At The End Of World...
3 Another line without a hook
Notas iniciais
Mas Enfim
Aqui Está o Capitulo
-POV Gerard -
... Cheguei à casa ampla e espaçosa de Andrew, pelo o que eu sei, Andrew tem um irmão; Frank, e se não me engano, ele mora com os pais, é, isso é tudo o que sei sobre ele.
Bom, ficamos falando sobre varias coisas, até a tentativa frustrada de Frank descer as escadas, já que ele caiu, digamos que eu ri, mas só um pouquinho, esse Frank não chegava a ser lindo, mas sim fofo, Devia ter uns 16 aos 17 anos, mas parecia um simples garoto de Quatorze. Você deve estar se perguntando por que eu falei isso, eu Gerard Arthur Way, sou Homossexual assumido desde 13 anos. Enfim isso não é assunto para agora, então continuando...
Andrew perguntou se ele estava bem, Frank somente assentiu que sim com a cabeça, depois disse:
-Bom, vim dar um oi, então, qualquer coisa estou lá em cima! –Andrew olhou e riu, enquanto Frank subia as escadas.
-POV Frank-
Estava lá eu subindo as escadas, morrendo de vergonha, sim, poderia ficar lá eu parado no décimo terceiro degrau da escada, mas eu subi as escadas e me dirigi ao meu quarto, ri de mim mesmo.
Deitei-me em minha cama, e fui pensar na vida. Já que eu não tinha nada melhor para fazer, mandei algumas mensagens para Rob e Bob, mandei para o celular de Bob, mas como as vidas deles se resumem em vagabundar juntos por ai...
F! – Ainda estão vivos?
Bob – Não, Não eu e Rob estamos no necrotério!
F! – Okay, eu só vim perguntar se vocês estavam bem, e como já perguntei, vou dar tchau logo antes que o Senhor Ignorância dê outro ataque de TPM. TCHAU!
Bob – Tchau, e não volte a me perturbar.
--
Era segunda-feira, Cinco horas da tarde em ponto. Eu já estava sentindo falta de um glorioso pó branco presente em minha vida, sim é o pó proveniente da pedra de crack!
Fui atrás de meu estoque, na única gaveta com chave o armário, para minha infelicidade não encontro nada lá, tive que ir atrás de mais crack, dessa vez iria comprar o estoque para dois meses, desço as escadas e pergunto ao Andrew:
-O Gerard já foi?
-Desculpa, mais irei responder com duas perguntas; Como você sabe o nome dele? E porque você está tão interessado nele? – Andrew já disse isso com um sorriso maléfico no rosto.
-Primeiro eu ouvi a conversa de vocês, e Segundo... Ah, Andrew, vá para o inferno.
-Eu também te amo, Frank – Ele disse isso com o tom mais sarcástico possível.
Dei ombros, sai de casa e me deparando com o “belíssimo” fim de tarde de New Jersey, Andei o equivalente a sete ruas ate chagar ao endereço certo.
-Bert, o mesmo de sempre. – Ele me olha com um olhar idiota.
-Tem dinheiro?
-Quem seria o idiota que viria atrás de você sem dinheiro? –Perguntei
-Não, acho que você.
-Aff, está aqui o dinheiro agora quero meu pó!
-Ok, está aqui!
Sai, de lá satisfeito, resolvi voltar para casa, porque já estava escurecendo, afinal a noite em New Jersey não é convidativa para mim, que pareço com um garoto idiota de 14 anos.
Cheguei em casa dou de cara com meu pai na porta;
-Onde você estava Frank!?
-Eu tinha saído com Ray e Bob – Desculpa Muito Idiota! Mas ele caiu nessa pequena mentira!
Eu nem queria saber o que tinha para o jantar, o importante eu que eu já estava com o pó mais precioso (pelo menos para mim)
Arranquei uma folha de meu antigo caderno da escola e fiz uma coisa parecida com um cigarro, bem não ficou parecido, mais o que vale e que eu já ia imergir em meu pequeno e problemático mundo.
Procurei meu isqueiro de caveirinha, sim, eu tenho um isqueiro de caveirinha. Com ele em mãos fui ao trabalho, o único trabalho que eu me orgulhava de fazer.
Três minutos depois a fumaça já havia infestado meu quarto e eu estava com meus olhos ardendo e provavelmente vermelhos, não liguei muito pra isso, desci as escadas, e fui atrás de alguma coisa para comer, meu pai perguntou a causa de meus olhos vermelhos e respondi que estava chorando, mas na entrada da cozinha, fui barrado pela minha mãe:
-Frank!? Voltou a se drogar? – Ela falou baixinho!
Somente assenti que sim com a cabeça ela liberou a passagem, fui direto à geladeira havia um prata lá dentro, somente o coloquei no micro-ondas e esperei...
Após esse “emocionante” jantar assisti um pouco de TV na sala, mais só porque fui obrigado, tive que fingir para o meu pai que eu tinha parado de ser antissocial (impossível)
Depois desse tedioso momento em família subi as escadas, tomei banho, vesti meu pijama, sim eu ainda durmo de pijama, e adormeci facilmente. Mentira, passai metade daquela noite pensando em uma pessoinha chamada Gerard.
Fale com o autor