At the Mills office

6 Uma corrida no parque e um desejo negado


Notas iniciais
É oficial, eu não consigo mais parar de escrever capítulos novos para essa fanfic! Estou viciada! Oi meu amores, tudo bem com vocês? Espero que esteja tudo bem maravilhoso. Obrigada pelos comentários no capítulo anterior e pelos favoritos, vocês são maravilhosos. Boa leitura!

O vento frio adentrava o quarto sem pedir licença, afinal, a janela havia sido aberta na noite anterior sem cuidado algum, sendo deixada daquela maneira posteriormente, pois não havia ninguém para se preocupar se o vento entrava ou não. Emma tinha suas peculiaridades, por mais estranhas que pudessem ser às vezes, as pessoas ao seu redor acabavam se acostumando após conviverem com ela por um determinado tempo. A loira era um imã para confusão, era também particularmente irritante quando queria ser, não dava a devida atenção a coisas importantes, e ao mesmo tempo, poderia ser simplesmente a melhor pessoa com que você poderia trocar algumas palavras casuais em um café no domingo. Seus pés se movimentavam na cama bagunçada, a sensação de dividir a cama com outra pessoa sempre lhe causava certos arrepios, Swan possuía algumas regras quanto a sair com mulheres, mas acredite, até mesmo suas próprias regras ela burlava. Não gostava do contato mais intimo, e não é de sexo que estamos falando, isso Emma Swan sempre gostou bastante e morreria gostando, era de intimidade de sentimentos, dividir sentimentos na cama, o “eu te amo” dito com emoção quando o corpo está prestes a relaxar e sentir todas as sensações maravilhosas que um orgasmo pode causar no corpo, isso a assustava. Já havia escutado alguns “eu te amo” durante seus vinte e três anos de existência, nada muito fora do comum para alguém que se considerava uma amante nata, mas não deixava de ser igualmente estranho escutar tais palavras, que para ela eram sempre tão fortes e intensas.

Havia um segundo par de pés em sua cama naquela manhã, porém o mesmo não se movimentava. De forma habitual, Emma abrira os olhos, estranhando de primeira a claridade que também entrava pela janela aberta. Espreguiçara-se ainda deitada, bocejando duas vezes em um curto espaço de tempo, para então se sentar em sua cama, constatando que estaria completamente nua se não fosse pela calcinha box preta que usava, sua cabeça tombara para o lado enquanto ela olhava para o único pano em seu corpo que a colocava um tanto longe da nudez completa. Por fim, dera de ombros, levantou-se e então fez seu caminho até o banheiro. Enquanto coçava a cabeça —outro gesto habitual— Swan ligara o chuveiro, deixando que a água fria caísse enquanto ela se despia rapidamente. As costas tencionaram quando a água fria correu por sua pele, fazendo com que ela gemesse baixo ao fechar os olhos. Ela cheirava a sexo bom da noite passada, todo seu corpo na verdade, dos dedos dos pés até seu cabelo, ao passo que a loira logo enfiara a cabeça debaixo da água gelada, apertando os olhos pela sensação que sentia. Enquanto se ensaboava, Emma ouvira certa movimentação em seu quarto. Ótimo! Ela havia deixado que a mulher dormisse ali e nem ao menos perceber, era sempre tão complicado quando isso acontecia. A loira suspirara, vendo a porta do banheiro se abrir. De trás do vidro do box, era possível ver a silhueta feminina enxaguando seu rosto na pia. A mulher a olhara com um meio sorriso nos lábios, para então vislumbrar mais uma vez o corpo escultural que Emma possuía.

—Não precisa pensar em uma desculpa, Emma... Eu já estou de saída! —A voz rouca fizera com que Swan se lembra-se de Regina, o que automaticamente lhe causara um calafrio por todo o corpo enquanto ela se enxaguava.

