Assassinos Soviéticos - 1 Temporada

11 Capítulo 7: The famous triangle KGB


Notas iniciais
Bom gente desculpe pela demora, mas minha está uma correria com a minha escola que é em formação normalista o que pega bom tempo da minha vida , sem contar que estou resolvendo algumas coisas sobre minha inscrição no curso de inglês e sobre meu estágio para escola. Mas enfim aqui está mais um capítulo especialmente para vocês. Gostaria também de agradecer a leitora NicoleBarnes por ter recomendado a fanfic. Linda esse capítulo é especialmente para você. Vcs viram a nova capa da fanfic? ( Eu simplesmente amei ela e agradeço a design Makinlly do PD por esse trabalho lindo). Lindos(a) o novo trailer dos Vingadores foi simplesmente perfeito sem falar na cena do quase beijo entre a Black Widow e o meu queridíssimo Hulk( Sou Hulkwidow assumida ❤❤❤❤) E mais um recadinho sobre o futuro fanfic: Infelizmente AS vai ter 26 Capítulos na 1° Temporada, então com certeza ela vai ser terminada em breve e a tão pedida continuação da minha one-shot Só por uma Noite ? será postada no seu lugar . Quem quiser dar uma olhada aqui tem o link dela : http://fanfiction.com.br/historia/578087/So_Por_Uma_Noite/ LEIAM AS NOTAS FINAIS!

POV Narrador

São Petersburgo — Rússia 14 de Maio de 1949

Uma semana tinha se passado desde que tinha pegado Natália e James na cama. Uma semana que tinha desligado seu coração e sua mente tendo como consequência trazido seu lado mais frio à tona.

Fintava a grande neve que caia na floresta atrás da base onde só se encontrava um pontinho preto em meio à tanto branco sentado naquele frio russo, mas para aquela figura ali era bastante confortante como os braços que um dia jurou que lhe amaria. Ali era seu refúgio de todos os problemas, missões e a mais nova categoria: traição e amargura.

Nos últimos dias vinha sentindo-se estranha e cansada. Parecia que sua força estava sendo sugada, arrancada de dentro do seu corpo sem falar que os seus ferimentos agora estavam demorando a se cicatrizarem coisa que nunca ocorreu antes. Soltou um suspiro frustrado fazendo uma pequena neblina sair de sua boca fazendo-a sorri o primeiro sorriso verdadeiro da semana.

Foi quando sentiu a famosa sensação tão familiar que sentia quando James estava por perto. Não se deu o trabalho de se virar, mas segundos depois o sentiu sentando-se ao seu lado. Lindo com sempre fora mesmo com as cicatrizes e o braço de metal que seu corpo tinha. Corpo que ela decorou cada pedacinho, cada toque e cada beijo.

— O que você está fazendo aqui? – ela perguntou calmamente para James.

— Queria te ver. – respondeu fazendo a ruiva olhar nos seus olhos. Os olhos azuis cravados no verde tempestuoso que olhavam a ruiva com sentimentos indecifráveis.

— Eu não tinha sido clara na semana passada? — perguntou. Ele nunca esqueceria aquele dia. Ver o rosto da ruiva banhado em lágrimas o fez se sentir o pior homem. — Zola tinha me avisado para eu não me envolver com você, mas a teimosa aqui não ouviu e deu no que deu. – completou apontando para si mesma.

— Você não sabe como eu estou me sentindo com esse peso do que eu fiz com você. – sussurrou pegando a mão da ruiva do colo da mesma e prendendo entre seus dedos.

— Vou embora. – a ruiva se pronunciou depois de alguns minutos de silencio entre os dois. Levantou-se do banco e abraçou o próprio corpo tentando se proteger do frio.

— Já esperava por isso. -responde melancolicamente para a ruiva que apenas se limitou sorrir.

— Das grandes traições iniciam-se as grandes renovações. – falou para o Soldado que se limitou a sorrir enquanto admirava a ruiva.

Olhou a ruiva se afastar indo em direção ao homem que há esperava próxima aonde eles estavam. Pode perceber que se tratava de Igor Budkovskiy o homem que ele mais desprezava em sua vida, mas sabia que isso era por causa do antigo caso que ele teve com Anya. Sabia que com o que tinha feito agora suas chances com ela com certeza tinham diminuído consideravelmente e as de Igor tinham aumentado e só de pensar nisso dava-lhe uma grande raiva surgir dentro de James.

