Atena - Gaiden

4 A vingança de Medusa, o bravo Perseu aparece!


Notas iniciais
Esse capítulo só ficou com 10 palavras a menos do que no Animespirit, eu garanto que tá a mesma coisa ^^

A Deusa da Justiça acabava adormecendo rapidamente em sua bela cama criada pelos Muvianos, entrando em um pesadelo terrível, Atena se lembrava da cena em que flagrou Poseidon na cama com uma de suas donzelas, que estava abraçada totalmente pelada em sua cama.

–Ah!

Atena acordava espantada, suspeitando que seu pesadelo não foi algo a toa, e sim um presságio em que aquela mulher de seu pesadelo estaria voltando para concluir a sua vingança.

–Medusa... — Retrucou Atena. -

A deusa saia do quarto desesperada, procurando algum muviano para verificar que tudo estava bem, ao sair do castelo, ela se deparava com Muvianos petrificados feitos pedra, totalmente paralisados por algum tipo de petrificação.

–Ah quanto tempo, minha graciosa Deusa. — Uma voz doce e sedutora se aproximava cada vez mais do local, vindo de uma mulher que antes era uma donzela. -

–Veio mais rápido do que eu pensei. — Por alguma razão, Atena desviava o olhar fixo nos olhos de Medusa, uma antiga Donzela que perdeu a confiança de Atena ao ser flagrada na cama com Poseidon, ganhando em troca, cobras no lugar de seus cabelos. -

–Atena!!!!!

Medusa aproveitava a oportunidade, olhando fixamente para os olhos do ruivo Hiroto, que corria desesperadamente em direção de sua Deusa.

–Não olhe nos olhos dela! — Exclamou Atena, na tentativa de impedir que Hiroto seja petrificado. -

A deusa emitia de seu báculo uma forte luz divina que impedia a visão de Hiroto diante o olhar petrificante de Medusa, afetando a sua visão por alguns segundos.

–O que tá acontecendo? — Indagou Hiroto, desviando o olhar para o solo próximo de seus pés. -

–Hiroto, por favor vá no meu quarto no castelo e pegue o meu escudo que tá junto com a armadura, após isso acabar eu te conto tudo. — Ordenou Atena. -

–Tudo bem.

O ruivo corria apressado em direção a entrada do castelo, Medusa tentava impedir, lançando as suas cobras contra Hiroto, porem ela era impedida por Atena que tomou a frente do golpe, criando um escudo divino através de seu báculo.

–Para uma deusa tola, você é bem boa em lutar com olhos fechados. — Provocou Medusa, com a intenção de fazer a Deusa da Justiça abrir seus olhos que estavam fechados para se prevenir da petrificação. -

Medusa não se dava por vencida, e continuava atacando com suas cobras em direção ao escudo divino, que eram cortados por uma lâmina de um bravo guerreiro que se mantinha na frente de Atena.

–Quem é você? — Indagou Medusa, furiosa por ser interrompida em sua vingança. -

–Eu sou Perseu, vi até aqui para matar a sua pessoa, em nome da paz e da justiça, vou cumprir o desafio aceitado. — Expôs o guerreiro cheio de coragem e justiça em seu coração. -

Hiroto chegava com o escudo em mãos, tão polido que seu reflexo era semelhante a um espelho.

–Bravo guerreiro, como chegou até aqui? — Perguntou Atena, curiosa. -

–Eu recebi as sandálias aladas de Hermes, o Deus mensageiros dos Deuses, elas me trouxeram até aqui para cumprir o desafio. — Explicou Perseu, desviando o olhar para Medusa, aparentando conhecer a habilidade da Górgona. -

Hiroto entregava o escudo para a sua possuidora, Atena , que entregava o escudo nas mãos do bravo Perseu.

–Esse escudo vai te ajudar na batalha contra a Medusa. — Solicitou Atena, confiando o uso do seu escudo para o guerreiro -

Perseu avançava contra a Górgona, segurando a sua espada em sua mão direita, colocando o escudo de Atena na frente de seus globos oculares.

–Não seja tolo, derrotar uma pessoa como eu sem nem ao menos enxergar, é muita babaquice. — Medusa subestimava o inimigo, desviando de sua lâmina facilmente. -

Medusa girava ao torno de Perseu, aproximando o seu monstruoso cabelo no pescoço do inimigo que estava prestes a sofrer um golpe mortal, por sorte, o escudo emitia o reflexo da Górgona, perfeitamente.

Perseu rapidamente girava para trás, segurando o cabelo da Górgona , e finalizando com um corte mortal no pescoço, pegando em sua mão a cabeça morta de Medusa, liberando uma grande quantia de sangue que escorria de dentro do cadáver.

–Ual, que morte terrível. — Hiroto ficou surpreso com a bravura de Perseu, não era a toa que ele é tão forte, ele é nada mais que o filho de Zeus, o Deus dos Deuses, composto por uma bela aparência, uma vestimenta grega que protegia o seu corpo e uma capa branca, presa em suas costas. -

–Obrigado, Deusa Atena. — Perseu agradecia diretamente a deusa, devolvendo o escudo emprestado. -

–Você cresceu, Perseu. — Atena percebia a evolução do semi — Deus, expressando um belo sorriso em sua face. -

–Espera ai, vocês se conhecem? — Desconfiou Hiroto. -

–Sim, ele é filho de Zeus, o Deus dos Deuses.

–Nossa.

Um forte cosmo dourado começava a ser emanado no ventre de Medusa, se transformando em um belo cavalo alado composto por pelos brancos, aquele animal recebia o nome de Pégasus.

–De onde esse cavalo com asas surgiu? — Perguntou Hiroto, estranhando o nascimento do cavalo alado, algo que não é todo dia que se ver. -

–É um milagre!

–Então é isso que chama de milagre...

Atena se aproximava do belo cavalo alado que emitia compaixão e carinho, o que todos se perguntavam é como uma criatura tão bela nasceu de uma Górgona feito Medusa.

–Atena, os Muvianos petrificados continuam feito pedra, por que eles não voltaram? — Hiroto ficou desesperado, era triste saber que muitos de seu povo foram petrificados e nem com a derrota da Górgona, foi o suficiente para trazer todos ao normal. -

–Lamento muito, Hiroto. — Lamentou Atena se sentindo triste e culpada. -

–Tudo bem...

–Talvez isso tudo é culpa minha, se eu não tivesse aqui, Poseidon não tinha enviado a onda contra o continente e nem Medusa tinha vindo aqui, irei embora desse lugar, é o melhor que eu faço por vocês.

–Atena...

–Atena, a culpa não foi sua, por favor... — Hiroto chorava desesperadamente, derramando em seus olhos, lágrimas que escorria em sua face até o solo. -

– Eu preciso ir embora, é pelo bem de todos os Muvianos restantes que por sorte ainda sobraram muitos, lamento muito..., mas não quero fazer ninguém sofrer.

Notas finais
Obrigado a todos que estão acompanhando '-'