Ate o Ultimo Suspiro

13 Capítulo 13- Uma carta para trazer esperanças!


Notas iniciais
Narrativa Helenne

No terceiro dia de marcha, estava montada em Charimbus, nosso exercito tinha armado um acampamento, então decidi vasculhar ao redor para ver se encontrava o exercito inimigo, lá no silencio do céu, a saudade apertava ainda mais, como ficar longe por tão poucos dias poderia me afetar tanto? E se demorar ainda mas pra mim vencer essa batalha? Vou ficar louca.

- Calma pequena, vai dar tudo certo no final. “falou Charimbus em minha mente”
- Assim eu espero! ”respondi”

Ficamos conversando por algum tempo, meu coração gelou quando olhei para norte, vi um imenso acampamento de tendas vermelhas, muito grande mesmo, pelo o tamanho do acampamento ele devia ter um exercito de duzentos mil, saímos em velocidade Maximo para nosso acampamento, a distancia era curta logo chegamos em nosso acampamento, desmontei Charimbus com um pulo, sai correndo entre as tendas, entrando na tenda de comando, encontrei Rei Orrin olhando uns mapas juntos com seus conselhos de guerra.

- Temos um enorme problema! “falei ao entrar”
- Que problema Amazona? “perguntou o rei assustado”
- Temo que o exercito inteiro de Galbatorix estar a um dia de marcha, precisamos fazer alguma coisa, acho que o senhor e sua cavalaria deve ir ate lady Nasuada e avisar que caímos em uma armadilha.. “o respondi, a medida que falamos vi que o rei ficava ainda mas temeroso”
- Um rei não foge antes de uma batalha, vamos ficar e lutar, se morremos aqui levaremos o Maximo de soldados inimigos conosco! “dizia ele todo orgulhoso”
- O senhor que manda. “falei com meu coração afundado em água gelada, muitos aqui morreriam, mas estávamos em guerra, é inevitável” Peço licença para me retirar, devo me preparar para a batalha.
-Pode ir corajosa amazona! “ falou o rei”

Sai da tenda de comando e fui para a minha tenda, peguei um pequeno pergaminho tinta e uma pena, sai da tenda Charimbus já estava me esperando, ela sabia o que eu queria fazer, montei nele e saiamos do acampamento, ele desceu em um campo aberto perto do acampamento.

Vai pedir ajuda? ”ele me perguntou”
Vou, mas não pra nós. ”disse pra ele, nesse momento pude ver que ele já sabia meu plano.

Coloquei o pergaminho no colo e molhei a ponta da pena na tinta, comecei a escrever.

Para rei Lucca Saladin VII

Honra-me muito de poder lhe chamar de amigo, ser amiga do maior rei desse mundo, tenho boas novidades, encontrei um amor, tão bela quanto o seu com a rainha, nossa como estou feliz, Charimbus também estar amando, ele ficou tão fofo apaixonado, ah meu amigo, infelizmente minha carta não terá só boas noticias, acredita que com toda minha experiência eu cai em uma armadilha? Pois é estou com um exercito de trinta mil homens conta um de duzentos mil, por isso mando essa carta a vós, sei de sua política contra a guerra majestade, também guardei o segredo de sua verdadeira força, Mas eu lhe imploro, imploro pela a nossa amizade, pela a amizade que tive com seu pai, mande pelo menos 10% de sua força, com esse numero esse guerra será vencida por nós, se não mandar o amor de minha vida será feito escravo, é a ultima coisa que te peço, se por sorte eu e Charimbus sobreviver a esse grande desafio, prometo visitar Saladin junto com meu amor, mande lembranças a sua esposa a rainha Isa e a seu filho o príncipe Leon.
Obrigado por tudo.

Helenne, filha de Eirlam

Peguei o pergaminho, o selei com magia, em seguida cantei na língua antiga, no alto uma águia descia em alta velocidade pousando na minha frente, amarrava o pergaminho na perna da ave, em seguida cantava na língua antiga lhe indicando o caminho, em seguida ela subiu voou, estava ansiosa, queria que chegasse logo, se o rei ajuda-se Eragon sairia vitorioso e tudo ficaria bem.

-Não seja tão negativa, não iremos morrer fácil. “Charimbus dizia cheio de orgulho”
- Eu sei meu amigo, eu sei!