Ascensão de Chun Yin
4 Capítulo. 4
Notas iniciais
Saindo do quarto, vestia um simples vestido de um tom azul com detalhes em prata. Os dois saem da residência seguido logo atrás por Lee Sheng, ele era o guarda pessoal do Yang Ming. Sendo arrastada por pelo garotinho, este a leva para onde tinha o evento que era a as ruas mais perto do lago. Várias lanternas e outros enfeites estavam pelas ruas deixando o local muito bonito. Yin fica admirada por tudo que vê.
— Irmã Yin não saia daqui eu vou comprar algo muito gostoso. Eu não vou demora.
— Tudo bem, tome cuidado. — Ele sai correndo -
— Ele é engraçado.
— Sim é verdade, mas ele é legal. Vamos olhar as barracas.
Ela observa as barracar e se interessa em uma que tinha esculturas de feras místicas.
— Garotinha se interessou em algo, cada peça culta 10p ( p = prata)
— 10p, quem sabe numa próxima.
Mesmo ela tendo vários restos e núcleos de animais místicos no seu anel, ela não tinha dinheiro. O corpo que achou tinha alguns recursos mais tudo estragado, o anel sendo precioso era de nível inferior e não conservava as coisas por muito tempo. E andando pelas barracas um olhar frio a observava sem perder um detalhe.
— Alguém a observa. – Taiga fala com um tom preocupado. -
— Quem? — Chun Yin olha para os lados procurando ver quem era. — Eu não senti nada, tem certeza?
— Tenho, eu pude sentir. Porém sua presença desapareceu.
— Para ele ter desaparecido da sua detecção está pessoa não é fraca, vamos ficar atentos. Você não teve se mostrar muito. Seja apenas um gatinho fofo por agora.
— Não se preocupe. Tome cuidado.
Os dois voltam a andar e olham uma movimentação mais a frente. Pessoas faziam um círculo, ao se aproximar vê cinco crianças de nove à onze anos que zombavam caída no chão. E que liderava os insultos era um casal de gêmeos, ambos de cabelos negros e olhos negros maliciosos.
— Mesmo a família Yang tendo o gênio do seu irmão, ela tem um lixo como você. Será que são filhos do mesmo pai?
— Aposto que o pai abandonou sua família quando viu este inútil bastado.
— Não fale mal do meu pai! — Yang Ming levanta irritado para atacar, mas um dos garotos o chuta e quando ele ia receber um soco, sua mão é segurada por outra delicada, porém mais forte.
— É engraçado com algumas crianças tem uma boca suja e maliciosa.
— Irmã Yin. — Chun Yin o ajuda a levantar e limpa a poeira. -
— Você este bem? Onde está Lee Shen?
— Ele foi atrás de comidas para comprar.
— Entendo. — A menina fica irritada por ser ignorada. -
— Quem é você, como ousa atrapalhar minha irmã. -
— Meio difícil não atrapalhar de você bater no irmãozinho Ming. Meu pai sempre falou para não falar como pessoas estupidas.
— Está me chamando de estupida?
— Eu não falei de você, mais se a carapuça serve. — Yin sorri. O que deixa a menina e outros irritados. -
— Você vai sofrer junto com ele. Batam nela também!
— Parece que não importa o lugar, sempre vai ter crianças idiotas. Só por que são mais fortes acham que pode pisar em quem quiser.
Os três que ficavam atrás avançam com sorrisos maliciosos, o maior e aparentava ser mais forte avança na direção dela. Chun Yin pode observar que mesmo tendo várias pessoas, ninguém fazia nada para parar. Todos só esperavam um bom show de ela e Ming serem espancados.
— Se querem um show darei um divertido. – Ela pensa quando o mais forte se aproxima, este desfere um soco que é segurando por ela. – Você grande, mas sua força falta muito.
— O quê? Com? – O garoto fica surpreso e Chu Yin aproveita, dando um balão e jogando em cima dos outros dois. –
— Inúteis! Parece que você um pouco forte. Mas eu quero ver se pode me enfrenta. – Do peito dele surgi uma luz do peito dele que toma a forma de um urso negro com armadura negra.
— Isso é o Urso de Batalha, o jovem mestre do clã Shui é formidável, ele possui
— Agora que você está perdida, mais vou ser misericordioso. Ajoelhe-se na minha frente e bata no Yang Ming.
— O que a para se achar como simples urso deste. – Uma luz sai do peito dela e toma a forma de uma raposa de pelagem negra de aparência fofa.
— Há, há, há – Ele e varia pessoas começam a rir da cara dela e de seu espirito marcial. –Acha que uma raposinha de uma calda vai ser um ameaça para meu urso? Devore aquela raposa!
O urso urra e avança em direção a raposas e todos esperavam dela ser destruída. Quando uma fera marcial é derrotada, ela não morre, mas seu dono sofre uma penalidade. Mais Chun Yin abre um sorriso.
— Mostre seu poder. – A raposa entende seu comando e raios saem de seu corpo e uma poderosa raio acerta o urso e causa um grande dano no animal que o nocauteia.
