Assassin’s Creed: Fate/Faith

O Ano era 2027. A tecnologia, a cada dia, avançava mais e mais. O governo dos EUA se preparava a cada ano para uma possível guerra entre ele e a Rússia, devido a conflitos recentes entre os países. Os outros países aliados, ameaçados pelos EUA, também eram obrigados a investir em armas e tecnologia para ajudar os Norte Americanos nessa possível guerra.

O homem que aterrorizava os Estados Unidos nessa possível guerra tinha um nome: Alexander Karov. Ex-militar, teve seus pais assassinados durante uma das recentes guerras entre Rússia e EUA. Sua vingança foi simples, pórem direta: Tomar poder Russo, junto a seu grupo terrorista e enviar 2 mísseis nucleares nos Estados Unidos.

Um dos mísseis atingiu em cheio a Times Square, em Nova York, devastando tudo ao seu redor, incluindo outros estados americanos e uma pequena parte do Québec.

O outro, a segurança nacional disse apenas que o míssil simplesmente falhou e caiu no meio do Oceano atlântico, fazendo uma espécie de Tsunami bater em parte da America Latina.

Aquele ato foi praticamente uma guerra declarada. Já estava predestinado, naquele dia, que muito sangue derramaria por aí. Os Estados Unidos vieram a público para dar uma última informação —

Inocente ou não – Se fosse Russo, seria morto.

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Cápitulo 1 – The Hashashin, in future.

‘’Nothing is true,
Everything’s permitted.’’
Lema da guilda Assassinos

Ano: 2014.

Dessa vez, o ano era 2014, alguns anos antes de todo aquele caos acontecer. Era uma noite de inverno como outra qualquer em Nova Jersey, e por isso as famílias preferiam ficar em suas casas, juntas.

Casas, aliás, muito bonitas. Simples e pequeninas, pórem graciosas. Em uma delas, morava uma família tão simples e humildes quanto a casa. Uma mãe, loira de cabelos longos e com o olhar que parecia o reflexo de esmeraldas, um pai, de terno e gravata, cabelos curtos castanho escuros, e um filho, de 6 anos de idade, praticamente um mini projeto de seu pai.

Enquanto no andar de baixo da casa, a mãe ficava na cozinha lavando a louça, no andar de cima, a criança ficava deitada na cama, ouvindo uma história que seu pai contava, sem a ajuda De livros ou nada do tipo.

Pai: E assim, com um salto gracioso, o sujeito encapuzado de branco caia na frente do homem que estava perseguindo. E então, se aproximando dele, lhe dava uma joelhada, fazendo-o cair.
‘’Requiescat in Pace’’, ele dizia, e assim, tirando sua lâmina do traje, a cravava no peito do fugitivo.

Filho: Mas pai! Esse sujeito de branco é tão maligno! Por que ele mata as pessoas assim, sem motivos?

Pai: Ele não está matando sem motivos, meu filho. Ele está fazendo justiça. O Fugitivo havia cometido um crime, não? Roubar das pessoas pobres para se enriquecer não é legal, tenha isso em mente.

Filho: Entendi... Me conta outra história?

Pai: Não, está na hora de dormir. E é isso que você vai fazer agora, boa noite.

Filho: Ahhhh!! Mas pai!

Pai: Sem mas. Eu vou descer. E amanhã você tem escola. Boa noite, Eitham.

Com essas palavras, o tal pai se levantava. Dava um beijo na testa do seu filho, botava o cobertor nele e apagava as luzes do quarto, deixando um pedacinho da porta aberta, pois sabia que seu filho ainda tinha medo do escuro. Com um sorriso, ele descia as escadas, até chegar na cozinha, aonde pegava uma mala e um outro terno terno, que estavam sobre a mesa.

A Mãe, rapidamente, passava por ele.

Mãe: Aonde você pensa que vai, a essa hora da noite? Não sabe que esses caras de gangue estão loucos para assaltar alguém?

O pai não se preocupava, continuava andando até a porta.

Pai: Não se preocupe, querida. Eu volto em 30 minutos.

Mãe: Como sei que vai voltar?

Pai: No fundo, você sabe, não sabe?

Ele sorria. Ia até ela, e dava um beijo em seus lábios. Assim, se virando, abria a porta, e no meio daquele inverno, com Neve por todos os cantos de Nova Jersey, ele saia andando.

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Ano: 2027

Voltando para 2027, o ano do Caos, o ano em que aquela paz de 2014 praticamente não existia mais.

Como dito antes, uma bomba havia acertado o meio de Nova York, devastando praticamente tudo ao seu redor. Contudo, isso incluía Nova Jersey, e então a família do pequenino Eitham havia falecido. Pórem, o garoto ainda vivia, e muito bem.

Eitham, dessa vez com 19 anos, tentava seguir uma vida normal em Califórnia, bem longe das explosões. Já havia se formado no colégio, e estava quase acabando sua faculdade de Letras. Para pagar a faculdade, ele tinha um emprego de Entregador de Pizzas. Era o melhor que podia fazer.

