Astro-cão
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Astro-cão
Difícil de ser herói
6:00 da manhã – São Paulo
Casa – Família Brandão.
— Anda logo! você vai perder o ônibus. — Disse a bruxa metódica.
— Droga! Praguejou nosso herói.
— Minha madrasta acha que pode me controlar, não acredito que meu pai gosta de uma pessoa assim. O Coitado parece estar hipnotizado por essa mulher chata da porra.
Marcos Max pegou a mochila, as chaves e sua carteira na mesinha do computador. Sem olhar o que estava pegando e bateu a porta do seu quarto, na correria que esqueceu que seu cartão do ônibus havia caído e escorrido para de baixo da cama.
A mesa estava posta, e seu pai lia o jornal como sempre e sua madrasta se maquiava para sair para trabalhar.
Trotando pela escada a baixo, Marcos quebrou o silencio daquela manhã.
— Pelo amor dos santos, ensine seu filho a andar corretamente, quase borrei minha maquiagem. Trovejou do banheiro ecuado a mini ranheta sem graça.
Paulo seu marido dobrou o jornal e retirou os óculos, passando a mão pelo rosto. Disse calmamente:
— Marquinhos por favor, controle seus passos, seja civilizado por favor.
— Desculpe pai.
— Isso não vai acontecer.
Marcos serrou os olhos para a direção da porta do banheiro.
Se sentou e se serviu de uma mesa farta.
— Papai, Preciso de dinheiro para a maquete, que tenho que entregar até sexta feira. – Disse Julia que apenas observava em silencio no lugar da mesa de número 3.
— Quanto você precisa amorzinho? – Paulo enfiou a mão no bolso apanhando a carteira.
— 50 dá?
— Preciso de 100.
— 100?! Como assim? Você vai fazer um projeto para a NASA?
— 100, preciso comprar isopor, papelão, cola e canetas hidrocolor.
Então a madastra calmamente diz:
— Falando em Trabalho, você poderia levar seu filho para o escritório, já que na escola ele não anda muito bem na escola.
Paulo teve um segundo para pensar e disse:
—Boa ideia amor, creio que se ele ver de onde vem a comida e as roupas que ele veste, terá mais responsabilidades.
Nesta hora, -Marcos Max a insultou em pensamento... — De novo a mulher chata querendo estragar o meu dia.
Mordeu o pão com força para não falar nada. contendo seu nervoso.
Marta saiu do banheiro pronta para sair como sempre fazia pontualmente, tão certo como ela o alarme do seu celular tocou anunciando o fim do café da manhã.
Segurou a porta para todos saírem e a trancou.
Paulo assumiu o volante, Julia tomou a frente de Marocs e sentou atrás do seu pai, Marcos apenas sentou do lado de Julia sem questionar e finalmente Marta sentando do lado de Paulo, mas só permitindo sair após passarem os cintos.
Em sua primeira parada Marcos teve que sair do carro para Julia poder desembarcar.
Ao som firme desejando um bom dia. Seus pais a saudaram.
— Seja uma boa menina e tire ótimas notas como sempre.
Marta voltou a cabeça para dentro do carro e disse.
— Essa princesa se parece comigo.
Quando foi a vez de marcos, marta gritou:
— Marcos coloque a camisa dentro da causa, a escola é um lugar de respeito, não é uma festa informal. Disse Marta através de uma fresta da janela.
Paulo estacionou ao meio fio para que marta descesse. A frente de marta os funcionários de marta lhe saudavam em um Bom dia!
— Finalmente o meu dia começa. disse Paulo entrando na repartição onde trabalhava.
Essa manhã comum se resume como varias manhãs na aquela família. Hoje porem, coisas vão acontecer.
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“O homem é o lobo do homem, em guerra de todos contra todos”
(Thomas hobbes)
Segundo Thomas o homem é o predador do homem. Reflexão que nos leva a uma história rápida sobre uma pessoa importante a nossa trama.
Henry, 35 anos, era um marido exemplar, e um vendedor gabaritado a receber uma proposta de sociedade. Sua esposa estava gravida de seu primeiro primogênito.
Tinha um ótimo apartamento no centro.
Um dia durante o trânsito corriqueiro.
A caminho de um ultrassom de rotina, foram assaltados e henry reagiu.
Saiu do carro e digladiou com o bandido, arrancando a arma do agressor e derrubou a base de socos.
Sua linda mulher sai do carro para tirar seu marido de cima do bandido.
Henry notou que na cintura do bandido uma pequena faca. Mas o bandido estava mais rápido...
Henry foi ferido no braço, socou até o bandido parasse de se mover.
Este evento ecoou em sua vida.
Sua mulher diante do stress perdeu a criança.
Mesmo prestando depoimento na polícia, foi indicado a passar em um psiquiatra.
Perdeu o emprego e a promoção, e sua mulher ficou desgostosa da vida entrando em uma desesperadora depressão, que perdurou semanas.
Desempregado há 2 meses e com sua mulher na cama se vontade de viver.
Mais o acompanhamento psicológico. Seu vulcão mental estava em ebulição.
