Assassin's Creed High School
15 Capítulo 15- Cabelos castanhos
Notas iniciais
E de novo quero lembra-los da proposta de cross entre a minha fanfic e a da linda Ziih Shenshun Auditore (Assassins & Me), respondam nos comentários ou nas mensagens privadas, ok?
e esse capítulo é em homenagem a vitória da minha equipe da gincana da escola, Tovarish! Esse último ano valeu a pena!
Boa leitura, amores! ♥
POV Connor
Olivia me puxa até o quarto de hóspedes. Abro a porta ainda com os lábios colados nos seus e nós entramos.
Arranco sua blusa com violência, fazendo os botões da roupa voarem pelo quarto. Ela morde meu lábio inferior e o puxa para baixo. Antes de voltar e me beijar com a mesma selvageria de antes.
Dessa vez ela está ciente do que vamos fazer, então não tento– e nem quero –pará-la.
Desço minhas mãos pelas suas costas e coxas, erguendo-a do chão. Livy entrelaça suas pernas ao redor da minha cintura. Ela é bem leve e nem preciso me esforçar para mantê-la perto de mim.
Levo-a até a cômoda do quarto e a apoio ali só por tempo o suficiente para tirar seu sutiã de renda. Ele fica rosada.
–Você é perfeita. –asseguro.
Começo a mordiscar a pele fina de seu pescoço com cuidado, distribuindo beijos por cada centímetro exposto. Olivia está arfando e seu coração bate com tanta força e consigo ver a pele de seu pescoço pulsar na região da jugular. Roço os lábios sobre aquele ponto.
Desço mais, indo em direção aos seios fartos. Contorno os mamilos endurecidos com os lábios de forma lenta e um pouco sádica.
–Pare… de me torturar. –ela pede com um murmúrio baixo.
Dou a ela o que quer. Coloco o mamilo na boca, sugando-o luxuriosamente. Ouvi-la gemer e jogar a cabeça para trás é mais do que o suficiente para me levar à loucura. Pego-a em um colo de princesa, levando-a até a cama. Jogo-a no colchão com um pouco de violência, mas Olivia parece gostar.
–Apague as luzes.
–Não. Eu quero ver tudo. –recuso, colocando-me por cima, apoiado nos joelhos e antebraços.
–Mas eu tenho vergonha.
Encosto minha testa na sua, olhando bem no fundo de seus olhos cor de chocolate derretido. Sinto sua respiração adocicada contra o meu rosto.
–Você não precisa ter vergonha. –beijo-a. –Já disse que é perfeit
Livy sorri docemente e assente, levando as mãos até o zíper da minha calça. Ela me segura pelos ombros e me vira, ficando por cima, invertendo as posições.
–Isso é por ter me torturado naquela hora. –ela diz com malícia no olhar.
Devolvo-lhe o olhar e assisto-a tirar minha calça rapidamente, deixando-me só com a cueca box que apresenta um volume elevado. Olivia se senta sobre meu membro rijo e roça nossas intimidades sensualmente. Ele inclina seu tronco sobre o meu e delineia todas as minhas cicatrizes com a língua quente, mordiscando de leve o baixo ventre. Minha cueca fica dolorosamente apertada. Suas unhas arranham meu abdome, deixando marcas avermelhadas, mas, por algum motivo, acho isso delicioso. Quero que ela arranhe minhas costas quando penetrar nela com força. Quero essa língua travessa passando em outro lugar.
Solto um gemido quando suas mãos começam a massagear me membro ainda por cima da box.
–Hum... Olivia. –minha voz sai rouca. –Eu aprendi a lição... Agora...
–Você está pedindo como uma pessoa tão indecente, Connor. –ela diz como uma gata manhosa, esfregando-se em mim. –Merece uma recompensa. Onde tem... você sabe... –agora ela parece a Olivia de sempre, tímida, não aquela dominadora de alguns instantes atrás.
–No quarto dos meus pais. Na escrivaninha, terceira gaveta. –respondo.
Ela sorri marota, sai de cima de mim e anda rapidamente para o quarto dos meus pais.
Apoio a cabeça nos braços cruzados e espero o mais calmamente que posso até que ela volte. Ela retorna exibindo a pequena embalagem preta.
Ajudo-a a colocar a camisinha. Ela está um pouco envergonhada agora, mas faz esforço para não demonstrar nada.
Quando estou pronto, ergo seu rosto e a beijo suavemente, sentindo seus lábios macios e brincando com a sua língua. Quero que com esse beijo, deixe claro que eu a quero e que a amo. Que não é só sexo por prazer, mas para demonstrar meus sentimentos.
