Asas de Areia
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Toda aquela história de ser um filho da areia foi empurrada lá pro fundo da mente de Kabīr. Seu tempo e dedicação se voltaram pra pequena Brāhmaṇa. Sempre que podia, ele ficava por perto, disposto a ajudar no que fosse preciso.
Era impressionante como Sūrya se desenvolvia rápido, do jeito que Shankar contara. Em um dia, ela começava a dar os primeiros passos, no outro, já estava correndo por todo o palácio. As asas, aos poucos, foram se desenvolvendo, e suas primeiras penas, pretas como carvão, começaram a nascer. Agora, Kabīr era quem tinha que correr pra acompanhar seus passos.
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