E lá estava ele. Andando com a sua motinho de entregador de pizzas pela cidade, voltando de sua última entrega, numa Sexta-feira de tardinha. Parava na calçada, estacionando a moto em frente a Pizzaria, que se chamava ‘’A little Piece of Italy’’, em um letreiro velho.

Entrando na Pizzaria, o garoto tirava o capacete, revelando o que os anos fizeram com ele. Havia mudado totalmente, nem parecia mais com seu pai, como quando criança. Dessa vez, possuía cabelos pretos grandes, mais ou menos até seus ombros. Seus olhos, dessa vez eram amarelados. Exatamente, amarelados. Além disso, havia crescido até os seus 1,78 de altura.

Ia se aproximando do caixa, onde um velho gordo e bigodudo, baixinho, estava sentado.

Eitham: Aqui está o pagamento. – Eitham pegava o dinheiro e dava para o velho, que sorria.

Velho: Heh. Você demorou bastante, vai dizer que foi o trânsito denovo?

Eitham: Eu parei ver uma noticia numa loja de televisões sobre a guerra.

Velho: Seu moleque imbecil, e eu te dei permissão para parar e ver noticiário? Você está sendo pago para ir, entregar a maldita pizza e voltar. E se alguém ligasse, como eu ia dizer que a merda do meu funcionário parou para ver sobre a guerra e a entrega vai demorar um pouquinho? Da próxima vez, eu te demito, seu inútil.

Eitham não ficava puto com aquilo. Apenas se aproximava mais sobre o balcão, botando suas duas mãos lá e fitando o velho.

Eitham: Então me demita, seu gordo idiota. Quero ver se vai existir outro otário além de mim que vai querer trabalhar nessa merda de espelunca, hunf.
O Velho ficava louco de raiva, mas se controlava, sabia que o moleque estava certo.

Eitham: Hoje é dia 1. Cadê meu pagamento?

Velho: Está aqui.

O Velho tirava um envelope branco debaixo do balcão e o abria, tirando o dinheiro de lá.

Velho: 965 Dólares.

Eitham: Me dê.

Velho: Ahn, espere, ainda não fiz os descontos. – Ele sorria, maliciosamente
Vamos ver, ehn... 200 Dólares da comida que você anda comendo por aqui, mais 300 de ficar se atrasando sempre de entrega por entrega, e mais 50 pela gasolina que anda gastando. Diminuindo isso tudo do seu salário faz você ficar com... 415 dólares? Todo seu.

Eitham: Velho filho da puta, isso não é justo, me dê a porra do meu dinheiro todo agora.

O Velho se levantava, e então olhava para Eitham, rindo.

Velho: Ou o quê? Vai me bater? Me matar? Reclamar na polícia sobre os seus direitos trabalhistas? Você é só mais um moleque querendo se dar bem na vida, mas escolheu o país errado para isso. Isso é a América, seu inútil. Agora toma esse dinheiro, e até segunda-feira.

Eitham: Vai se foder, Mario.

E aquela situação em que o jovem Eitham ganhava acabava virando de ponta a cabeça. Mas, discutir não ia adiantar de nada. Ele simplesmente pegava o dinheiro do velho e ia para trás da loja, se arrumar. Saia de lá com sua mochila e vestindo suas próprias roupas, e não mais aquele uniforme fedorento da Pizzaria.

Saia da loja vestindo uma calça jeans rasgada, e uma camiseta dos Ramones. Além disso, usava um colar de prata, com uma espécie de ‘‘A’’ nele. Eitham subia na moto, botando o capacete, e botava a chave nela, indo embora.

Cerca de 30 minutos depois, ele chegava em um mini prédio, completamente destruído, em uma rua igualmente destruída. Qualquer um que passasse por lá diria que aquilo não teria condições de ser habitado, mas o garoto simplesmente parava a moto perto de lá, estacionando-a, e então ia entrando no prédio.

Ao chegar lá, via-se que o prédio parecia ter, no mínimo, 200 anos de existência. A Decoração era muito antiga, e por isso estava destruída, bagunçada, suja cheia de ratos, baratas, e com um fedor desgraçado, mas por incrível que pareça, existia uma senhorinha na recepção. Usava um vestido branco florido, com um óculos fundo de garrafa, sentada, lendo uma revista sobre o resumo das novelas. Eitham passava por ela, sorrindo.

Entretanto, a senhorinha não pensava o mesmo, pegando-o pelo braço, furiosa.

Velhinha: Aonde você pensa que vai, moleque? Quero o dinheiro dos dois meses agora, ou então você sai daqui essa noite mesmo.

Eitham: Achei que fossemos amigos, Senhora Rosenberg. – Ele dizia, ironicamente.

Velhinha: Eu sou amiga dos que pagam o aluguel. Vamos logo. São 210 dólares.

Eitham: ... Velha mal comida.

Ele Tirava do bolso os tais 210 dólares e entregava para velha, que abria um sorriso praticamente igual a de alguém que acabou de roubar um banco.

Eitham: Feliz agora?