Deito-a na cama e fico por cima dela novamente. Escorrego minha mão pela lateral do seu corpo, apertando-a, fazendo-a gemer.
Tiro sua calcinha de renda e me posiciono em frente a sua entrada. Ela coloca as pernas ao meu redor e entro, arrancando um gemido alto, que mais parece um grito, de Olivia. Da minha boca sai um som como um rugido animalesco.
Continuo com as estocadas. Olivia sempre repetindo meu nome e me pedindo para ir mais rápido. Mais fundo.
Ela arranha minhas costas com força, ferindo-me, mas me dando prazer ao mesmo tempo. Ela é deliciosa. Quente. Apertada. Perfeita.
Ficamos nisso por alguns minutos. Chegamos ao ápice juntos. Deixo-me cair por cima dela, mas não coloco todo meu peso nela.
Estamos com a respiração rápida e superficial. Saio de dentro dela e deito-me ao seu lado. Olivia vem para o meu colo e eu a cubro com um cobertor.
–Eu te amo. –ela diz. –Tenho certeza agora.
–Também te amo, Olivia. –beijo a ponta do seu nariz. –Muito mesmo.
Quando o despertador toca, nós dois acordamos alarmados. Saltamos da cama. Vou para o quarto dos meus pais tomar um banho e Olivia segue para o banheiro social para fazer o mesmo. Ela terá de usar as mesmas roupas de ontem, o que vai fazer Altaïr desconfiar do que aconteceu aqui esta noite, mas não me preocupo muito com isso. Não acho que ele vá reclamar de nada. Todos nós sabemos que Olivia só faz o que quer.
Saio do banho antes dela e preparo o café da manhã. Ela se junta a mim em alguns minutos, desejando-me um bom dia e beijando-me demoradamente.
Comemos de mãos dadas e quando dá a hora, saímos de casa para caminharmos até a estação de metrô, já que hoje meu pai não está em casa para nos levar (graças a Deus).
Sentamos lado a lado. Ezio nos vê e parece farejar algo diferente entre nós dois. Logo ele está fazendo brincadeiras um tanto pervertidas. Eu e Olive só rimos, já acostumados ao comportamento de Ezio.
–Ei, você não acha que o Altaïr está muito quieto hoje? –ela comenta.
–Acho sim. Ele nem falou com a gente direito.
–Tá pensando em quem, AltAlt? –Ezio ri.
–Fique quieto aí, Auditore. Eu só estou com sono.
–Por que? O que fez essa noite? –o sorriso do italiano se torna malicioso. Altaïr não responde. –Ok, ok. Deixa pra lá.
POV Olivia
Com algum esforço conseguimos fazer Ezio parar de falar. E nunca pensei que alguém conseguia pensar em tantas piadas sujas em tão pouco tempo, mas enfim, esse é o Ezio Auditore, eu deveria começar a me acostumar com ele.
Vamos ao ponte de ônibus buscar Desmond e então entramos na escola. Despeço-me de Kadar e percebo que ele não está de muito bom humor. Parece triste e muito quieto, mas quando pergunto se há algo de errado ele não responde. Só vai embora, deixando-me preocupada. Tento chama-lo, mas não tenho sucesso nenhum.
–Vamos para a sala logo, Olivia! –Desmond grita no corredor.
Assinto relutante e finalmente desvio o olhar da mochila amarela e vermelha de Kadar.
Entro na sala e sento-me perto de Shaun e Becca.
–Bom-dia, gente. –cumprimento-os. Shaun acena para mim e Becca me abraça.
–Seu final de semana foi bom? Está tão sorridente! –a morena percebe.
–Foi sim. Bem, na maior parte. –suspiro. –Eu tenho que falar com vocês. É sobre meu irmão. Ele apareceu e fez um estardalhaço com toda essa situação que estou envolvida. O meu pai, os garotos, a mudança... Eu estou meio confusa agora. Preciso de alguém que conheça a mim e meu irmão. Quero que ele realmente aceite tudo, mas não sei o que dizer...
–Bem, palavras nunca foram o seu forte.
–Nossa, obrigada, Shaun. Muita gentileza. –digo irônica. Becca ri.
–Por que não conversou logo com Malik?
–Sabem que ele já está com problemas por causa do acidente, não quero preocupa-lo com isso.
