Notas iniciais
A Série Está Fluindo, E Se For Como Está Escrito No Meu Caderno Mágico Dos Rascunhos♥ Ficará Bem Legal. Mais Eu Quero Que Comentem Mais. Para Eu Realmente Saber Se Estão Gostando♥ Beijinhos♥

A tromba soou, e todos corriam, para seus lares, antes de virarem pedra de gelo.

– Salvem-se!

– O flightmare está sobre nós!

Astrid, pequena segurava seu machado, e ia em direção a luz, onde estava mais forte. Seu tio, surgiu em sua frente, a parando-a.

– Oh, não, você não pode ainda, Astrid. Está não é uma batalha para você. Ainda não de qualquer maneira. — Disse o seu tio, colocando a mão sobre seu rosto. — Você espera aqui, Seu tio Finn vai só ter certeza que este dragão desagradável não irá destruir Berk novamente. Aqui estou eu besta Ímpia! O destemido Finn Hofferson! Eu estive esperando dez anos, por este momento. Venha me pegar se você ousar!

Aquele dragão na mesma hora surgiu a sua frente, o congelando, com seu hálito. Todos na mesma hora, que viram o dragão cruzar Berk, todos já estavam em seus lares, apenas olhando pela janela. As fecharam na mesma hora.

– É o destemido Finn. Ele só... congelou.

– Não diga nada a pequena vai ouvir.

– Vai demorar mais do que o esperado, Astrid.

10 anos, após aquele incidente Astrid, se preparava cada vez mais, mais forte ficava, quando eu e Banguela, chegamos para a grande execução na Ilha Dos Dragões a unica visão que eu tive, era que Astrid estava quebrando tudo, dentro da Academia. Ela disse como seu bom dia:

– Você quer um pouco disto? Isso é certo, quem é o próximo?

– Eu... eu estou bastante certo de quem sim, eu... acho que você tem deles. Todos eles. — Disse eu, olhando ao redor dela. — Ela realmente acabou sobre o flightmare.

– Astrid, ficou matando objetos inanimados durante todo o dia. — Disse Perna-De-Peixe, fazendo uma cara de tédio.

– Hah! Pena ela está desperdiçando seu tempo. — Disse Melequento, entrando na Academia, e se aproximando de nós. — Quando o flightmare vem, os Hofferson congelam. Quero dizer Astrid você é, uma...

– Uma? — Disse ela, jogando o machado, pertinho da linda pele de Melequento.

– Hofferson. — Disse ele, com uma voz fina. Se afastando um pouco do machado.

– Ok, ok, vamos respirar fundo. Só porque o fogo de Aurvandil, está chegando, não significa que o flightmare é demasiado.

– Claro ele faz. A cada dez anos o céu se ilumina. Com o fogo de Aurvandil, e quando isso acontece o flightmare aparece. Seu brilho espectral é como grito. São inconfundíveis.

– Você está dizendo?

– Obrigado, Perna-De-Peixe. Seu amplo conhecimento. Do flightmare, é importuna. Se nada mais...

– Eu não gosto de mim mesmo para ser a principal autoridade de Berk, sobre assunto. És alguns fatos mais divertidos. Diz a lenda que flightmare, ele realmente congela suas presas em sua trilha.

– É. Basta perguntar ao congelado Finn Hofferson. Certo Astrid?

– Você acha que é engraçado Melequento? — Disse Astrid, com o pé sobre a cara do Melequento, a pressionando no chão. — Você acha que é uma piada o meu nome de família, que foi arruinada por este dragão?

– Bem, eu costumava fazer apenas um par de minutos atrás. Mas agora eu posso ver como é perturbador para você.

– Vocês já ouviram? — Disse Cabeça-Dura, se aproximando com um carrinho de maças lotado.

– O flightmare vem! — Disse Cabeça-Quente, com as mãos estendidas, lotadas de peixes.

– Pessoal, estamos tentando não falar sobre isso.

– Mas isso é a unica coisa, ninguém está falando. — Continuou, Cabeça-Quente, se virando para sair da Academia.