— Você não pode desistir dela. – a voz falou e James percebeu ser Mikhail pai de Anya.

— Eu deveria ser a pessoa a última pessoa do mundo que você deve querer ver agora. – James respondeu o homem que apenas riu ao constar que a confusão do soldado.

— Acredite, eu tenho pena de você. – rebateu em resposta. — Natália Romanova não é um tipo de mulher que devemos confiar. – completou agora sério.

— Não entendi. – James respondeu ao homem que se sentou ao seu lado no banco.

— Nós somos a HYDRA meu jovem e Natalia é a KGB. – falou simplesmente.

— Então a Natália é uma traidora? – ele perguntou ao homem apenas assentiu em resposta.

— Não é à toa que ela é chamada de Black Widow. — Mikhail falou sem olhar nos olhos do jovem. — As Romanoff’s são as piores Soldier principalmente Anya Romanoff. – completou sorrindo ao ver a confusão do jovem ao saber a verdade.

— Elas são irmãs? – perguntou em choque tentando digerir essa bomba.

— Sim, mas não sabem e nem podem saber. – respondeu ao jovem.

— Isso não pode ser possível, eu traí... – ia terminar de falar mas a frase não saiu. Não conseguia terminar de falar a verdade: Que foi usado e acabou perdendo a mulher que amava.

— Mas, você vai se vingar James Buchanan Barnes. – falou para ele que em milésimos de segundos os nomes lhe soavam muito familiares.

— Isso soa tão estranho. – murmurou olhando a neve que caia com mais densidade.

— Eu sei muito bem o que é isso ainda mais quando se trata de minha filha Anya. – falou tentando fazer alguma graça. — Um dia você vai se lembrar da minha conversa e vai perceber uma coisa. — completou enquanto caminhavam em direção a base.

— O que é? – James perguntou curioso.

— Se voltar é porque sempre foi seu. – respondeu para o jovem que em troca sorriu.

E ela seria sua novamente.

POV James Barnes

Tempos Atuais – 20 de Dezembro de 2014

O corredor da Torre se encontrava vazio e escuro. Mas eu não tinha medo e ainda precisava achar ela: A causadora de tudo que tinha e estava acontecendo com Anya. O percurso estava ficando pequeno até que me deparei em frente a sala de treinamento da luxuosa Torre.

E lá estava ela. Como a primeira vez que a vi em 1948. Reparando nela percebi que o tempo foi generoso tanto com quanto com Anya sem falar de mim mesmo, porém o meu sentimento de achar Anya fazia a minha raiva se concentrar totalmente em Natália Romanova ou mais conhecida como Natasha Romanoff vulgo Black Widow.

— Tudo começou em 1945. – ouvi sua voz falando fazendo-me olha-la. — Eu tinha 17 anos quando nos conhecemos realmente. — completou enquanto ainda continuava de costas para mim.

— Por que você está me contando isso? – pergunto tentando parecer desinteressado.

— Sua missão foi a de fazer um atentado contra o meu pai adotivo, Ivan Petrovic, na época um soldado da Gestapo. – falou enquanto continuava a se exercitar sem nem ao menos olhar-me nos olhos. — Usaram ele para me convencer a fazer parte do programa Black Widow. — completou dando de ombros.

— Por que eu deveria acreditar em você? – pergunto aproximando-me dela.

— Porque eu fui inocente o bastante para me apaixonar pelo cara que destruiu a minha vida e a da minha melhor amiga. – respondeu enquanto me encarava fixamente. — E eu me arrependo amargamente de tudo o que eu fiz a Anya passar no processo. – completou. Eu fintava a ruiva confuso, porém eu não podia discutir e brigar por algo que eu nem consigo me lembrar.

— Eu não me lembro. – respondi sincero. Se aquilo era uma troca de verdades eu teria que dizer tudo o que eu sabia e não sabia.

— Lembro-me que quando eu conheci Anya, eu tinha 8 anos. Juntas nós éramos filhas adotivas de Taras Romanoff e a partir disso começamos a sermos criadas juntas como se fossemos irmãs de sangue. – falou enquanto retirava as faixas envoltas das suas mãos.

— O que realmente aconteceu em 1949? – pergunto e vejo as feições de Natasha mudarem para algo mais melancólico. Mais sombrio. E sinceramente eu tinha medo de descobrir o que realmente estava por trás disso tudo.