— Como isso possível, você vai pagar caro. Vou te matar! – O garoto pula na direção dela, Yin desvia com facilidade e acerta um forte soco que faz o garoto cair de joelhos de dor.
— Mano, o que você fez!
— Nada de mais, não tenho culpa dele ser fraco. Mesmo tendo um espirito marcial que aumente sua resistência, nunca fez um treinamento corporal. É um corpo lixo. – Ela dá um forte tapa na cara dele, que fica inchada. – Isso é pelo que fez ao Ming. Vamos embora Ming. – Ela recolhe seu espirito. -
— Sim...
Ming segue Chun Yin com um sorriso, ele ficou admirado de quanto ela era forte. Depois de um tempo Lee volta com a comida, descobrindo o que aconteceu, fica encabulado e agradece a ajuda. Preferindo ficar em silêncio, Yin achava que este guarda era a pouco a desejar. Se tivesse ficado ao lado do Ming, aqueles garotos não iam se aproximar. Deixando isso para lá, por que não era da conta dela. Depois de comer Ming decide ir para o lago ver as lanternas.
Indo devagar, ela sem querer esbara em alguém. Ela se afasta para se desculpar, e vê um homem usando máscara de Oni. Ele a olha, Taiga fica de pelos arrepiados e encara a pessoa de máscara mostrando as presas.
— Me.... Me desculpe. — Ela curva, pega o Taiga colocando nos seus braços e acaricia para alcama-lo-
— Não foi sua culpa. — Ele se abaixa para ficar na altura dela. — Se machucou?
— Não...- A máscara não mostra quase nada, apenas os lábios e seus olhos verdes penetrantes. -
— Ora, ora. — Ele sorri e faz cafuné nos cabelos dela- A poucos minutos mostrava tanta garra, agora é uma raposinha tímida. Acho que isso é sua cara, raposinha. – Ele sorri para ela e coloca ao em sua mão, com um ultimo cafuné este levanta e começar a ir. -
Chun Yin não conseguia tirar os olhos dele. Podia sentir que ele era poderoso e uma aura dava medo. Ming a tira dos seus devaneios ao chama-la. Quando vai procurar novamente o homem ele tinha sumido, em sua mão tinha uma pequena escultura de uma raposa de nove caldas. Era escultura que queria comprar na loja e não tinha dinheiro.
Ela acaricia Taiga para acalmar e se acalmar também e segue Ming até o lago onde tinha várias lanternas de muitas cores, formas e tamanhos. Ela fica admirando o lugar.
— Você está bem Taiga?
— Estou.
— O que você sentiu ao ver aquele homem?
— Ele passou um sentimento de ser forte, muito forte.
— Mais forte que Yang Shen?
— Sim, além de que ele tinha cheiro de sangue e morte.
— Sei como é, quando ele olhou para mim, pela primeira vez, parecia que eu via apenas a morte. Foi aterrorizante. Espero não vê-lo mais.
Com estes desejos em mente observa todo o festival, mais lembranças a deixam triste ao lembrar da sua vida no passado. Antes de ficar muito tarde ela volta para residência, decide cultivar para aproveitar a Lua.
— Estou no pico do nível 7, se eu só cultivar absorvendo a energia do céu e da terra, vou demorar alguns meses o que eu faço.
— Eu tenho uma solução.
— Irmã Mei.
— Você deve ir atrás de pílula nutritiva, elas ajudam no seu cultivo.
— Mas eu estou sem dinheiro.
— Em seu anel está cheio de carcaças de feras místicas, além de núcleo. Se você vender vai ganhar uma boa grana.
— É verdade, como posso esquecer isso. Obrigada.
— Não precisa agradecer, você deve chegar ao nível Discípulo logo. Assim você vai fazer o segundo teste da mestra.
— Eu poderei fazer?
— Sim. Só nesse nível você terá capacidade para fazer.
— Como vai ser?
— Difícil saber, os desafios sempre mudam. Mas ao concluir, ganhara recompensa. Então comece a trabalhar duro.
— Eu farei.
— Ótimo. — Ela desaparece. -
No outro dia Yang LuoFeng estava no seu quarto descansando numa espreguiçadeira. Fazia muito tempo que ela não se sentia bem, tanto tempo sofrendo do veneno e agora ela estava curada. Agora ela podia se preparar para se vingar.
— Minha senhora. – Surgi do nada uma mulher de vestes negra usando um capuz –
— Ora, eu pensei que ia não vir mais.
— Desculpa a demora, minha senhora, mas as investigações demoram mais do que eu ia imaginava.
— Me conte.
— Em minhas investigações, ela não é Lago de Jade e nem das vilas perto daqui. Como o jovem mestre disse que a encontrou na Floresta da Morte, procurei nas cidades perto dali e tive sucesso.
— De onde ela é?
— Da Vila Lotus Prateado.
— Uma vila ao sul da floresta da morte não é.
— Sim.
— Continue.
