Notas iniciais
Espero que gostem! ♥

Antes de darmos início a esse capítulo, preciso avisar que, por ser uma história real, os nomes das pessoas que aqui aparecem foram trocados por nada mais, nada menos, que personagens da aclamada saga Harry Potter. Então vocês podem ler como se isso tudo fosse uma grande fanfic. Ou não, vocês que sabem, estou aqui apenas para relatar essa aventura interessante que vivi.

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Para Harry, havia um pequeno problema em estudar no período noturno: sexta-feira à noite! Aquele era o dia em que os bares próximos à faculdade ficavam mais cheios e mais divertidos, por motivos óbvios, mas também havia as aulas e o medo de reprovar por falta.

Então restava a ele escolher bem os dias em que valeria a pena receber uma falta. Entretanto, as primeiras semanas do semestre eram uma benção, os professores estavam tão ansiosos para preencher as cabeças ocas dos alunos com informações e anúncios sobre as cadeiras que raramente faziam a desagradável chamada.

Havia ainda a maior de toda a sorte: o professor que não fazia chamada.

E naquela sexta-feira Harry arrastou Ron e, depois de muita negociação, Hermione para o Conterrâneo, um dos três bares ao lado da universidade, para comemorar a sua sorte.

Qualquer estudante da UFRPE, ou Ruralinda para os íntimos, conhecia a tríade dos bares, formada pelo Conterrâneo, onde o bregafunk tocava nas alturas, pelo OVNI, onde os amantes de música eletrônica se reuniam, e pelo Recanto dos amigos, onde a galera ia apenas para comer um pão de alho, tomar uma cerveja e jogar dominó.

Os três pontos de encontro ficavam um ao lado do outro do mesmo lado da rua, mas não era incomum as pessoas ficarem espalhadas até a outra calçada, onde se apoiavam no alto batente e ficavam conversando, fumando, bebendo ou ficando uns com os outros.

Harry gostava de ir até ali por variados motivos, além de encher a cara e relaxar um pouco, era um ótimo lugar para conhecer pessoas novas e, naquele momento da sua vida, ele estava especialmente ansioso para conhecer alguém especificamente do signo de Áries.

O trio passou pela multidão cumprimentando conhecidos e colegas até chegar num grupo inusitado de cinco pessoas. Harry cumprimentou primeiro Lilá e Colin, seus companheiros de curso, logo depois se virou para Luna, uma garota loira que fazia Ciências Sociais e ninguém sabia ao certo como entrou no grupo, pois era amiga da irmã mais nova de Ron, que o Potter sequer conhecia.

— Gente — Ron chamou a atenção de todos na rodinha e então se colocou entre os dois desconhecidos. — Esses são Ginny, minha irmã caçula, e Sea, nosso primo. Eles são nossos novos pupilos.

Houve uma onda de abraços e cumprimentos, enquanto todos falam seus nomes para os novatos. Não havia exatamente uma tradição na faculdade onde os calouros sofriam algum tipo de trote, mas alguns grupos gostavam de “adotá-los” para ajudar e apresentar os melhores lugar na faculdade.

Harry se lembrava muito bem do seu veterano, Oliver. Ele, assim como Ron, era do curso de Ed. Física e apresentou todos os melhores lugares daquela faculdade, desde os mais conhecidos até os que eram uma espécie de esconderijo.

Quando Ron falou que sua irmã e seu primo haviam passado para a “faculdade da família”, o grupo todo resolveu adotar os dois. E se você está se perguntando “como assim ‘faculdade da família’?”, bom, todo mundo da família Weasley estudaram na UFRPE, cada um em um curso diferente, mas todos passaram por ali.

Foi algo que deixou Harry impressionado quando Ron contou, mas depois acabou virando apenas uma coisa que ele gostava de usar quando ficava sem assunto com alguém. Ei, sabia que meu amigo tem seis irmãos e todos eles estudaram lá na rural?

