At The End Of World...
6 I'm ready for their stones
Notas iniciais
Eu tenho meus motivos, mas acho que vocês não vão reconhece-lo
Enfim, sobre o título é trecho da musica Bloody Mary da Lady Gaga - recomendo ouvirem a letra é linda -, e sim, eu gosto de Lady Gaga, problem?
Enfim, as Notas Inicias não é o melhor lugar para eu ficar falando dos meus gostos - e des-gostos - musicais
Chega de blábláblá - mesmo sabendo que vocês não lêem isso aqui.
Aqui o capítulo ó:
Após uma boa noite de sono – mentira, eu sofro de insônia – acordo com uma cara relativamente boa, eu até que estava com um humor bom naquele dia, um humor bom que se tornou negro quando desço as escadas e encontro o – traste – meu pai esparramado no estofado à esquerda da sala
–Não vai trabalhar hoje? E cadê a mamãe – Perguntei enquanto franzia a testa.
–Faltou energia na cidade inteira, então não tenho que ir ao trabalho, e sua mãe foi a casa de uma amiga, provavelmente para fofocar.
E finalmente eu havia notado que não havia energia em casa, subi as escadas correndo e dirigi-me ao meu quarto com a esperança de meu Ipod estar carregado, bem, a bateria dele estava pela metade então eu tinha mais ou menos 3 horas para ouvir musica e esquecer que aquele traste, ops, que meu pai estava em casa...
Fui acordar meu irmão, à essas horas Andrew já parecia bem mais amigável do que nosso pai, ao entrar naquele quarto que estava cheios de pôsteres, alguns conservados outros não, Andrew parecia afogado em vários roncos, roncos horríveis!
–Hey, Andrew acorda...
Andrew continuava a roncar, revirei os olhos e o cutuquei.
–Andrew! ACORDA! – Finalmente Andrew deu seus primeiros sinais de vidas
–Hun, Mãe, Tá cedo ainda, só mais cinco minutos, por favor.
–Primeiro; eu não sou sua mãe, Segundo; você não precisa ir pra escola e Terceiro; não está cedo, já são dez horas. – menti ainda eram 8:30 da manhã
–F-Frank, o que tá fazendo aqui? – Somente ri, enquanto Andrew me olhava confusamente.
– Já que mamãe não está em casa, e o traste do nosso pai não vinha te acordar, eu vim – Andrew ainda me olhava com um olhar confuso.
Puxei a cadeira do computador e sentei-me nela, comecei a encarar o teto, como alguém que não quer nada, mas eu queria algo, mas se eu pedisse a Andrew, provavelmente ele entenderia errado, Não, eu não iria pedir isso que você está ou estava pensando, minha mente está focada em outra coisa. Bem, a essa hora Andrew já estaria me olhando com outro olhar confuso, não dei muita atenção e continuei a encarar o teto, o silencio dominava aquele cômodo da casa, o próprio silencio naquele quarto era reconfortante para mim, e talvez perturbador para Andrew, que continuava me encarando confusamente, ate que por algum motivo – banal – Andrew teve a grande ideia de quebrar o meu reconfortante silencio
–Sim, vai ficar o dia inteiro encarando o teto? – Fingi que ele não estava falando comigo, Andrew a perceber isso murmurou algo incompreensível.
Continuei lá, olhando para o teto, até o momento em que Andrew se levantou, parou em minha frente, se abaixou – não pelo fato de eu ser pequeno, mas pelo fato de eu estar sentado, o que me deixa com metade de minha altura, que já não é lá essas coisas... — e começou a me encarar, até que resolveu se pronunciar
–Me fala logo o que você quer, eu não aceito o silêncio como resposta.
–Promete que não vai me zoar em hipótese alguma por causa do pedido que eu vou fazer?
–Prometer, eu não posso, mas pelo menos eu vou tentar, mas o que você quer? – Suspirei e logo após me pronunciei
–Eu quero oendereçodaqueleseuamigooGerard – Eu falei assim, tudo junto e rapidamente para não virar motivo de chacota – experiência própria, uma boa prova disso é ele me chamar de gay e colocar o “Like a Virgin” como os motivos desse acontecimento – Andrew ficou tentando entender o que eu falei
–Oi!? Por favor, fale logo, mas devagar. – Suspirei
–Eu. Quero. O. Endereço. Daquele. Seu. Amigo. O. Gerard. Entendeu? – Andrew estava rindo, mas quando percebeu que eu estava olhado parou imediatamente.
–Tá ... Okay... Pega um... Papel na gaveta. – Andrew disse isso em meio aos risos
Fui diretamente à cômoda dele, que havia três gaveta fui na do meio ouvi um “não abra essa gaveta” mas dei ombros, ao abrir a gaveta encontro com uma edição da playboy, olhei para ele com um olhar que dizia “se parar de zoar comigo eu não falo pra mamãe” ele somente assentiu
Bem ele escreveu o endereço num papel qualquer e escreveu, desci as escadas e encontrei meu pai lá esparramado no sofá, à essas horas a energia já havia chegado, já que a TV estava ligada, eram mais ou menos umas nove e meia, sai de casa, e fui andando com a maior lenteza do mundo, fazia algum tempo que eu não andava nos quarteirões próximos de casa, cabei percebendo que eles tinham mudado, e muito.
Ao chegar na frente da casa de Gerard, que era muito bonita – pelo menos por fora – eu estava travado, por quais motivos banais eu estava lá na frente da casa de Gerard, Ah sim pelo fato do – anjo que é o – Gerard ter ajudado a descobrir quem eu realmente era.
Eu estava lá parado, na frente da porta de Gerard, preste a dizer “obrigado” para uma pessoa que eu – acho que – posso chamar de anjo!
Notas finais
Juro que não vou demorar dessa vez
Já espero os lindos reviews de vocês, sua lindas!
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