— Muitas coisas aconteceram em 1949, porém de todos os acontecimentos que aconteceram o que mais nos marcou foi quando você teve que fazer sua escolha definitiva. – respondeu se aproximando lentamente até que estávamos frente a frente a um centímetro do meu rosto. Um passo a mais dela e estaríamos com nossos lábios encostados uns nos outros.

— Qual foi minha escolha definitiva Natália? – pergunto aproximando-me mais ainda.

— Só uma de nós duas podia ser salva. – respondeu dando de ombros.

— E eu a escolhi. – sussurro o óbvio e em troca ganho um sorriso melancólico.

— Desde então muitos conflitos tornaram Black Widow e Winter Soldier em inimigos. – respondeu indiferente.

— Eu não sou seu inimigo. — respondo rapidamente. — Sou seu aliado e de vez em quando quem sabe um amigo. – completo e sorrio em sua direção.

— Fico feliz que pense assim. – respondeu e logo em seguida saiu me deixando sozinho dentro da sala.

Dois dias depois – 22 de Dezembro de 2014

Cinza. Era tudo que se resumia a SHIELD. Devia fazer umas duas horas que eu estava esperando Nicolas Fury dentro dessa sala patética e fria, sem falar que com certeza Steve estava do outro lado do vidro escuro que tinha na grande parede da sala de interrogatórios.

Pelo pouco tempo de convivência com que venho tendo com Steve percebo que as vezes ele me sufoca com a grande expectativa que a qualquer momento vou me lembrar de tudo o que passamos no passado, mas fora disso ele era uma pessoa legal.

— Você está atrasado. – falo assim que sinto a presença de Fury atrás de mim.

— Tive um imprevisto. – respondeu e logo em seguida sentou-se na cadeira na minha frente. — Creio que a Agente Romanoff tenha lhe avisado o que por que de você estar aqui? – pergunta e nego com a cabeça. Olho para mesa e vejo uma pasta escrita em russo e identifico o nome de Anya nela.

— Não Senhor. – respondo encarando fixamente a pasta.

— Passaram-se dois meses desde que Anya Vladimirovna apareceu e ainda não tínhamos nada até agora. – responde me dando a pasta de Anya e assim que abro vejo seus dados e informações sobre ela.

Аня Романова

DADOS PRINCIPAIS

Nome: Anya Alianovna Nikolaevna

Alter Ego: Anya Alianovna Romanova

Outros Codinomes – Ania Alianovna, Anastásia Romanov, Anya, Sasha Constantinova e Ghost.

Cidadania: Cidadã Russa; visto autorizado.

Lugar de nascimento: Stalingrado – Antiga União Soviética

Data de Nascimento: 20 de Abril de 1984

Espécie: Humana Geneticamente Modificada

Ocupação: Ex-agente do Comitê de Segurança do Estado (KGB), Gestapo e Agente da Hydra.

CARACTERÍSTICAS

Olhos: Azuis esverdeados

Altura: 1,69

Cabelos: Avermelhados

Cor da pele: Branca

Relacionamentos Amorosos: Estado civil solteira

Parentes Conhecidos: Órfã de pais biológicos, Mikhail Vladimirovna (pai adotivo), Taras Romanoff (pai adotivo)

Outras Características: Russo (idioma original) e fluente em latim, italiano, francês e mandarim.

Poderes: Experiências do governo russo retardaram o seu envelhecimento, aumentaram o seu sistema imunológico e reforçaram sua resistência física consideravelmente, além de deixá-la com um nível de agilidade sobre-humano e tem leve capacidade hipnotizante.

Habilidades: Excelente lutadora, perita em artes marciais, especialista em armas de fogo, em táticas militares e mestra espionagem, atleta em nível olímpico, com agilidade super-humana. Extensivo treinamento militar, em artes marciais e espionagem.

Afiliações: KGB e HYDRA

Equipamentos: A Agente habitualmente usa dois discos de Adamantium equipados para disparar grandes rajadas de alta frequência eletrostática de até 30 mil volts além de auxiliá-la em combate corpo a corpo capaz de desestabilizar um humano super poderoso numa distância de até 20 pés, dispara pequenos cartuchos de gás lacrimogêneo, uma pulseira que age como um transmissor de rádio e GPS que convoca seus discos através de grandes distâncias e os ossos do seu braço esquerdo é revestido de Adamantium. As funções da pulseira e dos discos são ativadas por sensores de galvânicos introduzidos na musculatura do pulso da Agente. Quando a missão envolve combate direto além de espionagem ela carrega discos idênticos aos seus sendo que de plástico explosivo equivalente a 4 quilos de TNT em seu cinto e usa pistolas automáticas e/ou facas de combate.