Velhinha: Pode subir, meu querido. ^^

E era o que ele fazia. Subia as escadas, chutando eventuais baratas e ratos em seu caminho, até chegar em seu apartamento, 201. Tirava as chaves do bolso da calça, abrindo a porta e entrando. Chegando em casa, notava mais uma bagunça: Comida pela casa, revistas bagunçadas pelo chão, cadeiras e mesa tortas, baratas andando pela casa, etc. Tudo normal para o garoto. Deixava o capacete da moto na mesa e ia até a cozinha, abrindo a geladeira e tirando de lá uma latinha de Coca.

Logo em seguida chegava e se sentava no sofá, pegando o controle e ligando sua televisão, que por acaso, era bem antiga, e pequena, cerca de 18 polegadas com arranjos em madeira.

Eitham: Tenho um sério problema com gente velha, puta que pariu – Dizia, respirando fundo e abrindo sua lata de coca


A TV estava passando um noticiário sobre a guerra, com dois repórteres numa mesa dando as noticias, como sempre, um homem e uma mulher elegantes.

Homem: E agora, mais noticias sobre a tal chamada Guerra de 2027.

Mulher: O Presidente da Rússia, Mikhail Konovich, emitiu uma carta hoje de manhã ao presidente dos Estados Unidos, se desculpando pelo o ataque dos mísseis, e também afirmando que a Rússia não teve nada a ver com o incidente, e sim um grupo terrorista.

Homem: Daqui a dois dias os dois presidentes farão uma Reunião em Washington, tentando assim fazer um tratado de paz e acabar com possível guerra entre os países.

Mulher: E agora, as noticias de esportes.

Eitham: ... Foda-se os esportes.

O Garoto apontava o controle para a televisão e a desligava.

Eitham: Well... Tomara que essa confusão acabe logo. Pelo menos assim isso acaba com as mortes que esse grupo tá fazendo..

Eitham: E que sono. Amanhã não trabalho. É uma boa para chamar aquela Lana da faculdade para sair. Gostosinha ela. É... Quem Sabe.

É, era uma boa ideia. Eitham rapidamente tirava o celular do bolso, revelando ser um Nokia Tijolão, que Por mais velho que fosse, ainda sim estava em perfeito estado. Ligando o, e esperando alguns minutos, ele mandava uma mensagem.

‘’Restaurante amanhã? Tudo por minha conta.’’

Que em questão de segundos era respondida por outra mensagem.

‘’Claro! Estarei pronta as 20:00.’’

Ele abria um sorriso. Assim, se inclinava no sofá, sonolento, e esticando suas pernas, dormia, lá mesmo.

Talvez amanhã seja um dia melhor.

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Sábado, 18:23,
2027

Por melhor que tenha sido aquela ideia de chamar a tal Lana, a garota mais bonita e mais rica da faculdade para sair, Eitham no fundo sabia que não tinha dinheiro, e nem roupas decentes para se vestir. E por já estar bem perto das 20:00, sua preocupação aumentava.

Ele passeava pelas ruas da California de noitinha, com sua moto, e as mesmas roupas de antes.
Não tinha tempo o suficiente, teria de tomar uma decisão precipitada.


O garoto estacionava a moto em uma rua qualquer, e então, saia dela, ainda com o capacete. Andava pela cidade, tranquilamente, pensativo, e calculista.

Depois de andar por uns 15 minutos, ele parava perto de um grande Restaurante, aparentemente frequentado só pela alta sociedade, já que vários carros caros e pessoas bem vestidas saiam e entravam de lá. ‘’Le Petit Plaisance’’, seu nome. Eitham Simplesmente encostava em um poste, e então, ficava por lá. Ele tramava algo.

E depois de mais ou menos 20 minutos, um casal saia do restaurante, um homem e uma mulher, bem vestidos e elegantes, conversando. Seguiam a rua até mais ou menos chegarem perto de um Camaro, de cor vermelho, e com várias peças modificadas, de aparência futurística. Exatamente nessa hora, o garoto saia do Poste e ia andando rapidamente até chegar perto do casal, que se assustavam com sua presença

Eitham: Boa noite, senhores. – Dizia, calmo

Homem: Boa noite. Gostaria de alguma coisa, garoto?

Eitham: Sim, sim. Tá vendo esse carro vermelho?

Mulher: O que tem ele?

Eitham: Vocês vão me passar ele.Ele, o dinheiro que vocês tem, joias, tudo.

O homem, aparente dono do carro, começava a rir, ironicamente.

Homem: Ah, é? Vou mesmo? Vocês moleques insolentes acham que podem pegar tudo, e que nós, ricos, somos otários de ter medo. Deixa eu te falar uma coisa, Robin Hood, isso é a América.

O Homem tirava do seu paletó uma 9mm, dourada, e a apontava para Eitham, puto.

Homem: Vou te dar uma chance de ir embora daqui e arranjar um emprego, ter uma vida justa. Desista dessa ideia, ou eu te mato.

Eitham: Hunf. Desculpe, senhor. Foi um erro meu tentar te assaltar. Agradeço por não me matar.

Eitham dava as costas para o casal e andava, normalmente. Para a surpresa do casal rico, que achava que ele ia tentar alguma coisa. A mulher suspirava de alívio, enquanto seu acompanhante ia abaixando a arma, lentamente.

Talvez esse havia sido seu pior erro.