– Bem, é que o tio da Astrid. — Disse Cabeça-Dura, também se virando para sair da Academia, e acompanhando Cabeça-Quente.

– Ei, um pouco de sensibilidade aqui. — Disse Melequento, ainda com a cara sendo empresada sobre o chão. — Posso levantar agora?

– Ugh, que seja. — Disse Astrid, tirando o pé da cara do Melequento. Rapidamente correu, até Tempestade a montando. E voando para fora da Academia.

– Então muito obrigado pessoal! — Disse eu, me aproximando do Perna-De-Peixe.

– Não tem problema. Se você não precisa mais de nós. Temos que ir ficar prontos, para o final do mundo. Até mais. — Disse Melequento, montando no Dente De Anzol.

Eu me virei, e fui procurar Astrid, junto com o Banguela, já estava começando o Pôr-Do-Sol. E finalmente achei ela, com suprimentos que iriam alimentar a família inteira do Melequento. Ela estava com uma armadura, e Tempestade, estava... como sempre...

– Eu não quero ouvir isso, Soluço. Esperei por toda a minha vida por uma chance. Para limpar o nome da minha família, e você não vai me parar.

– Quem disse alguma coisa, sobre você parar? — Disse eu, tentando me livrar daquela.

Ela me olhou com uma cara séria. E foi andando em direção a pequena Aurora Borel.

– Ok Astrid, eu tenho que parar. Olha ninguém ama um novo e terrível dragão mais do que eu, mais eu preciso de vocês aqui, para proteger Berk. — Disse eu, correndo atrás de Astrid, e parando na frente dela. — Se essa coisa, não aparecer, vai levar todos nós para combate.

– Não se ele nunca ficar aqui. — Disse ela, me encarando. — Vamos, Soluço. Não me diga, você não tem sonhado sobre o flightmare, vai atrás dela, saber sobre isso, treina-lo?

– Bem, você sabe, Astrid, formação de dragões, não é a unica coisa a se pensar.

– Você está realmente dizendo isso para mim... com uma cara séria?

– Ai está você Soluço. — Disse Perna-De-Peixe, com um pergaminho enrolado em suas mãos. — Eu fiz a pesquisa que você pediu.

– Uh, não agora, Perna-De-Peixe.

– Mais eu tenho o caminho para o flightmare, aqui neste mapa. Por gerações ele passou pelo "Pântano Norte" no caminho para a Aldeia, todas as vezes na mesma rota. Se eu pudesse descobrir o porque, podemos ser capazes de para-lo.

– Perna-De-Peixe, Astrid não quer falar sobre o flightmare.

– É claro que ela vai.

– Claro, eu faço.

– Viu? Então como eu estava dizendo, se você quiser chegar perto para isso, você vai ter que ser furtivo, praticamente invisível no escuro.

– Como uma espécie de fúria da noite?

– Exatamente, como um fúria da noite.

– Então quando partimos? — Disse ela, já montada no Banguela.

A noite já havia chegado, Bocão e meu pai, estavam no alto da Aldeia, colocando todos em segurança.

– O fogo de Aurvandil, está aqui! Cheguem em suas casas, e fiquem por dentro.

Eu e Astrid, estávamos andando em direção a luz. Banguela estava atrás de nós. Astrid estava com aquela armadura, toda esquisita.

– Astrid, porque não tira essa armadura?

– Não, não.

– Ok, ok, vamos observar o flightmare, Astrid. Vamos ver oque podemos aprender sobre isso, tentar redireciona-lo. Se não podemos nós vamos de volta para á cidade. Entendeu?

– Claro.

– Diga as palavras, "Eu entendo, Soluço!". — Disse eu, com a mão para cima.

– Tudo bem, eu entendo Soluço!

– Bem, isso só me instila com confiança. Há o Pântano Norte. Uh, parece que estamos chegando perto.

– Muito bem, não posso esperar para ver está coisa.

– Uh, você não terá que esperar muito tempo. Lembre-se apenas observar. Ok, bem, certamente faz jus ao nome. Astrid, oque você está fazendo? — Disse eu, segurando ela pela cintura.

– Oque você acha que eu estou fazendo? Defendendo Berk, e a minha família. Vamos ver quem é o covarde. Soluço, confia em mim.