Absorvo todas as informações e tento ver o que aquilo tinha a ver comigo e como se estivesse lendo a minha mente Fury me dá um envelope pardo e abro o mesmo que tem uma carta dentro dele.

Vamos brincar de amigo oculto James Barnes. Soube que você junto com a SHIELD está à procura de Anya nesses últimos meses, mas sinto te dizer que vocês estão indo pelo caminho errado e que se depender da SHIELD você nunca irá conseguir achar ela se continuar com isso.

Aqui está a localização dela, mas agora você só tem que lembrar.

M.V

Terminei de ler a carta vi que tinha mais uma folha dentro do envelope e assim que abro a mesma, me deparo com um mapa com a localização da Anya. Mas o único problema é que ele não vem dizendo onde ela está o que acaba frustrando a minha chance de ir atrás dela.

— Nem pense em fazer o que você está pensando Sargento Barnes. – Fury se pronunciou diante ao meu silencio.

— Não pedi a sua autorização. – rebato demonstrando indiferença.

— Você viu estrago que ela fez em menos de uma hora na última vez que vocês se viram, sem falar que quase matou a Agente Romanoff. – disse enquanto jogava as fotos do estrago que tínhamos feito a dois meses atrás.

— Então o que você sugere? — pergunto friamente. — Que nós fiquemos de braços cruzados esperando um milagre cair do céu. – completo irritando.

— Se você for atrás dela vai, lhe aviso que vai ir sem nenhum apoio da minha agencia. – respondeu indiferente.

— Quem disse que eu preciso da SHIELD? – pergunto sarcasticamente e nesse momento agradeço a convivência com Tony Stark.

— Você não pode ir atrás dela. – gritou comigo que me limitei em rir em total deboche.

— Quero ver como você e seus subordinados irão me impedir. – respondeu levantando-se da cadeira e saio de dentro da sala sem antes ouvir seus protestos.

Saio da sala e dou de cara com Yuri sentado em um banco de frente para mesma.

— Stark quer falar com você agora. – Yuri falou sem me olhar nos olhos.

— Onde ele está? – pergunto parando ao seu lado.

— Segundo corredor, porta a direita. – respondeu e logo saiu andando na minha frente.

Continuei caminhando em direção a sala se nem ao menos me importar com a indiferença de Yuri que não estava me abalando em nada. Quanto mais caminhávamos mais o corredor ficava vazio e pude perceber que aquela área era restrita para certos agentes.

Quando chegamos na única porta do corredor, Yuri passou o cartão de identificação na porta fazendo a mesmo abrir e nos dar a oportunidade de ver tudo que está dentro da sala.

— Soube que Fury te proibiu de ir atrás da ruiva. – Tony falou assim que eu entrei na sala.

— Como você sabe disso? – pergunto curioso. Porque pelo o que eu me lembro só tinha eu e o Fury dentro da sala.

— Ele instalou uma escuta no braço biônico assim que você entrou dentro da sala. – respondeu apontando para Steve fazendo-me o encarar incrédulo.

— Não teria sido mais fácil me perguntar depois que eu saísse da sala? – pergunto para ele que balança a cabeça em sinal de negação.

— O pirata não é muito fã da ruiva 2.0, Picolé. – respondeu dando de ombros enquanto mexia na tela do computador.

— O que ele quis dizer é que vamos de ajudar a achar a Srta. Vladimirovna. – Bruce dissera gentilmente.

— Eu não quero ser estraga prazeres, mas se vocês não perceberam o Fury não gosta dela. – Clint se pronunciara pela primeira vez causando certo receio em mim.

— Garanto que se ela ficar igual ao Sargento Barnes, Fury não terá problema em lidar com mais uma assassina russa. – Maria falou no canto da sala e recebera um olhar raivoso de Natasha.

— A questão aqui é que o Fury não quer que nós vamos atrás da Anya. – Natasha respondeu.

— É ai que você se engana Dona Aranha. – Tony murmura sarcástico ainda mexendo no computador. — Ele também não queria que nós achássemos o Barnes. – completou sugestivamente.

