Astrid E Hiccup - Uma Aventura Pelo Mundo
4 Frightmare De Passagem
Notas iniciais
A tromba soou, e todos corriam, para seus lares, antes de virarem pedra de gelo.
– Salvem-se!
– O flightmare está sobre nós!
Astrid, pequena segurava seu machado, e ia em direção a luz, onde estava mais forte. Seu tio, surgiu em sua frente, a parando-a.
– Oh, não, você não pode ainda, Astrid. Está não é uma batalha para você. Ainda não de qualquer maneira. — Disse o seu tio, colocando a mão sobre seu rosto. — Você espera aqui, Seu tio Finn vai só ter certeza que este dragão desagradável não irá destruir Berk novamente. Aqui estou eu besta Ímpia! O destemido Finn Hofferson! Eu estive esperando dez anos, por este momento. Venha me pegar se você ousar!
Aquele dragão na mesma hora surgiu a sua frente, o congelando, com seu hálito. Todos na mesma hora, que viram o dragão cruzar Berk, todos já estavam em seus lares, apenas olhando pela janela. As fecharam na mesma hora.
– É o destemido Finn. Ele só... congelou.
– Não diga nada a pequena vai ouvir.
– Vai demorar mais do que o esperado, Astrid.
10 anos, após aquele incidente Astrid, se preparava cada vez mais, mais forte ficava, quando eu e Banguela, chegamos para a grande execução na Ilha Dos Dragões a unica visão que eu tive, era que Astrid estava quebrando tudo, dentro da Academia. Ela disse como seu bom dia:
– Você quer um pouco disto? Isso é certo, quem é o próximo?
– Eu... eu estou bastante certo de quem sim, eu... acho que você tem deles. Todos eles. — Disse eu, olhando ao redor dela. — Ela realmente acabou sobre o flightmare.
– Astrid, ficou matando objetos inanimados durante todo o dia. — Disse Perna-De-Peixe, fazendo uma cara de tédio.
– Hah! Pena ela está desperdiçando seu tempo. — Disse Melequento, entrando na Academia, e se aproximando de nós. — Quando o flightmare vem, os Hofferson congelam. Quero dizer Astrid você é, uma...
– Uma? — Disse ela, jogando o machado, pertinho da linda pele de Melequento.
– Hofferson. — Disse ele, com uma voz fina. Se afastando um pouco do machado.
– Ok, ok, vamos respirar fundo. Só porque o fogo de Aurvandil, está chegando, não significa que o flightmare é demasiado.
– Claro ele faz. A cada dez anos o céu se ilumina. Com o fogo de Aurvandil, e quando isso acontece o flightmare aparece. Seu brilho espectral é como grito. São inconfundíveis.
– Você está dizendo?
– Obrigado, Perna-De-Peixe. Seu amplo conhecimento. Do flightmare, é importuna. Se nada mais...
– Eu não gosto de mim mesmo para ser a principal autoridade de Berk, sobre assunto. És alguns fatos mais divertidos. Diz a lenda que flightmare, ele realmente congela suas presas em sua trilha.
– É. Basta perguntar ao congelado Finn Hofferson. Certo Astrid?
– Você acha que é engraçado Melequento? — Disse Astrid, com o pé sobre a cara do Melequento, a pressionando no chão. — Você acha que é uma piada o meu nome de família, que foi arruinada por este dragão?
– Bem, eu costumava fazer apenas um par de minutos atrás. Mas agora eu posso ver como é perturbador para você.
– Vocês já ouviram? — Disse Cabeça-Dura, se aproximando com um carrinho de maças lotado.
– O flightmare vem! — Disse Cabeça-Quente, com as mãos estendidas, lotadas de peixes.
– Pessoal, estamos tentando não falar sobre isso.
– Mas isso é a unica coisa, ninguém está falando. — Continuou, Cabeça-Quente, se virando para sair da Academia.
– Bem, é que o tio da Astrid. — Disse Cabeça-Dura, também se virando para sair da Academia, e acompanhando Cabeça-Quente.
– Ei, um pouco de sensibilidade aqui. — Disse Melequento, ainda com a cara sendo empresada sobre o chão. — Posso levantar agora?
– Ugh, que seja. — Disse Astrid, tirando o pé da cara do Melequento. Rapidamente correu, até Tempestade a montando. E voando para fora da Academia.
– Então muito obrigado pessoal! — Disse eu, me aproximando do Perna-De-Peixe.
– Não tem problema. Se você não precisa mais de nós. Temos que ir ficar prontos, para o final do mundo. Até mais. — Disse Melequento, montando no Dente De Anzol.
Eu me virei, e fui procurar Astrid, junto com o Banguela, já estava começando o Pôr-Do-Sol. E finalmente achei ela, com suprimentos que iriam alimentar a família inteira do Melequento. Ela estava com uma armadura, e Tempestade, estava... como sempre...
– Eu não quero ouvir isso, Soluço. Esperei por toda a minha vida por uma chance. Para limpar o nome da minha família, e você não vai me parar.
