Apesar do vento trazer grãos de areia pra dentro da cidade, pequenos bichos sugadores, chamados cuṣās, garantiam que não houvesse um grão sequer do lado de cá do muro.

Kabīr conseguiu um frasco de areia no mercado da cidade. Imediatamente, levara-o para Shankar, e enfiou a ponta dos dedos dentro, por orientação dele, para logo depois sentir algo estranho. Os grãos se integravam a sua pele, como se fizessem parte da composição de seu corpo. A curiosidade se transformou em medo. Em seu desespero pra recuperar sua mão, quebrou o frasco propositalmente, espalhando areia e cacos de vidro pelo chão.