Notas iniciais
Estavam ansiosos para ler mais sobre essa amizade colorida?? Espero que sim, pois aqui está mais um capítulo para vocês! Sinceramente, é muito difícil eu gostar tanto de algo que eu escrevi, como gosto desse capítulo. De todo coração, espero que vocês amem com a mesma intensidade que eu amo essa fic e esse capítulo em especial. Boa leitura!

Stiles entrou em três sites diferentes que mostravam formas de masturbação feminina. Ele sorria, safado, enquanto lia e fazias constantes comentários maldosos para Lydia.

“ Você tem dedos gordinhos, Lydia. Vai conseguir se divertir muito”, foi uma das frases que fez a garota corar mais, seguida da afirmação: “Mas meus dedos são ainda mais grossos e compridos. Aposto que faço melhor do que você”.

A única forma que Lydia encontrava para protestar, era repetir diversas vezes o nome dele. Em alguns momentos, dizia “Stiles” em forma de repreensão e em outros, como uma exclamação incrédula.

— Você não pode estar falando sério. — Foi a terceira vez seguida que Lydia disse aquilo.

— Lydia, não tem problema nenhum nisso.

Os amigos continuavam sentados nos mesmos bancos, mas estavam virados um de frente para o outro. As mãos de Stiles estavam apoiadas nos joelhos de Lydia. Isso a deixava desconcertada.

— Tem noção do que está pedindo?

— Não faça drama, Lydia. Só estou querendo masturbar você.

Ela bufou, sem entender como ele conseguia ser tão relaxado com aqueles assuntos. A boca dele continuava contorcida em um sorriso safado e por mais que Lydia não quisesse confessar, aquele sorriso era lindo e tentador.

— Eu não acredito nisso. — Ela murmurou desistente, negando com a cabeça.

Constrangida, Lydia inclinou o tronco para o amigo. Ela escondeu o rosto na clavícula de Stiles e suspirou contra sua pele coberta. Ele aproveitou a oportunidade para deixar as mãos deslizarem até suas coxas grossas.

— Eu sei que você quer, Lydia. — Ele afirmou com uma segurança excessiva. — Você não negou nenhuma vez.

— Como assim não neguei? — O sobressalto fez Lydia se afastar de Stiles.

Ela finalmente percebeu que as mãos de Stiles tinham subido por suas pernas. Bufando, Lydia as tirou dali. Porém, se arrependeu logo em seguida quando sentiu o calor sumir de sua pele.

As mãos de Stiles sempre pareciam ferver ao entrar em contato com qualquer parte do se corpo. Era como se ele tivesse poder sobre cada terminação nervosa da amiga. Bastava um toque para ela se sentir segura, acolhida e entrar em chamas.

— Porque você não diz não. Simplesmente fica com vergonha de confessar que quer minhas mãos entre suas pernas. — Os olhos dela se arregalaram. Ele aproximou seus rostos. — Aposto que faço você gemer bem alto.

— E-eu... você é meu melhor amigo. — Mais uma vez, Lydia não negou. Ela apenas buscou mais uma justificativa. — Não meu namorado. — Acrescentou muito baixo, crendo que seria o suficiente para fazer Stiles mudar de ideia.

— Não preciso ser seu namorado para querer dar prazer para você. — Ele a olhava de muito perto, sem dar chances para Lydia desviar os olhos. — Não sou seu namorado, mas dei seu primeiro beijo.

— Foi o seu primeiro também. — Sem saber o motivo, Lydia teve a necessidade de afirmar aquilo em voz alta.

Stiles sorriu e concordou com a cabeça. Agarrou as mãos de Lydia e arrastou sua cadeira até seu jeans roçar em suas pernas nuas. Ele agradeceu internamente por ela estar usando vestido.

— Sim, sereia. Nosso primeiro beijo. — A voz dele era carinhosa e determinada. — Os seus seios também foram os primeiros que eu vi na minha vida. — Ela estremeceu, mas não conseguia parar de encarar seus olhos. — E agora eu quero ser o primeiro homem a tocar em você, a lhe dar prazer. — Lydia tremeu, arfou, se arrepiou. — Quero que sua primeira masturbação seja com meus dedos.

— Eu não sei se...

— Nós vamos sempre ser os primeiros um do outro. Em tudo. — A forma como ele falou pareceu uma promessa. — Jamais deixaria algum garoto tirar sua virgindade. Ainda vou fazer você implorar para termos nossa primeira transa.

