Notas iniciais
Com atrasos o capitulo que definira a expansão da fic, foi lançado. Espero que gostem e se gostaram comente! OBS: Taylor está no Animus e está sobre a perquisitiva de seu ancestral, porém, será contada sobre minha perspetivava, ou seja, do autor, contando fatos mais abrangentes.

–Vamos, vamos!!! Queimem tudo, não deixem nenhuma cabana em pé. Quero todas as putas que sobreviveram de joelhos e de frente para a entrada do vilarejo. Hoje, mais uma conquista, a extensão das bruxas está a caminho confrades!

O entusiasmo era visível na voz do comandante do pelotão de guerreiros, Os Guardiões da Alvorada* comemorava mais uma vitória bem sucedida, mais um vilarejo de supostas bruxas queimada. Por mais que nobre esses ‘guardiões’ são, nobreza não era de nada para os assassinos que naquela noite estava planejando também fazer uma queima, não de bruxas e sim de homens. Acusar mulheres de bruxas e queima-las sobre fogueiras, não era nada nobre, a irmandade reconhecia isso e estava destinada a acabar com esses crimes nada indulgente. Alvo: Capitão Jerall Raven, um dos capitães que dirigia pequenos exércitos, para caçar, exterminar e capturar bruxas, ou qualquer coisa aderente a essa espécie, cruel e sem nenhum consentimento de piedade ou questionamento, Jerall foi um dos mais que colaborou com essa caça, a Caça ás Bruxas um evento que durara anos e anos afins, finalmente tinha atingido seu clímax.

Apesar de forte e cruel Jerall não era nada assustador para Jhonny, jovem assassino da irmandade, durante dias, a irmandade armara uma arapuca para a guarda, que funcionou com um grande sucesso, só restava dar o bote na preza que cairá na armadilha.

Jhonny e mais dois aprendizes estavam escondidos numa pequena floresta, estavam apenas esperando a hora certa de atacar.

–Não acha melhor nós atacarmos eles agora?

–Não. Esperaremos eles colocarem fogos nas cabanas, assim, os pegaremos com facilidade. Ravel e Breat, vocês são aprendizes e tem um potencial de tornarem exímios assassinos, o futuro de suas elevações na ordem dependem da conclusão dessa missão. Vocês apenas irão distrair os confrades de Jerall, matem-nos se for necessário. Eu cuidarei do Jerall.

Ambos entenderam e deram “sim” como repostas, seguido por uma partida rápida para o vilarejo.

Com um olhar sagaz e pretencioso, Jhonny esperou ambos irem. Fumaças invadiram o céu estrelado, então Jhon partiu. Rapidamente subiu o muro e pulou para a primeira cabana que viu, a fumaça estava explicita do céu, seguindo-a, Jhon pulou de cabana em cabana, inspecionando cada detalhe do vilarejo para ver se não tinha mais ninguém da ordem. Ele vira seus companheiros em terra, se esgueirando, apenas esperando seu capitão chegar, no que não faltava muito tempo.

Jhonny sem dar nenhum sinal para seus companheiros, saltou sobre a última cabana que levava a praça principal. Lá estava eles, queimando as cabanas aos arredores. Com muita atenção nos detalhes, Jhon avançou cuidadosamente, seus companheiros logo perceberam sua aproximação do alvo e entenderam como um avanço. Ambos sacaram suas espadas, e avançaram. O curto período de tempo que estavam espiando foi o suficiente para memorizar suas posições e se estavam armados ou não.

Jerall sem esboçar nenhuma surpresa, deu o sinal de ataque para seus homens. Ravel foi rápido em chegar o mais próximo possível do inimigo que esboçara impressionado pela sua rapidez, mesmo brandindo uma espada, sem perder tempo Ravel desarmou o oponente com apenas um movimento em espiral com a perna. O inimigo se desiquilibrou e quase caiu, aproveitando o devaneio do inimigo, rapidamente colocou sua perna esquerda no chão e ao mesmo tempo fez o mesmo movimento com a direita, o alvo dessa vez foi seu rosto que o atingirá em cheio, caindo no chão, desmantelado e humilhado.

Ao mesmo tempo em que Ravel cuidava da sua parte, Breat não ficara para traz, dois inimigos usando espadas foram para cima dele, ambos desses inimigos o atacaram de uma vez, Breat desviou com sucesso e logo depois deu um soco em ambas as barrigas, enquanto os soldados ainda estavam com suas espadas erguidas e com a alusão de tê-lo perdido, o soco foi tão forte que ambos iriam cair de cara no solo, se não fosse pelo outro soco que Breat dera em suas caras. Ambos caíram desmaiados.

