Assassins Creed Iv
1 O Começo
Notas iniciais
Assassin’s Creed 4
Em Assassin’s Creed III...
-Você cumpriu bem o seu papel Desmond, agora eu vou cumprir o meu.
2012
William:E agora?
Shaun:Não esquenta, Desmond salvou o mundo.
William:Mas ele era meu FILHO! E agora ele está MORTO!
Rebecca:Ainda podem existir memórias dele a ser cumpridas.
Shaun:Você esqueceu Rebecca? Ele já era. O Animus não funciona com um morto.
Rebecca:Então vamos fazer com que funcione, é só fazer alguns ajustes...
Shaun:Você está maluca? A Abstergo está extremamente furiosa!
William:Porém fracos! Lucy, Cross, Warren e Desmond estão mortos, eles não tem muito o que fazer.
Shaun:Então teremos que destruir a organização, só que sem nosso garoto habilidoso somos apenas ovelhas precisando de um pastor.
William:Onde está a maçã?
Shaun:O que quer saber da Maçã?
William:ONDE ESTÁ A MAÇÃ?
Shaun:Na bolsa do Desmond.
A Maçã realmente estava lá, William entrega para Rebecca:
Rebecca:O que está querendo fazer?
William:Disse que poderia fazer alguns ajustes, não é? Então faça.
Rebecca olha para Shaun, que responde com um sinal de faça.
Rebecca:Tudo bem.
8 Horas depois...
Rebecca:Pronto! Só falta ver se funciona!
William:Finalmente!
Eles colocam o corpo de Desmond no Animus. William usa o poder da Maçã e para surpresa de todos, funciona.
Shaun:Caramba, Funcionou!
Rebbeca:Eu disse que iria.
Shaun:Agora, que época será o ancestral desta vez?
William:O tempo irá dizer.
Estônia, 1700.
Garotinho:Papai, que barulhos são esses lá fora?
Pai:São coisas que ninguém deseja ver, Andrus.
Andrus:Que tipo de coisas?
Pai:É melhor não saber, meu filho.
Uma explosão destrói a maior parte do teto e também destrói a porta.
Mãe de Andrus:O que foi isso?
Pai De Andrus:Dinamarqueses! Pegue a espada e a pistola Eliisabet!
Eliisabet faz o que o marido pediu, foi na dispensa destruída, a espada e a pistola continuavam intactas mesmo com as labaredas e destroços.
Eliisabet:Aqui Jaan!
Jaan:Pegue nosso filho e saia daqui!
Andrus:E você papai?
Jaan:Eu sei me cuidar! Agora vão!
Eliisabet pegou o filho no colo e fugiu da casa. Jaan olhou para trás, tudo estava destruído. Retomou o olhar e viu a chacina que acontecia ali. Homems, mulheres, crianças, nada era poupado. Reconheceu o responsável, Rei Carlos IX, mas não era ele, era um general chamado Morten Skoba. Avançou e matou dois guardas.
Morten:Olha só o que temos aqui, um estoniano querendo bancar o herói? Quem você acha que eu sou para matar meus homens?
Jaan:Um soldado de Carlos IX que quer destruir minha família e meu país que não fez absolutamente nada.
Morten:Nada? Vocês nos traíram! Agora vão pagar com a morte!
Jaan responde dando um tiro em Morten.
Morten:Seu DESGRAÇADO! Matem ele, MATEM ELE!
Os três guardas restantes atacam Jaan. Ele desarma o primeiro e o mata, o segundo tenta fugir e é empalado por trás e o terceiro recebe um tiro na cabeça.
Jaan:Agora é sua vez!
Morten:Não ache tão fácil!
Morten atira em Jaan, que cambaleia e atira de novo, matando de vez o estoniano.
Morten:Confesso que você foi o que me deu mais trabalho, porém você está morto.
Na floresta...
Eliisabet havia corrido mais o que suas pernas aguentaram, olhou para trás e viu vários guardas adentrando a floresta. A corrida nada adiantou, Andrus não parava de chorar. Jaan já deveria estar morto. A casa destruída, o marido morto e agora o filho teria que fugir sozinho, pois não aguentaria correr mais e os guardas chegariam logo, virou-se para o filho, se ajoelhou e disse para ele:
Eliisabet:Filho, você deverá fugir sozinho agora.
Andrus:O quê? Não vou sem você!
Eliisabet:Você tem que ir, minhas energias estão esgotadas e os guardas estão chegando, você tem que ir, crie coragem.
Andrus fica em silêncio.
Eliisabet:Tome, fique com o colar com nossa foto de eu, seu pai e você juntos. Use isso para sempre se lembrar de nós.
Andrus pega o colar e coloca no pescoço.
Eliisabet:Agora vá Andrus, antes que te peguem!
Andrus deu um último abraço na mãe e correu para o restante da floresta. Os guardas chegaram, e Eliisabet recebeu 4 tiros, o corpo caiu duro no chão. Ao ouvir os tiros, Andrus já sabia qual foi o destino da mãe, mas agora não poderia chorar, teria que fugir por sua vida. Mesmo sendo uma criança, tinha habilidades o suficiente para acompanhar os outros que também conseguiram escapar. O mais velho dali parou um pouco e gritou em voz alta:
Velho:PESSOAL! SE QUISEREM VIVER, ME SIGAM ATÉ A VILA MAIS PRÓXIMA!
Andrus não concordava, a vila perto das colinas tinha animais selvagens extremamente perigosos e que não teriam dó de devorar quem entrasse em seu território. O resto do povo caminhava rumo a vila perigosa, existia uma caverna ali perto, serviria de abrigo e esconderijo nesses próximos dias, pois aquilo foi só o começo. A caverna tinha os mesmos clichês de todas as outras cavernas: clima sombrio, estalactites e poeira. Andrus andava firme para não acabar tropeçando em algum lugar.
Andrus:Tudo normal por enquanto. Espero que nada aconteça.
Uma múltipla escolha o reservava no final do percurso: esquerda ou direita? Foi na direita, porque a população dizia que dava sorte. Um mísero baú o aguardava, conhecia esse tipo de armadilha, cauteloso foi se aproximando e quando chegou, abriu o baú. Não era armadilha nenhuma, era um saco de dinheiro e um...facão. Já viu seu pai mostrando como manusear um facão, então não seria problema. O dinheiro serviria para comprar alimentos dentre outros suprimentos. Na esquerda existia um caminho mais longo, no final, viu uma cama e algumas roupas espalhadas pelo chão. Uma sombra chegou e...
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