– Eu confio, mais não quero perder você. Sobe agora no Banguela, oque você ganha com isso?

– Deixe Berk agora, e nunca mais volte! Aqui estou eu, besta ímpia, destemida Astrid Hofferson! Venha me pegar, se você ousar.

Astrid, pegou seu machado, e correu em direção a Aurora Boreal. O dragão surgiu, em sua frente, soltando um hálito gelado, a congelando.

– Astrid!

Quando ele, voltou para ataca-la, me joguei por cima dela, e a peguei no colo, ela parecia vidro, estava congelada.

– Ok, tenho que ir, tenho que ir. — Disse eu, olhando para trás e colocando Astrid no Banguela, e quanto mais o dragão voava mais gelado seu hálito ficava.

Voamos rapidamente, para as nuvens tentando despista-lo, e o dragão continuou sua rota, para Berk. Nós paramos no mesmo lugar, e eu sacudi Astrid.

– Eu acho que nós perdemos. Astrid.

– O que... oque aconteceu?

– O flightmare, ele pega você com uma espécie de névoa. E paralisa você.

– Ele me congelou.

– Bem, eu acho que é uma boa notícia. Os efeitos são apenas temporários, apenas o tempo suficiente para ele atacar.

– Eu sabia que meu tio, não tinha medo de dragão. Ele estava paralisado por ele. E deixe-me adivinhar... nós estamos indo de volta para a cidade?

– Não. Nós estamos seguindo o flightmare. Somos a unica coisa entre o dragão e Berk.

– Sim!

– Oque em nome de Thor?

– As algas brilhantes. O brilho deve ser algum tipo de reação. Para o fogo de Aurvandil. Isso deve ser o que flightmare segue. É por isso que toma sempre o mesmo caminho. Para a Aldeia.

– Hum... Não consegui entender.

– Você já tentou ficar entre Melequento e uma tigela de carne de carneiro?

– Sim, isso é algo que só se faz uma vez.

Quando vimos, o grande flightmare, comendo as Algas Brilhantes, empurrei Astrid, para trás das rochas, e nos escondemos.

– Entendi, o flightmare pensa que queremos sua comida.

– Ele ataca porque nos vê como uma ameaça para sua sobrevivência.

– E por falar em ameaças. — Disse ela, olhando para o dragão que subiu ao ar, e começou a brilhar.

– Rápido precisamos pegar o Banguela... e voar bem alto para que possamos nos esconder.

– Sim, não acho que isso vai acontecer.

– Ah, Banguela. — Disse eu, vendo ele comer a Alga Brilhante, e ficar igual ao flightmare, brilhante...

Rapidamente montamos nele, e voamos para as nuvens antes que o flightmare, nos encontrasse.

– Está bem atrás de nós, oque vamos fazer?

– Banguela, para as nuvens!

– Você acha que o perdeu?

– Não... Banguela! — Disse eu, caindo no ar, junto com Astrid.

– Banguela, pirueta. Tiro de plasma, boy!

– Ei! Hã!

– Astrid!

Puxei ela pela, mão e a ajudei a montar, voando para as nuvens.

– Soluço, olha! Uma caverna!

– Pelo menos, o brilho desapareceu. Banguela, para o céu.

– Ok, como vamos parar o flightmare antes dele chegar a vila?

– Perna-De-Peixe.

– Como é que ele vai ajudar?

– Ao trazer para você alguns reforços.

– Tempestade! É bom ver você, girl!

– Perna-De-Peixe, a Academia, deveria estar no confinamento.

– Eu sei, mais eu estava seguindo o fluxo. Porque eu acho que descobri uma maneira. Para parar o flightmare antes que chegue a cidade.

– Cortamos um novo canal, para o rio!

– E desviamos o fluxo, das Algas Brilhantes. Para o mar, exatamente!

– Banguela, Tempestade, Batatão. É hora de fazer um pouco de paisagismo emergencial.

– Um flightmare vivo. É... é... é... é...

– É meu!

– Ok, amigo, o tempo para fazermos oque viemos fazer aqui.