Harry achava que era um ótimo jeito de ver que era legal e se interessava pelo assunto, e aqueles que não davam a mínima importância. Ron achava que o amigo era um completo idiota, mas gostava da sua história ser um tipo de pré-requisito do amigo.

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Ser universitário e conviver com outros dessa mesma espécie era, no mínimo, divertido, mas também fazia com que Harry se acostumasse com situações que não eram vistas em qualquer lugar.

O grupo estava reunido naquela parte da calçada há algum tempo e Harry já havia visto uma dupla fazendo alguma atividade que provavelmente precisava ser entregue ainda hoje, um outro grupo compartilhando um cigarro que provavelmente não era feito com drogas lícitas e havia também o troca troca de casais que era engraçado de assistir.

Luna e Lilá eram protagonistas quanto ao último exemplo, as duas não chegavam a ser um casal, mas como estavam sempre juntas, fazendo coisas consideradas de casais, ninguém mais acreditava quando elas negavam veementemente. Porém isso não as impedia de, vez ou outra, trocarem salivas com outras pessoas, juntas ou não.

As duas já haviam sumido na multidão fazia algum tempo, provavelmente haviam encontrado mais alguns amigos e estavam aproveitando a noite de forma mais… intensa, enquanto o restante continuava a conversar.

Havia momentos, é claro, que um ou outro acabava saindo de perto, fosse para cumprimentar outros amigos ou para pegar mais bebidas, mas acabavam sempre voltando para o mesmo lugar.

Foi em um desses momentos, que Ron e Mione saíram para cumprimentar alguns amigos da garota e Sea e Colin foram até o bar para pegar mais bebidas que Harry se viu sozinho com Ginny.

Era engraçado observar a semelhança da garota com seu melhor amigo, mesmo que não fossem irmãos de sangue, história que Ron acabou contando há algum tempo e Harry nunca esqueceu.

Até mesmo o tom ruivo no cabelo, característico da família Weasley, a menina tinha. Claro que isso era facilmente feito com a tonalidade certa de tinta, mas não era a única coisa que tinha parecido. Havia os olhos na exata cor castanha, o mesmo tom branco demais na pele, sem falar nos trejeitos. O modo como ela segurava a garrafa lembrava Harry a um dos outros irmãos, Percy.

Ou o modo como a garota parecia extremamente leve e entregue no momento, como se não houvesse outro lugar no mundo que quisesse estar, como Charlie. Ou como sua péssima postura poderia ser facilmente comparada a de Ron.

Naquela noite ela usava seu comprido cabelo preso em uma trança raiz, tinha um piercing na narina direita que Harry reparou que a garota mexia muito, além de tudo, era extremamente alta, ficava poucos centímetros mais baixa que o Potter, e usava uma camisa que dizia, em verde neon, “E Já Chegou o Disco Voador”.

Assim que Ginny percebeu que Harry a encarava mais do que era moralmente aceito, ela sorriu diretamente para ele, revelando quase todos os seus dentes, e o garoto achou uma graça que seus dentes da frente fossem levemente separados.

— Você está me encarando — ela constatou, mas não parecia achar ruim. A ruiva tinha aquela aura, e Harry acreditava fielmente naquilo, do tipo de pessoa que não levava absolutamente nada a sério, ao mesmo tempo em que achava tudo muito fascinante.

Harry até tentou fingir que estava envergonhado por ter sido pego no flagra, mas não era como se realmente achasse ruim. Ginny era bonita e atraente, ninguém poderia realmente culpá-lo por encará-la um pouco, de forma completamente respeitosa, claro.

— Estava admirando a única Weasley bonita — Harry deu de ombros. — Estava me perguntando quando conheceria um.

Ela riu, negando com a cabeça e mentalmente Harry acrescentou na sua lista mais uma característica sobre aquela garota: gostava de piadas de humor duvidoso. Não havia nada nela que fosse ruim?