Quase automaticamente, Eitham se virava, e ia correndo até o homem, como a porra de um Leopardo furioso, indo atrás de sua presa. Talvez tão rápido quanto. Tirava do bolso da sua calça uma faca, daquelas de cozinha, e então a cravava com tudo na barriga do homem, que gritava de dor. Tirava a faca, e então a cravava mais vezes pelo peito do homem, fazendo ele praticamente uivar de agonia. Sua mulher, gritava, como uma louca, morrendo de medo, fazendo Eitham olhar para ela, e depois de um chute bem dado na cara do praticamente morto Sr. Rico, ia andando e segurava seu pescoço.

Eitham: Calada, sua vadia. Não queremos que a atenção de outras pessoas venha para cá, não é? Fique quieta, ou vai ter o mesmo destino do camarada ali.

Eitham dava um tapa na mulher, que caia no chão, chorando mais ainda, porém baixinho. Enquanto isso, ele ia até o homem, caído no chão, e então começava a procurar por sua carteira.

Enquanto isso, o próprio homem já ficava quase desacordado, pórem, vivo.

Homem: Seu... seu filho da p.. puta... você nu...nunca vai se safar dess...a... seu animal... – Falava, com dificuldade.

Eitham: Esse é o problema de vocês ricos. Sempre acham que nós, pobres, somos inferiores a vocês.

E depois de procurar, finalmente encontrava a carteira do homem, abrindo-a. Lá, tinham 3 cartões de crédito, um cheque em dinheiro de 6.000 dólares para uma empresa, com o nome de Abstergo, e 2500 dólares.

Eitham: Bingo. – Falava baixinho, enquanto pegava todo o dinheiro e os cartões, deixando o cheque por lá mesmo. Continuava a procurar pelo bolso, até encontrar um chaveiro, com a chave do Camaro e de mais alguns lugare. Pegava tudo, tirava a arma da mão do homem e ia até o carro – Foi um prazer.

Eitham Entrava no camaro, acelerava, e saia voado do lugar. O Mais rápido que podia. Enquanto isso, a mulher ia correndo até seu suposto homem, chorando, desesperada.

Com o dinheiro e o carro em mãos, ele só precisava mudar de roupas. Eitham parava o carro, passando em uma loja de roupas de ricos, e voltava de lá com um Blazer preto, seu cabelo arrumado e bem perfumado. Além disso, guardava uma espécie de porta joias no bolso do terno, e fazia seu caminho até a casa de sua amada.

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Já eram 20:00, e lá estava Eitham, em ‘’seu’’ mais novo carro, em frente a uma espécie de mansão branca. Ele esperava lá, atrás dos portões, até eles abrirem, e deles, sair uma garota linda, com um vestido vermelho, morena dos olhos castanhos, se aproximando do carro.

Eitham: Está linda. – Dizia, sorrindo.

A garota abria a porta e entrava no carro, dando um beijo na bochecha de Eitham, sorrindo.

Lana: Nossa. Você é mesmo rico! – Ela dizia deslumbrada com todo aquele luxo.

Eitham: Não acreditou, minha linda?

Lana: É só que... Da última vez que nos vimos na faculdade, você estava todo mulambento, sei lá. Parecia um bolsista.

Eitham: Eu tinha me atrasado para a aula, e então tive que ir correndo com qualquer roupa. Mas sou sim rico, Herdeiro da família James.

Lana: Nunca ouvi falar. Bem, qual restaurante vai me levar?

Eitham: Eu não sei. É você que escolhe, pode ser em qualquer um.

Lana: Hum... Eu estava pensando em ir no Le Petit Plaisance, é um restaurante muito bom e fica um pouco perto daqui.

Eitham parava por um minuto. Respirava fundo, começava a suar frio, a ficar nervoso. Aquela situação até poderia ser uma espécie de castigo do cara lá de cima para o garoto, mas ele tinha que contornar a situação. Pense só, ir jantar no restaurante que ele cometeu um assassinato, seguido de um roubo?

Pensando rápido, ele abria um sorriso para a garota.

Eitham: Acho que não vai dar – Fala rapidamente, demonstrando seu nervosismo.

Lana: Ué, por que? Não tá com dinheiro?

Eitham: Não... Não é p-por isso. Acabei de vir de lá. Aparentemente aconteceu um assassinato, um adolescente esfaqueou um cara que saia por ali, provavelmente queria assaltá-lo. Tenho medo desses vagabundos tentarem algo com a gente também.

Lana: Ai meu deus, sério!? – Ela ficava espantada – Mas aquela área sempre foi segura! Tudo bem, então. Eu tenho um outro restaurante para ir. Se chama First Heartbeat. É ótimo também, não tanto quanto o Le Pétit, mas ainda sim é ótimo. ^^

Eitham: Tudo na boa, então. Só vai me dizendo aonde é.

Os dois sorriam, e então, iam até o tal restaurante, com o tal Camaro que a pobre garota não fazia ideia de como tinha sido arranjado. Tudo estava conforme o plano do garoto. Nada podia dar errado.

