Notas iniciais
Hey, gente! Hoje meu dia foi muito corrido e eu estou exausta, então não vou falar muito aqui nas notas... Esse capítulo deu bastante trabalho e estou nervosa para saber a opinião de vocês. Boa leitura!

Stiles acariciava as costas de Lydia com cuidado, brincando com o fecho do sutiã, sentindo a menina estremecer e se arrepiar diversas vezes seguidas. Não demorou muito para ele voltar a crescer dentro da cueca, aumentando sua ansiedade para prosseguir com o que faziam.

A menina continuava por cima do corpo dele, o rosto escondido em seu pescoço, respirando fundo. Ela estava envergonhada e satisfeita na mesma medida, o corpo relaxado e o rosto muito vermelho.

— Sereia... — Ele chamou baixo pelo apelido, desejando fazer a garota ter coragem de erguer o rosto.

Ela o encarou com algum receio, os olhos arredios pela timidez. Stiles lhe proporcionou um de seus sorrisos mais lindos, que sempre fazia com que ela parasse de respirar.

— Não precisa ter vergonha do seu melhor amigo. — Murmurou com a voz deliciosa, grave. Ela encolheu os ombros, mas continuou o encarando. — Eu já sabia que você era safada antes de fazer tudo isso q...

Antes que Stiles pudesse continuar a frase bem humorada, Lydia bateu em seu peito com força, erguendo o tronco para tal ato. O garoto riu da expressão indignada da menina.

— Calma, pequena! Qualquer pessoa fica safada perto de mim.

— Você é muito convencido! — Ela reclamou sem a segurança que gostaria.

— Lydia, você já me viu pelado, acha mesmo que sou convencido?! Apenas tenho consciência de como sou!

Ele riu apesar da confiança plena em suas próprias palavras e ela riu também, como sempre, envergonhada. Enquanto a risada ainda escapava da menina, o garoto parou de rir e selou a boca com a Lydia.

A Martin, satisfeita, iniciou um beijo prazeroso para os dois. Seus lábios se esfregaram, abriram e fecharam, as línguas se tocaram rápido como se tivessem alguma timidez, pois voltaram a se esconder dentro das bocas.

Stiles não teve pudor ao levar as mãos até o bumbum arrebitado da melhor amiga. Apertou com força o suficiente para a garota estremecer e depois, passou a apalpar, sentindo toda a extensão de pele disponível a seu toque.

Lydia amava aquilo, o garoto a explorava como se fosse o corpo mais lindo do mundo, mais sexy, mais perfeito. Ela se sentia reconfortada com os dedos gentis a apertando de um jeito tão íntimo.

Por confiar tanto nele, até mesmo o toque mais indecente era respeitoso. Stiles já a conhecia, sabia como agradá-la e como tornar tudo carinhoso. Era delicioso para os dois.

O beijo prosseguiu e Stiles passou a se incomodar com a calcinha que o impedia de sentir melhor a menina. Repleto de expectativa, puxou o elástico da calcinha diversas vezes, deixando que batesse de novo contra a pele de Lydia, a deixando mais sensível.

Além de forçar o elástico, o Stilinski passou os dedos por baixo da calcinha, sentindo o bumbum nu, apertando, provocando arrepios em Lydia. Ela não se controlou, voltou a se esfregar no garoto quando a parte mais íntima palpitou de excitação.

Ele aprovou a atitude grunhindo e sem aguentar mais, girou o corpo, fazendo a menina cair sobre o colchão e se colocando por cima dela. Naquele momento, ele precisava ter o controle.

Parou o beijo e se afastou o suficiente de Lydia para ter uma visão ampla de seu corpo pequenino e tão exposto. Sorrindo, satisfeito, ele levou as mãos para as costas da garota, alcançando o fecho do sutiã.

A Martin se remexeu, tímida, no entanto que permitiu que o garoto libertasse os seios pequenos e pontudos. Ele jogou a peça longe e admirou a nudez revelada, os olhos brilhando de desejo.

De forma automática, Lydia cobriu o rosto com uma das mãos, demonstrando a vergonha. Stiles riu por achar aquela atitude fofa e sexy ao mesmo tempo. Ele amava a timidez de Lydia. Na verdade, ele amava tudo nela.

Stiles agarrou com muita força o quadril de Lydia, saiu de cima dela, indo um pouco para o lado e depois, sem dificuldade, a virou de costas. A menina deu um gritinho surpreso e tirou a mão do rosto.

O Stilinski não se preocupou em tentar se explicar. Vendo a garota de costas, acariciou suas pernas por alguns instantes e fez com que ela dobrasse os joelhos. Ao mesmo tempo, puxou seu quadril bem para cima e voltou a se posicionar entre suas pernas naquela nova posição.