Lydia nunca parou para pensar em como seria sua primeira vez. Há pouco tempo, estava tão ansiosa para provar a sensação de ter uma boca contra a sua, que nunca nem imaginou como seria fazer algo a mais.

No entanto, o jeito possesivo e ao mesmo tempo, reconfortante que Stiles falou, pareceu certo. Ela não tinha nenhum outro garoto na sua vida e Stiles nunca teve outra garota. Eles se bastavam um para o outro.

— Stiles. — A palavra escapou daquela forma adorável. Stiles amava a quantidade excessiva de vezes que ela pronunciava seu nome.

— Você não está ansiosa para descobrir o que eu posso fazer com seu corpo?

Lydia mordeu o lábio inferior. Observou os traços bonitos do melhor amigo. Contou as pintinhas que adornavam sua pele pálida. Sentiu a mão dele apertando seus dedos com gentileza.

— Eu quero fazer isso. — A verdade foi confessada de forma impensada. Era impossível para Lydia, esconder seus pensamentos do melhor amigo. — Mas não é errado? Não devíamos...

— Sabia que você queria! — Stiles gargalhou tamanha a felicidade.

Ele largou as mãos de Lydia e levantou em um pulo. A expressão confiante, os olhos brilhando de satisfação, fez com que a menina se encolhesse na cadeira. Suas bochechas ardiam de vergonha por causa da ansiedade que corroía seu estomago.

— Não sei se a gente pode fazer isso...

— Por que não poderíamos, sereia? — Ela não tinha resposta para aquela pergunta. — Vamos combinar o seguinte: Você vai deitar na cama e deixar eu tentar por três minutos. Se não gostar, eu paro na hora.

Lydia ergueu uma sobrancelha, a expressão em dúvida. Ainda não conseguia acreditar que estava realmente, pensando na hipótese de deixar Stiles tocá-la de uma maneira tão intima. Mas ao mesmo tempo, ele era sem dúvidas, a pessoa mais próxima a ela. Mais próxima até mesmo do que a mãe.

— Três minutos? — Murmurou ainda insegura.

— Eu coloco no cronometro. — Stiles tinha um sorriso ainda maior na boca. Tirou o celular do bolso da calça e apontou para o aparelho, o exibindo como uma explicação.

— Promete?

Antes mesmo de responder, Stiles agarrou os ombros de Lydia. A puxou para fora da cadeira sem dificuldades. Jogou o celular na cama e segurou o queixo da amiga com as duas mãos.

— Eu amo você, Lydia. — A afirmação fora de contexto, fez o coração de Lydia acelerar. — É claro que eu prometo. Não vou fazer nada que você não goste.

— Eu também amo você. — Ela retribui tonta. Os olhos chocolates causavam estranhos efeitos em sua mente.

— Não precisa nem dizer, Lydia. Está escrito na sua testa o quanto me ama. — Se gabou, vendo um biquinho surgir na boca da menina. — Agora deixe eu dar prazer para você.

Sem dizer mais nada, Stiles pôs as mãos na coluna de Lydia. Foi a empurrando sem muita delicadeza em direção a sua cama. Ele estava completamente relaxado, soltando pequenas risadas, já ela, estava se corroendo pela ansiedade e expectativa.

Lydia deitou na conhecida cama do amigo. Se espremeu no canto por ser uma cama de solteiro, ajeitou a cabeça em um travesseiro macio. Ela estava tão linda com a expressão ansiosa e deitada daquela maneira, que por alguns segundos, Stiles a admirou.

Ele nunca viu alguém tão linda quando Lydia. Os olhos verdes brilhantes, gigantes. Os lábios grossos, bem desenhados. A pele de porcelana, os cílios compridos. Parecia uma boneca adornada do cabelo ruivo mais lindo da face da terra.

— Você é linda, Lydia Martin. — Ele automaticamente elogiou.

Lydia foi capaz de sorrir. Observou o garoto, relaxado, deitar ao seu lado. Ele ficou de lado de forma que tinha uma visão completa da amiga, podendo a olhar perfeitamente.

— Não fique nervosa! Eu vou achar seu clitóris e fazer bem gostoso para... — Stiles interpretou a expressão de Lydia, como medo de que ele não fosse saber agradá-la.

