Notas iniciais
bom..eu sei que demorei..então sinto muito por isso...
mais aqui esta um novo capitulo espero que gostem...

O domingo foi o dia de colocar as coisas em ordem, a chuva não parou de cair o céu ficou Tão cinza que parecia noite, fiquei a maior parte do tempo no meu quarto e só sai de Lá pra comer um pedaço de pizza. Meu pai saiu pra ir ao escritorio da editora discutir seu novo projeto, e só voltou de noite, o que é bem suspeito, Mais não quis falar nada, Hiroshi anda muito misterioso esses dias, e vou descobrir o porque sem perguntar...



_Você está indo embora e me deixando aqui? — O moreninho de cinco anos perguntava pro outro Maior.



_Papai falou que tínhamos que ir – O menor com quatro anos falava enquanto as lágrimas Saiam do canto de seus olhos.



_O bom vou ficar ti esperando, bem que você podia voltar antes das férias terminar ne – abraçou o moreninho.


_O papai falou que vamos voltar uma semana antes — falou agarrando a blusa do mair com os penquenos dedinhos com toda força que tinha. — Vou sentir saudade.


_Também vou — o menor chorou tudo o que podi antes de pegar no sono, nos braços acolhedor do maior.


_Nos já estamos indo — falou o homem que observava aquela cena do lado do filho.


_Bai... Bai ate a volta – o maior de um selinho casto nos lábios do menor que agora dormia no colo de seu pai, abraçado ao ursinho marrom claro com um laço colorido em volta do pescoço.



Quando acordei me sentei na cama e passei as mãos no rosto e o senti molhado, eu estava chorando enquanto dormia, porque tive esse sonho? Porque não consigo me lembrar do rosto do garoto? E porque só agora vim me lembrar disso.



Falei em pensamentos agarrando meus joelhos.


Por que séra que meu coração esta tão pesado?


Perguntei-me olhando para a janela que ficava de frente pra minha cama, que dava uma visão da casa da frente.


A chuva já havia parado mais e o frio se fez presente, passei a mão sobre meus olhos novamente e olhei para o relógio em cima da mesinha de cabeceira ao lado da cama.


_Seis horas, ainda da pra ficar um pouco deitado.


Mais assim que terminei de falar um barulho alto se fez presente, o que isso significava...



Meu pai estava acordado. O que não era estranho... Então o mesmo barulho se fez presente.


Levantei-me o mais rápido que meu corpo permitiu e sai do quarto, desci as escadas e fui me guiando pelo barulho. Entrei em um corredor entre a cozinha e a sala de estar, parei de andar quando me vi em frente a uma enorme porta de madeira com alguns desenhos de flores entalhados nela, e puxadores prateados.


Então outro barulho dessa vez mais alto, me acordou dos meus devaneios, pois a única coisa que nos separavam agora era aquela madeira.



Segurei nos puxadores e empurre abrindo a porta, o que vi foi livros e mais livros alguns jogados e outros empilhados pelo chão e no meio da sala estava meu pai.



_Bom dia Yuta-chan, acordou cedo – Falou pegando três livros e os levou pra prateleiras de madeira atrás de si.



_Bom dia, acordei com o barulho que você estava fazendo – Menti, pois se eu falace alguma coisa do sonho ele ficaria precupado e eu não quero isso, adentrei na sala ampla e pulei alguns livros que tinha no meio do caminho e fiquei no circulo no meio da sala e comecei a olhar em volta.



_Desculpa por isso, algumas pilhas de livros caiu quando me desequilibrei enquanto carregava alguns livros – Sorriu e veio para perto de mim me deu um beijo na testa como todos os outros dias, tinha virado hábito.



_Tudo bem, só acordei uma hora antes do previsto – Ri mostrando minhas covinhas – Foi por causa disso que você comprou essa casa? – Perguntei olhando as estantes e prateleiras grudadas nas paredes, com três enormes janelas separando algumas, a sala era circular e clara apesar do teto ser um pouco baixo.



_Claro, não poderia me chamar de escritor se não tive uma biblioteca para pesquisas – Falou fazendo uma pose orgulhosa e engraçada, mais seu olhar me dizia que havia outro motivo.