— Se Fury tiver os dois super soldados da HYDRA junto com a SHIELD, ele com certeza terá vantagem contra ela. Ele está fazendo tudo isso por valor estratégico. – disse Steve

Por que eu era o único que não entendia o que eles estavam falando?

— Como a antiga Operação Clip de Papel.- Natasha rebateu

— Ou então Fury tem uma queda por ruivas. – Tony se manifestou novamente

— Será que tem como levar alguma coisa séria pela primeira vez na vida? – pergunto irritado para Tony que continua me encarando com uma expressão de tédio.

— Já vou responder a sua pergunta, Barnes, mas alguém sabe quem é Ania Alianovna? – ele perguntou apontando para a tela do computador mostrando a lista de nomes. Tirando Natasha o resto de nós balançamos a cabeça em negativo — Nem Anastásia Romanov, Ania Nikolaevna e Sasha Constantinova? – perguntou novamente para todos.

Natasha observou a lista de mais perto e sorriu rapidamente antes de falar.

— Todas essas mulheres são a Anya. – falou.

— Qual foi o último nome que ele usou? – Maria perguntou.

— Sasha Constantinova. – respondi lembrando-me de minhas lembranças com esse nome.

— O último foi Anya Vladimirovna. – Igor ignorou o que eu falei ficou ao lado de Natasha na sala.

— Mas, na lista não consta nenhuma Anya Vladmirovna. – Maria falou claramente confusa.

— Natasha, você conhece Mikhail Vladmirovna? – ele pergunta para ela que balança a cabeça positivamente.

— Mikhail foi pai adotivo de Anya desde que ela nasceu até ela ser passada para o Czar Taras. Ele era um membro muito importante dentro da KGB pelo o que a ela tinha me contado na época em que treinamos juntas. – respondeu dando de ombros. — O pai dela junto com a cientista Lyudmila Kudrin, criaram o programa Black Widow para superar o do Super Soldier, mas depois de algum tempo eu descobri que ele também era um Agente da HYDRA. – Completou.

— Onde foi realizado o Programa Black Widow? — Bruce perguntou e todos nos da sala olhamos em sua direção.

— Bielorrússia. – respondeu dando de ombros.

— A base ainda está ativada? – Clint perguntou

— Que eu me lembre a SHIELD tinha destruído ela. – fora a vez de Maria responder.

— Assim como o Capicolé tinha destruído a HYDRA na 2° Guerra Mundial? – Yuri perguntou sarcasticamente, fazendo bufar demostrando

— Qual é o seu problema? – pergunto fuzilando-o com os olhos.

— Nesse exato momento é você, Barnes. – disse rapidamente sem se deixar abalar.

— Seus pais não te ensinaram que não se deve se meter no assunto dos outros? – digo tentando avançar em sua direção, mas acabo sendo impedido por Clint e Natasha que se colocaram em nossa frente.

— Estamos perdendo o foco. – ouço Bruce murmurar

— Não estamos perdendo foco nenhum e sim colocando os pingos nos Is. – Yuri retrucou petulante.

— SEU CRETINO. — grito tentando partir para cima desse dele, mas o corpo de Natasha atrapalhava minha saída.

— EU SOU CRETINO? – perguntou irônico enquanto se soltava de Clint e vinha na minha. — Pelo menos eu não traí a mulher há quem eu jurei amor, para depois foder com a melhor amiga dela. – completou. A indignação era visível na sua voz.

Não sei como, mas em questão de segundos eu e Yuri caímos no chão iniciando uma briga. O soco que eu havia disferido em seu rosto tinha deixado seu lábio inferior sangrando o que meu trouxe um sorrio frio ao meus, um soco seguido de uma cabeçada atingiu meu rosto fazendo ele ter uma pequena vantagem.

— VOCÊ DEVIA FICAR LONGE DA ANYA. – gritou aos plenos pulmões enquanto era tirado de cima de mim por Clint e Bruce. — Tudo o que você toca morre. O tão temível Winter Soldier que não passa de um homem vazio e fora de sua época tentando se redimir diante de seus atos imperdoáveis. — completou para logo em seguida cuspir o sangue de sua boca no chão.

— QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA FALAR ASSIM DELA. – gritei com ele tentando esconder meu desespero por suas verdades proferidas.