Lydia arfou e deixou o corpo entregue, sem fazer nenhum esforço para resistir ao menino. Ela estava ficando ainda mais excitada por ser controlada por ele. Ao sentir um mão seu cabelo, empurrando sua cabeça para baixo, ela nem conseguiu conter um gemido de aprovação e desejo.

O garoto fez com que ela ficasse de quatro. A cabeça apoiada no colchão, o bumbum totalmente empinado, se oferecendo a ele. Ele soltou um barulho semelhante a um rosnado, admirando o corpo lindo naquela posição.

Os seios pequenos quase tocavam o lençol da cama, as costas pálidas eram muito sexy e a visão do bumbum pálido mal coberto pela calcinha fazia a ereção de Stiles doer.

— Você é tão linda, tão sexy... — Ele elogiou rouco, a voz arrastada.

Lydia se remexeu, inquieta pela timidez e por sentir mais uma vez sua intimidade escorrendo de desejo, tornando a calcinha muito pesada e deixando as coxas meladas.

Stiles se inclinou sobre Lydia. Apoiou uma mão sobre o colchão e com a outra, tirou o cabelo ruivo do pescoço suado. Mordeu a nuca da menina e chupou. Ela arfou e gemeu sem nem perceber, arqueando as costas e se empinando ainda mais para ele.

O garoto ajeitou o corpo por cima do dela até encostar a ereção coberta contra a calcinha encharcada. Daquela vez, ele também gemeu. Levou os lábios até a coluna de Lydia, aproveitando aquela posição para distribuir muitos beijos sobre a pele branquinha.

Quando chegou ao final da coluna, ele resolveu lamber Lydia lentamente, grunhindo de satisfação enquanto fazia isso. O sabor salgado da pele suada o agradou muito e fez com que lambesse mais uma vez.

A garota não estava suportando mais. Revirava os olhos e se agarrava com muita força no colchão. Já nem se importava mais com a timidez, seu quadril subia e descia para se esfregar no melhor amigo.

Ele beijou o bumbum da garota por cima da calcinha e depois, mordeu o tecido frágil e puxou de leve. A Martin estremeceu e fechou os olhos. Stiles segurou a calcinha com os dedos comprimidos e com um único puxão, abaixou a peça com certa grosseira.

Lydia ficou nua.

A menina ficou com a calcinha presa nas pernas por causa da posição em que estava, porém nem teve tempo para se importar com isso. Ela estava tão empinada, que bastou que Stiles segurasse em suas coxas e inclinasse a cabeça para conseguir lamber a intimidade já muito lubrificada.

Lydia cravou as unhas no colchão, jogou a cabeça para trás e deu um gemido sem pudor. Depois, fechou os olhos e mordeu os lábios com muita força, buscando o autocontrole que já tinha escapado de si.

— Você gostou disso? — Stiles perguntou repleto de satisfação.

— M-muito.

Aprovando a resposta falha da menina, Stiles a lambeu mais uma vez. O corpo da garota tremeu com aquele novo contato e um suspiro sôfrego surgiu dela.

— A gente vai ter muito tempo para isso... Mas agora, pequena, eu não aguento mais. — Ao terminar a primeira frase, Stiles mais uma vez virou o corpo de Lydia com facilidade. Fez com que ficasse de frente para si. — Eu preciso foder você.

Lydia não tinha mais sanidade para reclamar do palavrão.

Stiles arrancou a calcinha presa em suas pernas e suspirou, os olhos castanhos sedentos observando o quanto sua melhor amiga era linda. Com relutância, desviou o olhar para o próprio corpo, segurou a cueca com uma mão e ergueu as sobrancelhas de um jeito sugestivo.

Lydia engoliu em seco, lembrando de que ele tinha falado que ela que tiraria aquela peça. Nervosa, a menina ergueu os braços na direção do garoto que mais se assemelha a um deus grego.

O Stilinski se inclinou um pouco para ela, encurtando a distância. Assim, as mãos pequeninas tocaram na cueca branca molhada de desejo. Arfando, ela tomou coragem para segurar com firmeza na peça e puxar para baixo.

Com alguma dificuldade, o tecido chegou as coxas do garoto. Lydia ficou ainda mais vermelha e espremeu os lábios ao ver a ereção despida. Apesar de saber que era impossível, ele parecia maior do que a última vez que tinha o visto nu.

Isso deixou a menina apreensiva e ela precisou desviar o olhar, tentando controlar a respiração. Stiles percebeu o nervosismo surgindo na expressão da Martin e se apressou em dar um breve selinho nela.

— N- não quero sentir dor.

O Stilinski se ajeitou entre as pernas da menina, porém não fez nenhuma menção de invadir seu corpo. Levou as mãos ao rosto vermelho de vergonha e fez carinho.

