Asas Malditas

21 Capítulo 21 - A Máscara


Notas iniciais
Vou sambar na cara de vocês! Por que?! Porque a minha imaginação está à mil! Ou seja to inventando um monte de coisa escrevendo lendo e tudo. Espero que gostem desse capítulo e é isso ai! Bjsss ;))

– MEU DEUS! Penny bateu no volante quando encarava a estrada. O carro estava em movimento, Penny e eu estávamos indo para o mini shopping que tinha ao lado dos quiosques da praia. Ele era aberto e vendia tudo, fantasias, roupas de gala, maquiagens, sapatos e bolsas. — O que foi? Disse rindo pela sua cara de desgosto. — Eu completamente esqueci que no dia das bruxas é o seu aniversário! Sou uma péssima amiga... — Que isso, você é a melhor amiga idiota de todas. Penny quase teve um ataque de risos. Olhei pela janela e percebi que estávamos chegando perto, o mar estava agitado e as nuvens negras mais com o sol quente. O cheiro de maré surgiu quando cruzávamos os quiosques e chegávamos ao mini shopping. Pulei do carro e arrumei a bolsa no ombro direito, coloquei os óculos na cabeça entramos no mini shopping. Esse mini shopping era como um shopping só que pequeno, com lojas de várias utilidades como as de fantasias que estavam no a nossa direita. Penny ligou o alarme do mini cooper se seguiu em frente no corredor do shopping. — Ali! Senti Penny puxar pelo meu pulso e seguiu correndo para uma loja de fantasia gigante onde na vitrine um vestido de cisne negro estava no manequim branco e uma máscara de pena vermelha. O olhar de Penny brilhava pela vitrine admirando o vestido preto de penas pretas e brancas, subiam e desciam e palavras sussurradas saiam da boca de Penny: — Que... Lindo....! Desviei o olhar e vi um cabelo negro em um rabo de cavalo, os shorts jeans sendo cobertos pela blusa preta de uma banda parecendo uma camisola. As botas de cano alto de coro jogadas no chão e um vestido no corpo da menina magricela e pálida. — Essa aí não é a... Lilly? — Lillian?! Penny estava quase arrancando os cabelos quando me atropelava para ver mais de perto. Sua cara se estendia pelo vidro gelado encarando o vestido do cisne no corpo de Lilly. Então notei que Cam estava em pé ao lado dela vestindo um terno básico com rasgos de sangue. Mas então quase por telepatia ele encara o vidro e me vê fora da loja. Seu sorriso surge de orelha a orelha e percebi que Penny não estava mais comigo, ela estava dentro da loja indo em direção a Lilly e Cam. Antes de ela fazer alguma bobagem, entrei com tudo fazendo o sino da loja quase quebrar. — Penny vamos em outra loja. — Não, ela não vai me fazer trocar de loja só por que ela está aqui. — Ela se virou para mim — Não mesmo! Pensei em outra desculpa mais Penny estava já quase em cima de Lilly arrancando o vestido dela, enquanto Cam segurava Penny pelo braço. Mas nem parecia que estava fazendo força para poder segura-lá. Então puxei o braço direito de Penny e a empurrei para fora da loja só ouvindo. Berros de Lilly dizendo algo sobre os rasgos. A respiração se acalmou, o vento da maré invadia com ar salgado. Encostei em uma vitrine e notei, um vestido branco de renda e ao lado uma roupa de blusa babada branca com gola de V, uma capa preta comprida e a máscara do fantasma da ópera. Havia achado as fantasias e avisei Penny esperar no banco que havia em frente da loja. Entrei na loja, o balcão branco estendia até o final. Os cabides com as roupas ficavam atrás do balcão e pela loja. Andei pela loja, vi os provadores para trocar a roupa e o lugar com as máscaras. Ouvi passos de salto alto e me virei, uma mulher de 40 a 43 anos andava atrás do balcão. Olhos azuis claros com cabelo cinzento, a pele pálida com uma pinta no rosto na bochecha direita. Andei até ao balcão e fui atendida: — No que posso te ajudar ? — Queria alugar aquelas duas fantasias da vitrine. — A fantasia de fantasma e de Christine? — Sim... A mulher sorriu e sumiu pelo corredor de fantasias pelo balcão. Depois voltou com as duas fantasias no cabide, ela deixou em cima do balcão e disse: — Cada uma 50. — 50? — Sim, não tem como pagar...? — Ah, sim tenho sim. Olhei na carteira e vi uma semana de trabalho sendo gastas no aluguel de fantasias. Peguei as duas notas de 50 e coloquei em cima das fantasias. A mulher voltou com um bloco de notas: — Até quando vai alugar? -Até amanha a noite, devolvo depois de amanha dia 1 de novembro? A mulher balançou concordando e fechou o bloco de notas. Ela me deu as duas fantasias e foi embora. Entrei no provador com minha fantasia e deixei a de Peter no banco. Retirei minha roupa, e coloquei o vestido. Ele era pesado, cheio de tecido e renda. Mas era bonito, ajustei no ombro e sai do provador para ver no espelho grande. Andei até ao espelho, fiz com coque com meu cabelo e olhei no espelho. Não era feio, na verdade era bem bonito. O tecido se estendia até ao chão, não sabia como iria andar mais era isso ou nada. Pressenti alguém me olhando pela vitrine e vi Cam com sacolas na mão. Penny estava atrás dele de boca aberta quase babando. Desviei o olhar e voltei para o provador, retirei o vestido e coloquei minhas roupas de volta. Antes de sair a mulher da loja falou: — Não esqueça da máscara. Virei para ela e vi a máscara da fantasia de Peter. Peguei e sorri: — Obrigada. Mas então lembrei que agora o problemas com Jules estão apenas começando.

Notas finais
Gostou? Favorite! Amou? Acompanhe! Recomede esta história por que vai que ninguém comenta? Me indique um livro que tem de anjos caídos, estou terminano Finale de Hush Hush e necessito de anjos caídos ;) Bjs e comente ai
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.