_ Tome cuidado você não é mais tão joven – falei fazendo um sinal de negação com a cabeça e me aproximei da janela do meio ao meu lado – Isso significa que você vai fazer a continuação do seu best-seller? – Perguntei me sentando no parapeito da janela.



_ Mais não sou tão velho tenho, meus trinta e estou muito bem ainda — disse se fazendo de indignado — Vou sim, mais esse vai ser bem especial – Ele sorriu de canto, e um brilho misterioso em seus olhos me chamou a atenção, parece que ele vai aprontar alguma, só espero que não me envolva.



_Hum, entendo – falei desconfiado mais tudo bem essa não vai ser nem a primeira e nem a ultima. Pensei em quanto me sentava de lado colocando o pé esquerdo no batente e encostei meu queixo no joelho e fiquei olhando a cerca verde que nos separava da casa ao lado.



_Yuta-chan você não tem que se arrumar pro colégio?


_Já vou – respondi sem motivação... Pulei pro chão e fui ate ele – Tenho que vestir aquilo mesmo? – Ele afirmou com a cabeça, já sabendo ao que estava me referindo.


_A escola falou que hoje à tarde seu uniforme ficaria pronto, então o pegaremos quando formos fazer as compras depois da sua aula – Ele parou de equilibrar os livros e me olhou.


_... – parecia que ele ia falar algo, mais apenas abriu e fechou a boca novamente.


_Certo – respondi saindo da sala.


_Antes de ir venha me avisar — Acenti e ele se sentou no chão, fechei a porta e sai do pequeno corredor.



Entrei no meu quarto e fui para o banheiro fazer minha higiene pessoal, e aproveitei para tomar um banho, após sair parei em frente à penteadeira e peguei o lápis preto e o passei no olho fazendo a penas o contorno, depois com os dedos ajeitei meus cabelos de lado.



Olhei para a roupa pendurada na porta do guarda-roupa, o uniforme que iria usar não me gradou muito, não que ele seja feio, pois meu pai tem um ótimo palpite pra roupas o único problema é que era...



_Branco, e algo me dizia que eu não deveria ir com ela, e essa cor é meio suspeita pra um uniforme.


Onde já se viu roupa de adolescente ser toda branca... Essa roupa vai suja rápidinho e com tudo.


Suspirei já sabendo que não tinha escolha, peguei a roupa e a coloquei sobre a cama e retirei a toalha que estava envolta da cintura, ficando de Box preta.


_Só espero que não chova ou eu caia em algum lugar com lama – sussurrei para mim mesmo.



Vesti a calça e essa ficou um pouco apertada, mais o modelo era assim mesmo fazer o que, então coloquei a blusa o tecido era leve e cruzava na frente, ela ia ate o começo das minhas coxas, o que é muito legal já que a calça é apertada.



“Estou parecendo um medico” pensei, e aposto que vocês pensaram o mesmo caro leito, e agora você teve ta pensando e você vai mesmo assim? Claro que não...


Sorri me virando e pegando o colete preto sem mangas e botões e o coloquei, a parte da frente ficou na altura dos meus joelhos, me virei e olhei a parte de trás pelo espelho da penteadeira, ficou um pouco á baixo da minha bunda, vesti minhas luvas pretas e peguei minha bolsa marrom em cima da poltrona ao lado da porta janela que levava a varanda.


Desci as escadas e fui avisar ao meu pai que já estava de saído. Abri uma brecha na porta e coloquei só a cabeça pra dentro, vi meu pai sentados entre os livros do mesmo jeito de quando eu tinha saído dali.


_Pai já estou indo – disse sorrindo.



_Esta bem, e você já sabe em — falou me devolvendo o sorriso.



_Pode deixar comigo, já faço isso naturalmente – suspirei e negando com a cabeça – “porque ele sempre me manda fazer isso?" – me perguntei em pensamento.


_E vá com cuidado, e se precisar me liga – piscou — E vê se não se perde.


_Certo, não vou me perder, e vou levar o folheto da escola, tem um mapa atrás ensinando o caminho. – terminei de falar e acenei fechando a porta atrás de mim e voltei pra sala e fui indo direto pro hall da porta, me sentei coloquei minha bota de cano alto preta e sai de casa.



