Assassinos Soviéticos - 1 Temporada

7 Bônus: Екатерининский дворец Парте финал Palácio de Catarina Parte Fin


Notas iniciais
Bom minhas lindas e maravilhosas leitoras, ai está um capitulo bônus enquanto o capitulo oficial não foi terminado ainda. Esse Bônus é uma continuação do 1° Bônus da fanfic, e ele terá altas revelação Esse capitulo especial contem spoilers da 2 ° Temporada de Assassinos Soviéticos então prestem nele que será o enredo oficial da 2 ° Temporada. Obs: Capítulo contem cenas de sexo,então se não gostarem podem pularem para parte final. Bom é só isso. Espero que gostem e comentem. Agente Prince

POV Narrador

São Petersburgo — Rússia 28 de Janeiro de 1949

Base Secreta da H.Y.D.R.A. — 02h30min da madrugada.

Ela se encontrava de frente ao dormitório dele. Já tinham chegado da missão há três horas, olhando agora no relógio da parede não passava de três horas, o corredor estava vazio tendo apenas ela nele. Bateu na porta do quarto que logo foi aberta revelando o soldado que encarou a ruiva totalmente confuso, mas antes que proferisse qualquer palavra, ficaram se olhando por poucos segundos, e então aconteceu. Seus lábios se tocaram como nunca tinha acontecido antes, a cada movimento, ela estava mais entre seus braços. Ela o consumia, estava com fome de sentir a língua dele em sua boca, se embebedava do sabor que seu beijo tinha, como se aquele fosse o último beijo que daria em toda sua vida.

— O que você está fazendo aqui? – perguntou confuso, mas ela não respondeu e voltou a beijá-lo com mais urgência. Ele a olhou estupefato. Chocado. Desejoso. Mas incapaz de se mover. Porém logo mudou sua atitude puxando-a para seus braços, com força, e pressiono-a contra seu corpo em uma ação rápida fazendo-os entrar no quarto. Ela estava fora do ar com sua proximidade, é inebriante.

Ela estava com os olhos fechados apreciando as carícias que recebia do soldado, mas queria vê-los. De repente, ele puxou seus cabelos para baixo com força com uma mão fazendo-a olhar para ele. Ele queria que ela visse as profundezas do seu desejo por ela. Sua expressão facial dizia que ela o queria. Ela mordeu o lábio inferior distraída, com sua mão direita ele liberou o lábio do cativeiro de seus dentes, levando sua boca a dela e o sugou um pouco, beliscando-o com seus dentes. Ela gemeu alto na boca dele, e isso é foi sua perdição. Ele começou a beijá-la com firmeza, sua língua invadindo a boca dela. Sua língua e sua boca familiarizam-se com a dela, e ficaram perdidos um no outro no beijo por um longo tempo.

— Eu quero você. – Ela sussurrou. Sua única palavra de aprovação alterou a respiração do soldado. Ele fechou os olhos. Quando os abre de volta, há desejo, anseio, luxúria e libertinagem em todo o seu ser. Com a aprovação dela, ele veio até ela e subiu em cima dela ainda beijando-a com bastante fervor. Ele estava muito quente, ela passava as mãos em seus cabelos enquanto ele deslizava a sua pelo corpo da ruiva. Ela o excitou apenas mordendo sua orelha. Ele olhou pra ela e logo em seguida a mesma sentiu sua camisola sendo arrancada de seu corpo junto com sua calcinha que teve o mesmo destino da camisola que acabou parando no chão frio do quarto. Quando as mãos do soldado deslizaram sobre as costas nuas dela fez com que a espiã soltasse um gemido, sentando no colo dele, invertendo as posições. Ela se ajeitou melhor sobre ele, tirando a cueca dele do caminho. Com os joelhos apoiados dos dois lados os quadris dele e lançando suas mãos sobre os ombros dele e tornando o beijo ainda mais profundo.