— Estava me perguntando quando Ron finalmente me apresentaria você — ela falou, antes de dar um longo gole no seu copo cheio de Quinta do Morgado, o vinho mais barato e, na opinião de Harry, mais gostoso. — Estava curiosa sobre o amigo que paquera todo mundo que passa na sua frente.

Foi a vez de Harry rir, jogando o corpo para trás, sua fama estava realmente se espalhando, faltava apenas que essas paqueras lhe dessem realmente resultado, afinal, eram raras as vezes que realmente conseguia ficar com alguém por causa das suas piadas ruins e suas crenças malucas.

— Por favor, não esqueça que também sou o louco dos signos.

— Definitivamente não esqueci — ela deu mais um gole em sua bebida, esvaziando o copo, e então pegou a garrafa no meio da mesa. — Então você faz Letras?

— Exatamente — Harry esticou o braço para que ela também enchesse o seu copo. — Futuro professor de Literatura. E você?

— Medicina Veterinária — ela sorriu, como se falar daquele assunto fosse gratificante.

— Então quer dizer que você entrou aqui pra aprender a cuidar do seu irmão.

E, de novo, Ginny riu. Aquela risada gostosa que a cabeça é jogada para trás, os olhos fechados e o som saindo alto. Naquele momento Harry percebeu que também gostava da risada dela.

Antes que qualquer um dos dois pudesse puxar outro assunto, Sea e Colin estavam de volta, carregados de mais duas garrafas de vinho e alguns pães de alho do bar mais a frente.

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Quando enfim a noite foi dada por encerrada, próximo às 22h, Harry ficou surpreso ao descobrir que Sea iria pegar o mesmo ônibus que ele.

A verdade é que geralmente Hermione também pegava o mesmo ônibus, mas naquela noite ela iria para a casa de Ron, então o casal, junto com Ginny, se despediram assim que o transporte deles passou, deixando apenas os dois homens na parada.

Colin havia ido embora um pouco mais cedo, quando Lilá apareceu, depois de muito tempo, o chamando para irem embora. Os dois dividiam um apartamento ali perto e costumavam voltar juntos para casa todos os dias.

— Ron nunca me contou que você também mora em Olinda — Harry puxou assunto enquanto guardava o celular, depois de conferir em quanto tempo o ônibus passaria.

— Não estou surpreso — Sea riu de forma distraída, entregando para quem quer que o ouvisse que havia bebido. — Ron é a pessoa mais avoada que conheço e olha que temos a Luna como amiga em comum.

Harry concordou, rindo junto com seu mais novo amigo. E então começaram outro assunto e então outro, e, enquanto esperavam, não houve um minuto de silêncio.

Que Sea era completamente frenético, Harry já havia reparado ainda no bar, mas enquanto estavam em pé naquela parada, o Potter também percebeu que ele era engraçado, divertido e parecia ter a palavra “foda” como favorita. Ah, e ainda era extremamente bonito. Ele tinha um rosto juvenil, cabelos dourados e encaracolados, e olhos extremamente verdes, além de um piercing na sobrancelha esquerda e muitas tatuagens.

— Posso te fazer uma pergunta? — o moreno falou assim que os dois sentaram, lado a lado, nas cadeiras mais altas do ônibus. E o seu companheiro de viagem riu antes de responder:

— Quantas quiser.

— Qual o seu signo?

A perguntou arrancou ainda mais risadas de Sea, mas claramente ele não estava julgando Harry pela pergunta, parecia apenas estar se divertindo.

— Ron me avisou que esse assunto poderia surgir — ele falou, o sorriso sem abandonar o rosto. — Eu sou de áries, Harry.

Quase como se os astros estivessem alinhados, Harry agradeceu aos deuses por esse encontro completamente não planejado apenas uma semana depois de toda a história de passar o rodo no zodíaco. E o ariano ser um cara muito gato só deixou tudo aquilo muito melhor.