Jerall foi para cima de Breat que ainda recuperava o folego, não dera tempo de desviar, porém, dera de sacar sua espada e se defender do poderoso golpe que Jerall deu. O “crunch” foi imediato e o grunhido que ambas as suas espadas faziam, revelavam que Jerall estava obstinado a mata-lo, mesmo esse não sendo seu objetivo.

–Vai pagar pelo que fez, bastardo imundo. Como ousaste enfrentar um guardião, sua pena será...

–...Morte. –Complementou Jhonny enquanto perfurava sua garganta com sua Hidden Blade. –Vamos levante-se, temos que sair daqui. –Disse Jhonny ajudando Breat à levantar.

–Essa foi por pouco.

–Depois você me agradece, vá encontrar com Ravel. Irei recolher a prova.

–Sim, senhor! – Partira Ravel.

Jhon com o celebre gosto de vitória em seu rosto, pegou uma pena em um dos seus bolsos e a esfregou no pescoço ensanguentado de Jerall.

Enquanto isso, Ravel se encontrará com Breat, ambos compartilharam suas façanhas.

–Esse devaneio de hoje, não merecia acontecimento melhor. Foi rápido e ágil, lidei com dois inimigos ao mesmo tempo, ambos armados, eu os nocauteei em menos de um minuto. –Se gabou Breat.

–Não se iluda pobre bastardo, minha velocidade foi inigualável quando eu acabei com aquele inútil, podia ver o quão estava impressionado com minha astucia, uma pena que ele não verá humilhado sobre o chão...

–Viu isso. –Interrompeu Breat.

–O que foi Breat? Viu alguma coisa? –Perguntou Ravel.

–Eu vi um vulto no telhado, ah... merda, se esconda!!!

Breat e Ravel pularam a janela da cabana mais próxima, o tiro quase acertara os dois. Eram mais soldados da guarda, agora armados. Um problema, a guarda realizava incêndios em vilarejos sem nenhum conflito com pessoas armadas, por isso, armas de fogo era desnecessária naquelas horas. Naquele momento, apenas Jhon carregara armas de fogo, o motivo da evasão de Ravel e Breat.

Jhonny do outro lado da praça, ouvira os tiro, percebeu que o objetivo do disparo era acertar os aprendizes distraídos, “não me viram”, pensou Jhon. Subiu para o telhado de uma das cabanas e visualizou um dos atiradores, pulou sobre seu cangote e o assassinou silenciosamente, depois, jogou seu corpo para o chão, fez um pequeno estrondo, o corpo cairá sobre um pequeno galinheiro escondido, isso revelara a posição de Jhon, que imediatamente pulara sobre o feno ao lado do galinheiro que jazia-se destruído pelo pesado corpo, ouvira mais um tiro, foi o suficiente para Jhon estipular sua posição. Jhon saiu do feno e foi pelo chão rapidamente, pulou para uma viga de madeira e se equilibrou na mesma, pulou novamente para uma outra mais pra adiante e mais alta, o que dera a oportunidade de se equilibrar e saltar para o telhado. Saltando para o telhado, Jhon correu o máximo possível, visualizou três atiradores, cerca de três cabanas de distância, mirando para a cabana que Ravel e Breat estavam escondidos, estavam distraídos, momento perfeito. Pulou as três cabanas, seguindo uma posição mais dianteira, possibilitando assim, pegar o atirador do meio.

Os atirados utilizavam uma espingarda equipada com uma baioneta em seu cano. A espingarda demorava para ser recarregada. Isso dera vantagem para Jhon, sem perder tempo lançou-se sobre o atirador do meio, rasgando sua garganta, antes que os outros dois notassem, mirou ambos os braços para suas gargantas e lançou uma lamina mortal, ambos caíram com suas gargantas cortadas, esguichando sangue e morrendo.

Jhon desceu para o chão, deu um sinal de ‘limpo’ para os aprendizes. Estava tudo calmo e silencioso novamente. Ravel e Breat saíram da cabana e se encontraram com Jhon.

–Estão todos bem? –Perguntou Jhon.

–Sim!

–Estou!

–Ótimo, vamos pegar nossos cavalos e partir para o nosso recanto. Vamos!