—Tome o tempo necessário, não vou te expulsar do meu quarto, eu tenho modos, por mais que não pareça na maior parte do tempo. —A mulher que possuía um longo cabelo negro sorrira, saindo do banheiro ainda completamente nua. —Emma, às vezes você se supera! —A loira sorrira enquanto olhava a silhueta sair do banheiro caminhando a passos lentos.

A porta do box fora aberta, enquanto os pés molhados pisavam no tapete. A mão ágil pegara a toalha pendurada em um dos pequenos cabides do banheiro, ao passo que ela se enxugara completamente, para depois colocar a toalha enrolada em volta de seu quadril, saindo do banheiro com o tronco completamente descoberto. Ao voltar para o quarto, a mulher da noite anterior estava se vestindo, e por mais que Swan se esforçasse, todos os nomes femininos que vinham até sua cabeça não pareciam, nem de longe, com o nome que aquela mulher havia lhe dito na noite anterior. Enquanto isso, do outro lado da rua, a ruiva da casa da frente abria sua persiana, olhando diretamente para a janela do outro lado da rua, onde Emma se encontrava um tanto pensativa naquela manhã. Zelena sorrira enquanto enxugava seu longo cabelo ruivo. A loira ainda não a havia notado, pois sua cabeça trabalhava a todo vapor para se lembrar dos detalhes importantes da outra noite.

—Lucia. —A mulher sorrira, vestindo sua regata preta. —Meu nome é Lucia, Emma... Acredite, isso acontece comigo mais vezes do que eu gostaria. —Ela então abotoou a calça enquanto calçava o salto azul marinho. —Você está perdoada, tenha um bom dia, Emma Swan. —Lucia sorrira, deixando um beijo demorado nos lábios da loira, para então sair do quarto, fazendo com que Swan escutasse o ecoar dos saltos na escada de sua casa.

Enquanto Emma ainda tentava processar o que havia acontecido, no andar debaixo da casa David e Mary Margaret tomavam café da manhã juntos enquanto debatiam sobre trabalho. Enquanto Nolan bebericava seu suco de laranja, Lucia surgira um tanto descabelada com cara de sono e pós-sexo. A mulher sorrira.

—Bom dia?! —Mary Margaret dera de ombros, aquilo era mais comum do que qualquer um poderia imaginar.

—Bom dia, tome um suco antes de ir, você parece precisar se alimentar. —Mary servira um copo para a mulher, lhe entregando em um meio sorriso enquanto empurrava o prato com frutas cortadas para perto dela.

—Muito obrigada, mãe da Emma... Eu suponho. —Ela virara o liquido em seus lábios como virara a tequila na noite anterior. —Tenho que ir. —Lucia dissera recuperando seu folego, pegando um pedaço de morango para levar até sua boca no minuto seguinte. —Tenho aula daqui... —Ela visualizara o relógio. —...exatos vinte minutos! Tenham um bom dia! —Ela sorrira, saindo pela porta da cozinha.

—Encantadora. —Mary dissera antes de morder sua torrada com uma expressão neutra.

—É melhor do que a da semana passada! —David sorrira, entrelaçando seus dedos aos dedos de sua esposa. —Emma está um pouco melhor essa semana.

—Emma está escutando o que os pais estão conversando. —A loira surgira na cozinha segundos depois trajando uma blusa branca de mangas curtas por debaixo de uma jardineira jeans lavada cuja barra havia sido dobrado duas vezes. —Obrigada, pai, eu realmente melhorei o meu gosto! Você sempre me faz melhorar! —David sorrira, estendendo um dos braços para a filha que prontamente o abraçara.

—Emma, os ovos e bacon estão em cima da pia. —A loira sorrira, mandando um beijo para a mãe. —Coma logo para não se atrasar.

—Ela é mandona assim até na hora de dormir ou é só comigo? —Swan saira do abraço para pegar o prato indicado por sua mãe, pegando uma das tiras de bacon com a ponta dos dedos, mordiscando um pedaço.