— Você não vai sentir, pequena. — Ele falou seguro, calmo, transmitindo confiança para Lydia. — Olha como está molhada...

A menina gemeu quando Stiles usou uma mão para esfregar no líquido que dominava o interior de suas pernas. Ele ergueu os dedos até a boca e lambeu vagarosamente. Lydia ficou hipnotizada com aquela cena.

— Se você sentir qualquer desconforto, se mudar de ideia, se doer, eu prometo que paro na hora. Escutou, sereia?

— Eu confio em você. — Foi a resposta imediata da menina.

Ele sorriu e beijou a ponta do nariz de Lydia. A menina estava absorta pelas sensações que seu corpo transmitia. O nervosismo foi dissolvido enquanto ouvia a respiração forte do menino.

Stiles beijou devagar o pescoço da menina, com carinho. As mãos foram pela primeira vez aos seios pequenos, onde apertou com cuidado, de leve. Foi conhecendo aquela parte de Lydia, apalpando.

Curiosa, a Martin percebeu que os dedos de Stiles estavam trêmulos. Levou uma mão até a dele e a segurou. Com a outra mão, puxou o cabelo do amigo para que ele erguesse a cabeça e parasse de beijar seu pescoço.

— Você está nervoso? — Perguntou incrédula, reconhecendo insegurança no rosto dele.

— Também é a minha primeira vez. — Respondeu com uma ironia sutil na fala.

Ela franziu o rosto, mas aquela afirmação a agradou. Era prazeroso lembrar que ele nunca teve qualquer experiência com outra garota. E lhe deu segurança perceber que até Stiles, tão cheio de autoconfiança, também estava nervoso.

Tudo foi bem devagar. Stiles e Lydia se beijaram por vários minutos, tempo o suficiente para a menina relaxar por completo no colchão, com as mãos nas costas do melhor amigo e concentrada na excitação do momento.

Stiles separou suas bocas e deu um breve beijo no maxilar da menina. Então, desceu mais a boca e lambeu o seu pescoço na altura da garganta, provocando arrepios incontroláveis e deliciosos. Esfregou o nariz ali, absorvendo o cheio de suor misturado ao perfume feminino.

Quando Lydia começou a arranhar as costas de Stiles, ele apoiou a cabeça no mesmo travesseiro que a cabeleira ruiva estava e passou a gemer baixinho bem perto do ouvido da amiga. Ele não estava suportando a excitação.

Segurou a própria ereção pela base e de olhos fechados, com a outra mão sustentando o peso para não desabar sobre Lydia, ele posicionou o membro no centro das pernas dela.

A garota estava escorrendo de desejo e ele próprio estava muito melado. O encontro de suas partes mais íntimas foi satisfatório e fez com que ambos os adolescentes desejassem ir além.

— Se sentir dor, é só falar. Não vou machucar você, sereia. — Ele sussurrou em um lembrete que deu mais segurança a Lydia.

Sem confiar na própria voz, ela concordou com a cabeça. Stiles respirou fundo e lutando para conter a ansiedade, impulsionou o quadril para frente. O movimento foi lento e controlado, com pouca força.

A menina só arfou, estranhando a sensação de sentir o garoto entrando dentro de si. Stiles parou, só a ponta do membro dentro da menina e largou sua própria ereção para levar os dedos para o clitóris sensível da melhor amiga.

Masturbou a garota em um ritmo lento, torturando. Os dedos já tinham experiência em estimular a menina da forma como ela gostava e se desmanchava.

— P-pode continuar... — A voz falha da menina soou como uma súplica arrastada.

Sem hesitar e ainda a masturbando, Stiles mais vez impulsionou o quadril para frente, tendo consciência do cuidado que devia ter. Mais uma parte de seu membro deslizou para dentro de Lydia. Eles estavam tão lubrificados que o encaixe era fácil.

Soltaram sons distintos de prazer. Stiles estava maravilhado por perceber o quanto Lydia era apertada. O interior da garota o engolia, apertava de um jeito indescritível. E ela, estava distraída com o estímulo intenso no clitóris e admirada por não sentir nenhuma dor.

A Martin estava tão relaxada e lubrificada, que a primeira vez ocorria com uma tranquilidade inesperada. Stiles esperou por apenas alguns segundos e se impulsionou mais uma vez.

Lydia percebeu que algo dentro de si se rompeu, no entanto, Stiles foi tão delicado e a masturbação era tão prazerosa, que continuou sem dor. Era uma sensação nova, no entanto boa, sentir o membro pulsante do melhor amigo dentro do seu corpo.

Stiles ergueu a cabeça, descansou a testa sobre a de Lydia. A encarou com aquela proximidade excessiva, sorriu sem mostrar os dentes e fechou os olhos. Ele precisava desfrutar de cada detalhe.