— Sou aquele que no momento em que ela mais precisou estava ao seu lado. – respondeu para mim fazendo-me calar rapidamente. — Eu vou fazer de tudo para salvar o que ainda resta da vida dela e quando ela souber de tudo o que vocês fizeram com ela, eu vou estar na primeira fila para ver a máscara de vocês dois caírem. – completou seriamente. A sala caiu em um silencio perturbador que ninguém se atreveu quebrar para proferir uma só palavra. Natasha estava mais branca do que uma vela e seus olhos podia-se ver lágrimas se formando, Steve e Clint não sabiam se olhavam para mim ou para a ruiva em busca de alguma justificação vinda de nossa parte. Bruce continuava alheio a tudo e Tony dava par perceber que fazia de tudo para prender o riso.

— Será que nós pod... – a falade Tony foi interrompida pela porta sendo aberta brutalmente.

— Nós a achamos James. – Sharon falou rapidamente. Levantei do chão em um pulo e Yuri que já tinha se soltado dos braços de Clint e Bruce, deu passo à frente.

— Aonde ela está? – perguntou a loira que se encontrava ofegante.

— Na Alemanha. – respondeu rapidamente.

E naquele momento eu tive um momento de esperança em relação a tudo.

POV Narrador Especial

Era a primeira vez que ela estava nos EUA. Nunca tinha saído da Rússia já que as principais missões sempre estava lá. Tudo era diferente de sua terra natal. Os costumes, a cultura entre outras coisas que nem se lembrava mais.

Sua amiga Anya com certeza teria gostado de vir junto, mas tinha sido escala para outra missão junto com Igor deixando ela com ele. A culpa veio assim que pensou no que tinha acontecido agora pouco.

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Ele a apertava contra ele e já era possível sentir sua ereção em seu ventre. Parando de beija-la por alguns segundos tirou sua camisa e empurrou a ruiva para cima de sua própria cama, ficando sobre ela logo em seguida, entre suas pernas e fazendo movimentos simulando uma penetração, estimulando ainda mais a ruiva.

Sua mão percorria todo seu corpo, num estante viu seu vestido de cetim que parecia mais uma camisola ser lançada longe. Ela estava embaixo do corpo do amante vestindo apenas uma calcinha de renda preta e o sutiã do conjunto, num ato mais que rápido o James tirou a própria calça jeans deixando em evidência sua boxer preta, para logo em seguida tirar o sutiã de Natália se deliciou em seus seios, fazendo a ruiva ofegar diante da caricias. James subiu os beijos até a boca dela e sem soltar seus lábios tirou sua boxer e a calcinha dela.

Eles não estavam pensando em nada e nem ninguém. Não existia Alexei ou Anya e sim Natália e James. Não queriam pensar nas consequências e sim no desejo que sentiam um pelo outro repentinamente.

Numa tortura deliciosa, ele a penetrou rapidamente sem tirar os lábios do seu abafando seus gemidos, que arranhavam em sua garganta. Eles já estavam soados e aquela dança frenética e lenta ao mesmo tempo de James estava-a deixando louca. A sensação de carne na carne é ótima, e estava o deixando cada vez mais louco pela ruiva.

Ele continuou com aquela loucura, e Natália começou a se mover contra o seu corpo querendo, suplicando por mais... Era tudo muito intenso e fantástico. O quarto cheirava a sexo e a luxuria. Os corpos se moviam juntos em um ritmo mais e mais rápido. Ela sentiu seu corpo vibrar e seus músculos relaxarem, anunciando que ela tinha finalmente conseguido chegar ao seu ápice, logo em seguida sentiu James a preencher por dentro e descansar seu corpo sobre o seu, em um movimento lento e provocante ele se retirou de dentro dela. Seu corpo estremeceu e olhou para cima se deparando com os olhos verdes do assassino.

Ela tinha que admitir. Foi a melhor noite de sua vida.

Flash Black Of :

Olhou para da varanda para o lado de dentro do quarto. Lá estava ele dormindo parecendo um anjo. Um anjo no corpo de um demônio irresistível e absurdamente lindo. Porém tinha que admitir e aceitar esse fardo.

Seria um desperdício ter que matar ele.

Notas finais
Nos próximos capítulos.... O vento frio fazia seu rosto queimar. Seu coração estava acelerado e sua mão soava pelo nervosismo. Viu Steve andando cautelosamente em cima do trem em movimento enquanto ele evitava olhar para o grande precipício de gelo que se formava na linha do trem, mas tudo aquilo valia a pena por Anya Romanova.