—O tempo todo, Emma, o tempo todo. —David negara com a cabeça, recebendo um leve tapa em seu braço por parte de sua esposa que agora lhe sorria.

—Pais! —A loira dissera em alto e bom tom.

—Filha. —Nolan a olhara.

—Eu vou começar a dar aulas de guitarra para um garoto chamado Henry, ele vira para cá e ficara mais ou menos uma hora e meia durante a tarde, tem algum problema? —Mary fitara David com um meio sorriso que fora prontamente respondido.

—Não vejo nenhum problema, Emma, contato que você não vire a casa de cabeça para baixo. —A mulher se levantara, pegando suas bolsas em cima da bancada. —Preciso ir, não quero chegar atrasada, David você vem? —O homem terminara de comer sua torrada, bebendo o resto de suco que havia sobrado em seu copo enquanto se levantava.

—Já estou indo, querida, vá tirando o carro da garagem enquanto isso. —Mary depositara um beijo no rosto da filha, se despedindo para depois sumir porta a fora. —Emma... —A loira que mastigava um pedaço de bacon olhara para seu pai com um meio sorriso. —...Aqui, compre cervejas para hoje a noite, caso o dinheiro não dê, eu lhe pago depois. —Ele sorrira, entregando algumas notas na mão da filha. —Estou animado para o jogo de hoje.

—O pessoal de sempre vem hoje? —David afirmara com a cabeça, vendo Emma guardar o dinheiro no bolso de trás da jardineira. —Pode ser Stella?

—Compre a que achar melhor... E ah, amendoins, compre amendoins, você sabe como o tio Jullius gosta de amendoins! —David pegara sua maleta. —Tenha um bom dia, filha, e não se meta em encrencas! —Swan revirara os olhos em um sorriso enquanto o homem saia pela porta da cozinha.

O dia não fora algo de extrema relevância para Emma Swan, afinal, a mesma quase sempre tinha a mesma rotina quando não se envolvia com problemas extras com a policia. Chegara à faculdade alguns minutos antes da aula começar, encontrando Jefferson deitado no colo de Belle com cara de poucos amigos, o mesmo estava com dor de cabeça devido a bebedeira no bar do Joe na noite anterior enquanto acompanhava o show de sua amiga. Emma sorrira, vendo o amigo se assemelhar com alguém que havia acabado de sair de uma briga. O dia discorrera com certa paz, a loira assistira as aulas do dia, fora na xerox da faculdade algumas boas vezes para tirar copias de textos que havia perdido no decorrer do mês. Por fim, Swan se vira livre dos afazeres do dia horas mais cedo, pois o professor da ultima aula do dia havia se ausentado da cidade por motivos familiares. Após deixar Mérida em casa com a promessa de ligar para a mesma assim que Henry fosse embora, Emma dirigiu até sua casa, estacionando o carro na porta. A mesma adentrara em sua residência, deixando sua bolsa em cima do sofá enquanto subia as escadas com certa pressa. Ao chegar ao quarto que mais parecia um cenário de filme de guerra, a loira se despira até ficar apenas com uma calcinha branca lisa. Correra os olhos por todo o quarto e então achou sua calça de moletom preta, a vestindo rapidamente. Colocara um top cinza que acabara achando próximo a calça e então finalmente prendera o cabelo enquanto se sentava na cama para calçar um tênis. Enquanto descia as escadas, Emma vislumbrara o relógio da sala, havia tempo de sobra, então seus planos de dar uma corrida no parque próximo de sua casa estavam de pé ainda.

Ao sair com as chaves do fusca na mão, Swan vira Zelena saindo de sua casa novamente. A loira sorrira, acenando para a mulher do outro lado da rua enquanto colocava sua outra mão no bolso, o que lhe dava um ar despreocupado de sempre. A mesma trajava roupas de academia e tinha seu cabelo ruivo preso em um rabo de cavalo. Por fim, Zelena acabara atravessando a rua, indo de encontro com Swan.