A conversa dos dois se prolongou por toda a viagem, cada vez se tornando um flerte descarado, onde tanto Sea quanto Harry deixavam claro, fosse com as palavras com segundas intenções, as intensas trocas de olhares ou os toques exagerados, que estavam interessado em algo muito mais prazeroso do que só uma amizade.

Os garotos trocaram os números de telefone um pouco antes de Sea descer na sua parada, mas o papo dos dois continuou noite adentro, mas, por fim, resolveram que talvez um saída fosse uma boa ideia. E ariano do jeito que era, Sea ficou muito feliz quando Harry concordou que os dois não precisavam esperar muito, já que estavam livres no sábado a noite.

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Os dois acabaram combinando que o ariano buscaria Harry em casa, com o carro que pegaria emprestado com o pai. Acordo esse que foi cumprido com um atraso de quinze minutos.

Sea estava estacionado de qualquer jeito, bem longe do meio-fio, e ouvia uma música muito alto no rádio, Harry não reconheceu a letra, mas era animada e frenética como o motorista, que batucava o volante como se fizesse aquilo sempre.

— Você sabe que pode acabar ficando surdo, né? — foi a primeira coisa que Harry disse, rindo divertido, ao abrir a porta do carro e sentar no banco de passageiro.

— Não tem graça ouvir essa música de outro jeito — Sea sorriu para Harry e curvou-se na direção do garoto e deixou um beijo no rosto dele de forma teatral, então se afastou apenas para se olharem nos olhos. — Espero que esteja pronto para destruir os sonhos de outras pessoas.

— Eu nasci preparado — Harry respondeu e, por um segundo, desviou os olhos para a boca próxima demais do ariano, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, Sea riu, ajeitando-se de volta atrás do volante e arrancando pela rua.

Harry constatou, no curto caminho que fizeram, que Sea não era o motorista mais confortável do mundo, o garoto estava sempre no limite de velocidade e tinha a tendência de xingar os carros ao seu redor. Os dois conversaram amenidades durante todo o percurso, mais sobre a faculdade do que qualquer outra coisa.

Quando enfim chegaram ao destino final, estavam levemente descabelados, mas o moreno achou injusto Sea ficar ainda mais bonito daquele jeito. O ariano foi o primeiro a sair do carro e puxou Harry para um abraço quase que de urso assim que ele também estava fora do veículo, não se importando muito de estarem de frente a um bar cheio de pessoas.

Se havia algo que qualquer um poderia falar sobre Harry Potter era que sua pontaria não era nenhum pouco boa, então ele ficou extremamente surpreso quando entrou no bar e percebeu que, na verdade, estavam rodeados de mesas de sinuca, e, olhando alguns pôsteres colados na parede, Harry quase desistiu daquele encontro. Não conseguia acreditar que Sea havia o levado a um torneio de duplas.

Desculpe, não sei se entendeu, um torneio de S-I-N-U-C-A, que requer uma coisa que ele não tinha: pontaria.

— Espero que goste de jogar sinuca — Sea sussurrou no pé do ouvido do moreno e ele se arrepiou inteiro, esquecendo completamente que menos de um segundo atrás queria sair correndo daquele lugar.

Os dois andaram até uma mesa com alguns colegas do ariano, onde já havia um balde de cerveja pela metade. Então os dois se sentaram no canto da mesa e Sea passou o braço sobre os ombros de Harry de forma despreocupada.

— Eu não sou bom quando o assunto é pontaria — Harry admitiu.

— Não tem problema, — Sea lançou para o moreno o sorriso confiante que fazia qualquer um baixar os muros — posso ser ótimo por nós dois.

Harry riu, completamente anestesiado pelo ariano.

— Então quero estar pelo menos sóbrio para não passar tanta vergonha, vou tomar um refrigerante, quer alguma coisa?

Depois de Sea falar que um amigo dele seria o motorista da vez, Harry pediu uma coca para si e uma long neck para seu companheiro. A partir daí a conversa se desenrolou sem muito esforço, ora só entre os dois, ora com as outras pessoas da mesa, as risadas e vozes altas preenchendo o lugar.