Devagar, Stiles jogou o quadril para trás, saindo um pouco da menina e depois, voltou a se lançar para frente, chegando mais fundo. A garota arquejou e ele abriu os olhos para se certificar de que ela estava bem.

O rosto de Lydia mostrava prazer. Os lábios entreabertos, os olhos fechados e as bochechas vermelhas. Não havia nenhum sinal de desconforto ou de dor em suas feições.

— Linda! — Ele a elogiou de repente, sem nenhum contexto.

Mais vez, fez o movimento gostoso e lento de vai e vem, saindo e entrando na melhor amiga. As pequenas mãos da garota se entrelaçaram atrás das costas dele, sentindo quando ele se arqueava para se afastar e voltar de encontro ao seu corpo.

Stiles encontrou um ritmo confortável para invadir a menina. Lento e constante, com delicadeza e sem tentar ir fundo demais. O sexo foi calmo e muito íntimo. Quando eles resmungavam de prazer, acabavam se elogiando e soltando palavras como “amor”.

Era tão bom que Stiles não conseguiu se conter. Derramou seu desejo dentro da menina, arfando alto, os olhos atentos ao rosto de Lydia. Ela se contorceu abaixo dele e ele percebeu, preocupado, que ela ainda não tinha alcançado o próprio limite.

— E-eu fui rápido demais... — Disse horrorizado, demonstrando um constrangimento que não lhe era habitual.

Lydia abriu os olhos e se surpreendeu com a frustração no rosto dele. De imediato, segurou em seu maxilar e o acariciou com o polegar, o reconfortando. Queria dizer algo tranquilizador, mas no momento, ela precisava chegar ao seu alívio.

— Continua, por favor!

Entendendo o que ela queria, Stiles voltou a masturbação. Seu rosto estava vermelho de vergonha e por algum motivo, Lydia achou adorável vê-lo frágil e preocupado daquela forma.

Ela se desmanchou pouco depois, com o menino ainda dentro de si. Seu interior se espremeu e isso provocou grunhidos muitos baixos de aprovação vindo do menino.

— Desculpa — Pediu como se tivesse acabado de fazer algo muito errado.

— Stiles, olha para mim. — Ele jamais deixaria de obedecê-la. — Eu acabei de ter minha primeira vez com o garoto que sou apaixonada e não senti nenhuma dor. Por que está pedindo desculpas?

Ele não soube o que dizer. O lábio inferior se projetou para frente em um beicinho impensado e quase infantil. Lydia passou os dedos por ali, tateando a textura macia.

Stiles percebeu como Lydia estava relaxada. Suas pálpebras pareciam pesadas e ela mal conseguiu acariciar o rosto dele. As mãos caíram ao lado do corpo, os braços flácidos enquanto os lábios cheios abriram um sorriso bobo e cansado.

— Eu não estraguei tudo? — Daquela vez, havia esperança na voz de Stiles.

A menina nem conseguia acreditar que ele estava mesmo com medo de ter sido ruim para ela só por ele ter alcançado o orgasmo cedo demais. Os olhos castanhos a observavam com ansiedade, esperando uma resposta.

Sonolenta, desejando dormir, Lydia negou com a cabeça e decidiu beijar o menino. Forçou a boca contra a dele e lhe proporcionou um mover delicioso de línguas.

— Você me deu muito prazer, Stiles. — Ela declarou com os lábios ainda tocando nos dele. — Cada vez que eu o vejo, me sinto mais apaixonada e chega a me assustar o poder que você tem sobre meu corpo. Eu fico tão excitada e rendida, todo toque seu é prazeroso e me faz querer mais.

Stiles não estava pronto para a força daquelas palavras tão sinceras e aconchegantes. Como sempre, a menina corou e ele ficou tão perplexo, que não conseguiu se mover por vários segundos.

— Não consigo entender como tenho a sorte de já conhecer o amor da minha vida. — Ele foi capaz de dizer, a voz fraca. — Lydia, me prometa que não vamos ser como aqueles casais de adolescentes que só vivem uma paixão intensa e depois se esquecem um do outro. Eu preciso que você fique comigo até ficarmos velhinhos.

— Basta na hora certa você me pedir em casamento e eu serei toda sua.

Havia algum humor na frase de Lydia, no entanto, Stiles guardou aquele pedido dentro de si, prometendo que não esqueceria daquilo quando fossem mais velhos.

O menino, com certa dificuldade, saiu de dentro de Lydia. Ela se remexeu um pouco, incomodada e ele desabou ao seu lado no colchão macio. Os dois estavam muito cansados pelo excesso de esforço físico.

Stiles agarrou a menina por trás, virando o pequeno corpo do jeito que queria para ficar de conchinha com ela. Lydia suspirou de satisfação, se sentindo acolhida.

Dormiram daquela forma.

Notas finais
E aí? O que acharam?