—Vai para academia? —Ela perguntara com um belo sorriso em seus lábios.

—Vou correr ruiva, esse corpo não se mantém assim sozinho... Por mais que eu queira isso. —Emma sorrira enquanto arqueava sua sobrancelha. —E você, vai para a academia? —A ruiva trajava uma regata preta e uma calça leggin igualmente preta.

—Estava pensando em ir, a não ser que você me convide para correr com você. —Swan sorrira, olhando para o lado.

—Zelena, eu estava pensando... —A loira então tomara a mão da ruiva, segurando-a gentilmente. —...Você não quer ir correr comigo?

—Achei que nunca iria perguntar! —Zelena mordera o lábio inferior. —Vamos no meu carro ou no seu?

—Quero que você dê uma volta no meu fusca, afinal, eu já dei uma volta no seu carro! —Emma sorrira piscando para a ruiva enquanto dava a volta no fusca, abrindo sua porta em seguida.

A corrida no parque não durara mais do que uma hora, afinal, Swan possuía compromissos naquela tarde. Entre um flerte e outro, Emma acabara por convidar Zelena para a festa que daria em sua casa na semana seguinte, aproveitando que seus pais viajariam finalmente para aproveitar as férias que eles mereciam ter. A ruiva prontamente aceitara o convite, já martelando mil maneiras de manter seu marido fora de casa e convencer a babá a fazer hora extra. Após tomarem um suco de laranja em uma pequena lanchonete próxima ao parque, Emma deixara Zelena em casa, estacionando o fusca novamente na porta de casa.

—Ei. —A ruiva a puxara pela mão. —Acho que podemos fazer isso novamente, o que acha?

—Zelena, eu prefiro me exercitar de outras maneiras com você, tenha isso em mente! —Swan sorrira, beijando a mão da mulher antes de fazer seu caminho para dentro de casa, deixando a ruiva para trás com um sorriso sacana nos lábios.

Ao fechar a porta, a loira andara vagarosamente até a cozinha ainda sentindo bastante calor pela corrida que havia feito. Abrira a geladeira, pegando uma pequena garrafinha de água, abrira a mesma e antes que a pudesse levar aos lábios, a campainha soara em alto e bom tom. Emma andara até a porta da sala enquanto dava um belo gole na água gelada, abrindo a mesma em seguida. Assim que abrira a porta, Swan vislumbrara Henry com sua guitarra pendurada nas costas, o mesmo não se parecia tanto assim com Regina, mas os olhos pareciam ser idênticos. O menino dera um pequeno sorriso, parecia um tanto nervoso, pois constantemente apertava suas mãos.

—E ai, garoto? —Emma sorrira tentando parecer mais sociável do que ela realmente era. —Pode entrar e se sentar em qualquer lugar, preciso falar umas coisas para a sua mãe e logo vou para dentro... Tem suco na cozinha caso você queira, sinta-se em casa! —O garoto adentrara a casa, sentando-se no sofá da sala enquanto a loira deixava a porta encostada. —Hey, Regina. —A mulher parecia estar em telefonema importante, pois nem ao menos havia voltado seu olhar para Emma.

—Posso ligar para o senhor daqui quinze minutos? Estou ocupada! Obrigada pela compreensão. —Ela arqueara a sobrancelha, desligando o celular. —Diga, Miss Swan. —Os olhos castanhos então vislumbraram o corpo de Emma em sua roupa de fazer exercícios, ao passo que Mills simplesmente não conseguira esconder seus sentimentos, mordendo levemente o lábio inferior, fazendo com que Swan lhe desse um meio sorriso.

—Você virá busca-lo? —A loira dera dois passos para frente, observando o comportamento de Regina mudar bruscamente à medida que ela se aproximava cada vez mais.