Durante aquele tempo Harry descobriu que todos ali eram melhores amigos desde a escola e estavam sempre se reunindo. Descobriu também que quando Sea estava no meio de amigos era um pouco hiperativo e expansivo, o que fez Harry agradecer mentalmente quando levantaram para jogar.

A primeira dupla que enfrentaram, Sea venceu facilmente, apesar de Harry raramente conseguir acertar a bola com o taco. Depois, ganharam de outras duas duplas e acabaram chegando na final. E quanto mais ganhavam, mais Sea bebia e, na última partida, ele estava completamente alterado.

— Pronto para ganhar, Harry? – Sea berrou, se posicionando na borda da mesa para fazer a primeira tacada.

— Eu duvido que vamos — Harry riu.

Mas apesar das chances e do estado alcoólico de Sea, os dois chegaram ao final do jogo com o placar empatado, e só faltava a bola 8. A garota da outra dupla havia acabado de errar e deixá-la bem perto da caçapa, e era a vez de Harry.

Sea segurou o moreno pelos ombros, falando bem próximo ao rosto dele enquanto o olhava nos olhos.

— Você vai matar essa bola, gato!

— Não, eu não vou, você por um acaso viu um pesadelo que fui a noite toda? — Harry respondeu, rindo. Era quase impossível estar perto do ariano e não achar graça das coisas mais bobas.

— Vai, sim! E sabe por que você vai? — Sea perguntou, embaralhando todas as palavras de um jeito engraçado e Harry negou com a cabeça. — Porque você é foda!

Harry jogou a cabeça para trás, gargalhando, e Sea o soltou. O moreno se posicionou perto da caçapa, olhou para a bola branca, depois para a preta e lançou um último olhar para a sua dupla antes de encostar o taco entre os dedos cruzados e bater na bola branca que, lentamente e de forma desordenada, encostou na bola 8.

A bola preta rodou no próprio eixo em câmera lenta e então caiu no buraco.

A sala explodiu em gritos enquanto Harry continuava estático, sem acreditar que finalmente havia acertado uma bola. E não qualquer bola, a mais importante. O moreno acordou do seu choque quando Sea o agarrou pelos ombros de novo, um sorriso gigante estampado no rosto.

— Céus, Potter! Que tacada perfeita! Quanta adrenalina! — ele riu mais alto. — Nós ganhamos!

E, sem qualquer aviso prévio, Sea puxou Harry para mais perto e juntou os lábios dos dois em um beijo com gosto de cerveja. E quase no mesmo instante Harry o segurou pela cintura, retribuindo o beijo com tanta empolgação quanto sua dupla.

Dava para ouvir os corações dos dois batendo rápido, a adrenalina dominando seus pensamentos. O beijo era apressado, mas preciso, como se eles fossem o prêmio um do outro e talvez realmente fossem. Não importava.

Depois de alguns minutos, o ariano separou sua boca da de Harry de supetão e o encarou enquanto ainda segurava seu rosto.

— Desculpe, — o loiro sorriu e deu mais um selinho em Harry antes de se afastar definitivamente — mas agora preciso ir ao banheiro vomitar.

Aquele anúncio só fez Harry rir ainda mais, observando Sea cambalear até o banheiro dos homens. Talvez o moreno tenha se enganado a respeito dos arianos e eles não são tão ruins como achou.

Mais tarde daquela noite, Sea estava estava deitado com a cabeça no colo de Harry, enquanto o carro do loiro era dirigido por um dos amigos dele. O ariano não parava de manifestar sua paixão por Harry, que ria, achando todo aquele momento igualmente fofo e hilário.

Quando o carro parou na frente da casa do Potter, Sea o beijou de novo e de novo e de novo, e dessa vez o beijo tinha gosto de chiclete Trident, de melancia.

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Notas finais
Não esqueçam de comentar e deixar uma autora feliz ♥