Notas iniciais
Hej! Enquanto assistia o anime, o ship Decim x Ginti nem sequer passou pela minha cabeça. Porém, quando terminei de assistir, fui dar uma olhada no tumblr/pixiv e... ai, aquelas fanarts. Pensei em fazer um Universo Alternativo, mas não teria a mesma "mágica", por assim dizer -q Não sei quando postarei o próximo capítulo e não prometo que será logo. Aliás, achei melhor falar logo nas Notas sobre isso. Eu estudo, vocês sabem como é a escola, né? Toda aquela lição, trabalho, meta, pressão, enem, notas... Enfim, acabo ficando sem tempo para escrever. Mas, ei, o pior não é isso. Senhoras e Senhores, é com grande desprazer que vos apresento o meu maior problema cujo nome é Bloqueio Mental. Posso até demorar para atualizar, mas nunca pensem que eu desisti da fanfic, okay? ♥ Ah, aviso importante: há spoilers! Se não terminou de assistir o anime ou se importa com spoiler, sugiro que não leia. E, gente, por favor, sei que está nos gêneros, mas... é y a o i! Rapazes se pegando, sabe? Pois é. A propósito, rapazes lindos. q O Prólogo (e apenas o Prólogo) está curtíssimo, como costuma ser.

"Sejam bem vindos ao Queendecim."

O que antes era dito com um semblante vazio, agora vinha acompanhado de um sorriso. Não era falso ou forçado, era verdadeiro, carregado de significado. O sorriso no rosto de Decim era a personificação de tudo o que lhe fora ensinado por Chiyuki. Apesar de nunca ter vivido, sentia-se vivo.

Seus julgamentos, assim como si próprio, haviam mudado em demasia. Definitivamente, Decim não era o mesmo.

O juiz sempre respeitou aqueles que viveram sua vida completamente, no entanto, agora era capaz de sentir o que aqueles que julgava sentiam.

Podia se pôr no lugar daqueles que estavam à sua frente, o que, de certa forma, gerou uma enorme mudança em sua forma de julgar. Afinal, a alma humana não era constituída apenas por sua escuridão.

Ginti, por sua vez, continuava o mesmo. Ora, diferente de Decim, ele não fora ensinado a sentir o que os humanos sentem. Para ele, nada, absolutamente nada havia mudado.

Seus julgamentos continuavam os mesmos, embora ele tenha feito algo desigual quanto à Mayu e Harada. A experiência que tivera com a garota fora incrivelmente diferente das demais, no entanto, nada do que aconteceu lhe fez ter um pingo de admiração pelos humanos.

Tudo o que Ginti fez não passou de um mero favor.

Por outro lado, até sentia curiosidade de saber como Decim se sentia, agora que ele também havia se tornado — não completamente — um idiota. Um juiz que entende como seus clientes se sentem... Tsk.

Ridículo, era o que ele pensava.

Em seu íntimo, Ginti, por mais que negasse, queria compreender Decim. Se comparados um ao outro, o ruivo poderia ser considerado morto, enquanto o outro, o contrário.
Mas isso não era o que ele queria. Ginti queria viver, mesmo que, para isso, tivesse que pedir ajuda a Decim.

Juízes não podem sentir emoções, afinal, eles são bonecos.

Notas finais
Obrigada para que você que leu até aqui :3 xoxo
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.