Asas Malditas
11 Capítulo 11 - Um encontro as escuras parte 2
Notas iniciais
Já estava no portão da escola esperando Penny para uma carona. Então resolvi mandar uma mensagem para ela se demorava ainda para deixarem ela sair da aula. Enquanto eu abria o bolso com o celular senti o ombro esquerdo de Cam esbarrar no meu fazendo em cambalear para frente. — Olá Anjo. — Oi Cam... Respondi abrindo o zíper e pegando o celular. Comecei a digitar a mensagem para Penny quando Cam me interrompe: — Quer ir ao fliperama? Depois no parque de diversão? — Fliperama? Parque de diversão? — Desvio o olhar do celular encaro Cam que estava com as sobrancelhas erguidas — Acho que você seria a última pessoa com quem eu queria ir ao fliperama. Muito menos um parque de diversão. — Ah, vai ser legal. Você não escolha mesmo. Ou você vai ou você vai. Cam sorri para mim com cara de que vai ter problema se eu não aceitar. — Tá bom... Então lembrei que Peter havia me avisado que Cam era perigo e já o tempo com que eu passo com ele na escola já é um risco. Imagina sair a noite com ele. Mas diversão não vai matar ninguém,vai...? — Te busco as sete. Cam da uma piscada e se dirige a sua moto. Perto das sete horas eu já estava vestida com uma calça jeans clara e uma blusa branca leve e também a bota preta. Coloquei o celular em um bolso de trás a direita e as chaves do bolso da esquerda. Abri a porta arrumando um rabo de cavalo quando percebi que esqueci de avisar Peter. Andei até seu quarto que estava com a porta aberta, notei que ele estava na frente de sua janela só com calça jeans e suas asas abertas iluminado o espaço. — Oi. Disse com a voz sumindo admirando a suas asas. Peter se vira para mim e no momento seguinte guarda as asas. Parecia que ele ficava mais relaxado com as asas abertas. Cheguei mais perto da onde ele estava e encostei na janela. — Oi- Ele responde arrumando uma parte de meu cabelo colocando atrás da orelha — Está muito bonita, onde vai? — Vou encontrar Cam. A cara de Peter não apareceu ficar surpresa mas preocupada. Ele desvia o olhar e olha de novo na janela. — Eu já disse para você tomar cuidado. Eu não quero que ele te machuque, Annie. Por que isso machuca a mim também! Peter exclama para mim olhando profundamente em meus olhos com seu olho cinzento e escuro. Ele encosta sua testa na minha e suas mãos em meu rosto. — Eu tomo cuidado... — Eu não quero perder você. Por favor, não faça bobagens. Solto um sorriso depois. E Peter estranha. — Claro que não vou fazer bobagens, não desta vez, — Beijo rapidamente Peter antes que ele comece a falar sobre o Cam pode fazer comigo depois do que aconteceu naquela noite na praia — tenho que ir. Saio do quarto e desço as escadas. Abro a porta e vejo Cam na moto com o capacete reserva na mão. A moto era grande e bem bonita, preta com retrovisores novinhos e rodas grandes. Pego o capacete da mão de Cam e coloco, sento atrás dele e seguro de leve a sua jaqueta de couro preta sem a intenção de abraça-lo para não ficar muito, íntimo. — Calma Anjo, eu não mordo. Cam solta uma risada e acelera obrigando ter que segura-ló com mais força. Ele estava quente e conseguia sentir seus músculos debaixo da jaqueta. Então chegamos em um estacionamento em frente ao um fliperama chamado Fliperama do Bo. Retirei o capacete e sai da moto pela direita dando um pulo. Coloquei o capacete pendurando onde estava o acelerador e arrumei o meu cabelo. Cam segura a minha cintura e diz: — Vamos jogar.
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