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Sábado, 21:45
2027
Saída do First Heartbeat


Os dois haviam tido uma ótima noite. Haviam jantado, conversado sobre praticamente tudo.Bebido, etc . Qualquer um que passasse e visse os dois imaginaria que seriam bons namorados. Além disso, com o dinheiro do assalto, Eitham havia pago pratos bem caros para a garota, vinhos caros, etc.

Entretanto, já era tarde, e Eitham havia sido esperto o suficiente para embebedar a garota na quantidade certa. Agora, com certeza ele a levaria para algum motel, e ele teria o que queria, a porra de uma transa com a garota mais gostosa da faculdade.

De mãos dadas, os dois iam até o carro roubado de Eitham, enquanto Lana ria a toa,andando desengonçada. Ele dava um sorriso malicioso, abrindo a porta e mandando-a para o carro, enquanto ele dava a volta e entrava também. Começava a dirigir o carro.

Eitham: Que tal... Irmos para um lugar mais calmo? Só eu e você?

Lana: Vamos... Eu quero ver do que você é capaz...

Eitham: Como é que é?

Lana: Me leve para um Hotel. O que está esperando? Vamos... – Ela ria, sozinha.

Eitham ficava calado por um tempo. Nunca um plano dele havia dado tão certo quanto esse, mas então, era hora de aproveitar.

Eitham: Vamos nessa então. Não vai se arrepender.

E com o impulso da situação, ele pisava fundo no acelerador, fazendo o carro sair voado, numa velocidade de pelo menos uns 190 por hora. Os dois ficavam num silêncio por 15 minutos, aproximadamente, sem se falar ou nada. Estavam se preparando mentalmente, talvez. Eitham mal podia se segurar, já estavam quase chegando perto do motel. Nada podia dar errado.


Ou será que não?

Fazendo uma curva brusca, e entrando em uma ruazinha, Eitham se deparava com um sujeito, um homem caindo do céu até o chão, em pé. Ele não sabia o que havia acontecido, tomava um susto, freando-o carro, feito um alucinado, que fazia um barulho de freio pior do que um piano caindo em cima de um gato. Graças ao sinto de segurança, nenhum dos dois haviam se ferido, porém, com o susto, a garota vomitava o carro todo.

Ficando alguns segundos de olhos fechados, Eitham recuperava o fôlego, olhando para a frente. O Sujeito continuava lá, no final da rua, parado, olhando o carro. Parecia a porra de um espírito, um vulto. Mas então, ele ia se aproximando. Cada vez mais e mais do carro. Andava tranquilamente, esbanjando um sorriso. Quanto mais ele se aproximava, mais era clara a sua aparência: Usava um terno, totalmente preto, com gravatas e etc. Além disso, um óculos escuro e cabelos loiros, penteados para trás.

Eitham não perdia tempo, tentava engatar a ré e ir embora Dalí, mas por algum motivo, o carro não respondia. Ficava tenso. Tentava mais vezes fazer a mesma coisa, mas era inútil. Tempo suficiente do homem chegar a uns 5 metros do carro. Não tinha jeito. Desesperado, ele tirava o cinto, abria a porta do carro e ficava de pé. Tirava do seu próprio terno a 9mm dourada que havia pego do tal Rico, e rapidamente, a apontava para o Misterioso homem, que ria.

Eitham: Não se aproxime! Quem é você e o que você quer?! É um espírito, Demônio, o que você é?!?!?! – Gritava, assustado.

???: .... EAHEAHUEAHEAUEHAUEAHUEAHUEEA – Ele ria, loucamente. Eitham não entendia nada daquilo, mas aquele cara parecia estar rindo de algum Stand-up comedy famosíssimo, pelo jeito que ria.

???: Você é uma figura, moleque. Eu estava te procurando. É difícil te encontrar.

Eitham: Me procurando?! Você me conhece?!

???: Longa história, longa história. Mas agora, não há tempo, temos que ir embora, rápido, estão te caçando.

O Homem se aproximava mais de Eitham, que, com medo, disparava uma bala da 9mm, esperando matar o tal cara. Este simplesmente desviava da bala com uma facilidade ridícula, apenas se virando para a esquerda, e então, correndo numa velocidade tão inacreditável quanto a sua esquiva, chegava frente a frente ao garoto, segurando o braço que segurava a arma e o torcendo, fazendo Eitham largá-la. Logo em seguida, dava uma sequência de joelhadas na barriga do garoto, que caia no chão, gritando de dor.

???: Nunca, nunca mais tente fazer isso, seu moleque imprestável. Já pensou se eu levasse um tiro disso? Acho que não pensou. É, provavelmente não pensou. =_=

Eitham: Mas quem diabos é você!?!? Eu nunca te vi na vida... ARGH.

???: Pois é, eu sempre me esqueço que você não me conhece, mas eu te conheço. É muito estranha essa nossa relação, mas eu te explico no caminho, agora, VAMOS PORRA.

Eitham: EU NÃO VOU PARA LUGAR NENHUM COM VOCÊ, EU NUNCA TE VÍ NA VIDA!

Nesse momento, Lana saia do carro, com seu vestido vomitado, correndo desesperadamente até Eitham. Esta se ajoelhava, olhando para o mesmo.