E então transbordou. Um dia quando chegou em seu prédio e ver sua mulher morta estirada no chão.
Alguém na multidão que se aglomerava disse que ela havia se jogado de lá de cima.
Henry entrou em colapso e cego, tão parecido como o dia que matou o bandido.
Correu para dentro de seu apartamento procurando a única coisa que poderia aliviar sua dor. pegou o 38, escondido na cabeceira da cama e o direcionou as suas têmporas.
Mas antes de apertar o gatilho, uma voz das sombras o interrompeu e o acalentou.
E da escuridão, um homem de chapéu e sobretudo com luvas roxas, se formou.
Com uma voz a tenebrosamente grave disse:
— Há tempos esperava recrutar alguém com o ódio tão puro como o seu, que tal retribuir o que o universo esta te entregando?
— Como?
— Venha comigo.
Henry desapareceu e não deixou rastros para onde foi.
Foi indicado como maior suspeito do assassinato de sua mulher. Até o momento não a notícias sobre henry.
Julia Brandão, 13 anos, 8º serie.
Irmã mais nova de Marcos.
1.50 de altura, cabelos loiros lisos até o meio das costas, Olhos castanhos, corpo esbelto.
Seu uniforme é uma camiseta azul claro com verticais faixas nas laterais azul escuro, com o brasão da escola no peito.
Calça legging azul escuro com listras verticais brancas.
Principais características:
Inocente e manipuladora.
Bruna puxava pela a mão Julia, pelos corredores da escola em uma euforia, para lhe mostrar a grande novidade.
Um garoto novo que chegou na escola. Mas não qualquer um.
Um garoto que usava jaqueta de couro e era o perfeito conceito de badboy.
Lindo, moreno e sua franja cobria um lado de seu rosto.
Ele era da sala da Amanda gigante.
Julia estava empolgada, afinal era o evento da semana.
Estava alegre de mais para não perceber, que nessa correria pisou no pé da Amanda gigante, olhou para trás rapidamente, mas ignorou quem fora que tenha cio atingido, estava louca para ver o boy de sua melhor amiga.
Amanda apenas limpou o tênis no calcanhar que se apoiava, sem deixar de marcar o rosto de quem o sujou.
Tão logo começou as aulas.
O sinal do intervalo tocou e todos se reuniram no pátio para lanchar, namorar, brincar, etc...
Julia e Bruna vibravam felicidade com o acontecimento do garoto novo.
Passaram para lá e para cá de mãos dadas com a amiga em volta do garoto juntamente a multidão do intervalo. Obvio que queriam ser notadas.
A felicidade de Julia estava insuportável com a possibilidade do garoto olhar mais para ela do que para a amiga.
Gostava deste sentimento, e pensava de como poderia chamar mais atenção que a amiga.
Precisava agir rápido.
E simplesmente aconteceu na sua frente.
Amanda gigante escorregou feio e caiu de bunda no chão ecoando por todo o pátio.
O silencio tomou conta de todos, e uma roda se fez em volta da Amanda Gigante estabanada no chão.
Julia viu a chance de impressionar o garoto se o fizesse rir, sabia que ele a notaria e teria mais chance de pega-lo do que as duas juntas teriam.
E o silencio foi quebrado com uma piada sádica e de mau gosto:
— Fí, Fó, Fú, Acho que alguém tomou no cú.
Julia não resistiu em fazer a brincadeira, e todas as escola respondeu com a maior gargalhada de todas.
O garoto se conteve mas se rendeu rindo, Julia marcando seu alvo riu também, já que havia conseguido o que queria.
A risada era tanta que nada se ouvia durante 2 minutos inteiros.
Em seguida Bruna começou um coro gritando Ju!... Ju!... Ju!... e a escola entrou no embalo do coro.
— Ju! Ju! Ju! Toda a escola gritava-a eufórica.
O Sinal tocou com o termino do intervalo e a diretora dispersou toda muvuca gesticulando com as mãos.
Ajudou a Amanda g. a se levantar e se recompor.
Amanda não mostrava ódio, não mostrava tristeza, mas também não mostrava felicidade.
A aula mal tinha recomeçado e Julia já estava entediada. Afinal, não estava afim de prestar atenção na elevação do solo ou sobre topografia.
Nada lhe seduzia mais que a ideia de
Dar próximo passo.
O Garoto não saia da sua cabeça, tinha um sorriso lindo e ela sabia que ele não ficaria solteiro por muito tempo, já que a julgava conhecer todas as amigas e garotas da mesma idade.
Então teve a brilhante ideia de pedir para ir no banheiro.
Se tinha uma chance seria aquela.
Levantou a mão e pediu a professora para ir ao banheiro.
Sua professora respirou, fez uma pausa profunda e apontou a porta dizendo vá pode ir, mas seja breve, isso cairá na prova.
Após autorizada, saiu caminhando torta como se estivesse muito apertada.
Ao atravessar a porta se reposturou e andou em passos rápido até a sala do Garoto.
Tão logo que chegou a porta olhou perifericamente e nada do seu crush.