Apoiando as mãos nos seus ombros para se equilibrar, ela apoiou em um dos joelhos para chegar à altura necessária fazer o que estava pretendendo fazer desde que chegou da missão. As mãos dele agarraram os quadris ela quase que imediatamente e a ruiva ouviu o barulho da cama rangendo quando o soldado sentou no meio da mesma ficando cara a cara com ela fazendo com que a espiã pudesse observar os olhos verdes do soldado que a encaravam em um desejo quase febril.

Eles fecharam os olhos ao sentir que finalmente estavam conectados, pele contra pele sem nada para impedir o tão esperado contato. Eles sentiam que estavam se expondo mais do que deveria, mas era impossível se controlar naquela situação. Ela queria ter intimidade com ele, mas aquilo parecia demais. Estavam se encarando, a poucos centímetros de distância, encapsulados em um pequeno espaço com o restante do mundo pulsando ao redor deles. Ela era capaz de sentir sua euforia, sabia que ele estava tão fora de si quanto ela.

Ela deixou escapar um grito abafado quando ele entrou por completo dentro dela. A penetração era tão profunda que ela mal conseguia suportar, forçando-a a ir um pouco para o lado, tentando amenizar aquele inesperado toque de desconforto que tinha ao sentir ele totalmente dentro dela. Seu corpo, porém, não parecia se importar com nada. Estava estremecendo em torno dele, apertando-o, estremecendo a beira do orgasmo.

Gotas de suor surgiram sobre os lábios dele. Inclinando-se para frente, ela passou a língua por toda a sua extensão, capturando aquele líquido salgado com um leve murmúrio de prazer enquanto subia e descia sobre ele sem parar o movimento. Ele contorceu a boca de maneira impaciente. Ela se levantou com cuidado, deslizando um pouco para cima antes que ele a puxasse novamente para o seu colo.

Ele deixou que sua consciência fosse absorvida pelo instinto primitivo e permitiu que seu corpo assumisse o controle por completo. Não conseguia pensar em mais nada além do desejo que sentia pela ruiva, uma necessidade feroz de possessividade crescia dentro dele ao ouvir a ruiva gemer desesperadamente seu nome assim como ele que chamava o nome dela como uma oração. A ruiva o observava tentado se controlar, mas não conseguia.

Eles estavam entregues um ao outro. Totalmente sem suas defesas.

14 de maio de 1949 — 4 meses depois

Armin Zola encarava o teste em suas mãos. Seria possível que aquilo estivesse acontecendo logo agora que tudo estava caminhando perfeitamente como o plano. O soldado já tinha sido congelado há dois dias faltava apenas ela, porém seria impossível fazer isso agora com ela nesse estado.

Não que a HYDRA não tenha tentado criar super soldados do modo artificial, mas nesse caso era tudo completamente diferente por que eles juntos tinham criado algo perfeito só que na hora errada e no momento errado.

— Sr. Zola o que iremos fazer a respeito?- um dos cientistas criou coragem e perguntou ao homem.

— Vamos dar uma nova era para HYDRA. — respondeu friamente coisa que assustou todos. — Vocês irão esconder isso dela e de todos sem que ninguém saiba, será uma missão fantasma, não haverá relatórios, nada que comprove este dia glorioso. — falou e todos concordaram.

— Depois vamos congela — lá para não ter danos no corpo da Agente. – uma cientista falou mostrando um aparelho que continha um vídeo ao vivo da agente que estava desacordada dentro da cela de vidro.

— Karpov não pode saber de absolutamente nada sobre a localização delas. — falou e pela televisão pode ver a pequena protuberância na barriga da ruiva. — Estão dispensados. – completou e logo todos os cientistas saíram da sala deixando o homem sozinho que via o fogo consumir o pequeno pedaço de papel.

Esta é a era dos milagres ... e pela primeira vez a HYDRA finalmente tinha o seu verdadeiro triunfo em mãos.