrômeda, um ato típico de um cavalheiro. -
Ela é bem bonita, aonde se conheceram? — Perguntou Dânae. -
É uma longa história mãe. — Perseu beijava Andrômeda pela primeira vez, tocando seus lábios nos lábios da princesa que se sentia realizada com aquele beijo romântico em sua boca. -
Venham comer alguma coisa. — Convidou Dânae, levando as suas visitas para a cozinha de sua casa, composta por uma enorme mesa de comida. -
Todos se sentavam nas cadeiras, comendo a saborosa refeição preparada pela mãe de Perseu.
O vinho acabou, Perseu, você poderia ir atrás de vinho para mim? — Solicitou Dânae. -
Tudo bem, venho logo logo. — Perseu saia do local rapidamente, indo a procura de vinho a pedido de sua mãe. -
Tempo se passava, todos já tinham acabado de comer e estavam apenas esperando Perseu chegar com o vinho, que com pouco tempo o Herói chegava aparentemente exausto e sem o vinho.
O que aconteceu, por que demorou tanto? — Indagou a mãe do rapaz. -
Ora ora, você conseguiu fugir de nós antes, mas dessa vez não conseguira mais. — Disse uma voz feminina, sendo emitido do local. -
Nesse momento, duas jovens Górgonas aparecia, Esteno e Euríale, sujeitas compostas por dentes em presas de Javali, escamas douradas e mãos e pés banhado a bronze frio e pesado.
Quem são essas? — Indagou Hiroto, se surpreendendo com a aparência das Górgonas. -
Esteno e Euríale. — Disse Atena, reconhecendo as jovens Górgonas que procuram vingança contra Atena e Perseu. -
Olha o que encontramos aqui, a Deusa que nos fez ficar assim, e por sorte encontramos o Herói que matou a nossa irmã, Medusa. — Debochou Esteno, se sentindo confiante por achar de uma vez só as duas pessoas odiadas. -
Na outra vez eu tinha fugido graças ao capacete que ganhei de Hades, mas agora elas encontraram a minha casa. — Argumentou Perseu. -
Não se preocupe, eu que comecei isso, eu que vou acabar. — Atena dava pequenos passos para frente, estando disposta a confrontar as Górgonas. -
As inimigas elevavam os seus cosmos em um grande nível, avançando rumo a Deusa com seus punhos na direção do rosto de Atena, que era defendida por Hiroto que toma a frente da Deusa, segurando os punhos das Górgonas.
Hiroto, o que está fazendo?
Cansei de ficar parado, irei mostrar para todos que eu também tenho o meu valor! — Exclamou Hiroto, despertando a aura do seu cosmo, fluindo o poder em suas mãos que segurava fortemente os punhos das inimigas. -
Esteno movia o outro palmo contra Hiroto, arranhando o peito do Muviano com suas enormes garras.
Atena apontava o báculo contra Esteno, disparando um raio divino que jogava a Górgona a metros de distancia, sofrendo graves danos.
Hiroto, está bem? — Indagou Atena, colocando o palmo no peito do ruivo, curando o ferimento em segundos. -
Agora estou bem melhor.
Hiroto colocava as suas mãos firme no báculo, juntando o seu cosmo com o da Deusa, lançando uma luz reluzente que eliminava as Górgonas definitivamente.
Aaaaaaaaaaaaaaaaa! — As Górgonas gritava desesperadamente, sendo eliminadas para sempre. -
Incrível, o poder do cosmo... — Resmungou Hiroto, se surpreendendo com o poder que acabou de despertar. -
Obrigado Atena. — Agradeceu Perseu. -
Não foi nada, isso era uma um dever meu que eu já devia ter feito.
Atena, quero que você fique com isso. — Perseu pegava o manto com a cabeça de Medusa, entregando para a Deusa. -
Por que está me entregando isso?
Não quero mais ficar com ela, ela já serviu o bastante, talvez o poder de petrificação te ajude.
Tudo bem.
Atena. — Dânae chamava a Deusa, entregando a ela, um baú com uma grande quantidade de prata. -
Obrigada, Dânae.
De nada e boa sorte.
Não esqueça do pégasus. — Disse Perseu, trazendo o cavalo alado de sua casa até a Deusa. -
E eu não esqueci, mas eu não vou levar ele, quero que ele seja liberto e voe para o seu destino.
Atena soltava o cavalo alado das cordas, libertando o animal, que com o bater de suas asas, ele voava para as nuvens seguindo o seu destino.
Estamos indo, tchau, obrigada por tudo. — Despediu Atena, continuando a sua jornada sem rumo junto com o seu acompanhante, Hiroto. -
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