– Quem disse alguma coisa, sobre você parar? — Disse eu, tentando me livrar daquela.
Ela me olhou com uma cara séria. E foi andando em direção a pequena Aurora Borel.
– Ok Astrid, eu tenho que parar. Olha ninguém ama um novo e terrível dragão mais do que eu, mais eu preciso de vocês aqui, para proteger Berk. — Disse eu, correndo atrás de Astrid, e parando na frente dela. — Se essa coisa, não aparecer, vai levar todos nós para combate.
– Não se ele nunca ficar aqui. — Disse ela, me encarando. — Vamos, Soluço. Não me diga, você não tem sonhado sobre o flightmare, vai atrás dela, saber sobre isso, treina-lo?
– Bem, você sabe, Astrid, formação de dragões, não é a unica coisa a se pensar.
– Você está realmente dizendo isso para mim... com uma cara séria?
– Ai está você Soluço. — Disse Perna-De-Peixe, com um pergaminho enrolado em suas mãos. — Eu fiz a pesquisa que você pediu.
– Uh, não agora, Perna-De-Peixe.
– Mais eu tenho o caminho para o flightmare, aqui neste mapa. Por gerações ele passou pelo "Pântano Norte" no caminho para a Aldeia, todas as vezes na mesma rota. Se eu pudesse descobrir o porque, podemos ser capazes de para-lo.
– Perna-De-Peixe, Astrid não quer falar sobre o flightmare.
– É claro que ela vai.
– Claro, eu faço.
– Viu? Então como eu estava dizendo, se você quiser chegar perto para isso, você vai ter que ser furtivo, praticamente invisível no escuro.
– Como uma espécie de fúria da noite?
– Exatamente, como um fúria da noite.
– Então quando partimos? — Disse ela, já montada no Banguela.
A noite já havia chegado, Bocão e meu pai, estavam no alto da Aldeia, colocando todos em segurança.
– O fogo de Aurvandil, está aqui! Cheguem em suas casas, e fiquem por dentro.
Eu e Astrid, estávamos andando em direção a luz. Banguela estava atrás de nós. Astrid estava com aquela armadura, toda esquisita.
– Astrid, porque não tira essa armadura?
– Não, não.
– Ok, ok, vamos observar o flightmare, Astrid. Vamos ver oque podemos aprender sobre isso, tentar redireciona-lo. Se não podemos nós vamos de volta para á cidade. Entendeu?
– Claro.
– Diga as palavras, "Eu entendo, Soluço!". — Disse eu, com a mão para cima.
– Tudo bem, eu entendo Soluço!
– Bem, isso só me instila com confiança. Há o Pântano Norte. Uh, parece que estamos chegando perto.
– Muito bem, não posso esperar para ver está coisa.
– Uh, você não terá que esperar muito tempo. Lembre-se apenas observar. Ok, bem, certamente faz jus ao nome. Astrid, oque você está fazendo? — Disse eu, segurando ela pela cintura.
– Oque você acha que eu estou fazendo? Defendendo Berk, e a minha família. Vamos ver quem é o covarde. Soluço, confia em mim.
– Eu confio, mais não quero perder você. Sobe agora no Banguela, oque você ganha com isso?
– Deixe Berk agora, e nunca mais volte! Aqui estou eu, besta ímpia, destemida Astrid Hofferson! Venha me pegar, se você ousar.
Astrid, pegou seu machado, e correu em direção a Aurora Boreal. O dragão surgiu, em sua frente, soltando um hálito gelado, a congelando.
– Astrid!
Quando ele, voltou para ataca-la, me joguei por cima dela, e a peguei no colo, ela parecia vidro, estava congelada.
– Ok, tenho que ir, tenho que ir. — Disse eu, olhando para trás e colocando Astrid no Banguela, e quanto mais o dragão voava mais gelado seu hálito ficava.
Voamos rapidamente, para as nuvens tentando despista-lo, e o dragão continuou sua rota, para Berk. Nós paramos no mesmo lugar, e eu sacudi Astrid.
– Eu acho que nós perdemos. Astrid.
– O que... oque aconteceu?
– O flightmare, ele pega você com uma espécie de névoa. E paralisa você.
– Ele me congelou.
– Bem, eu acho que é uma boa notícia. Os efeitos são apenas temporários, apenas o tempo suficiente para ele atacar.
– Eu sabia que meu tio, não tinha medo de dragão. Ele estava paralisado por ele. E deixe-me adivinhar... nós estamos indo de volta para a cidade?
– Não. Nós estamos seguindo o flightmare. Somos a unica coisa entre o dragão e Berk.
– Sim!
– Oque em nome de Thor?
– As algas brilhantes. O brilho deve ser algum tipo de reação. Para o fogo de Aurvandil. Isso deve ser o que flightmare segue. É por isso que toma sempre o mesmo caminho. Para a Aldeia.
– Hum... Não consegui entender.
– Você já tentou ficar entre Melequento e uma tigela de carne de carneiro?