Eu e Banguela, estávamos abrindo um novo canal, para o rio, e Perna-De-Peixe, e Batatão, bloqueando o outro lado do fluxo.

– Boa menina, Batatão.

O flightmare, se aproximou do Batatão, e Perna-De-Peixe, soltando seu hálito, e congelando o Perna-De-Peixe.

– Soluço, o flightmare pegou o Perna-De-Peixe! Vamos lá girl. Me mostre a sua ira! Giro de calda, amiga!

– Oque aconteceu comigo? — Disse Perna-De-Peixe, pulando para montar no Batatão.

– O flightmare... e sua névoa te paralizou temporariamente.

– Obrigado Thor, preciso das minhas pernas. Elas estão no meu nome, depois de tudo.

Astrid, estava atrasando o flightmare, com um giro de calda, do dragão, cortou de raspão a face de Astrid, e a jogou na lama.

– Ah, filho de Odin. Você me paga, Tempestade, flipper de cauda.

– Astrid?

– Ela realmente sabe, confiar muito bem na Tempestade.

Tempestade e o flightmare foram para o abismo, Tempestade estava para ser derrubada.

– Não, Tempestade! — Disse ela, correndo em direção ao Abismo escorregando.

– Astrid! — Disse eu, ajeitando a cauda do Banguela, que havia se entortado com o gelo do flightmare.

– Soluço! Cuidado!

Peguei Astrid, no colo. E Tempestade pulou, chegando perto demais das rochas.

– Tempestade! — Disse ela, ficando em pé, na asa do Banguela, e dando um mortal no ar, e montando na Tempestade.

– Vamos. Pessoal, precisamos manter o canal de corte... Mas o flightmare está aguardando.

– Acho que tenho uma maneira para distraí-lo. As Algas. Vamos dar ao flightmare um gosto do seu próprio remédio. — Disse Astrid, sorrindo, e olhando para o canal.

– Astrid, lidere o caminho!

– Intervalo para um pequeno lanche de meia noite. — Disse ela, com seus cabelos loiros soltos, e Tempestade já comendo as Algas Brilhantes. E ficando brilhante da cor Amarela.

Batatão ficou verde, e Banguela azul.

– Abaixem-se rapazes.

– Eu sempre soube que era a sua cor. Vamos fazer tricô para você e um coberto, de harmonização, quando chegarmos em casa, Batatão.

– Ok, é hora de ver quem é o verdadeiro covarde. — Disse Astrid, voando para perto do flightmare.

Eu e Perna-De-Peixe, voamos junto de Astrid, e com as cores dos nossos dragões, cercamos o fightmare, até ele cair no chão.

– Banguela, vamos terminar aquele canal! Tiro de plasma.

– Nós fizemos isso. Yeah!

– Agora, vamos voltar para casa antes que qualquer um perceba que estamos fora.

~♥~♥~~♥~♥~

Notas finais
Tudo aquilo que é exagerado, desconfie. Inclusive bondade. (How To Train Your Dragon) ~♥~♥~~♥~♥~ Chegamos Ao Fim Da Série, O Que Eles Tinham Que Aprender Juntos, Eram Trabalhar Em Equipe Certo? Quando Eles Aprenderam, Nina, E Soluço, Conseguem Passar Da Caverna De Gelo, Para Terra Firme Novamente. 10 Anos Atrás, Astrid Se Lembra Do Incidente Com Seu Tio Finn, E O Dragão Mais Temido, Por Todos Os Vikings. Flightmare, Então Astrid Se Prepara 10 Anos, Para A Sua Linda Vingança. Mais Essa "Temporada" Acabou, Sim. Mais Nina, Será Que Você Podia Fazer Uma Nova Série, Com A Continuação? Eu Vou Fazer, Sim, A Série Pode Terminar, Mais Vai Surgindo Novamente, Outras Série, Sobre O "How To Train Your Dragon" E Mais Personagens Novos Chegam. Tá Legal? Beijinhos, Comentem Se Gostaram Ou Não, Digam Suas Críticas E Sejam Felizes, Até Mais♥ ~♥~♥~~♥~♥~
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!