A rua estava um pouco movimenta, algumas garotas uniformizadas passavam conversando, dois menininhos cantarolava uma musica de anime, algo nessa cena me fez sentir um pouco de nostalgia... Quantos todos sumiram virando a esquina a rua voltou a ficar silenciosa, olhei as casas em volta e estas pareciam e mais deslumbrantes que ontem, a casa da frente estava com as luzes apagadas, indicando que já não tinha mais ninguém ali ou que todos da casa ainda dormiam.



Então o barulho de uma porta se fechando chamou minha atenção olhei para o lado e vi um ser, pois não sabia se era menino ou menina, já que este usava uma blusa de frio azul escura que ia ate seus joelhos e o capuz da mesma cobria sua cabeça.



Dei de ombros e retirei o folheto do colégio do bolso do colete preto, e comecei a ir pra esquerda, que era o oposto da casa do meu vizinho que agora descia os pequenos degraus da varanda.



*MYV S2 KAI*



Não demorei muito pra chegar ao colégio pra minha sorte, ele era enorme e branco, e ele é consideravelmente perto, era só andar dois quarteirões em linha reta pela rua.



Adentrei na escola vendo alguns alunos espalhado pelo pátio, e no momento em que comecei a ir pra dentro, senti o olhar de todos em minha direção.



_Talvez não seja pra mim — Sussurrei e olhei pra trás e vi o meu vizinho vindo logo atrás de mim – Então é pra ele que todos então olhando – Disse um pouco alto, pois ele veio pra perto.



_Eles não estão olhando pra mim – falou com a voz baixa e um tanto rispita.


Ele não precisava falar assim... Seu tom foi um pouco arrogante, deixando isso e os olhares de todos de lado, entrei na parte coberta do pátio e passei os olhos pelo lugar, e confirmei minha suspeitas.



_Eu sou o único de branco aqui, deve ser por isso que todos ficaram me olhando – Isso só poder ser uma brincadeira, e de muito mau gosto... “amanhã nessa mesma hora estarei todo de preto e em um velório, pois vou matar o meu pai por me fazer passar por esse mico”.



Respirei fundo e pequei meu celular no bolso da mochila e olhei a hora, 07h10min ainda as aulas começam as 07h40min, ainda vou ter que ficar aqui, antes de ir me apresentar ao sensei.



Sentei-me no banco que ficava no canto coberto do pátio perto de algumas mesas, coloquei a bolsa ao meu lado e fechei os olhos e encostei a cabeça no pilar de concreto atrás do banco, o sono começou a me afetar, mesmo que leve mente.



_Como assim não tem mais chá?



Ouvi alguém gritar e abri os olhos e virei a cabeça na direção da cantina que tinha ali no canto oposto a mim.


_Isso mesmo senhor acabou agora a pouco – sorriu forçado – outro aluno comprou a garrafa toda – A mulher que aparentava 28 anos, falava calmamente e envergonhada pelo que estava acontecendo.



_Minha senhora você deveria ter mais que uma garrafa se quiser que seu negocio dure, tente pelo menos ter o estoque das coisas – O garoto de capuz, vulgo meu vizinho, falou cruzando os braços.



_Desculpa senhor na próxima vez, vou prestar atenção nisso – Ela fez uma pequena reverencia.



E ao ver isso a única coisa que feio a minha mente foi... O que essa mulher tem na cabeça pra se deixar ser tratada desse jeito por um adolescente.



Senti-me mal pela mulher, eu não podia ficar só olhando isso, então joguei minha mochila em cima do banco e me levantei, mais quando dei meu primeiro passo alguém começou a falar ao meu lado...



_Sabe é melhor você não se envolver com ele – disse o garoto com um pirulito na mão.



_Eu não vou me envolver, vou apenas falar o que estou pensando.



_Você que sabe, mais vou logo avisando só uma pessoa o faz ficar calmo – sorriu mostrando os dentes – quando ele fica assim é melhor sair de perto, ninguém meche com ele porque o acha esquisito. – colocou o pirulito rosa na boca e sai andando acompanhado por outro garoto que eu nem tinha percebido que estava ali ao seu lado.



Isso foi estranho... Mais não interessa vou lá falar pra esse garoto o que ele merece.