—Não... Miss Swan, eu trabalho. —Ela segurara a lapela de seu blazer, puxando-a para baixo enquanto pigarreava, olhando para o outro lado para não ter que encarar os olhos verdes. —Um motorista virá busca-lo, não se preocupe.

—Achei que a veria mais uma vez hoje, você sabe... Você não me dá bola, mas é muito bom ver o seu rosto mais vezes por dia, eu poderia me acostumar com isso. —Regina lhe lançara um olhar um tanto sério enquanto sentia seu coração bater mais rápido.

—Miss Swan, comporte-se e tente não bagunçar a educação do meu filho nesse pouco tempo que ficaram juntos. —Ela dera um meio sorriso, fechando a distância entre as duas. —E pare de flertar comigo, como eu já disse, sou casada, muito bem casada!

—Duvido! —Swan dissera categórica.

—Dúvida de quê, Miss Swan? —Mills arqueara sua sobrancelha direita, sentindo sua respiração ficar um tanto descompassada pela pouca distância que seu corpo tinha do corpo da outra mulher.

—Duvido que seja assim tão bem casada... Do contrário, você não estaria mordendo seu lábio tantas vezes, ou me olhando como se quisesse tirar a minha roupa. —A loira sorrira vitoriosa, vendo Regina sustentar o olhar com um pequeno sorriso em seus lábios pintados de vermelho. —Se eu a puxasse agora pela cintura, duvido que diria algo para que eu parasse.

—Experimente! —Mills colocara ambas as mãos no bolso do blazer, tombando a cabeça levemente.

A tensão se instalara no minuto seguinte, ao passo que Emma a puxara pela cintura sem gentileza alguma, colocando contra a parede do lado de fora da casa. Regina acabara por sentir o hálito quente da loira na volta de seu pescoço, ela se segurara ao máximo para não demonstrar nenhuma reação, fechando apenas os olhos por uma fração de segundos, por mais que por dentro seu corpo inteiro pegasse fogo como nunca antes.

—Regina. —Swan sussurrara, sentindo o perfume doce da mulher entrar em suas narinas, tomando posse de seu corpo como um exercito toma o território inimigo.

—Miss Swan... —Ela tentara soar séria e convicta, mas suspirara antes de sua voz se quebrar, levando suas mãos até a extremidade do pescoço de Swan, apertando com certa força em vista do desejo pulsante que sentia. —Pare!

—Diga com mais convicção e talvez eu pare. —Emma beijara o pescoço da outra mulher com delicadeza enquanto descia sua mão esquerda pela cintura dela, apertando a volta perfeita que aquela parte do corpo de Regina possuía.

—Pare! —Mills juntara suas mãos, descendo-as até o peito da mulher a sua frente, empurrando Swan para trás, ao passo que a mesma sorrira. —Eu preciso ir embora... Passar bem!

Antes que pudesse caminhar até o carro parado na rua, Regina a olhara pelo que pareceu uma eternidade, a mesma mordera seu lábio inferior, mas dessa vez era possível ver a força que seus dentes faziam contra o lábio seco, aquela era a tentativa falha de Regina Mills conter seus desejos mais profundos, tentando sair por cima como ela sempre fazia. Ao passar ao lado de Emma, a loira a puxara pela cintura, fazendo com que os corpos se encostassem novamente, mas dessa vez, estavam uma do lado da outra.

—Você não parece ser o tipo de mulher que nega as próprias vontades... Mas se quiser continuar, posso jogar esse jogo por quanto tempo for necessário, você vale a pena, Regina Mills. —Swan a soltara, caminhando até a porta sem olhar para trás enquanto ouvia os passos de Regina cada vez mais longe de si.

Notas finais
Uma provocação dessas, bicho, nossa senhora, não sei nem lidar! E ai, meu amores, o que acharam? Deixem nos comentários seus pensamentos sobre esse capítulo, é muito importante para mim saber o que vocês estão achando. Beijos, e até o próximo capítulo!