–Bem, eu posso falar com Charlie. –Becca se candidata. –Nos conhecemos há muito tempo e ele sabe que eu sempre quis o melhor pra você. Acho que se eu falar com ele, talvez seja mais fácil que ele aceite.
–Você acha?
–Bem, vale a pena tentar. –Shaun dá de ombros. –Posso ir com você se quiser, Becca. Charlie e eu já passamos muito tempo juntos também.
–Obrigada, pessoal. Não sei o que faria sem vocês. –sorrio.
–Eu sei, eu sei. Minha existência é uma benção divina sobre a sua pobre e miserável vida. –Becca diz.
Solto uma gargalhada e a abraço.
–Ei, quando Malik volta? Estou sentindo muitas saudades dele e minha mãe me colocou de castigo quando descobriu que mudei as minhas notas no site da escola, então nem pude visita-lo.
–Ele volta amanhã. Nem que eu tenha que arrasta-lo para cá.
–Ei, Livy, pegue leve com ele. –Shaun diz. –Ele perdeu um braço.
–E está vivo. –acrescento. –Não quero que fique enfurnado em casa. Você mudou com ele, Shaun? Eu sei que eu não mudei. Eu ainda amo Malik como se ele fosse meu irmão, não importa se ele tem só um braço. E eu posso cuidar dele por esse tempo de adaptação na escola.
–Você sabe que Malik nunca gostou de ser cuidado. –Becca lembra. –Mas Livy tem razão, Shaun. Já passou da hora. É o último ano dele. Quem sabe onde vamos estar em um ano? Ele deveria aproveitar. Mesmo que não pareça bom agora... bem, nunca vai ficar melhor se ele não tentar.
–Bom-dia, turma! –o professor berra ao entrar.
–Bom-dia. –eu e Becca somos as únicas que respondemos.
Depois das aulas, despeço-me de Shaun e Becca, indo com os garotos até o ponto de ônibus deixar Desmond, para então irmos para a estação de metrô.
Eu, Altaïr e Kadar vamos para casa. Hoje é dia de folga do árabe de olhos dourados, então ele vai ficar fazendo companhia para Malik. O A-syaf mais novo diz que vai sair para a casa de Jonnattan de novo e quando Malik pergunta se tem algo errado, Kadar olha para mim com tristeza que me parte o coração. Ele pega um casaco e sai do apartamento.
–Sabe o que aconteceu? –Malik pergunta para mim.
–Não. Ele não quer falar comigo. Eu...
–Ele ainda é uma criança. –Altaïr me interrompe. –Não deve ser nada de mais. E Kadar sabe que pode falar com a gente.
–Mas ele está assim há dias!
–Olive, o irmão dele perdeu o braço. Kadar não tem muitos amigos e você está passando a maior parte do se tempo com o Connor.
–Ele é meu namorado, Altaïr. –me defendo.
–Sei disso, não estou te culpando, só estou te falando que as coisas não são tão fáceis. Kadar é uma garoto forte. Vai ficar bem.
–Estou me sentindo péssimo com isso. – Malik suspira, indo até Altair, ficando bem perto dele. Ergo uma sobrancelha.
–Bem, eu vou até o Starbucks, aproveitem sua tarde juntos. –o moreno fica vermelho. –E tente se acalmar, Malik. Altair está certo, quando Kadar quiser, vai falar conosco.
Saio de casa e sigo para a estação de metrô rapidamente, encolhendo-me dentro do meu casaco por causa das rajadas geladas. Espero alguns minutos pelo trem e quando este chega, escolho o vagão mais vazio para ficar.
Ao entrar no Starbucks, sou recebida por Ezio com um abraço apertado.
–Há quanto tempo, Olivia!
Solto uma risada.
–O de sempre?
–Sim. –respondo.
–Pode deixar, Olive.
Sento-me à mesa de sempre, a retangular no canto, onde a parede encontra a janela. Aveline me traz meu cupcake de baunilha.
–Obrigada.
–Ao seu serviço. –ela sorri.
Connor sai dos fundos da loja e ao me ver, vem até mim e me beija com doçura.
–Oi. –sorrio.
–Ei. Como você está?
–Ótima. E você?
–Muito melhor agora.
Ouvimos o sininho da porta quando esta se abre. Connor se vira e fica pálido de repente. Viro-me também e reajo da mesma forma.
–Luna! Amore! Como está? –Ezio a recebe com um enorme sorriso.
–Perfeita. –ela se volta para mim e Connor. –Ei, Corn e Esther.
–É Olivia.
Notas finais
e comentem o que acharam hein!
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