No entanto arrumar briga com roupa branca é o fim, mais quem liga nee. Dei de ombros e me virei pra ir em direção do baixinho, que continuava a falar com a mulher, mais parei quando ouvi outra voz no ambiente.



_Por que essa confusão toda?



A pergunta ecoou pelo pátio, olhei para a aparte aberta enfrente a cantina. E lá estavam dois garotos olhando em direção ao meu vizinho... E pra minha total surpresa eles estavam de branco, não totalmente, pois algumas partes eram pretas.


_ “Será que eles são novatos também?” – perguntei-me em pensamento.


_Tinha que ser — Falou o moreno encostando-se ao pilar ao seu lado cruzando os braços em frente ao corpo.



O loiro que estava um pouco a sua frente não disse nada, apenas andou em passos lentos para perto do baixinho que continuava a falar ignorando tudo ao seu redor.



_É melhor você aprender a administrar isso aqui direito se não eu...


O Baixinho parou de falar quando o Loiro com a faixa esquisita em cima do nariz puxou sua toca e passou os braços por cima do ombro do menos e o abraçou pousando assim o queixo em cima do ombro direto do outro, ficaram assim um tempo, parecia que o maior falava algo para só o outro loirinho ouvir.



Então o moreno que estava com ele se aproximou e começou a falar com a mulher atrás do balcão, esta parecia um tanto feliz e aliviada com a chegada daqueles dois.



_Nos desculpe por isso – Falou gentilmente e fez uma pequena reverencia com a cabeça quase imperceptível e saiu sendo acompanhado pelos loiros.


É definitivamente eles não são novatos aqui, mais então porque eles estão de branco?


O que eu deveria me perguntar àquela hora era, porque eu estava de branco? E não eles, mais não importei-me com isso naquela momento.



Sem mais delongas porque ficaria atrasado peguei minha mochila no banco e fui em direção ao primeiro corredor que vi ao sair do pátio. Ainda tinha que ir a sala do sensei, como não sabia o caminho teria que perguntar alguém mais quem?



O corredor estava vazio e os poucos alunos ali passavam correndo por mim... Quando senti alguém vir de encontro as minhas costas.



Virei-me e olhei o garoto sentado no chão com cara de poucos amigos — não que eu tivesse algum — ele se levantou com a mão sobre o nariz e ficou me olhando de cima a baixo.



_Me desculpa não vi você ai – nossa isso foi a prova de que sou mesmo invisível – pensei que todo mundo já estaria na sala de aula há essa hora.



Ele tentou sorrir mais foi meio que em vão, pois logo em seguida veio uma exclamação de dor e só então reparei que seu nariz estava sangrando.



_Me desculpa por isso – falei pegando o meu lenço no bolso de dentro do colete e dando para ele.



Ele paresia esta pensando sobre o que eu estava falando, ate que uma luz de entendimento passou pelos seus olhos.



_Você esta falando do nariz – balancei a cabeça em afirmação enquanto ele pegava o lenço e colocava sobre o nariz – Ele já estava assim antes de esbarrar em você – forçou um sorriso mesmo com dor, mais continuava a me olhar.



_E o que aconteceu, pro seu nariz ter ficado assim? – Perguntei pra me livrar daquele olhar.



_Você é um deles – ele sussurrou para si mesmo esquecendo-se que eu ainda estava ali e o ouvia perfeitamente – Nada de mais – Respondeu por fim a minha pergunta – Agora é melhor eu ir pra enfermaria antes que o sangramento piore – falou se afastando e quando já estava um pouco longe fez uma pequena reverencia.



_Etto... – o chamei e ele se virou pra mim, já no fim do corredor – Você poderia falar onde fica a sala do sensei?



_Claro é só você ir para aquele lado – falou apontando com a esquerda o corredor ao contrario de onde ele ia – a ultima sala no final dele – agradeci e fui em sua direção, então ele continuou seu caminho sumindo no final do corredor.

*Myv S2 Kai*


Assim que o sensei me viu veio falar comigo, ele já estava indo pra sala de aula, pois achava que não tinha vindo para a escola. Pedi desculpa e expliquei que fiquei perdido na escola, ele disse que isso sempre acontecia com alguns alunos, e pra isso não voltar a se repetir ele me indicaria um tutor pra me mostrar a escola.



