Notas iniciais
Olá, pessoas! Prontas para babarem? (não falei por onde) Boa leitura!

Suspirou de novo. — Eu realmente gosto de você, Castiel. Eu sinto que... eu preciso ficar mais próxima de você. Eu quero ficar mais próxima, porque... não sei, eu só quero estar com você. Quero um último momento com quem eu amo.

Acariciei seu pescoço com a ponta dos dedos. — Tem certeza que quer isso?

— Tenho... Por quê? Você não...?

— Quero. — Puxei seu rosto e a beijei, com urgência, e ela retribuiu na mesma intensidade.

Abracei sua cintura firmemente contra mim com um braço, e segurei sua nuca com a mão direita, puxando seu cabelo de leve.

Ela suspirou e enfiou as mãos no meu cabelo, também os apertando.

Me ajeitei debaixo do seu corpo, me deitando melhor e a fazendo ficar completamente em cima de mim. Suas pernas deslizaram para os lados, e desci minhas mãos para seus quadris.

Novamente, ela distribuiu beijos por meu pescoço, maxilar, queixo, e ainda o mordeu de leve, me fazendo sorrir com sua atitude.

Eu me considerava muito ativo, mas adorava quando tomavam atitude. Isso tornava uma mulher muito mais atraente, e isso me deixava ainda mais excitado.

Mas como eu já estava querendo agir, iria deixá-la brincar mais tarde. Agora era a minha vez.

Apoiei suas costas, a segurando, e me virei de lado, sem parar de beijá-la, e a puxei para debaixo de mim.

Ela sorriu, e deixei sua boca, indo para seu pescoço enquanto desabotoava os botões do seu casaco.

Assim que terminei, o abri e me ergui um pouco, vendo que ela estava com um suéter por baixo.

Acabei rindo.

Frienta demais.

Fiquei de joelho no sofá, tirei suas botas e a fiz ficar também. Ficamos de frente um para o outro, nos olhando como se não pudéssemos nos tocar e apenas nos desejar.

Nós dois estávamos com um sorriso de canto, e eu fui o primeiro a fazer o movimento.

Segurei a barra do suéter dela e o levantei, a fazendo erguer os braços para eu conseguir terminar de tirá-lo.

— Você e essa sua mania de usar camiseta social — comentei, tocando na gola da roupa, enquanto largava a outra peça no chão.

— Eu gosto, ué. — Deu de ombros. — Do mesmo jeito que você adora moletons.

Comecei a desabotoar sua camiseta lentamente, lançando olhares provocativos.

Os cantos de sua boca estavam levantados, mostrando sua ansiedade.

Abri o último botão, e afastei os tecidos, apenas o suficiente para deixar seu tronco à mostra, mas não tirei a roupa.

Admirei a visão durante alguns segundos. O sutiã preto me impedia de saber a exata forma de seus seios pequenos, que ela tanto reclamava.

— Vai ficar só olhando? — provocou, mas eu via o quanto ela estava com vergonha.

— Por que não? O que é bonito é para ser olhado. — Sorri de forma provocativa, mas toquei sua barriga quente com a ponta dos dedos e subi, lentamente, fazendo um carinho suave.

Sara sorriu, percebendo meu jogo, enquanto eu continuava subindo, passando entre seus seios, pela clavícula, pescoço, queixo, e parei em sua boca.

Ela segurou minha mão ao mesmo tempo que abria os lábios, e colocou meu dedo dentro da boca. O mordeu de leve, enquanto passava a língua pela ponta, e o sugou antes de tirá-lo e soltar minha mão no ar.

Algumas partes do meu corpo queimaram com aquela ação e visão, então eu desisti e a puxei de novo pela cintura contra mim, voltando a beijá-la com vontade.

Senti suas mãos por dentro do moletom, subindo, fazendo o tecido subir junto.

Me afastei só para tirar logo aquela roupa que já estava me incomodando e voltei para o beijo. Por debaixo da camiseta, ela deixou as mãos nas minhas costas.

— Eu nunca vou conseguir entender como você não sente frio. — Ela sussurrou em minha boca.

— A questão é que você sente frio demais. — A olhei afastado, e toquei seu rosto.

— Então eu sou fria e você é quente? — perguntou com tom zombeteiro.

— Se quiser ver dessa forma. — Dei de ombros, brincando com sua orelha.

Aproximei meus lábios da sua orelha e a mordisquei em lugares diferentes, fazendo Sara rir um pouco.

Me afastei sorrindo e olhei para seu rosto corado, guardando mentalmente cada detalhe.

— O que você tem? — Deu um sorrisinho engraçado.

— Como assim?

— Achei que você não gostasse de enrolar, pelo que sempre me falava.

— Não estou enrolando, estou tentando fazer as coisas bem feitas. Ou você quer que eu seja mais rápido?

— Não estou reclamando, só achei diferente.