Jhon, Ravel e Breat. Os três saíram o mais rápido possível daquele vilarejo, eles armaram uma arapuca e parece que quase caíram numa também. Foram cavalgando rapidamente pela estrada escura, estava calmo e a alvorada respondia com a claridade da noite e o tom sereno das árvores. Estava tudo bem, Jhon pensou. Pelo menos por naquele momento. Uma flecha acertara Breat que caiu do cavalo, a armadura por tráz de sua roupa, amorteceu o impacto, mas não mantéu seu equilíbrio que cairá do cavalo.

Breat!!! –Gritou Jhon

–Merda, o que nativos estão fazendo aqui.

Jhon desceu do cavalo e foi aparar Breat enquanto Breat voltara para achar quem atirou a flecha.

–Você está bem? Consegue levantar?

–Sim, a armadura impediu que a flecha a perfurasse.

–Então vamos não podemos perder tempo. Ravel ele está bem, vamos sair daqui rápido!!!

–Sim!

Jhon e Breat montaram novamente em seus cavalos e seguiram em frente, mesmo sem nenhum ferimento, o peito de Breat doira com o impacto, dificultando a cavalgada. Cavalgaram alguns metros quando quatro supostos homens apareceram, estavam usando espadas. Jhon sacou suas armas e deu dois tiros, provavelmente não os matou, mas os tirou do cavalo.

Breat sacou sua espada e fez um ‘crunch’ com a espada do inimigo quando se cruzaram, ambos foram em direções diferentes.

Ravel tentou lançar um tomahawk no outro, o pequeno machado acabou acertando seu cavalo.

–Eles sabem que estamos aqui, vamos pegar um desvio. Vamos passar por Rio do Norte. Eles não irão conseguir nos encontrar lá.

–Mas senhor, será impossível cavalgar por lá.

–Porém é seguro. Deixemos nossos cavalos por conta deles mesmo, eles sabem o caminho de volta.

Todos desceram em seus cavalos e os deixaram partir sozinhos com sua própria sorte. Tinha uma trilha que levava para Rio do Norte, eles seguiram por lá.

Rio do Norte, era um lugar onde o rio corria para o norte, o rio era forte e tinha uma cachoeira ao norte, ou seja, cair nele, morte eminente. A única forma de atravessá-lo era por uma ponte de madeira.

–Vamos depressa. Não podemos perder tempo.

–Aqueles não eram nativos, eram outra coisa, todos estavam de preto e alguns usavam espadas. Quem acha que seria? –Perguntou Ravel.

–Não sei e nem pretendo saber.

–Quieto os dois, seria uma desgraça se descobrirem que estamos aqui...

–Já descobriram! –Disse Breat enquanto tinha uma espada empunhada sobre sua garganta. Ele fez um sinal de paz.

Logo, o inimigo se revelou. Eram desconhecidos de preto, capuz e manoplas. Os mesmo que os atacara na estrada. Agora, estavam à mercê deles.

–Qu... Quem são vocês? –Perguntou Ravel estremecido.

–Águia, um aviso do nosso mestre, uma guerra se aproxima. Não como essa que se estende por séculos, o verdadeiro inimigo se revelara e não haverá vitória ao amanhecer, nem vida, misericórdia, apenas trevas. Foram avisados...

Os vestidos de negro rapidamente desapareceram na escuridão da noite, suas vestimentas facilitavam sua camuflagem.

–Mas que porra que aconteceu aqui?! –Perguntou Ravel.

–Eu não sei. Seja lá quem eles for, só estavam querendo passar está mensagem. Sabem que somos da ordem e que somos inimigos da guarda. Precisamos voltar para a base o mais rápido possível. Temos que reportar isso para o magistrado.

*Guardiões da Alvorada: Ou simplesmente ‘guarda’, organização assim como a Opus Dei, fundada pela Igreja Católica para enfrentar no que se diziam bruxas e bruxos, por volta do século XVI fora iniciado o evento ‘Caça às Bruxas’. Segundo a igreja, os bruxos eram de suma ameaça para a mesma e por isso mereciam ser dizimados, como esses ‘bruxos’ não eram nada católicos, a igreja mandou o extermínio de todas as mulheres pagãs para prevenir algo maior. A guarda, foi instruída a fazer isso e ao longo dos séculos se tornara uma das maiores ordens da era medieval, com sua sede na Inglaterra, pois lá fora fundada.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.