Depois disso andamos lado a lado ate a sala de aula, o Fushitaka-san era meu novo professor de japonês e tutor da sala, por isso tinha ficado a cargo dele me apresentar à turma. Ele também ficou me analisando, no entanto mais discreto apenas com o canto dos olhos.



Então aquela frase veio a minha mente... “Como assim sou um deles?” Do que será que ele estava falando, e no que eu fui metido.



_Espere um pouco Aqui Yutaka-kun, vou entrar primeiro e ti chamo logo em seguida — Falou em Tom serio entrando na sala e fechando a porta.



_Sim senhor.



Assim que me vi sozinho no corredor do segundo andar daquela escola me encostei-me à parede do lado direito da porta e comecei a observar as casas em volta da escola através das enormes janelas que tinha ali.



_O Key-chan vai me pagar por não ter esperado.



Virei à cabeça pra direita e comecei a olhar o garoto que vinha na minha direção falando sozinho. Era o mesmo garoto de cabelos azuis que vi no sábado, tenho certeza não só pelo cabelo como também pela estatura... Desencostei-me da parede e fiquei olhando pra ele, que ainda não havia reparado na minha pessoa.



Então quando ele me olhou, já alguns passos de mim sorriu e tirou os fones prateados dos ouvidos os deixando em volta do pescoço, ficamos algum tempo assim nos encarrando ate que ele deu alguns passos diminuindo a distancia entre nos.



Ele me abraçou pelos ombros, enquanto uma das mãos apertava meu corpo contra o seu a outra ia ate meus cabelos seus dedos subiam e desciam entre meus fios, meu rosto ficou escondido em seu peito.



Continuei imóvel mais não me afastei e nem tive forças pra empurrá-lo meu corpo parecia conhecer aqueles toques, mais ele era um total estranho e que nunca tinha visto na minha vida ate esse sábado, então o que era aquela vontade de me agarrar a ele e nunca mais soltar.



Mais a única coisa que eu fiz foi fechar os olhos e respirar fundo, pois minha cabeça estava começando a doer.


_Kai-chan — Ele falou se afastando um pouco de mim, segurou meu rosto com as duas mãos e ficou me olhando com um sorriso no rosto.



Sabia que tinha alguma coisa errada ele estava me confundindo com alguém, e me chamar de Kai foi à prova.



_Anoo... Meu nome é Uke Yutaka – falei apontando para mim – Você deve estar me confundindo com alguém.


Ele sorriu mais ainda se é que era possível e revirou os olhos.


_Eu não o confundi com ninguém Kai-chan – falou colocado a mão sobre o meus cabelos e os bagunçando.



Afastei-me dando um passo pra trás e ele abaixou a mão, passei os dedos sobre meus cabelos os fazendo voltar pro lugar, porque ele insiste em me chamar de Kai se esse não é o meu nome.



Olhei parar ele sua boca estava aberta parecia que ele queria falar algo mais nada saia, abaixei a cabeça e fiquei olhando pras minhas botas pretas como se elas fossem a coisa mais interessante desse mundo.



_Etto...



Assim que ele começou a falar levantei meu rosto para ele, meus olhos pousaram em seus lábios na verdade na pequena joia que ele tinha ali, ele passou a língua sobre o acessório e continuou a falar.



_Você...



Ele parecia estar tendo dificuldade em formar uma frase, e nesse momento me descobri curioso, pois queria muito ouvir sua pergunta. Mais essa nunca veio,o sensei apareceu, e o mandou entrar já que ele estava atrasado pra aula, o incrível é que éramos da mesma sala.



Mais enquanto eu me apresentava pra turma ele ficou olhando para céu através da janela, pelos seus olhos pude ver que ele havia mergulhado fundo em seus pensamentos.



E naquele momento ele parecia sofrer, talvez ele estivesse pensando no seu próximo passo, pois meus pés haviam sidos amarrados há muito tempo, mais naquela época eu não sabia...



Dakara Yume Nanda You.

É por isso que é um sonho



continua.....matta ne

Notas finais
Desculpem não foi betado novamente...espero que tenha gostado...deixem review...bai ate o proximo....voltem sempre...^.^
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.