Mesmo que estivesse, eu não faria mais rápido. Eu não posso acelerar justo uma das melhores partes, onde eu posso explorar cada pedaço do seu corpo lentamente.

— Você sempre reclamou dos caras que iam direto ao ponto, e sabe que eu não sou assim.

— Eu sei, Cassy, relaxa. Tá fazendo tudo direitinho até agora — falou com graça.

— E vou continuar.

Dei uma mordiscada na pele de seu pescoço, e puxei o tecido de sua camisa pelos ombros, terminando de tirá-la. Com a ponta dos dedos, deslizei as alças do sutiã para os lados, as deixando caídas nos braços, e puxei a peça para baixo, deixando seus seios à mostra.

Sara virou o rosto para o lado, envergonhada, e eu achei graça.

A virei de volta com uma mão, e a beijei de forma delicada, apenas roçando nossos lábios.

Eu sabia que ela estava morrendo de vergonha, e ser impulsivo por enquanto não daria muito certo. Então eu tinha que ser delicado, de certa forma. Ela precisava saber o que eu estava fazendo.

Com a mão direita, encostei a palma em sua barriga e subi, parando entre seus seios, e devagar, direcionei ela para a direita, pegando seu seio de forma sutil.

Senti um suspiro dela quando comecei a brincar com seu mamilo com o polegar e sorri, me afastando para olhá-la.

— Para, não me olha. — Escondeu o rosto entre as mãos.

Meu sorriso abriu mais. — Para de ser estraga prazeres.

Ela negou, balançando a cabeça. Então me curvei, tomando seu seio com a boca.

Sara deu um pulinho com o susto, mas a segurei no lugar. Suas mãos foram parar no meu cabelo e sua respiração ficou um pouco mais alta.

Fiquei ali por um tempo, intercalando os seios e ficando satisfeito com a forma que ela apertava meus fios cada vez mais.

Quando me dei por satisfeito, me ergui a tempo de ver seu rosto corado e com a boca entreaberta.

Sorri de lado, voltando a segurar seus peitos com as duas mãos.

Ninguém que não tenha segurado peitos sabe como isso é bom.

— Está se divertindo aí? — Ela perguntou, ainda envergonhada.

— É claro.

Suas mãos foram para o cós da minha calça, e começou a desabotoá-la. Puxou o zíper para baixo e afastou as duas abas do jeans.

Quando a senti encostar lá, segurei suas mãos, a fazendo me olhar com uma cara brava.

— Eu não terminei com você ainda — comentei, divertido.

Então ela sorriu. — Depois você termina. — Segurou meus pulsos, levantando do sofá e me empurrando.

Me sentei, achando graça da atitude repentina dela.

Sara se ajoelhou na minha frente e puxou tanto o jeans quanto minha cueca para baixo, deixando só o que interessava à mostra.

— Agora é minha vez — disse com ar imponente, e se curvou, segurando meu pênis e o colocando na boca, começando a chupá-lo com certa leveza.

Soltei uma risada soprada e deixei minha mão no topo de sua cabeça, sentindo uma onda de calor e prazer surgindo naquela região e espalhar pelo restante do corpo.

Minha respiração ficou mais pesada, e Sara começou a sugar com mais força, passando a língua da base até a ponta.

Eu apertava seus cabelos para mostrar que estava cada vez mais próximo, já que era impossível falar naquele momento, e em vez dela diminuir o ritmo, o aumentava, quase fazendo uma tortura.

— Sara... — Segurei, puxando sua cabeça. Soltei uma lufada de ar. — Já quer acabar comigo?

Ela sorriu. — Ainda não, estou testando sua resistência.

— Se continuar assim minha resistência vai por água abaixo.

— Calma, só comecei o trabalho. — Voltou a me colocar na boca, e dessa vez, voltou com o movimento leve.

Eu não sabia se era pior ou não, mas tive que alertá-la mais umas duas vezes, até que ela decidiu não parar e ainda ir mais rápido.

Encostei a cabeça no encosto no sofá, olhando para cima e apertando seu cabelo enquanto gozava. Ela não parou em nenhum momento, até minha mão afrouxar o aperto.

Larguei o braço ao lado do corpo, me sentindo relaxando e fechei os olhos.

Sara sugou mais uma última vez e me deixou. — Acabei com você, fala aí — disse toda orgulhosa.

Acabei sorrindo, ainda meio mole. — Não tenho nem palavras. — A senti se apoiar nas minhas coxas para levantar, e então sentou em meu colo. Abri os olhos. — Certo, você está de parabéns.

— Obrigada... Já cansou? — perguntou em um tom zombeteiro, pegando meu membro nas mãos.

— Pareço cansado para você? — Dei um sorriso confiante. — Firme como pedra.

Ela riu. — Estou vendo. — Começou a me masturbar lentamente.

Segurei seu punho. — Já me recuperei. Levanta.

Saiu de cima de mim e a puxei pelo corredor, indo em direção ao meu quarto. Entrei e a puxei para perto da poltrona no canto, a deixando na frente do móvel.