Por ele não ter nenhuma vergonha com ela, não entendia aquele nervosismo. Para Stiles, parecia sem sentido. Porém, Lydia impediu que ele continuasse a falar as palavras que a deixaram ainda mais corada.

— Oh meu Deus! — Ela cobriu o rosto com as duas mãos e teve vontade de cavar um buraco no centro da terra. — Não fale essas coisas!

— Eu só estou dizendo que vou conseguir fazer bem, Lydia! Não confia em mim? A gente pesquisou juntos e.…

— Stiles! — A voz dela subiu uma oitava. Pensou na possibilidade de sair da cama antes que ele piorasse a situação. — Eu não estou preocupada com isso.

Demorou minutos para Stiles voltar a falar. Viu como Lydia cobria o rosto e fez questão de tirar as mãos dela dali. A encarou fixamente, vendo a vergonha cobrindo a pele branca.

— Isso tudo é vergonha? — Ele parecia incrédulo com aquela possibilidade.

— Eu não quero que você me veja. — Ela explicou muito baixo.

— Mas, você vai tirar a calcinha para mim, não vai? — A preocupação formou rugas na testa dele. Os lábios finos se franziram.

— Não.

— Como assim não? Lydia! Eu quero ver para... — Foi a vez da voz dele subir e falhar.

— Eu não vou tirar.

Ela foi convicta o suficiente para o fazer desistir da ideia. Então, Stiles apenas concordou com a cabeça, cheio de relutância. Decidiu que não tocaria mais naquele assunto.

— Ok, por cima da calcinha! Agora acabou os motivos para ter vergonha de mim. — Apesar da afirmação que fez, viu que Lydia continuava travada.

Com um suspiro, Stiles se inclinou até ela. Depositou nos lábios grossos o segundo selinho de suas vidas. Deixou que suas bocas permanecessem paradas, encostando uma na outra.

Quando se afastou, os olhos verdes estavam ainda mais arregalados, porém o rosto perdeu a vermelhidão. Ela parecia pálida e.… hipnotizada. Stiles sorriu na direção dela, sentindo o leve formigar nos lábios.

— Fique calma. — Orientou baixinho.

Lydia não ficou exatamente calma. Ela ficou atordoada. A sensação de ser beijada mais uma vez era tão satisfatória, que não se importou em sentir uma mão de Stiles em seu joelho.

Com muita delicadeza, ele dedilhou a perna arrepiada. Seus dedos se moveram da mesma forma que se moviam ao tocar um piano. Em sua mente, a música Sweater Weather, soava perfeita para o momento. Por isso, usou a perna de Lydia como teclas imaginarias.

Seguindo o ritmo constante da música em sua cabeça, Stiles deixou a mão alcançar as coxas da amiga. Ali, teve a necessidade de levantar bem vagarosamente o vestido que ela usava.

— Você está me fazendo de piano. — Ela acusou ainda levemente entorpecida.

A mão dele, como sempre, fazia seu corpo queimar. Arrepios já dominavam sua coluna, mas ainda assim, reconheceu que Stiles a usava como um instrumento. Era costume dele fazer isso.

— Só estou mostrando que sou habilidoso com as mãos. — Ele respondeu com um sorriso provocativo que foi retribuído por ela.

Lydia suspirou e fechou os olhos. Aquele foi o sinal perfeito que Stiles encontrou para levantar mais o vestido. Enrolou o tecido na altura da cintura dela e viu, pela primeira vez, qual calcinha ela usava.

— Essa é a minha garota! — Assim que Stiles elogiou, cheio de provocação, Lydia se remexeu na cama.

Não precisou abrir os olhos para saber que Stiles implicava com sua calcinha. Por isso, apenas fechou as mãos em punho e respirou fundo. Controlou a vergonha para poder saciar a curiosidade de ser tocada por ele.

— Cale a boca. — Ordenou apesar de tímida.

Stiles riu baixo, mas não falou mais nada. Continuou encarando a calcinha branca de algodão, com várias notas musicais estampadas. Foi Stiles que deu aquela calcinha para ela como um dos presentes do último natal.

No dia que deu o presente que o fez apanhar de Lydia durante dias, disse que era para ela sempre usar pensando nele. E lá estava a calcinha comportada, que naquele corpo lindo, se tornava sensual.

Stiles se perguntou se ela de fato, tinha pensado nele quando colocou aquela peça. O único motivo para ele comprar, foi por causa das notas musicais. Era para Lydia lembrar das milhares de partituras que ele carregava sempre na sua mochila.

