Àquela hora já estava em casa. Tinha cuidado do ferimento na cabeça; Roberta tinha lhe pegado desprevenida. Tinha repulsa a violência física, afinal eram bruxas; deviam lutar com magia, certo?

Mariana concentrava-se nos símbolos de proteção e não percebeu o morcego no teto que a observava há um tempo.

— Você acha que isso vai dar certo?

O livro voou pelo susto e Mariana irou-se. O adolescente sorria zombeteiro.

— Como... Demônio. A culpa é toda sua!

— Ah, claro! T-toda Eva tem sua serpente! F-faça-me o f-favor! — o vampiro gaguejava, lembrança da afasia na vida humana.

— Chega disso! Preciso de ajuda, Gustavo.

Notas finais
*Ana! Ana! Viva Mariana!* to com essa musiquinha na cabeça faz dois dias kkkkkk socorr