– Claramente, há um momento atrás, eu estava na casa da Elizabeth... o que aconteceu afinal? Que lugar é esse? – Samantha estava confusa não conseguia entender o que aconteceu. Ela começou a andar pelo estranho quarto.

– Parece que estou em um quarto, esse lugar está todo destruído. O que seria isso? — Ao fundo do quarto, encostada na cama bem de frente dela estava uma placa de madeira escrita “Bem-vindo a Asus”, na mesma hora sua espinha congelou é um medo começou a crescer.

– Im...Impossível, Asus? Não é essa da história de terror que Elizabeth acabou de contar. — Ela não queria acreditar que de uma hora para outra estaria em um lugar igual da história. Caminhando mais um pouco ela acha uma nota na cabeceira da cama.

– O que é isso?... – Ela começa a ler a nota.

“Eu tentei, juro que tentei, mas não aguento mais isso então estou deixando esse mundo, apenas desejo sorte aqueles que caírem nesse maldito mundo...maldita hora que fiz aquela simpatia demoníaca. “

– Não pode ser... mas se for verdade eu preciso sair daqui rápido. – Ela tenta abrir a porta mas para seu azar estava trancada, então decidi vasculhar mais o quarto até encontra algo brilhante debaixo da cama.

– Que bom, deve ser a chave – Ela tenta pega-la mas parecia estar enroscada em alguma coisa, ela fez mais força até finalmente conseguir puxa.

– Isso – Para surpresa dela a chave trouxe algo a mais, era uma parte de braço.

– Merda, merda, merda – Ela o jogo para outro lado da cama.

– Meu Deus, que lugar e este. – Já estava totalmente assustado, foi um choque ver aquele braço apesar de apenas ser ossos.

– “snif” eu quero ir embora. – Seus olhos começam a lacrimejar, estava no ponto de chorar quando viu algo surgindo da cama, uma luz azul clara começou a aparecer.

– Ai meu Deus, sai, sai, sai. – Ela corre até o final do quarto, se encolhendo toda enquanto a estranha luz azul chegava mais perto.

– “snif” “snif” Por favor, não me mate, por favor, não me mate. – Chorando, ela começou a implorar por sua vida até que a luz azul começou a falar com ela.

– Por favor se acalme, não vou lhe machucar. – Falou a luz azul, mas ela não se virou continuo chorando, então a luz insistiu.

– Por favor, não tenho muito tempo me escute. – Ela decidi se virar, seus olhos já estavam quase inchado devido ao choro.

– “snif” di..diga o que você quer comigo? – Perguntou Samantha.

– Logo irei desaparecer então ouça com atenção, você e seus amigos devem ter feito aquele ritual da amizade e por consequência veio para aqui? – Perguntou a luz.

– S..sim – Respondeu Samantha que não parava de tremer.

– Quem vem para este maldito lugar acaba virando sacrifício, infelizmente não pude me salvar.

– Es..essa cidade, quero dizer, isso não é sonho? – Perguntou Samantha.

– Não isso e bem real, aqueles que morrem aqui nunca mais terão o descanso eterno, em outras palavras nossa existência será extinta, a única maneira de sair deste lugar e chegando a escola central de Asus. – A luz começa a desaparecer.

– Espera, como assim? – Samantha pergunta desesperadamente a luz.

– Tome cuidado nem todos são espíritos bons, tome cuidado principalmente com a garota de vestido negro, cuida... – A luz desaparece, deixando ela sozinha novamente.

– Eu preciso me controlar, preciso chegar nessa tal escola. – Ela respirou fundo e se levantou, mesmo sem saber absolutamente de nada ela decidi seguir em frente, caminho até onde a chave estava e a pego.

– Desculpe, aquela luz provavelmente era você, mas eu não irei sucumbir a este lugar. – Ela colocou a chave na porta e conseguiu abri-la.

– Isso. – Assim que saiu do quarto virando para lado direito ela achou alguém, era sua amiga Amanda.

– AMANDA. – Ela correu até ela.

– Amanda, por favor acorde! – Samantha começou a dá tapinhas leves no rosto dela. – Vamos Acorde.

– Sa...Samantha! – Amanda a abraça, enfiando seu rosto nos seios de Samantha.

– ME SOLTA! – Samantha a afasta.

– Por que você está na minha cama? Quer fazer safadezas comigo? – Perguntou Amanda que estava ainda atordoada.

– Levante você não está em casa, se recomponha. – Falou Samantha.

– Que bom, parece que Amanda não está ferida. – Pensou Samantha.

Samantha encontrou sua melhor amiga isso a trouxe uma enorme tranquilidade, ela estava quase surtando mesmo tendo dito para si mesma que não sucumbiria ao lugar sabia que não aguentaria sozinha, ela abraça a abraça bem forte antes de contar o pouco que sabe.

Notas finais
Bem devo demorar um pouco para continuar, mas vou continuar, espero que gostem dessa humilde historia, peço desculpas por qualquer :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.