— Ficou linda em você. — Foi a única coisa que ele disse.

Isso foi o suficiente para o coração de Lydia se debater dentro do peito. Seu estomago deu algumas piruetas e malditas borboletas pareceram surgir dentro de si.

Ele percebeu as reações que o elogio causou nela. Notou o sorriso involuntário e pequeno que surgiu no rosto dela e como quase que instantaneamente, ela conseguiu relaxar.

— Vai ligar o cronômetro? — Stiles percebeu que aquela pergunta, foi uma tentativa dela de fazer com que ele demorasse mais para tocá-la.

— Se você falar “não” uma vez, eu vou parar na hora, Lydia. Mas tenho certeza que vai gostar.

— E-eu....

Os dedos ágeis e compridos de Stiles, foram mais rápidos do que a tentativa de fala de Lydia. Sem esperar mais nenhum segundo, se permitiu conhecer a textura da calcinha dela.

Tateou o algodão delicado e se surpreendeu ao sentir a umidade presente ali. Viu Lydia fechar os olhos e morder os lábios com força. Ela parou de respirar e ele, deslizou a mão por aquele lugar.

Deixou as pontas dos dedos pressionarem de leve, sem saber o que fazer, buscando uma resposta de Lydia. Testou esfregar bem lentamente, com dois dedos unidos.

A garota reagiu. Arfou, arqueou a coluna e mordeu a boca com mais força. Todo o ar que ela tinha prendido, escapou de uma só vez. As pernas se contorceram para o alto.

— É bom assim, Lydia? — Ele sussurrou encantado.

Experimentou repetir a atitude. Mais uma vez, uniu os dedos e pressionou por todo o lugar. Observou como ela estremeceu e como as bochechas foram preenchidas de rubor.

Com a mão livre, Stiles levou os dedos até os lábios grossos de Lydia. Acariciou o lugar, aproximou o rosto do pescoço dela. Respirou bem fundo, deixando o hálito tocar a pele sensível.

— Não morde a boca, sereia. Preciso saber se está bom.

— Eu vou acabar gemendo. — Ela confessou muito, muito baixo. Parecia ter acabado de dizer algo errado, pecaminoso.

— Lydia, você não tem ideia do quanto eu quero ouvir seus gemidos.

A frase adulta demais para o garoto tão novo, foi o suficiente para Lydia libertar a boca dos dentes ferozes. Ela concordou com a cabeça, entorpecida. Fechou os olhos em rendição.

Stiles, repleto de curiosidade e encantado ao observar a forma tímida que a amiga reagia, mais uma vez, repetiu o ato. Dessa vez, fez mais devagar. Notou que bem no alto, em um ponto especialmente inchado, foi capaz de fazê-la soltar um murmúrio baixo.

Ao descer mais os dedos, percebeu que não casou tanto efeito. Voltou a tocá-la no alto, pressionando e tirando a mão com muita delicadeza para logo depois, esfregar bem de leve.

— É aqui né, Lydia? Está bom assim?

Ela abriu a boca para tentar falar. Em vez de sair algo coerente, Lydia gemeu baixo. Um som tímido, receoso, porém deliciado. Aquilo fez Stiles sorrir abertamente.

Ainda sorrindo, a admirando, tentou novos movimentos. Arrastou um único dedo pela parte inchada, causando uma fricção gostosa com o algodão. Testou apertar com mais força e depois, abandonou a região por torturantes segundos.

A expressão de Lydia demonstrou insatisfação. Os olhos se abriram, mostrando a confusão quando o toque parou. Stiles teve que conter a vontade de rir, era delicioso vê-la daquela forma.

— Está tão gostoso? — O deboche que lhe era típico, atingiu sua voz naquele momento de entrega e intimidade.

Lydia não teve tempo de reagir, pois Stiles teve a deliciosa ideia de girar dois dedos bem no alto. Pressionando com força moderada, arrastando pelo tecido, rodando, apertando, fazendo movimento de pequenos círculos.

Um novo gemido, mais alto do que o primeiro, incentivou Stiles. Lydia começou a se contorcer na cama. A pele se encheu de suor que escorria por sua pele fria. O rosto ficou ainda mais vermelho, a coluna se debateu algumas vezes no colchão.

Stiles analisou cada detalhe. Viu como Lydia não sabia o que fazer com as mãos. Percebeu o suor, a forma como seus olhos piscavam. O jeito que espremia os lábios para tentar aprisionar os pequenos gemidos de aprovação.