Lana: Eitham! Eitham o que houve!? Quem é esse cara?! E o que houve com o carro?

Eitham: Lana... – Notava a presença da garota, ainda meio tonto. – Lana... LANA, SAIA DAQUI, ESSE CARA É UM MALUCO.

???: Só um minuto, foi VOCÊ é que começou a atirar, patife. e_é – Ele ria, com um tom sarcástico, até ficar sério outra vez. Olhava atentamente a tal Lana, e então, dava uns passos para trás.

???: Puta que pariu – Dizia, preocupado – Isso é pior do que eu pensei. Eles já estão na sua cola faz dias. Temos pouco tempo.

Eitham: DO QUÊ DIABOS VOCÊ TÁ FALANDO!?

Eitham se levantava, e então correndo e dando um pulo, tentava acertar um soco na barriga do tal sujeito, que simplesmente pegava o punho do garoto, e então, dando outra joelhada, fazia ele se afastar.

Logo em seguida, ele tirava do seu terno um Revólver, outra 9mm, dessa vez preta e com um silenciador. Com apenas 2 segundos, ele olhava a tal garota, mirava e atirava em sua cabeça, fazendo-a cair no chão.

Eitham olhava tudo aquilo, não acreditando no que via. Em apenas alguns minutos, tudo o que havia planejado dava errado, e agora, aquilo. A Garota com quem saia havia acabado de levar um tiro de algum maníaco, potencial a psicopata, ou qualquer outro termo que encaixasse no tal cara.

Ele não tinha outra reação. Dava um grito. Um grito de fúria, um grito de desespero, talvez de medo. Ele olhava furioso o tal homem, e então, com todas as suas forças, se levantava mais uma vez e partia para cima do misterioso sujeito, mais uma vez em vão, já que este pulava para trás, e então, segurava as sequências de socos que Eitham tentava aplicar, até se cansar. Depois disso, segurava as mãos de Eitham, e assim começava a correr junto com ele, puxando o garoto.

???: Rápido, precisamos ir logo.

Ele dizia aquilo num tom calmo, deixando Eitham ainda mais nervoso, que tentava largar as mãos do cara, a toa.

Eitham: Para aonde você tá me levando, seu filho duma puta!? – Gritava, furioso.

???: Te salvando. Temos que entrar no carro, antes que eles...

Rapidamente, o tal cara era interrompido por um estrondo. Um barulho, altíssimo, que vinha dos céus. Com o susto, os dois olhavam para cima, vendo que um prédio havia sido explodido, e então parte dele começava a cair. O Homem de terno corria mais rápido, segurando o braço de Eitham, e então, virava uma rua. Logo em seguida, outra explosão. Mais um prédio havia caído. Eitham não entendia nada daquilo, mas começava a perceber que aquela não era a hora para tentar se vingar do cara que havia matado sua garota. Engolindo o seco, ele simplesmente seguia correndo.

Ao virar mais uma rua, Eitham percebia um Siena totalmente preto, no meio da rua. Nessa hora, o homem largava Eitham, e então ia correndo para o carro.

???: Entra aí rápido- Dizia, com pressa – Eu te explico tudo no caminho, mas agora vamos, porra.

Sem comentar nada, e com medo de perder sua vida, Eitham abria a porta de trás do carro e entrava lá, fechando-a logo em seguida, com força. Segundos depois, o homem entrava no carro também. Tirava as chaves do bolso da calça, ligava o carro e então saia do local.

???: Acho que conseguimos... Ah, Eitham, consegui te salvar, me sinto mais foda por isso.

Eitham: Seu filho da puta, quem diabos é você? Como sabe meu nome!? E porque matou a Lana!? Eu devia te matar por isso, se não fosse por aquela loucura lá atrás!

???: Fique calmo, moleque. Eu Falei que eu ia explicar, vou explicar. Primeiramente, meu nome é Jack. Eu era... um amigo do seu pai, antes dele falecer.

Eitham: Por isso me conhece?

Jack: Sim e não. Venho te observando desde os 5 anos de idade, você tem um grande potencial Eitham. Mas tem que aprender a usá-lo, e não assaltando e assassinando pessoas inocentes. – Ele virava o rosto para o banco de trás, sorrindo, enquanto Eitham virava o rosto, fingindo não ver aquilo.

Jack: Eu pertenço a uma ordem chamada de Hashashin. Ou Assassinos, tanto faz. Essa ordem tem como objetivo lutar contra os templários, que são nossos inimigos. É uma luta secreta, que durou anos e acontece até hoje. Tentamos manter a ordem mundial.

Jack: Praticamente todos os caras maus que você viu na sua vida devem ser Templários. Políticos, presidentes, etc. E eu tenho certeza que nesse momento essa besteira já deve estar fazendo sentido nessa tua cabecinha de adolescente retardado, não é? Seu pai te contava histórias parecidas.

Eitham ficava em silêncio. Por um minuto se lembrava das histórias que seu pai contava quando ele era criança, sobre Templários e Assassinos. Mas, aquilo era besteira para ele, continuava em silêncio, ouvindo o que Jack tinha a dizer.