Olhou novamente para ter certeza, mas sem querer chamou a atenção da sala.
Se recolher para não poderem olha-la, encostando na parede.
Seu coração apertou e um pressentimento ruim tomou-a.
Escorregou as costas até encostar seu popô no chão.
Suas mãos se fecharam em um impulso espontâneo.
Seu rosto ficou corado. Estava ali sem saber o que fazer.
E então se pôs a ir ao banheiro. Será que havia errado a sala ?
Não era possível. Sabia que era a mesma sala da gigante.
Não tinha erro, a menos que ...
Chegando próximo a porta o garoto está saindo da porta ao lado. Quase se esbarram e trocaram olhares.
O Garoto olhou-a e fez um movimento com a mão emulando uma pistola, o tiro veio junto com uma piscada.
Pane total, Julia não queria parecer desesperada, mas saber que ele a notará a desnorteou.
Atraveçou a porta do banheiro e parou imediatamente.
Não era o banheiro feminino, mas sim o masculino.
Sua mente a corrigiu, e Julia percebeu que o garoto, tinha vindo do banheiro feminino.
Atordoada, se posa ir ate o banheiro correto.
Sua mente estava focada no garoto. Seu coração batia mais que nunca. Estava tremendo e não dominava sua cabeça.
Molhou o rosto e a cabeça tentando voltar a si.
Viu a íris dos seus olhos profundamente. E aos poucos foi entendendo o que havia acontecido.
Mas a descarga soou, quebrando seu raciocínio. Os olhos de Julia se viraram diretamente para a porta que deveria vir esse barulho através do espelho.
E ela se abre e dela sai Amanda Gigante.
Amanda não éra muito grande o suficiente para ser maior que todas as meninas da idade.
Após sair da baia individual e se posicionou para lavar as mãos.
Julia, pela primeira vez sentiu que não estava dominando a situação, mas não podia deixar a Amanda perceber.
— Já foi surrada e obrigada a fazer sexo oral com o sentiu de consideração?
Amanda tinha os cabelos encaracolados castanhos, com uma tiara para controlar o volume.
Julia foi para os papeis toalha para se secar, ignorando sons externos.
— Se acha esperta? Não acha que deve algo?
— Se diz a brincadeira do intervalo? Se não fosse eu outro faria...
— Podia até ser... mas será que se fosse outra pessoa arcaria com as consequências?
Julia fraquejou e gaguejou ao responder.
— Pres.... preciso ir.
Amanda se aproximou ficando cara a cara com Julia.
— Sua putinha nojenta, precisa aprender bons modos.
Zaaap!
Com as costas da mão esbofeteou o rosto de Julia.
Julia sempre se defendeu verbalmente, e era muito boa em fazê-lo. Mas revidar a uma agressão não estava preparada para isso.
Zaaap!
Outra pancada em sentido contrário.
Seu rosto ardia e tudo que passava em sua mente era gritar.
E uma vibração veio do seu amago até a garganta.
E então...
Ela gr.... tentou gritar, Amanda aparou com a mão abafando a boca, e com a outra grudou na garganta. Carregando a para um dos banheiros desocupados.
— Hora de aprender boas maneiras guria.
Amanda vem de pais separados, e se mudou recentemente de Curitiba.
Prendeu os cabelos de Julia tão forte que Julia poderia perder o nariz se gritasse.
Abaixou a calça, e pressionou a cabeça contra sua vagina.
Julia sentiu vontade de vomitar, e tentou recuar. Mas Amanda era mais forte.
Esfregava o rosto da coitada sem o menor pudor.
Com uma das mãos retirou completamente sua calcinha e se virou socando o rosto seu Julia em sua bunda.
— Lamba! Agradeça, eu ser benevolente.
Julia nunca teve relação ou havia experimentado se tocar, mas agora temia que o pior poderia acontecer.
O Odor das nadegas da Amanda era refutável. Julia recuou o rosto e em consequência tomou mais três tapas na face. E novamente foi posta a encontrar o anus.
— Lamba! Chupe! ou não serei boazinha.
Sem reação Julia o fez.
Lambeu de cima a baixo e introduziu a língua dentro do orifício algumas vezes.
— isso! Deixei sua metra feliz.
Amanda se virou novamente e a soltou.
— Você é até boa no que faz. Hora de me fazer gozar!
Apoiou a perna no sanitário e esfregou o clitóris e o apontou para que Julia tivesse alguma atitude.
Aproximou devagar.
O cheiro a confundia, não sabia realmente se não queria fazer aquilo.
Sentiu algo forte no meu das suas pernas.
Era quente e gostoso e mais forte que ela. Estava gostando daquilo. Mas recuou.
— É errado! Você sabe que está tirando algo meu.
— Ah você ainda é virgem?
—Não perece!
Amanda tinha os seios desenvolvidos.
Levantou a blusa juntamente com o sutiã expondo seus seios e Julia sentiu uma forte vontade de chupar os peitos de Amanda onde aqueles ponteiros pedia para ser gentil.
contunua
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