Distribui beijos por seu pescoço enquanto desabotoava sua calça e a puxava para baixo. Logo, ela levantou uma perna de cada vez para tirar a roupa.

Deixei a peça no chão e voltei minha atenção aos seus seios, os beijando e massageando com uma das mãos. Com a outra, desci até a única peça que ela ainda vestia e toquei com a ponta dos dedos, percebendo que o tecido estava molhado.

Eu poderia torturá-la um pouco mais, mas posso fazer isso depois.

Segurei as tiras de sua calcinha e abaixei, me ajoelhando e a fazendo levantar cada perna. Segurei sua cintura e a empurrei, a fazendo sentar na poltrona.

Sara me olhou um tanto confusa.

— Que foi? Nunca fizeram isso em você?

— Hm... já, mas... não gostei muito. Não precisa fazer.

— Se você não gostou muito é porque não te chuparam direito. — Segurei suas coxas e puxei seu corpo pra frente, fazendo com que quase se deitasse. — Relaxa e aproveita. Ou melhor, goza.

Sara tapou o rosto com as mãos depois que afastei suas pernas. Me sentei nos calcanhares, me aproximando.

A puxei mais ainda, fazendo seus quadris ficarem suspensos e comecei a distribuir beijos pela parte interna de suas coxas, até chegar em seu sexo, onde dei uma mordiscada, fazendo Sara dar um pulinho.

Segurei o riso e lambi toda a região primeiramente, e me concentrei em fazer movimentos de cima para baixo em seu clítoris, intercalando com movimentos circulares.

As mãos de Sara saíram de seu rosto e foram parar em meu cabelo, imitando minha ação de antes.

— C-castiel.

Sem parar, a olhei. Ela estava vermelha, é claro. Esperei ela falar.

— N-não precisa demorar muito. Eu nunca...

Parei, ficando inconformado. — Você nunca o quê? Nunca gozou?

Ela negou, balançando a cabeça. — Eu nunca consegui.

— Seus exs eram imprestáveis, hein?

— Não fala assim. Eu já quase consegui, algumas vezes.

— Sei... Olha, esquece isso. Se concentra, tá? Pense em putaria que ajuda.

Sara arregalou os olhos de leve.

Me ergui, chegando perto. — Imagina nós dois naquela cama — sussurrei em seu ouvido. — Eu te comendo na sua posição favorita, se imagina tendo o melhor orgasmo da sua vida. Vai, fecha os olhos e imagina. — Voltei a posição e o trabalho.

As mãos dela voltaram para o meu cabelo, e eu olhava para seu rosto conforme explorava cada lugar.

Sara ergueu o rosto, abrindo a boca levemente. Peguei o ponto onde ela parecia gostar mais e continuei ali.

Um pouco depois, enquanto ainda a lambia, introduzi um dedo devagar, e ela gemeu baixinho, já que não teve dificuldade nenhuma em entrar, de tão molhada que ela estava.

Continuei a masturbando com o dedo e fazendo o oral, aumentando o ritmo conforme os gemidos ficavam mais altos e sua mão me apertava.

Eu não iria desistir enquanto ela não conseguisse. Era um absurdo nunca ter tido um orgasmo e eu estava decidido a lhe dar um, ou quantos eu conseguisse.

Introduzi mais um dedo e ela empurrou o quadril em minha direção, gemendo.

Ainda bem que eu já tinha gozado, ou poderia ter um orgasmo só de vê-la naquele estado.

Nem me toquei de quanto tempo fiquei ali, só senti as pernas formigando, então só me sentei direito e continuei.

A respiração dela ficou mais acelerada, e com a mão livre, peguei seu seio direito, brincando com seu mamilo.

Seu quadril seguia meu movimento, cada vez mais rápido, até que suas pernas se fecharam ao meu redor.

Sara gemeu mais alto, e senti, pelos dedos, seu canal contraindo e ficando ainda mais molhado. Ela encolheu as pernas durante uns segundos, e eu só parei de trabalhar quando ela relaxou.

A chupei mais um pouco, sentindo o gosto levemente adocicado de seu orgasmo e me ergui, me deitando em sua barriga, vendo seu rosto completamente relaxado.

— Acabei com você, fala aí — imitei sua fala, e ela deu uma risadinha.

Notas finais
Penúltima parte. Calma que ainda teremos mais seqçu hsauhsauhs Olha, eu já tinha escrito um hentai antes, mas a escrita foi mais sutil (escrevi com o Lysandre, e se alguém quiser ler é a fic "First Time")) então foi bem diferente escrever dessa forma. Na hora eu me empolguei e depois que fui ler fiquei "caramba como eu escrevi isso tão na lata?" kkkk Mas enfim, espero que tenham gostado. Tirem essa mão daí porque ainda não acabou xD Quero comentários, gente! Essa fic tá merecendo, vai! Por favorzin *carinha de cachorro abandonado* Logo eu posto o último capítulo o/