Jack: Eu te peguei aqui, justamente por causa desse seu potencial. Os templários, nossos inimigos, não vão deixar o filho de um dos maiores Assassinos que já existiu assim, andando por aí. Eles querem sua cabeça, moleque, a todo custo. E é por isso que estou aqui, para te salvar, para te treinar.

Eitham: Hey, hey, espera aí. Você deve estar muito bêbado, meu camarada. Meu pai era um Dono de empresas, não um cara que sai matando por aí a toa.

Jack: Era isso que ele queria que você pensasse. Seu pai, John, era o Líder dos Assassinos dessa época, e ajudou a acabar com muitos planos dos templários.

Eitham: Eu não acredito no que você tá falando, maluco.

Jack: Então olhe com seus próprios olhos, moleque.

Jack abria o toca fitas do carro, tirando de lá duas fotos, dando-as para Eitham.

Em uma delas, Jack e o pai de Eitham estavam abraçados, junto com um monte de caras irreconhecíveis para Eitham, todos de terno preto, uma sala branca.

Na outra, um choque. Lá estava o pai de Eitham com as roupas rasgadas, caído no chão, todo ensanguentado. Havia furos pelo seu Tórax, e um pé em cima do seu pescoço, apoiando.

Eitham ficava assustado. Tacava as duas fotos para longe, com os olhos arregalados, e tremendo. Ficava furioso. Olhava sério para o tal Jack, gritando.

Eitham: Que porra de foto.... QUE PORRA DE FOTO É ESSA!?

Jack: Triste, não? A Segunda Recebi por E-mail dois dias depois que seu pai foi enterrado. Os Templários o mataram, e não um acidente de carro como sua mão havia mentido para você. Seu pai era um Assassino. E era meu melhor amigo.

Eitham ficava em silêncio. Toda aquela reviravolta naquela noite podia, talvez, ter sido esclarecida por causa daquelas fotos. Porém, ele não queria acreditar naquilo. Ele só queria sair daquele carro e voltar a viver sua vida simples.

Jack: Eitham... Sabe aquela garota? A que estava com você? A 4 anos os templários haviam feito uma espécie de um Nano Rastreador, algo microscópico. Assim, eles podiam injetar aquilo no sangue da pessoa e ela ficaria sob os olhos deles até o sinal acabar. Plantaram a mesma coisa naquela garota, mas não para observá-la, e sim para TE observar. Durante toda a sua vida veio algum templário tentando te matar, você pode não ter percebido. Mas eu estava lá te protegendo, esperando você fazer 19 anos. Só assim eu podia vir aqui e te chamar para o nosso esconderijo, para te treinar. Os templários...

Eitham: PORRA, FODA-SE OS TEMPLÁRIOS. VOCÊ SÓ SABE CULPÁ-LOS? VOCÊ É CHATO PRA CARALHO, CARA, TEMPLÁRIOS, TEMPLÁRIOS, TEMPLÁRIOS. EU NEM ACREDITO NO QUE VOCÊ DISSE. PARA ESSE CARRO, EU VOU VAZAR AGORA.

Jack: ... Okay então, seu bostinha, vamos lá.

O Carro parava no meio da ponte Golden Gate, aparentemente vazia. Eitham saia do carro, logo em seguida, Jack.

Jack: Vamos lá então, vá embora! Eu venho te protegendo esses anos todos a toa! Volte para lá e morra! Faça com que a morte do meu amigo tenha sido em vão!

Eitham: CALA A PORRA DA SUA BOCA! VOCÊ PERDEU UM GRANDE AMIGO, MAS ESSE SEU AMIGO ERA O MEU PAI! PERDI ELE, PERDI MINHA MÃE, E VOCÊ MATOU A GAROTA QUE EU GOSTAVA! VOCÊ É UM MANÍACO!

Jack: OLHE PARA SÍ MESMO, GAROTO! OUÇA O QUE ESTÁ DIZENDO. EU PERDI UM GRANDE AMIGO, MAS ESTOU ATÉ HOJE FAZENDO O QUE ELE PEDIU PARA EU FAZER: TE PROTEGER. AQUELA SUA NAMORADINHA JÁ ESTAVA DESTINADA A MORRER DESDE QUE PLANTARAM O CHIP NELA. EITHAM, VOLTE AGORA. VOLTE E VOCÊ VAI TER DE VOLTA SUA VIDA NORMAL POR 45 SEGUNDOS. DEPOIS VÃO TE MATAR. E AÍ TUDO O QUE SEU PAI ME PEDIU FOI EM VÃO.

Eitham: CALA A SUA BOCA!

*Eitham berrava, com seus olhos cheios de lágrimas. Explodia, furioso, caindo de joelhos no chão e batendo seus punhos no asfalto o mais forte o possível. Enquanto isso, o tal Jack ficava calado, por uns segundos. Respirava fundo, tirava seus óculos pretos do rosto, esfregando sua mão no seu rosto.*

Jack: Eitham... Se não acredita em mim, se não acredita nessa história maluca que eu estou te contando agora... Se acha mesmo que sua vida vá voltar ao normal e que eu sou um cara velho, bêbado e maluco, venha comigo. Eu te provo que não estou mentindo. Para falar a verdade, é completamente normal esse seu comportamento. Não levamos em conta que você poderia agir assim. Vamos lá, levante-se.