— Ao investigar, ela realmente Chun Yin, é uma órfã adotada pelo ferreiro do Clã chamado Chun Fang. Dois anos atrás o seu Clã foi massacrado. E todos pelo que se parecia foram massacrados.
— Por que motivo foram?
— Ninguém sabe, alguns acham que eles ofenderam alguém poderoso.
— Tão previsível. O que chegou ao fundo disso?
— Quem os massacrou foi esperto para se ocultar, não dever gente fraca. O Patriarca era Discípulo 7, possuía outros cultivadores de nível Discípulo 3 e 4 e foram massacrados em uma noite, a senhorita teve sorte de sobreviver.
— Assim como sobreviver na Floresta da morte. Obrigada pelo trabalho duro, pode ir.
— Sim, minha senhora. – Ela curva e some. –
— Meu filho trouxe alguém muito interessante para casa. O que eu farei agora? – Ela fica pensativa, em seus lábios tinha um sorriso.
A tarde Chun Yin andava pelos jardins quando encontra Yang LuoFeng numa espreguiçadeira comendo algumas guloseimas. Quando ela ao vê-la abre um sorriso e a chama para sentar ao lado dela.
— Que bom ver você. Como está? Estão lhe tratando bem?
— Sim senhora. É tudo bom, todos são gentis.
— Bom saber. – Ela pega o cabelo da Chun Yin e começa a fazer tranças. – Pequena Yin eu quero perguntar algo e gostaria que fosse sincera comigo. – Chu Yin fica surpresa e um pouco apreensiva e LuoFeng pode notar. – Pequena não tenha medo, você é salvadora da minha família, graças a você eu não ia conseguir a cura tão cedo e poderia ser que nem eu e me filho estariamos vivos. Não desejo fazer mal, certo?
— Sim senhora.
— Você é do Clã Chun da Vila Lotus Prateado?
— .... – Chun Yin trava ao ouvir isso e suas mãos começam a suar. – O que descobriu?
— Não muita coisa, sei que há dois anos o clã Chun foi aniquilado numa noite e ninguém sabe como.
— O que fara com essa informação?
— Nada pequena. – LuoFeng vira ela para olhar nos olhos, toca o rosto dela e vê que ela segurava as lagrimas.
— Sou uma órfã adotada por Chun Fang um simples ferreiro, era a única pessoa que se importava comigo e ele morreu para eu fugir. Eu corri para a floresta porque sabia que ninguém da vila ia querer me salvar. Se não fosse acha-se o meu mestre, teria morrido.
O coração de LuoFeng fica coração apertado e abraça Yin e a consola enquanto lagrimas dela começavam a cair. Depois de alguns minutos as lagrimas são enxutas e ela abre um sorriso ao ver os olhos inchados dela.
— Chora não faz nada bem para nós mulheres, veja seus olhos estão inchados. Ai, ai a vida dos homens é tão fácil, mesmo se ferindo isso é prova de bravura se são poderosos. Mais para nós é um fim. Deve se cuidar.
— Sim senhora.
— Nada de senhora, Yin você pode ter perdido a família mais tem a mim e meus filhos, eu sempre quis ter uma menina, mas meu marido não sobreviveu para eu ter está felicidade, posso não ser sua mãe, porém posso ser sua tia. Me chame de tia.
— Tia.
— Ahhhh, como é tão fofa, agora eu tenho uma bela sobrinha. – Ela abraça Yin – E eu cuidarei de você. Yin você tem alguma ideia do porque seu clã foi massacrado?
— Não.
— Antes disso acontecer, alguém foi lá. – Ela pensa um pouco e concorda –
— Sim, uns dias antes alguém importante apareceu. Todos estavam ansiosos. Eu não era permitida de ir a sede para vê. Fiquei com meu pai ajudando na forja. Você sabe quem foi?
— Não pequena, quem foi soube ficar oculto.
— Eu não entendo porque todos foram mortos.
— A vários fatores, eles poderiam ter algo que não quiseram compartilhar ou ofenderam alguém. Pequena Yin este mundo é cruel, os fracos morrem por muito pouco. Mas só porque ele é assim, não devemos seguir.
— Então o que faria, se eu não for forte, eu serei massacrada. Ainda é pior sendo mulher.
— Para aquele que te tratam bem, retribua 10x, para aqueles que te tratam mal, seja implacável! Não podemos ser bons para inimigos. Me entende Yin?
— Sim Tia. — LuoFeng sorri feliz e uma serva se aproxima um pouco aflita.
— O que foi.
— Minha senhora, a Madame Shui e seu filho estão no portão a reclamar.
— Reclama do que?
— Ela pede a senhorita Yin seja entregue por ter ferido seu filho.
— É muito ousada por fazer isso na minha porta. Pequena Yin você bateu nele.
— Sim, ele e outras crianças batiam em Ming e eu só os derrotei.
— Ora, você devia ter batido até que ele não levantar e sua cara ficar de porco. — Chu Yin abre um sorriso. -
— Me lembrarei na próxima.
— Boa menina, venha vamos ver o show.
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