— Olhe para mim. — O pedido soou como uma ordem.

Lydia nunca tinha ouvido ele falar daquela forma. Abriu os olhos, atordoada e os fixou na direção do castanho intenso, repleto de admiração e satisfação. Ela achou que não suportaria tanta intensidade, tanto sentimento, escondido naquele olhar corajoso.

Stiles continuou a massagear o lugar. Com muito cuidado, com delicadeza. Olhava bem nos olhos da melhor amiga, vendo o prazer invadir o rosto dela, observando como ela se retorcia na cama.

Ele estava amando fitar os olhos verdes. Aquele contato visual o enchia de satisfação, mas então, em algum momento, Lydia desviou o olhar. Aquilo o incomodou muito, o fazendo virar a cabeça na nova direção que ela olhava.

Viu que em seu jeans, um volume muito exagerado parecia tentar quebrar o zíper da calça. Não tinha como tentar disfarçar a ereção que se exibia, que clamava por libertação.

Stiles estava tão concentrado em agradar Lydia, que até aquele momento, não tinha percebido como estava duro. Mas ao olhar, finalmente percebeu como seu membro doía e pulsava de um jeito desagradável.

— Stiles! — O sobressalto de Lydia, fez o coração de Stiles acelerar. — Continua.

Tremores invadiram o pequeno corpo. Lydia gemeu alto demais, sem nenhum tipo de pudor. Se contorcia tanto, que a renda preta do sutiã que usava se expôs no decote sutil do vestido.

Com o corpo quente, com o membro pulsando, doendo, Stiles forçou o quadril contra ela. Sem perceber o que fazia, encostou a ereção dolorida na perna de Lydia. Desejou se esfregar, quis fazer com que as mãos pequeninas o tocassem ali. Mas em vez disso, apenas roçou de leve na coxa grossa, buscando algum tipo de alívio.

Lydia molhava a calcinha. O algodão se tornava pesado por causa da umidade. Isso deixava o toque mais gostoso, mais fácil. Os dedos de Stiles estavam melados pelo líquido. Chegava ao ponto de escorrer pelas pernas grossas.

Ela olhava somente para o volume de Stiles. Isso aumentava as contrações em seu corpo, tornava o toque mais gostoso. Era tudo delicioso, reconfortante, não conseguia ter mais vergonha. Só sentia prazer, aquela sensação gostosa de alivio que dominava seus músculos enquanto os dedos do melhor amigo se esfregavam nela.

Lydia se desmanchou. Cada músculo tenso cedeu, os olhos se arregalaram. O gemido se tornou um arfar pesado. Seu corpo desabou na cama, os membros moles, dormentes.

— Tão linda... — O elogio escapou dos lábios finos.

Stiles a olhava com afeto, admiração. Parecia encantado, até mesmo, perplexo. Não conseguia acreditar em como a amiga ficava linda daquela forma. Estava magnífica.

Foi com aquela visão maravilhosa, que Stiles foi atingido por sensações boas por todo corpo. Ele nunca tinha visto nada tão excitante em sua vida, nem aliviado a si mesmo. Pela falta de estimulo, de experiência, bastou observar a amiga para sentir fluídos escapando de si.

Não teve como controlar. Em questão de segundos, seu estômago revirou. Foi atingido por pequenos tremores, pequenas contrações e quando percebeu, molhava sua calça.

Ejaculou com um gemido baixo, aprovando a sensação dos jatos se libertando do corpo, o aliviando da dor da ereção. Os olhos verdes acompanharam o acontecimento.

— Você tem noção do quanto eu te amo? — Quando o alivio, o conforto, invadiram Stiles, a pergunta mais doce, mais reconfortante e delicada saiu dele.

Notas finais
Então, não vou dizer muito coisa não... hahah Só estou mega ansiosa para ler os comentários, saber o que vocês acharam. Como perceberam, a relação Stydia começa logo no inicio da fic hahaha! Desde novinhos eles tornam a amizade beeem colorida, espero que gostem disso. Nesse capítulo, eu citei a primeira música da história: Sweater Weather- The Neighbourhood. Enquanto escrevia o capítulo, escutei várias vezes diferentes versões dessa música que eu amooo, da banda amo ainda mais. É isso, lindinhos. Por favor, deixem a opinião de vocês! Beijinhos