*O garoto pensava, por uns instantes, mas o tal cara estava certo. Podia estar mentindo, mas Eitham precisava comprovar a morte do seu pai.*

Eitham: ... De acordo. Eu vou com você. E você tem 8 horas para me provar isso. Se não eu te mato... Vingo a morte da Lana.

*Jack se aproximava de Eitham, estendendo as mãos para o garoto se levantar. Eitham se segurava, e então se levantava, enxugando as lágrimas, voltando a ficar sério. Os dois se olhavam, enquanto Jack sorria para o garoto.*

Jack: Anda, vamos para o carro antes que seja tarde demais...

*E então, rapidamente, começava a ventar perto de onde Jack e Eitham estavam, junto de um barulho de hélices, que ficava cada vez maior. Aquele barulho ia se aproximando, até então aparecer pelas redondezas da ponte um Helicóptero Cobra, modelo AH-1w. Era enorme, 3 vezes maior que um convencional, totalmente preto. Nele, haviam equipadas várias metralhadoras e mísseis. O Helicóptero parava próximo aos dois com uma voz falando no Megafone*

Voz: Finalmente, Jackie! Que bom que encontrou o garoto. Agora pode nos trazer ele até aqui e depois nós terminamos o serviço que começamos com John, okay?

Jackie: Merda. Nos encontraram. – Ele dizia, surpreso.

Eitham: Quem são eles?

Jack: Nossa prova número 1 de que eu não sou um velho bêbado. Vieram para te pegar e me matar. Felizmente, podemos escapar.

Eitham: Como?

Jack: Eles não vão me matar enquanto não tiverem certeza de que não podem te ferir. Ou seja, enquanto vocÊ estiver comigo, não vão tentar fazer nada muito drástico.

Eitham: Pode definir isso?

Jack: ... Explodir a gente, por exemplo. Eitham, entre nesse maldito carro agora. Vá para o banco do lado. Rápido.

*Eitham acenava com a cabeça um positivo, e então ia andando em direção ao carro, abrindo a porta do passageiro e entrando. Para a surpresa do garoto, o Helicóptero não tentava nada.*

*Enquanto isso, Jack ficava do lado de fora.*

Jack: OLÁ, TOMY, BELEZA? JÁ FAZ UM TEMPO, NÉ? ENTÃO, O GAROTO NÃO PODE VIR AGORA. SABE COMO É ESSA VIDA DE ADOLESCENTE, RIGHT? MAS ELE TE MANDOU UM PRESENTINHO.

*Jack tirava do terno uma granada de coloração azul. Tirava o pino e a tacava para o Helicóptero, enquanto ele se virava e entrava no carro. A Granada explodia, fazendo uma luz fortíssima brilhar no local. O Helicóptero então se inclinava para a esquerda, batendo com uma das hélices na ponte, e então caindo sobre ela. A ponte assim começava a se quebrar, enquanto Jack ligava o carro e ia dirigindo pelo outro lado da ponte*

Eitham: Quem é esse seu ‘’amigo’’? E o que ele quis dizer com terminar o que começou com John? Estava falando do meu pai?

Jack: É. Vamos dizer que ele foi um dos caras que ajudou na morte do seu pai. Mas agora não é hora para explicar isso. Eu tenho que te provar de uma vez por todas que estou certo. Eitham no porta luvas tem uma granada. Eu preciso que você arremesse-a no meio da ponte para ela explodir, ou então o Helicóptero vai começar a atirar.


Eitham: Mas você falou que ele não ia tentar te matar enquanto estivesse comigo.

Jack: Ele vai atirar na ponte para nós cairmos no mar. Só aí já seria o suficiente para ele me matar e te pegar. Agora faça, rápido.

*Ainda meio nervoso, Eitham procurava no porta luvas a tal granada. Abria-o, e ela estava lá. Sem hesitar, Eitham tirava o pino dela e a tacava para fora do carro, o mais longe que podia. A Granada então explodia. Mas não era uma explosão de uma granada normal, ela realmente fazia um estrago. Uma explosão que quebrava a ponte, fazendo pedaços dela irem ao mar. *

*O outro lado da ponte, ainda meio frágil com a queda do helicóptero não aguentava e caia no mar também, fazendo o Helicóptero ir a água. *

Eitham: Como diabos uma granada fez isso?

Jack: Nunca falei que era uma granada normal. Mas tudo bem. Eitham, estamos indo em direção a Tijuana. Lá tudo fará sentido pra você.

Eitham: Tijuana? Como acha que vamos ao México de carro?

Jack: E quem te falou que é um carro normal? – Ele ria, tranquilamente.

E o carro seguia em direção a Tijuana, no México.

A Noite de Eitham havia se acabado. Pra falar a verdade, a vida dele havia se acabado naquele dia. Ele não sabia se o tal Jack falava a verdade. Mas haviam tentado lhe atacar duas vezes naquela noite, então não tinha muitas escolhas a não ser ir com ele.

Fim do cápitulo 1

Next Target: Sanchez

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.