At The End Of World...
1 -Prólogo
Notas iniciais
Bom proveito!
Como uma ave sem asas, eu me sinto incompleto. Acho que falta algo, ou até alguém, mas quem? Ou o que?
Eu posso somente ir a mais um beco, onde se encontram os traficantes, e esquecer de toda essa vida imprestável, sim eu me drogo desde dos 14 anos, e não venha me dar lição de moral, acho que assim é ate melhor, fico somente eu, eu e minha mente perturbada.
Minha Família não é das melhores, Minha Mãe tenta (por que não consegue) fingir que esta tudo bem, mais não esta, às vezes eu a ouço chorar, ainda não sei por que, mas tenho quase certeza que pelo meu pai. E por falar nele, meu pai, Frank, sim eu tenho o mesmo nome de meu pai, ele... Como posso dizer... Ah, sim, ele é chato, mal humorado entre outros.
Tenho um irmão, chamado Andrew, é mal humorado, alegre, às vezes tem comportamentos absurdos. Mas não o culpo, com uma família assim, quem seria normal!?
Escola... Abandonei-a faz alguns anos; para ser mais especifico com 14 anos. E sim larguei a escola por causa das drogas. Mesmo sem a escola, pensei que minha vida ia melhorar realmente eu estava muito enganado. Mais, e mais problemas familiares, era comum ouvir meu pai gritando: “Acorda futuro mendigo.” Eu não ligo, alias ele esta querendo salvar o seu “pequeno” filho problemático.
Relacionamentos? Sempre que me perguntam sobre isso eu tento não rir, mesmo sendo quase impossível, continuando... Eu nunca me tive um relacionamento, o que é quase impossível para um garoto com a minha idade; ao auge dos meus 17 anos, deve ser por isso que meu pai me chama de “Anormal”. Também nunca me interessei por uma garota, já que ate os 13 eu era uma pessoa que você podia chamar de Nerd.
Amigos, nunca tive muitos, mas sobre toda minha vida consegui somente 2; Ray e Bob, acho que é um Record já me ate minha família me intitula de antissocial. Raymond Toro (ele odeia quando falam “Raymond”, mas já que minha vida é irrita-lo...) e Bob Bryar são amigos de infância, eles estudavam comigo, e mesmo quando larguei a escola eles continuaram sendo meus amigos, meus únicos amigos. Então já deve estar bem claro quem eu não sou só um garoto normal de Nova Jersey.
Acho que meus vizinhos conspiram contra mim, sim eles me odeiam! Quando eu me mudei para cá, ouvi certas conversas:
- O que você acha dessa família que se mudou para a casa em frente a nossa?... Concordo, eles são muitos estranhos, acho que esses filhos deles vão acabar com a inocência do nosso querido filho!
Mas o que? Até hoje acho que eu e meu irmão não somos exemplos para ninguém, mas só porque eu sou um indignado com a vida não quer dizer que eu vou acabar com a inocência do “glorioso filho da vizinha que só tira A+ nas provas durante o ano inteiro, o chamado orgulho da família que sempre é o destaque na feira de ciências, o queridinho dos professores, e etc..”. Eu já tive a experiência de estudar com esse traste, e posso dizer, ele não é nada amigável.
Então essa é minha vida, a vida de um garoto que é odiado por tudo e todos, acho que exagerei nessa ultima parte, mas enfim eu acho que vocês entenderam o que eu quis dizer com isso.
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