– Sim, isso é algo que só se faz uma vez.
Quando vimos, o grande flightmare, comendo as Algas Brilhantes, empurrei Astrid, para trás das rochas, e nos escondemos.
– Entendi, o flightmare pensa que queremos sua comida.
– Ele ataca porque nos vê como uma ameaça para sua sobrevivência.
– E por falar em ameaças. — Disse ela, olhando para o dragão que subiu ao ar, e começou a brilhar.
– Rápido precisamos pegar o Banguela... e voar bem alto para que possamos nos esconder.
– Sim, não acho que isso vai acontecer.
– Ah, Banguela. — Disse eu, vendo ele comer a Alga Brilhante, e ficar igual ao flightmare, brilhante...
Rapidamente montamos nele, e voamos para as nuvens antes que o flightmare, nos encontrasse.
– Está bem atrás de nós, oque vamos fazer?
– Banguela, para as nuvens!
– Você acha que o perdeu?
– Não... Banguela! — Disse eu, caindo no ar, junto com Astrid.
– Banguela, pirueta. Tiro de plasma, boy!
– Ei! Hã!
– Astrid!
Puxei ela pela, mão e a ajudei a montar, voando para as nuvens.
– Soluço, olha! Uma caverna!
– Pelo menos, o brilho desapareceu. Banguela, para o céu.
– Ok, como vamos parar o flightmare antes dele chegar a vila?
– Perna-De-Peixe.
– Como é que ele vai ajudar?
– Ao trazer para você alguns reforços.
– Tempestade! É bom ver você, girl!
– Perna-De-Peixe, a Academia, deveria estar no confinamento.
– Eu sei, mais eu estava seguindo o fluxo. Porque eu acho que descobri uma maneira. Para parar o flightmare antes que chegue a cidade.
– Cortamos um novo canal, para o rio!
– E desviamos o fluxo, das Algas Brilhantes. Para o mar, exatamente!
– Banguela, Tempestade, Batatão. É hora de fazer um pouco de paisagismo emergencial.
– Um flightmare vivo. É... é... é... é...
– É meu!
– Ok, amigo, o tempo para fazermos oque viemos fazer aqui.
Eu e Banguela, estávamos abrindo um novo canal, para o rio, e Perna-De-Peixe, e Batatão, bloqueando o outro lado do fluxo.
– Boa menina, Batatão.
O flightmare, se aproximou do Batatão, e Perna-De-Peixe, soltando seu hálito, e congelando o Perna-De-Peixe.
– Soluço, o flightmare pegou o Perna-De-Peixe! Vamos lá girl. Me mostre a sua ira! Giro de calda, amiga!
– Oque aconteceu comigo? — Disse Perna-De-Peixe, pulando para montar no Batatão.
– O flightmare... e sua névoa te paralizou temporariamente.
– Obrigado Thor, preciso das minhas pernas. Elas estão no meu nome, depois de tudo.
Astrid, estava atrasando o flightmare, com um giro de calda, do dragão, cortou de raspão a face de Astrid, e a jogou na lama.
– Ah, filho de Odin. Você me paga, Tempestade, flipper de cauda.
– Astrid?
– Ela realmente sabe, confiar muito bem na Tempestade.
Tempestade e o flightmare foram para o abismo, Tempestade estava para ser derrubada.
– Não, Tempestade! — Disse ela, correndo em direção ao Abismo escorregando.
– Astrid! — Disse eu, ajeitando a cauda do Banguela, que havia se entortado com o gelo do flightmare.
– Soluço! Cuidado!
Peguei Astrid, no colo. E Tempestade pulou, chegando perto demais das rochas.
– Tempestade! — Disse ela, ficando em pé, na asa do Banguela, e dando um mortal no ar, e montando na Tempestade.
– Vamos. Pessoal, precisamos manter o canal de corte... Mas o flightmare está aguardando.
– Acho que tenho uma maneira para distraí-lo. As Algas. Vamos dar ao flightmare um gosto do seu próprio remédio. — Disse Astrid, sorrindo, e olhando para o canal.
– Astrid, lidere o caminho!
– Intervalo para um pequeno lanche de meia noite. — Disse ela, com seus cabelos loiros soltos, e Tempestade já comendo as Algas Brilhantes. E ficando brilhante da cor Amarela.
Batatão ficou verde, e Banguela azul.
– Abaixem-se rapazes.
– Eu sempre soube que era a sua cor. Vamos fazer tricô para você e um coberto, de harmonização, quando chegarmos em casa, Batatão.
– Ok, é hora de ver quem é o verdadeiro covarde. — Disse Astrid, voando para perto do flightmare.
Eu e Perna-De-Peixe, voamos junto de Astrid, e com as cores dos nossos dragões, cercamos o fightmare, até ele cair no chão.
– Banguela, vamos terminar aquele canal! Tiro de plasma.
– Nós fizemos isso. Yeah!
– Agora, vamos voltar para casa antes que qualquer um perceba que estamos fora.
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